Paraíba

Organização da Meia Maratona lamenta morte e garante que protocolo de socorro foi cumprido; veja nota

A organização da Meia Maratona de João Pessoa emitiu uma nota, na manhã deste domingo (16), sobre a morte de um atleta que fazia o percurso de 21km. Ele teve um mal súbito, chegou a ser socorrido, mas não resistiu e morreu dentro da ambulância. No documento, além de prestar solidariedade aos familiares, os responsáveis pelo evento lamentaram o corrido e garantiram que os protocolos foram cumpridos.

Veja a nota:

A organização da corrida realizada neste domingo (16) lamenta o falecimento do Sr. José da Silva Nogueira Neto, 48 anos, participante experiente e regularmente inscrito na prova de 21km. O corredor, que já havia participado de outras competições como maratona de 42 km, apresentou um quadro de mal súbito e foi prontamente atendido pelas equipes médicas do evento (Falcon Serviços Médicos e Avivar Saúde), que iniciaram os protocolos de emergência no local e realizaram todos os procedimentos cabíveis por cerca de uma hora. Porém, infelizmente, ele não resistiu.

A estrutura médica da prova atende às exigências dos órgãos reguladores e conta com duas bases médicas, seis ambulâncias (3 UTIs móveis e 3 unidades de suporte básico), além de equipes de saúde treinadas distribuídas estrategicamente por todo o percurso.

Manifestamos nossos sentimentos e solidariedade à família, amigos e demais participantes.

Blog do BG PB

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Mundo

[VÍDEO] AGORA VAI: Maduro canta “Imagine”, de John Lennon, em apelo de paz aos EUA

Imagem: reprodução

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um novo apelo de paz aos EUA neste sábado (15), ao cantar a música Imagine, de John Lennon, em um comício.

Durante um evento com seus apoiadores em Miranda, onde empossou os comitês de base bolivarianos, o líder chavista diz:

“Paz, paz, paz. Façam tudo pela paz. Como John Lennon costumava dizer. Alfred Nazareth (Ministro da Comunicação da Venezuela), como era a música do John Lennon? Imaginem todas as pessoas”.

Enquanto a música Imagine era tocada nos alto-falantes, o líder venezuelano cantava e aplaudia junto com seus apoiadores, enquanto autoridades governamentais no palco faziam o sinal de paz com as mãos.

A canção de John Lennon, que fundou os Beatles, e Yoko Ono que pede por paz no mundo ficou famosa da década de 70 e já ganhou diversas interpretações por artistas de todo o mundo.

A música idealiza um cenário pacifista capaz de estabelecer paz entre os povos. “Imagine que não existem países. Não é difícil imaginar nada pelo que matar ou morrer”, diz um trecho.

Veja o momento:

O novo apelo surge em meio a tensão entre a Caracas e Washington devido ao aumento da presença militar dos Estados Unidos no Caribe.

No mesmo evento, Maduro voltou a criticar a mobilização americana, especialmente após Trinidad e Tobago, país vizinho, anunciar exercícios militares em conjunto com os EUA a partir deste domingo (16).

Enquanto o governo Trump afirma que as operações visam atacar narcotraficantes na região, Maduro sustenta que elas representam uma tentativa secreta de derrubar seu regime.

CNN com informações de Reuters

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Paraíba

Atleta passa mal e morre durante Meia Maratona de João Pessoa

Um homem morreu durante a Meia Maratona de João Pessoa, realizada neste domingo (16), na capital paraibana. O atleta estava finalizando o percurso de 21km quando sofreu um mal súbito e não resistiu, mesmo após os esforços de socorro que duraram cerca de 30 minutos.

Corredores que estavam próximos interromperam a corrida para prestar os primeiros socorros antes da chegada da equipe médica do evento.

A competição reuniu cerca de 10 mil inscritos, sendo, em média, 7.500 pessoas de fora da capital.

O trajeto da prova passou pelas orlas das praias de Tambaú, Manaíra, Bessa e Intermares e, por ter um percurso 100% plano, a prova leva o título de meia maratona mais rápida do Brasil. O evento teve modalidades de competição: 5 km, 10 km e 21 km.

Blog do BG PB

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Brasil

Facções ameaçam serviços públicos e fiscalização no país, de internet a tráfego aéreo

Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

Relatórios da Polícia Federal mostram que fiscalizações e serviços essenciais estão sendo interrompidos porque auditores e técnicos não conseguem entrar em áreas dominadas por facções. A PF registra riscos constantes de tiroteio, barricadas e presença de criminosos, o que levou ao cancelamento de investigações sobre trabalho precário, serviços ilegais de internet e até uma rádio clandestina que interferia nas comunicações do Aeroporto do Galeão.

Em bairros do Rio controlados por Comando Vermelho, milícias ou Terceiro Comando Puro, a PF recomenda abortar operações por falta de segurança. Em alguns casos, foram planejadas rotas de fuga e, mesmo assim, as ações foram suspensas. A Superintendência do Trabalho afirma acionar forças de segurança, mas admite limitações.

O problema se repete em outros estados. Em Pernambuco, equipes da Anatel sofreram ameaças e não conseguiram inspecionar centrais ilegais. Em São Paulo, áreas controladas pelo PCC impedem fiscalizações e até o reparo de orelhões, afetando metas da agência. Concessionárias também relatam dificuldades: a Light não consegue investigar furtos de energia em zonas dominadas pelo crime.

Muitas denúncias são arquivadas porque os fiscais simplesmente não conseguem acessar os locais. Em um caso no Galeão, a operação para neutralizar uma rádio clandestina foi suspensa; em outro, em Cuiabá, rádios usadas por faccionados só foram desligadas com ordem judicial e escolta policial.

A expansão territorial do crime organizado recolocou a segurança pública no centro da agenda federal. O governo enviou ao Congresso o projeto Antifacção, que endurece o combate a facções como CV e PCC, hoje presentes em vários estados e influentes em serviços públicos. Servidores têm pedido apoio permanente da PF, que mapeia riscos para cada atividade essencial executada nessas áreas.

Com informações de O Globo

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Economia

Brasil do emprego recorde não reduz informalidade nem aumenta a produtividade

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Com o nível de desemprego no menor patamar da série histórica, em 5,6% no trimestre encerrado em setembro, o Brasil não tem sido capaz de reduzir a taxa de informalidade, que se mantém perto de 40% da força de trabalho ocupada há uma década.

A produtividade média dos trabalhadores também está estagnada. Em um contexto de economia aquecida e descrito por alguns setores como de “apagão de mão de obra”, sem aumento da produção por hora trabalhada, empresários têm de pagar mais para atrair pessoal, repassando o custo aos preços, o que é inflacionário.

Com melhor estrutura em empresas regularizadas, um trabalhador formal é quatro vezes mais produtivo do que um informal, segundo o FGV/IBRE (Instituto Brasileiro de Economia). Apesar de o Brasil ter criado 4,6 milhões de vagas com carteira desde 2023, como ainda há um número expressivo de informais no mercado (40,8 milhões, segundo a PnadC do IBGE), eles tendem a puxar a produtividade para baixo.

O quadro de informalidade poderia ser pior não fosse a explosão no total de MEIs (microempreendedores individuais) e de PJs (pessoas jurídicas) nos anos recentes. Minimamente formalizados, os chamados conta própria com CNPJ saltaram de 3,3% para quase 7% da força de trabalho em pouco mais de dez anos.

Muitos dos novos trabalhadores que entraram no mercado adotaram esse modelo de contratação (MEI e PJ) para terem mais flexibilidade. Há ainda os que optaram por passar da CLT para esses regimes com o mesmo objetivo, o que acabou mantendo a taxa de formalização estável.

Pesquisa Datafolha em junho apontou que 59% dos brasileiros prefeririam trabalhar por conta própria, ante 39% que se sentiriam melhor contratados e 31% que consideram mais importante ganhar mais do que estar registrado.

Em termos salariais, os conta própria com CNPJ têm rendimento médio superior (R$ 4.947) aos formais com carteira no setor privado (exceto domésticos), que recebem R$ 3.200.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, outros podem ter sido obrigados por empresas a adotar os modelos para reduzir encargos da carteira assinada, que chegam a 70% sobre o salário. Levantamento da pasta sustenta que, entre 2022 e julho deste ano, 5,5 milhões de CPFs de trabalhadores migraram diretamente da carteira assinada para regimes de conta própria com CNPJ.

“O fato é que contratar empregados CLT no Brasil ainda custa muito caro porque o governo precisa arrecadar para financiar seus gastos. Isso faz com que empresas e trabalhadores adotem o ‘meio do caminho’, via MEIs e PJs, numa espécie de semi-informalidade”, afirma Sérgio Vale, da MB Associados.

Na consultoria em que atua como economista-chefe, Vale diz que clientes de setores como agronegócio e varejo relatam dificuldades crescentes para encontrar mão de obra. Na construção civil, a maioria dos canteiros opera com pessoal 10% aquém do necessário, diz Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, que reúne construtoras no estado.

“Há um fluxo migratório menor do Nordeste, que historicamente trazia mão de obra, e muitos trabalhadores, sobretudo os mais jovens, evitam a CLT em troca de flexibilidade”, diz Estefan.

Segundo ele, contratar bolivianos, nigerianos e mais mulheres (para funções menos pesadas) tem sido uma das saídas, além de aumentar os salários acima da inflação.

Mesmo assim, algumas das profissões que mais geraram vagas na última década tiveram rendimentos relativos diminuídos na comparação entre 2012 e 2024, segundo trabalho do economista Nelson Marconi, da FGV-Eaesp. O fato indica certa precarização no mercado de trabalho.

O estudo considera o rendimento médio das profissões e dos setores analisados igual a 1. Assim, é possível observar quais áreas pagam acima ou abaixo da média, e como as remunerações variaram de 2012 a 2024, segundo dados do IBGE.

Já a produtividade por hora trabalhada no Brasil não cresce, o que dificulta às empresas produzir mais sem pressões de custos causadas pelo aumento das contratações e dos salários.

Segundo Silvia Matos, do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, a entrega por hora trabalhada cresceu só 0,3% ao ano nos últimos cinco anos. Mas a renda per capita aumentou 1,7% ao ano, sustentada pelo crescimento da taxa de ocupação (+1,1% ao ano). Ou seja, houve alta expressiva no número de pessoas empregadas em relação ao aumento da população economicamente ativa.

Para Matos, essa combinação de dados revela que o crescimento da taxa de ocupação (que trouxe o desemprego a 5,6%) representa um fator “cíclico” para o aumento da renda per capita, não “estrutural”.

“Em resumo, para manter um ritmo de alta da renda per capita a taxas mais elevadas e sem gerar desequilíbrios é crucial que haja aumento da produtividade. Sem isso, não teremos garantia de que o crescimento será sustentável”, diz Matos.

Uma das principais causas da baixa produtividade é o fato de o Brasil ser um país fechado para o mundo, com participação irrisória de 1% no comércio internacional e pouco exposto à competição externa, que obrigaria empresas a serem mais eficientes.

Para José Pastore, da FEA-USP e especialista em trabalho, a atual robustez do mercado tem sido mantida pelo aumento de gastos do governo, que considera insustentável.

“Há um ‘apagão de mão de obra’, com custos crescentes para as empresas. O aquecimento é provocado por uma política populista de elevação da despesa pública. É bem provável que isso se sustente até as eleições de 2026, mas é uma conjuntura artificial que vai capotar mais à frente”, diz.

Folhapress

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Economia

Em 5 anos, Pix já movimentou 6 vezes o PIB do Brasil

Pix

O Pix completa cinco anos neste domingo (16), consolidado como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros. Nesta meia década de existência, a plataforma do BC (Banco Central), criada no governo Bolsonaro, já movimentou R$ 75,4 trilhões — o equivalente a 6,4 vezes o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil, que somou R$ 11,7 trilhões em 2024.

Em cinco anos, o mecanismo instantâneo de pagamentos contabilizou cerca de 181,6 bilhões de operações, de acordo com dados do BC (Banco Central).

O montante movimentado até 13 de novembro de 2025 já supera todo o volume de recursos transferidos pela ferramenta registrado ao longo de 2024. 

Veja o histórico das operações:

  • 2020: 154 milhões de operações;
  • 2021: 7,98 bilhões de operações;
  • 2022: 20,35 bilhões de operações;
  • 2023: 36,2 bilhões de operações;
  • 2024: 56,3 bilhões de operações;
  • 2025 (até 13 de novembro): 60,64 bilhões de operações.

CNN

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Tragédia

GRAVE ACIDENTE: Bebê morre, motorista é preso e trânsito fica interditado no Cuiá

Acidente grave entre dois veículos deixa seis feridos e bloqueia trânsito da ladeira do Cuiá, em João Pessoa

Um grave acidente entre dois veículos deixou seis pessoas feridas no início da tarde deste sábado (15), na ladeira do Cuiá, zona sul de João Pessoa.

De acordo com informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), duas crianças estão entre os feridos.

Condutor é preso

Segundo informações da Polícia Militar, que também esteve no acidente, um dos veículos invadiu a faixa contrária e acertou o outro de forma frontal.

A PM também informou que foram encontradas garrafas de bebidas alcóolicas no carro que invadiu a outra faixa e que o condutor estava com sintomas de embriaguez. Ele foi preso. Populares que estavam no local chegaram a agredi-lo, mas foram contidos por policiais.

Os veículos ficaram destruídos. Com o acidente, a avenida Flodoaldo Peixoto Filho foi totalmente bloqueada e o trânsito na região ficou intenso.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e cerca de cinco ambulâncias SAMU socorreram as vítimas. Uma delas ficou presas às ferragens. Os Bombeiros foram mobilizados e conseguiram retirá-la. Segundo as equipes, a vítima sofreu ferimentos na região do tórax e do rosto.

Feridos no acidente

Cinco vítimas foram socorridas para o Hospital de Trauma de João Pessoa A assessoria da unidade informou ao ClickPB  que o estado de saúde de todas elas é considerado estável. Veja abaixo a identificação delas:

Dois homens, sendo:

  • Um de 30 anos, que passou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação da cirurgia geral, ortopedia e neurocirurgia.
  • E outro de 37 anos, que passou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação da ortopedia e neurocirurgia.

Duas mulheres, sendo:

  • Uma de 24 anos, que passou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação da ortopedia, cirurgia geral e neurocirurgia;
  • E uma de 41 anos, que assou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação da ortopedia e neurocirurgia;

A quinta ferida foi identificada como uma menina de 4 anos de idade, que passou por procedimentos médicos de emergência e segue em observação da pediatria.

Bebê morreu

De acordo com os Bombeiros, uma das crianças, a sexta vítima do acidente, foi socorrida por populares. A Polícia Militar informou que a criança, identificada como o bebê Victor Gabriel, de 4 meses de vida, morreu após dar entrada no Hospital Infantil do Valentina.

A ladeira do Cuiá é uma das principais ligações entre o bairro de mesmo nome e o bairro do Valentina. A via possui alto fluxo de veículos e histórico de acidentes.

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Política

Adriano Galdino retira pré-candidatura e anuncia apoio a Lucas Ribeiro em 2026

Foto de reunião na Granja Santana

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), anunciou neste sábado (15) a retirada da sua pré-candidatura ao Governo do Estado em 2026 e anunciou apoio ao vice-governador Lucas Ribeiro (PP). A decisão de Adriano foi após uma reunião na Granja Santana, residência oficial do governador João Azevêdo (PSB).

Nas redes sociais, Galdino disse que decidiu retirar seu nome da disputa depois de diálogos com aliados da base governista.

“Resolvi aceitar as ponderações deles e estou abrindo mão da minha pré-candidatura e anunciando a Paraíba que vou continuar deputado estadual e vou apoiar o candidato do grupo que é o vice-governador Lucas “, citou o presidente.

No encontro estavam João, Galdino, Lucas Ribeiro, os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP) e Murilo Galdino (Republicanos); o secretário de Infraestrutura, Deusdete Queiroga (PSB); o chefe de gabinete do governador, Ronaldo Guerra (PSB); a senadora Daniella Ribeiro (PP); o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos); e o prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos).

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Paraíba

Trabalho informal na Paraíba cai, mas ainda é um dos mais altos do País



					Trabalho informal na Paraíba apresenta queda, mas ainda é um dos mais altos do Brasil
 Foto: Silvia Torres/TVCabo Branco

Os indíces de trabalho informal caíram na Paraíba no último trimestre, com uma taxa de 48,9%, que representa cerca de 825 mil trabalhadores, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre do ano passado passado, o trabalho informal estava no patamar de 50,1% , cerca de 846 mil trabalhadores. Essa diferença representa 21 mil pessoas na situação de trabalho informal a menos.

Mesmo com a queda, no entanto, a Paraíba se mantém com um dos números mais altos de trabalho informal entre todos os estados do Brasil. De acordo com o IBGE, o indicador paraibano ficou no sétimo mais elevado do país.

Na média da região Nordeste, a taxa ficou um pouco abaixo, já que a região esteve com 50,3% de trabalho informal apontado na pesquisa. Em relação aos números nacionais, a taxa foi superior, porque a média entre todos os estados representa 37,8%.

Rendimento médio de paraibanos tem crescimento de quase 6%

O rendimento mensal médio dos paraibanos teve um crescimento de 5,9% no último trimestre, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (14).

De acordo com o levantamento, o rendimento médio mensal real de todos os trabalhos na Paraíba foi estimado em R$ 2.576 no 3º trimestre deste ano. No trimestre anterior, o rendimento se manteve R$ 2.433, por isso a alta de 5,9%. Os valores também são maiores que comparados ao mesmo trimestre do ano passado, em que o rendimento médio mensal ficou em R$ 2.530.

Em outros recortes, o IBGE informou que o valor de R$ 2.576 no último trimestre fica abaixo da média nacional, que é de R$ 3.507. No entanto, os dados estaduais são maiores que a média do Nordeste, que está em R$ 2.438.

Entre todos os estados brasileiros, o rendimento mensal médio do paraibano ocupou a sétima pior colocação, ficando distante de locais como o Distrito Federal, em R$ 6.145 e Santa Catarina, R$ 4.199, que tinham os maiores valores estimados.

Ocupação e desocupação entre trabalhadores se mantém no estado

Conforme o IBGE, no recorte de comparação entre o trimestre de 2024 e o terceiro trimestre do ano atual, a população paraibana ocupada cresceu levemente na comparação. No ano passado, havia 1,687 milhão de pessoas empregadas, enquanto o número para 2025 está em 1,665 milhão, um acréscimo de 24 mil pessoas ocupadas

A taxa de desocupação, por sua vez, no terceiro trimestre de 2025, foi estimada em 7%, apresentando estabilidade em relação ao trimestre anterior 7%. No comparativo com o terceiro trimestre de 2024, ouve leve queda de 0,8 ponto percentual no nível de ocupação.

Entre todos os estados, a Paraíba registrou a 12ª maior taxa de desocupação do Brasil. No Nordeste, foi a terceira menor.

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Economia

‘Piorou para o Brasil’, dizem exportadores de café após redução de tarifas globais dos EUA

Na sexta-feira (14), os EUA reduziram a taxa global de 10% para cerca de 200 produtos, mas mantiveram a sobretaxa de 40% ao Brasil. “Melhorou para os nossos concorrentes e piorou para o Brasil”, disse o diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos.

O café brasileiro estava sendo taxado em 50% nos EUA. Com o anúncio de sexta, a tarifa caiu para 40%, mas grandes concorrentes, como a Colômbia e o Vietnã, tiveram a sua tarifa zerada, explicou Matos. “Muitos já tinham acordo bilateral formado, outros estavam com 10% como a Colômbia e a Etiópia”, disse o diretor.

“[A taxa de] 40%, se ficar, continua proibitiva e não muda nada. O Brasil continua totalmente fora do jogo”.

Os Estados Unidos são o principal comprador de café do Brasil e respondem por cerca de 16% de tudo o que o país exporta, segundo o Ministério da Agricultura.

Com o tarifaço, as importações americanas de café brasileiro caíram pela metade (51,5%) entre agosto e outubro, em relação ao mesmo período de 2024, informou o Cecafé.

g1

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