O Corpo de Bombeiros confirmou que o rompimento de um reservatório da Cagepa deixou pelo menos uma pessoa morta em Campina Grande.
O incidente aconteceu no bairro Centenário e destruiu diversas casas e imóveis, além de arrastar veículos. Pelo menos duas pessoas estariam desaparecidas.
Um reservatório da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (CAGEPA) se rompeu, na manhã deste sábado (8) e deixou vários desabrigados no bairro do Centenário, em Campina Grande. O grande volume de água liberado atingiu diversos imóveis, invadiu casas e chegou a arrastar carros e motocicletas.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e estão no local realizando os primeiros atendimentos. Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos. A Cagepa ainda não informou o que teria causado o incidente.
A passagem de um tornado na tarde desta sexta-feira (7) deixou cinco mortos e mais de 430 feridos no estado do Paraná, sendo 4 em Rio Bonito do Iguaçu e uma em Guarapuava, segundo a Defesa Civil. Imagens da cidade mostram casas destelhadas, imóveis danificados e postes de energia no chão. Veja no vídeo acima.
No início da noite, o Corpo de Bombeiros da cidade havia informado a morte de cinco pessoas. Durante a madrugada, o número foi corrigido para quatro, após a corporação constatar que uma das vítimas havia sido contabilizada duas vezes — em Rio Bonito do Iguaçu e também em Laranjeiras do Sul. Já na manhã deste sábado (08), uma nova morte foi confirmada em Guarapuava e o número voltou a ser cinco.
Moradores relataram que o tornado chegou com temporal, vento forte e granizo. Segundo a Defesa Civil, cerca de 80% da cidade ficou destruída, com destelhamentos e colapso estrutural de algumas construções.Rio Bonito do Iguaçu tem cerca de 14 mil habitantes e fica a 400 km de Curitiba.
As autoridades afirmaram que há suspeita de mais vítimas sob escombros. Um hospital de campanha foi montado no município para atender a demanda.
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que ele use um discurso mais moderado na cúpula Celac-União Europeia, que acontece neste domingo (9) e segunda-feira (10) em Santa Marta, na Colômbia. A orientação é evitar falas que possam gerar ruídos com os Estados Unidos, em meio ao esforço do governo brasileiro para melhorar a relação com Donald Trump.
A informação é da coluna do William Waack, da CNN. Nos bastidores, integrantes da base admitem ser difícil conter o tom ideológico de Lula, mas avaliam que críticas diretas aos EUA ou uma defesa explícita da Venezuela de Nicolás Maduro — em meio à tensão militar com Washington — poderiam prejudicar avanços diplomáticos e comerciais. O Itamaraty tenta reverter tarifas impostas pelos americanos, e há expectativa de um encontro entre Mauro Vieira e o secretário de Estado Marco Rubio na reunião do G7, no Canadá.
Além do impacto externo, aliados lembram que um discurso mais alinhado a Maduro poderia afastar eleitores de centro às vésperas da corrida presidencial de 2026. O cenário também contraria posições de Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai e Equador, que enviam representantes de menor escalão ao encontro e não apoiam manifestações em defesa da Venezuela.
A cúpula deve tratar de comércio e combate ao crime organizado, mas o governo brasileiro pretende abordar a crise entre EUA e Venezuela. Celso Amorim afirma que o tema é natural por envolver a região sul-americana. Enquanto isso, países seguem divididos: Trump aumentou a presença militar no Caribe, Petro enfrenta sanções de Washington e líderes preferem evitar desgastes diplomáticos — inclusive com a ausência esperada de Ursula von der Leyen.
A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realiza, na próxima quarta-feira (12), uma audiência pública para discutir os impactos e desafios da implantação da Zona Azul Digital na capital. O debate acontece a partir das 10h30, no plenário da Casa, e será promovido pela Comissão de Políticas Públicas (CPP).
O objetivo é ouvir autoridades, representantes da sociedade civil e especialistas sobre o sistema de estacionamento rotativo pago, que vem gerando debates entre motoristas e comerciantes da cidade. A audiência busca avaliar as perspectivas, a gestão e os efeitos econômicos e sociais da Zona Azul em João Pessoa.
A pauta faz parte da programação da CMJP entre os dias 10 e 14 de novembro, que também inclui sessões especiais sobre a Consciência Negra, na quarta-feira à tarde, e uma homenagem aos 65 anos da Assembleia de Deus do Róger, na sexta-feira (14).
A Primeira Turma do STF formou maioria para negar os recursos apresentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e outros seis condenados por participação na tentativa de golpe de Estado. O julgamento ocorre no plenário virtual e vai até 14 de novembro.
O relator, Alexandre de Moraes, votou pela rejeição dos recursos e foi acompanhado por Flávio Dino e Cristiano Zanin. Falta apenas o voto de Cármen Lúcia.
Os réus apresentaram embargos de declaração, recurso usado para pedir esclarecimentos sobre a decisão. As defesas questionavam pontos como cálculo das penas e suposta falta de provas.
Moraes afirmou que o recurso de Bolsonaro apenas repetiu argumentos já rejeitados e destacou que ficou demonstrado que o ex-presidente atuou como líder de uma organização criminosa com objetivo de manter-se no poder via ruptura institucional.
Em setembro, os ministros concluíram que o grupo formou uma organização criminosa armada que tentou impedir a posse do presidente Lula em 2023.
A defesa ainda pode apresentar um segundo embargo. Só após a rejeição definitiva é que poderá iniciar o cumprimento da pena, definida em 27 anos e 3 meses para Bolsonaro.
Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em outro processo, relacionado à tentativa de influenciar o governo Trump contra o Judiciário brasileiro. No caso da trama golpista, Moraes ainda definirá se a pena será cumprida em casa, em unidade militar ou na sede da PF.
A treta envolvendo Ana Hickmann e o ex-marido, Alexandre Correa, ganhou mais um capítulo polêmico nesta sexta-feira (7/11). O empresário usou o Instagram para divulgar um áudio em que a apresentadora da Record chama duas funcionárias de “putas”.
“Eu não permito que a gente se preocupe, agora, com a conduta, com a cara de cu e o que for dessas duas. Eu me preocupo com a performance delas”, começou a loira.
E continuou detonando: “É pra entrar no horário, sair no horário, cumprir. Se não cumpriu, rua e eu vou buscar alguém. Eu não posso ficar esperando, a gente tem que buscar imediatamente. É a última vez que vou falar sobre isso”, afirmou.
Mais xingamentos
Na gravação, Ana Hickmann disparou novos xingamentos: “Isso não pode virar tema porque estou acordando e indo dormir com essas duas putas sendo o negócio principal. E eu não entrei nesse grupo de novo pra ficar em cima disso. Então, isso é uma ordem, acabou o assunto”, declarou, antes de completar:
“Cometeram um erro? É pontuado. Fez cara de cu, de dor de barriga? Não estou preocupada com isso. Cara de dor de barriga é quem tá com fome. Combinado? Quem mandou fazer esse negócio dos horários dela fui eu e só vou começar a, cada vez mais, infernizar pra pedir pra sair. Ponto”, concluiu.
Explicação de Alexandre Correa
Na publicação, Alexandre Correa falou sobre a exposição do áudio: “Bom dia a todos. Ontem, mexendo em um celular antigo, achei esse grupo de WhatsApp. Nesse grupo, estavam eu, minha ex-esposa e uma colaboradora. Peço a atenção de vocês para esta mensagem que Ana Hickmann me enviou e vejam como ela me tratava de maneira cordial”, escreveu ele.
Um coquetel foi organizado pela primeira-dama Janja da Silva na noite desta quinta-feira (6) durante a Cúpula de Belém da COP30. Apesar de descrito na agenda oficial como evento oferecido a Chefes de Estado, nenhum chefe de Estado participou, conforme apuração da Band, que teve acesso ao local.
Chefes de Estado consultados pela reportagem disseram que não compareceram ao coquetel devido ao cansaço após a agenda oficial do dia.
No evento, estiveram ministros e aliados do governo no ambiente com luzes em tons de azul e roxo e telões exibindo imagens da Amazônia ao som de lambada paraense. Entre os presentes estavam a ex-presidente Dilma Rousseff, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Marcos Antônio Amaro (GSI). Segundo relatos, o clima era de celebração após o anúncio de mais de US$ 5 bilhões para o Fundo das Florestas Tropicais para Sempre.
O cardápio, preparado pelo chef paraense Saulo Jennings, incluía pratos com peixes típicos da Amazônia — o mais requisitado foi o filhote — e uma estação com oito opções de drinks.
Lula e Janja ficaram cerca de meia hora no evento. A primeira-dama chegou a dançar lambada, enquanto o presidente foi bastante solicitado por convidados, especialmente por Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS. António Guterres, secretário-geral da ONU, também esteve no local e conversou em português com os brasileiros.
A Justiça da Paraíba suspendeu a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bayeux para o biênio 2027/2028. A decisão foi proferida na quinta-feira (6) pelo juiz Francisco Antunes Batista, da 4ª Vara Mista do município.
A medida cautelar foi concedida dentro de uma Ação Popular movida por Alexandre Barbosa de Lucena. O magistrado considerou que a eleição, realizada em 1º de janeiro de 2025, no mesmo dia da posse dos vereadores, foi antecipada e desrespeitou os princípios da contemporaneidade e da periodicidade democrática, além de contrariar entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a decisão, o objetivo é evitar que um “vício que macula a legitimidade do futuro mandato” seja consolidado. A Câmara de Bayeux foi intimada a cumprir a determinação sob pena de sanções.
O juiz Falkandre de Sousa Queiroz, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande, determinou, nesta sexta-feira (07), que a Prefeitura de Campina Grande estabeleça um cronograma para que pagamento de salários de servidores da Saúde aconteça até o quinto dia útil do mês seguinte. A medida atende à ação movida pelo Ministério Público da Paraíba.
Na decisão, que o Blog Wallison Bezerra teve acesso, o magistrado determinou que caso o calendário não seja seguido a Prefeitura terá que pagar uma multa diária no valor de R$ 500 para cada servidor atingido, até o limite individual de R$ 10 mil.
Para o juiz, a medida se faz necessária para reverter um quadro de “incerteza financeira” dentro da Secretaria de Saúde, fato já conhecido pelo público diante dos recorrentes atrasos de pagamentos salariais, o que, na visão de Falkandre, tem gerado “desconforto e insegurança para os servidores da saúde, categoria essencial para a manutenção da vida e da qualidade de vida da população”.
“O ambiente de incertezas com relação a garantia de recebimento dos vencimentos pelos serviços prestados termina comprometendo a própria qualidade da execução dos serviços de saúde e a sua continuidade. Em se tratando de saúde, direito fundamental e dever do Estado, garantido pelo artigo 196 da Constituição Federal, qualquer descontinuidade ou redução da capacidade e qualidade assistencial acarreta risco iminente à vida e à incolumidade física da população”, assinalou.
Na decisão, o magistrado também afirmou que o pagamento de salários dos servidores “não configura, rigorosamente, a concessão de aumento ou a outorga de vantagem nova, mas sim o cumprimento de uma obrigação pecuniária já existente, líquida e certa, decorrente de trabalho prestado”
“Por mais que se alegue que a rede municipal de assistência apresentou um crescimento significativo, a ausência de uma estabilidade/garantia financeira no recebimento a contraprestação pecuniária por parte dos servidores, ou sua atuação em condições precárias de subsistência, inviabiliza o atendimento integral e universal, princípio máximo do Sistema Único de Saúde (SUS), impondo uma urgência atípica para a intervenção judicial”, concluiu.
Atrasos recorrentes
A decisão desta sexta acontece em meio à série de atrasos nos salários de servidores da Saúde e atende a uma provocação do Ministério Público da Paraíba.
Ontem, a Prefeitura iniciou o depósito dos prestadores referente a setembro após a articulação do prefeito Bruno Cunha Lima (União) junto a senadores e deputados para liberação de emendas parlamentares.
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