Brasil

Juliana Soares, agredida com 61 socos em elevador em Natal, mostra recuperação sete dias após cirurgia de reconstrução facial

Foto: reprodução

Juliana Soares segue em processo de recuperação da cirurgia realizada para reconstruir a face. O procedimento foi necessário em razão dos 61 socos que ela sofreu do então namorado Igor Cabral em um elevador em Natal.

Nesta sexta-feira (8), ela mostrou nas redes sociais como está o rosto após 7 dias da realização da cirurgia pela qual passou no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL–UFRN/Ebserh).

O procedimento

Juliana foi submetida a uma osteossíntese que durou mais de sete horas. Foram utilizadas miniplacas, parafusos e feitas as correções das fraturas nas estruturas faciais, incluindo nariz, maxilar, bochecha e globo ocular

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Datafolha: 39% se dizem petistas e 37%, bolsonaristas

Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (8) mostra que 39% dos eleitores se dizem petistas e 37%, bolsonaristas. Considerando a margem de erro, os percentuais dos dois grupos estão tecnicamente empatados.

O levantamento, realizado nos dias 29 e 30 de julho, antes da prisão domiciliar de Bolsonaro, mostra o avanço da polarização na política, com 76% da população se identificando como bolsonarista ou petista.

O Datafolha fez 2.004 entrevistas presenciais em 130 municípios do Brasil. A margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

G1

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Brasil

App de moto-táxi do Comando Vermelho gerava R$ 1 milhão de lucro por mês, diz polícia

 

A Polícia Civil do RJ iniciou nesta sexta-feira (8) a Operação Rota das Sombras, contra um esquema de transporte clandestino mantido pelo Comando Vermelho (CV) na Vila Kennedy, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Segundo as investigações, pelo menos 300 mototaxistas foram coagidos a instalar um aplicativo desenvolvido pela facção há pelo menos 3 meses. Estima-se que o app do CV gerava R$ 1 milhão por mês.

Plataformas oficiais, como a Uber e a 99, eram proibidas de operar na região — moradores, sem opção, acabavam baixando o app.

Agentes da 34ª DP (Bangu) saíram para cumprir 7 mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão. Até a última atualização desta reportagem, 5 pessoas haviam sido presas.

Em um dos endereços, agentes apreenderam R$ 300 mil em espécie. Uma BMW blindada foi apreendida com outro alvo.

Um núcleo criminoso controlava os pilotos com ameaças e extorsões; outro grupo gerenciava os valores das corridas, integralmente repassados ao chefe do tráfico local.

Empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.

O app, chamado Rotax Mobili, tinha até slogan: “O único aplicativo de viagens de carro e moto que passa pela barricada e te deixa na porta de casa.”

G1

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Brasil

Itamaraty chama encarregado dos EUA e diz que ameaças são inaceitáveis

O encarregado de negócios dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, foi chamado nesta sexta-feira (8) de manhã para uma conversa no Itamaraty em que a diplomacia brasileira expressou “profunda indignação” com postagens recentes do Departamento de Estado e da embaixada americana nas redes sociais.

Escobar foi recebido às 9h pelo embaixador Flavio Goldman, que chefia interinamente a Secretaria de Europa e América do Norte no Ministério das Relações Exteriores.

Segundo relatos feitos à CNN, Goldman manifestou indignação com o tom e com o conteúdo das postagens.

Na avaliação da cúpula do Itamaraty, as publicações representam “clara ingerência” em assuntos internos e “ameaças inaceitáveis” a autoridades brasileiras.

Na quarta-feira (6), dois dias após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Departamento de Estado e a embaixada americana em Brasília publicaram uma mensagem nas redes sociais em que acusam o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes de “flagrantes violações de direitos humanos”.

“O ministro Moraes é o principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores. Suas flagrantes violações de direitos humanos resultaram em sanções pela Lei Magnitsky, determinadas pelo presidente Trump”, diz a postagem.

“Os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar nem facilitar a conduta de Moraes. Estamos monitorando a situação de perto.”

No STF, conforme apurou a CNN, o texto foi lido como uma ameaça de aplicação de sanções contra outros ministros.

Escobar comanda a representação diplomática em Brasília desde janeiro, quando a embaixadora Elizabeth Bagley — nomeada pelo ex-presidente Joe Biden — retornou aos Estados Unidos.

O governo de Donald Trump já designou embaixadores para 61 países ou organizações internacionais, mas continua sem indicar um novo representante para o Brasil. Enquanto isso, a embaixada é chefiada pelo encarregado de negócios.

 

CNN

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Judiciário

Por unanimidade, STF aprova orçamento de mais de R$ 1 bilhão para 2026

Foto: Gustavo Moreno/STF

O STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou, por unanimidade, o orçamento de R$ 1.047.143.289,00 para ser executado em 2026. O caso foi julgado em plenário virtual nesta quinta-feira (7).

A proposta aprovada representa um aumento de 9,78%, em relação ao valor destinado para este ano. No ano passado, o orçamento aprovado para execução foi de R$ 953 milhões.

O processo administrativo foi relatado pelo presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso. Todos os ministros acompanharam o relator.

Principais custos do STF

Segundo o relator, o montante de R$ 987 milhões será utilizado pelo Tribunal para arcar com despesas de pessoal, custeio e investimentos.

As despesas obrigatórias custarão R$ 691 milhões, enquanto as despesas discricionárias somam quase R$ 300 milhões.

A Corte separou um valor de R$ 72 milhões para pagamento de benefícios aos servidores.

O Supremo vai gastar R$ 72 milhões em 2026 para a segurança institucional. Em 2020, o valor é aproximadamente R$ 40 milhões.

CNN

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Mundo

EUA dobra para US$ 50 milhões recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro

Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

Os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (7) pela procuradora-geral Pam Bondi.

No início de janeiro, ainda sob o governo de Joe Biden, os EUA divulgaram um cartaz com a foto de Maduro, oferecendo uma recompensa de US$ 25 milhões.

Nesta quinta, Bondi afirmou que o valor foi dobrado por Maduro representar uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos. Ainda segundo ela, o presidente venezuelano é “um dos maiores narcotraficantes do mundo”.

“Os Departamentos de Justiça e de Estado anunciam uma recompensa histórica de US$ 50 milhões por informações que levem à prisão de Nicolás Maduro. Ele utiliza organizações terroristas estrangeiras para trazer drogas letais e violência ao nosso país”, afirmou.

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, o presidente venezuelano é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico.

Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.

Bondi informou que os Estados Unidos já apreenderam mais de US$ 700 milhões em bens ligados ao venezuelano, incluindo dois jatos particulares e nove veículos.

Ainda de acordo com a procuradora-geral, as autoridades interceptaram 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus aliados — quase 7 toneladas diretamente relacionadas ao presidente. Parte dessa droga estaria misturada com fentanil, segundo ela.

Apesar disso, a recompensa oferecida pelos EUA tem efeito prático limitado e é vista como gesto político. Maduro segue no comando da Venezuela, e a medida não equivale a um pedido internacional de prisão.

Para se blindar, Maduro continua mantendo relações diplomáticas com aliados estratégicos como Rússia, China e Irã.

O Departamento de Justiça também oferece recompensas por informações sobre Diosdado Cabello Rondón, ministro do Interior, Justiça e Paz, e Vladimir Padrino López, ministro da Defesa da Venezuela.

G1

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Economia

Petrobras anuncia volta à distribuição de gás de cozinha

Foto: Pedro Ventura/Ag Brasília/Fotos Públicas

A Petrobras vai voltar a ter uma distribuidora de gás de cozinha. Quase seis anos após a privatização da Liquigás, o Conselho de Administração da estatal aprovou a volta da empresa para a distribuição do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

Em fato relevante divulgado no fim da noite de quinta-feira (7), a Petrobras informa, sem dar detalhes, que o Conselho aprovou a estratégia de “atuar na distribuição de GLP”. Com a nova área, a Petrobras pode, em tese, voltar a vender diretamente ao consumidor – o que não acontece há mais de cinco anos.

O comunicado diz, ainda, que a empresa também passa a ter como diretriz na área de distribuição “integrar com demais negócios no Brasil e no mundo” e “oferecer soluções de baixo carbono para seus clientes”.

A Petrobras atuava em duas grandes frentes de distribuição até o governo de Jair Bolsonaro: gás de cozinha, com a marca Liquigás, e combustíveis líquidos, com a BR Distribuidora – atual Vibra.

O GLP era distribuído até o consumidor final pela Liquigás, empresa que teve o processo de privatização concluído em 2020. A Liquigás era uma subsidiária integral da Petrobras e atuava no engarrafamento, distribuição e comercialização do gás de cozinha em todo o Brasil.

Em 2019, a empresa de gás foi vendida por cerca de R$ 4 bilhões para um consórcio das empresas Copagaz, Itaúsa e Nacional Gás.

O preço do gás de cozinha tem sido motivo de incômodo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já citou o tema em eventos públicos. Em maio, Lula criticou os “atravessadores” do mercado de gás.

“O botijão de gás é vendido pela Petrobras às empresas por R$ 37. Não tem explicação ele chegar a R$ 120 reais. Alguém está ganhando muito dinheiro com isso. Comprei no primeiro mandato a Liquigás para regular o preço. Hoje, 4 empresas controlam 90% da distribuição de gás”, disse em evento em Campo Verde, MT.

A outra subsidiária da estatal privatizada durante o governo Bolsonaro foi a BR Distribuidora, que teve o controle vendido em 2019. Atualmente, a empresa se chama Vibra, mas os postos de combustível ainda levam a marca “Petrobras” ou “BR”.

CNN – Fernando Nakagawa

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Brasil

Governo Lula prevê novas sanções dos EUA ao STF e considera ‘ilusão’ Trump ceder no tarifaço

Foto: Adriano Machado/Reuters

Apesar de contatos de ministros com autoridades norte-americanas, integrantes do governo Lula não acreditam na real disposição dos Estados Unidos para negociar o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump. Também corre a avaliação de que os EUA podem aplicar novas sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo fontes do governo, o Brasil deseja negociar, mas considera uma ilusão, no momento, a perspectiva de avanços concretos. Pesa a avaliação de que nem sequer há uma negociação de fato em curso, apesar dos esforços do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Fernando Haddad (Fazenda).

No governo, entende-se que auxiliares de Trump não têm autonomia para tomada de decisões que impliquem em recuos do presidente norte-americano. Trump não deseja ceder e centraliza as decisões sobre a guerra tarifária em curso com dezenas de países.

Sobretaxa em vigor

A sobretaxa de 50% para entrada de produtos brasileiros nos EUA entrou em vigor na quarta-feira (6).

Cerca de 35,9% das exportações brasileiras aos EUA serão afetadas, segundo estimativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), comandado por Alckmin.

A medida norte-americana prevê uma longa lista de exceções como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e peças, fertilizantes e produtos energéticos. A carne e o café, contudo, estão entre os produtos afetados.

Novas sanções ao STF

Fontes do governo também não descartam a possibilidade de novas sanções contra integrantes do STF, em especial após a embaixada americana publicar uma ameaça a aliados do ministro Alexandre de Moraes, que decretou nesta semana a prisão domiciliar de Bolsonaro.

Na semana passada, o governo Trump sancionou Moraes com a aplicação da Lei Magnitsky. A legislação permite que os EUA punam cidadãos estrangeiros acusados de violações graves de direitos humanos ou corrupção em larga escala.

Antes, os EUA revogaram os vistos americanos de Moraes e de mais sete ministros do STF.

G1

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Brasil

CCJ aprova regulamentação da profissão de condutor de ambulância


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (7), o Projeto de Lei 2336/23, que regulamenta a profissão de condutor de ambulância no Brasil.

A proposta, de autoria do deputado Vermelho (PL-PR), teve parecer favorável da relatora, deputada Soraya Santos (PL-RJ), com apenas um ajuste técnico. O texto foi aprovado em caráter conclusivo e pode seguir diretamente ao Senado, a menos que haja recurso para votação no Plenário da Câmara

Pelo projeto, para exercer a atividade, o condutor de ambulância deverá ter mais de 21 anos, ensino médio completo, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias D ou E e comprovar treinamento e reciclagem em cursos específicos.

A proposta também determina que as ambulâncias deverão ter, no mínimo, duas pessoas a bordo: o condutor e um profissional da equipe de saúde, garantindo a manutenção adequada do paciente durante o transporte.

A profissão passa a ser reconhecida como pertencente à área da saúde, e os condutores terão o prazo de 60 meses para se adequar às exigências de escolaridade e capacitação.

A regulamentação havia sido vetada em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que as exigências poderiam limitar o acesso à profissão. Já a relatora defende que a medida visa proteger a população, garantindo que a função seja exercida por profissionais qualificados.

Segundo Soraya Santos, a regulação se justifica pelo interesse público. “A proposição regula a atividade do condutor de ambulâncias em virtude da preocupação com os riscos oferecidos à saúde da população quando a atividade é desempenhada por pessoas sem conhecimento técnico ou qualificação mínima”, afirmou.

Via Certa Natal

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Paraíba

Paraíba registra mais de 300 colisões em postes no primeiro semestre

A Paraíba registrou, entre janeiro e junho deste ano, 324 colisões de veículos em postes da rede elétrica. O número representa um aumento de quase 5% em relação ao mesmo período de 2024, e acende o alerta para os riscos à segurança da população e os impactos causados por esse tipo de acidente.

Segundo levantamento da Energisa Paraíba, as cidades (e as regiões metropolitanas) com mais registros foram João Pessoa (73), Campina Grande (55) e Mamanguape (33). Confira lista completa logo abaixo.

Além de colocar vidas em risco, esse tipo de ocorrência provoca a interrupção do fornecimento de energia, afetando o funcionamento de residências, comércios, escolas e até hospitais, além de causar transtornos no trânsito. A gerente de manutenção e construção da Energisa, Danielly Formiga, reforça os desafios técnicos envolvidos nesses casos.

“Em alguns desses acidentes, há grandes transtornos no fornecimento de energia, pois não se trata apenas de substituir o poste. Há situações em que toda a rede precisa ser reconstruída, um trabalho complexo que exige tempo, equipamentos e mão de obra especializada”, explica.

Para ter mais agilidade e minimizar o impacto no fornecimento de energia nessas ocorrências, a gerente explica que a concessionária tem investido cada vez mais em tecnologias para recomposição automática do fornecimento de energia e isolar a menor área necessária possível, além de capacitar equipes especializadas para atuação nessas ocorrências.

Vale ressaltar que a instalação de uma nova estrutura pode levar de três a quatro horas e o custo médio desta atividade pode variar de R$ 4 mil a R$ 30 mil ou mais, a depender do tipo da estrutura e/ou caso seja necessária a substituição de transformadores e/ou outros equipamentos. Além disso, conforme regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o custo pelos danos causados, incluindo a substituição das estruturas avariadas, seja postes, transformadores, condutores, deve ser cobrado do condutor do veículo causador do sinistro.

O que fazer em caso de acidente?

No caso de acidente, a Energisa recomenda que, sempre que possível, o condutor permaneça no veículo e acione imediatamente a Energisa, pois caso haja cabos sobre o veículo ou próximos, podem ocasionar choque elétrico. O SAMU e o Corpo de Bombeiros também devem ser acionados nestes tipos de ocorrências.
Em caso de urgências envolvendo a rede elétrica, a Energisa deve ser avisada imediatamente para que os reparos sejam feitos de forma segura, por meio do 0800 083 0196.

Confira o ranking das dez cidades e as regiões metropolitanas com o maior número de acidentes no ano de 2024:
1. João Pessoa – 73
2. Campina Grande – 55
3. Mamanguape – 33
4. Esperança – 30
5. Sousa – 30
6. Monteiro – 27
7. Guarabira – 23
8. Catolé do Rocha – 22
9. Itabaiana – 14
10. Patos – 14

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