Brasil

Neymar tem lesão confirmada e pode ficar de fora da estreia do Brasil na Copa

Neymar desabafa após derrota do Brasil na Copa do Mundo

O médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, confirmou uma lesão grau 2 na panturrilha de Neymar, estimando um tempo de recuperação de duas a três semanas. A lesão foi detectada após exames na Granja Comary e exclui o atacante dos amistosos contra Panamá e Egito. A CBF espera que Neymar esteja apto para o jogo contra o Egito em 6 de junho, visando a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 contra Marrocos.

Antes das coletivas de Casemiro e Weverton, o médico da seleção brasileira, Rodrigo Lasmar, deu atualizações sobre a contusão de Neymar, sofrida no último dia 17. O doutor confirmou uma lesão grau 2 na panturrilha do atacante e também informou que ele está fora de atividade de duas a três semanas.

“A atualização sobre o jogador Neymar, ele se apresentou ontem aqui na Granja, fez todos os exames médicos, os exames complementares e terminamos com uma ressonância magnética que identificou uma lesão muscular grau 2 na panturrilha, não apenas uma edema. O atleta segue em tratamento e a nossa expectativa é que num prazo de 2 a 3 semanas ele esteja liberado”, disse Rodrigo Lasmar.

O diagnóstico praticamente tira Neymar dos dois amistosos de preparação da seleção brasileira, contra Panamá, dia 31, e Egito, dia 6. Agora, o craque brasileiro corre contra o tempo para se recuperar a tempo da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, contra Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

O Globo

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Política

ATLAS/INTEL: Hugo Motta tem a segunda pior avaliação entre políticos brasileiros

Motta afirma que aprovação da PEC 6x1 será a maior entrega da Câmara para a classe trabalhadora - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aparece com uma das piores avaliações entre os políticos, segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta quinta-feira (28).
O paraibano fica atrás apenas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, onde 83% dos entrevistados dizem ter imagem negativa e só 2% afirmam ter imagem positiva. Em relação a Hugo Motta, 82% afirmam ter percepção negativa do presidente da Câmara, e 4%, positiva.
A AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.032 pessoas de 13 a 18 de maio de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança do levantamento é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06939/2026. O estudo custou R$ 75 mil e foi pago com recursos próprios.
Na outra ponta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 48% de avaliação positiva, seguido do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ambos com 45%.
Bolsonaro
Jair Bolsonaro (PL) e a sua mulher, Michelle Bolsonaro, têm avaliações semelhantes. Ambos receberam respostas positivas por 40% dos entrevistados, mas o ex-presidente tem 56% de avaliação negativa, saldo de -16, e a ex-primeira-dama tem a percepção negativa de 55%, saldo de -15.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 38% de avaliação positiva e 59% de percepção negativa, com saldo de -21.
Poder360

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Política

Senado quer protagonismo no debate sobre o fim da escala 6×1

ALCOLUMBRE

O Senado quer imprimir sua própria marca na tramitação do fim da escala 6×1. Interlocutores do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, afirmam que, em meio às desconfianças sobre sua posição diante dos ruídos com Lula, ele ainda não sinalizou um calendário de votação, mas a intenção é levar o texto adiante. O Senado, porém, não quer apenas chancelar a proposta aprovada pela Câmara.

O discurso entre senadores é que os “louros” da aprovação da matéria, com alto apoio popular, segundo pesquisas, não podem ficar apenas com deputados. Por isso, a ideia é que seja inserida alguma mudança no texto para que possa ser atribuída aos senadores. Pesa nessa estratégia o fato de dois terços das vagas na Casa estarem em disputa, além de senadores que devem disputar governos estaduais.

Alcolumbre ainda não deu pistas sobre calendário de análise da PEC. O governo tem tentado avançar no diálogo com ele, especialmente por meio do ministro José Guimarães (Relações Institucionais). Aliados do presidente do Senado avaliam que ele deve botar a proposta em votação antes das eleições, como deseja o governo.

Pressão contrária à votação também já está em curso. Na terça-feira (27), o presidente do Senado recebeu um grupo de empresários pedindo para que ele pelo menos postergasse a análise da matéria. Segundo interlocutores, Alcolumbre não tem se posicionado nas conversas. Ele tem dito que vai escutar todos os lados e depois tomar uma decisão.

R7

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Política

FIM DA ESCALA 6×1: Veja como votaram os deputados paraibanos

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1 em dois turnos de votação.

No primeiro turno, o texto foi aprovado por 472 votos a favor e 22 contrários. No segundo turno, o placar foi de 461 a 19. Com a decisão, o tema avançou na Casa após ampla maioria dos parlamentares.

Na Paraíba, todos os deputados federais presentes votaram a favor da proposta.

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Política

RealTime Big Data: Na PB, Lucas Ribeiro (PP) venceria Cícero Lucena (MDB) em eventual 2º turno; veja números

A pesquisa RealTime Big Data divulgada hoje (27) aponta que, na Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) venceria Cícero Lucena (MDB) em um eventual 2º turno, com 39% a 34%. Em outro cenário de 2º turno, Lucas Ribeiro aparece com 44% contra 26% de Efraim Filho (PL). Já Cícero Lucena teria 41% contra 29% de Efraim Filho. No 1º turno estimulado, Lucas Ribeiro marca 30%, Cícero Lucena 28% e Efraim Filho 19%. Na espontânea, Lucas Ribeiro e Cícero Lucena têm 11% cada, e 55% dizem não saber/não responder.

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Brasil

Como funciona a PEC do fim da escala 6×1 aprovada na comissão especial da Câmara

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo da PEC que trata da chamada escala 6×1 e da jornada de trabalho no Brasil. O texto segue agora para análise no plenário da Câmara.

A proposta, relatada pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA), foi aprovada por 34 votos a favor e 4 contrários, todos da oposição.

A PEC altera regras constitucionais sobre jornada de trabalho, reduzindo o teto semanal e criando um novo modelo de organização de folgas e transição de regras.

Como funciona a PEC 

A proposta traz mudanças graduais e regras específicas para diferentes tipos de contrato e categorias. Veja os principais pontos:

Redução da jornada

  • O teto constitucional de jornada semanal passa de 44 para 40 horas
  • A mudança não implica redução salarial, mesmo com menos horas trabalhadas

Fim da escala 6×1

  • Institui dois dias de descanso por semana
  • Um dos dias de folga deve ser preferencialmente aos domingos

Transição das novas regras

  • Implementação total em até 14 meses
  • Redução gradual da jornada:
  • 2 horas a menos em até 60 dias após a promulgação
  • Mais 2 horas reduzidas após 1 ano

Salários e direitos

  • Não haverá redução salarial proporcional à nova jornada
  • Categorias com jornadas inferiores a 40 horas não serão afetadas
  • Acordos coletivos seguem válidos para ajustes específicos

Contratos públicos

  • Contratos em vigor terão até 1 ano para se adequar
  • Adaptação será feita por meio de aditamentos
  • Regras variam conforme o prazo restante de cada contrato

MEIs e pequenas empresas

  • Prevê lei complementar futura para regras de transição
  • Possível aumento de teto do MEI
  • Flexibilização para contratação de mais de um funcionário

Próximos passos

Após aprovação na comissão especial, a PEC segue para o plenário da Câmara dos Deputados. Para avançar, o texto precisa do apoio de 3/5 dos parlamentares em dois turnos de votação. Depois, ainda passa pelo Senado Federal.

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Brasil

Governistas pedem vista e comissão da Câmara adia votação de PEC da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados adiou nesta quarta-feira (27) a votação da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos.

O adiamento ocorreu após pedido de vista apresentado pelas deputadas Erika Kokay, Sâmia Bomfim, Talíria Petrone e pelo deputado Orlando Silva. A nova previsão de votação é 3 de junho.

A proposta prevê que jovens a partir de 16 anos possam responder criminalmente no sistema prisional comum. Atualmente, menores infratores cumprem medidas socioeducativas por até três anos.

O relator, Coronel Assis, apresentou parecer favorável ao texto principal e a outras PECs apensadas que tratam do tema.

A CCJ analisa apenas a constitucionalidade da proposta. Se aprovada, a PEC seguirá para uma comissão especial e depois para votação no plenário da Câmara, onde precisará de ao menos 308 votos favoráveis em dois turnos.

O Partido dos Trabalhadores é contra a proposta e argumenta que a redução da maioridade penal não reduz a violência e pode aumentar a reincidência e o fortalecimento de organizações criminosas.

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Paraíba

Projeto de lei que combate o assédio e importunação sexual em academias é aprovado em JP

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou nesta quarta-feira (27) um projeto de lei que obriga estabelecimentos de atividade física a adotarem medidas de auxílio para mulheres em situação de risco ou vítimas de assédio e importunação sexual, incluindo acompanhamento até veículos ou outros meios de transporte e acionamento da polícia, quando necessário.

A medida prevê a fixação de cartazes informativos em banheiros femininos e em outros ambientes, além da adoção de ferramentas tecnológicas, como aplicativos, para facilitar a comunicação das vítimas com os responsáveis pelos espaços.

Além disso, os funcionários precisarão passar por uma capacitação obrigatória, para que saibam como agir diante de situações de violência, assédio ou importunação sexual.

O objetivo é combater o assédio moral e sexual contra as mulheres, bem como a importunação sexual, e garantir que os direitos fundamentais sejam respeitados.

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Paraíba

Lucas Ribeiro rejeita tropas federais nas eleições da Paraíba

O governador Lucas Ribeiro decidiu se posicionar contra o envio de tropas federais para municípios da Paraíba nas eleições de 2026.

Segundo o Governo do Estado, as forças de segurança paraibanas têm capacidade para garantir a ordem e a segurança do processo eleitoral. O posicionamento teve apoio do secretário de Segurança Pública, Jean Nunes.

Os pedidos de reforço foram feitos por juízes eleitorais de Bayeux, Itabaiana e Piancó por causa de riscos ligados a facções criminosas e tensão política.

O Governo informou que haverá reforço policial nos municípios considerados mais sensíveis durante o período eleitoral.

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Política

REAL TIME/BIG DATA: João Azevedo e Veneziano lideram disputa ao Senado; veja os números

A pesquisa Real Time/Big Data  ainda apresentou dois cenários sobre intenções de voto para o Senado. No primeiro deles, o ex-governador do estado João Azevêdo (PSB) e o atual senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) se destacam, com 32% e 25% de preferência, respectivamente.

Pesquisa Real Time Big Data para o Senado da Paraíba

R7

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