O vereador Mikika Leitão (MDB) anunciou hoje que, a partir da próxima segunda-feira (05), vai se licenciar da Câmara Municipal. Um dos líderes do partido na Capital, Mikika dará espaço ao primeiro suplente, Marcelo da Torre, que teve 1811 votos em 2020 pelo partido.
Marcelo ocupará a cadeira na Câmara por quatro meses, ficando até outubro. O acordo foi fechado durante um almoço nesta sexta-feira (02). A licença de Mikika faz parte de um projeto para intensificar o fortalecimento do partido na Capital, já que Mikika vai assumir a presidência municipal do MDB.
Em entrevista exclusiva ao Blog do BG, o vereador afirmou que a licença foi um pedido do partido: “eu assumi a presidência municipal do MDB em joão pessoa, vou me dedicar um pouco ao partido aproveitar para dar a vez ao suplente. foi um acordo político a pedido do MDB e servirá para dar uma oportunidade ao primeiro suplente Marcelo Torre”, afirmou Mikika.
Pelo menos 26 mil doses vencidas da vacina AstraZeneca foram aplicadas em diversos postos de saúde do país, o que compromete sua proteção contra a Covid-19. Os dados constam de registros oficiais do Ministério da Saúde.
Até o dia 19 de junho, os imunizantes com o prazo de validade expirado haviam sido utilizados em 1.532 municípios brasileiros.
A campeã no uso de vacinas vencidas é Maringá, reduto eleitoral de Ricardo Barros (PP), líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados. A cidade paranaense vacinou 3.536 pessoas com o produto da AstraZeneca fora da validade (primeira dose em todos os casos).
Depois aparecem Belém (PA), com 2.673, São Paulo (SP), com 996, Nilópolis (RJ), com 852, e Salvador (BA), com 824. As demais cidades aplicaram menos de 700 vacinas vencidas, sendo que a maioria não passou de dez doses.
Além disso, outras 114 mil doses da vacina AstraZeneca que foram distribuídas a estados e municípios dentro do prazo de validade já expiraram. Não está claro se foram descartadas ou se continuam sendo aplicadas.
AstraZeneca é a vacina mais usada no Brasil. Ela responde por 57% das doses aplicadas neste ano. A imensa maioria foi utilizada de acordo com as orientações do fabricante.
Todos os imunizantes expirados integram oito lotes da AstraZeneca importados ou adquiridos por consórcio. Um deles passou da validade no dia 29 de março. O que venceu há menos tempo estava válido até 4 de junho.
O lote pode ser conferido na carteira individual de vacinação. Quem tiver recebido uma dose de um desses oito lotes de AstraZeneca após a data de validade (veja gráfico) deve procurar uma unidade de saúde para orientações e acompanhamento.
Além disso, de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19, quem tomou imunizante vencido precisa se revacinar pelo menos 28 dias depois de ter recebido a dose administrada equivocadamente. Na prática, é como se a pessoa não tivesse se vacinado.
O plano define, também, que cada indivíduo vacinado seja identificado com o lote da imunização recebida, o produtor da vacina e a dose aplicada. Isso é feito justamente para acompanhamento do Ministério da Saúde e eventual identificação de erros vacinais.
O DataSUS (sistema de informações do Ministério da Saúde) também identifica todas as pessoas imunizadas com um código individual, acompanhado de informações sobre idade, grupo prioritário de vacinação, data da imunização e lote da vacina recebida.
Já a data de validade de cada lote vacinal consta de outro sistema do governo federal, o Sage (Sala de Apoio à Gestão Estratégica), que registra os comprovantes de entrega dos imunizantes contra Covid-19 por estado. Em cada um desses recibos há informações públicas sobre o número do lote vacinal, a data de validade, o fabricante e a data de entrega.
A Folha cruzou as duas bases —DataSUS e Sage— a partir do número do lote das vacinas. Foram consideradas todas as imunizações do país contra Covid-19 até 19 de junho.
O levantamento inédito mostra que, até essa data, um total de 25.935 doses de oito lotes de AstraZeneca foram aplicadas fora da validade. Metade desses lotes veio do Instituto Serum da Índia; a outra metade, da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde).
As vacinas desses lotes foram distribuídas de janeiro a março pelo governo federal para todos os estados do país antes do vencimento. Elas somam quase 3,9 milhões de doses, das quais cerca de 140 mil não foram utilizadas dentro do prazo de validade. Dessas, até o dia 19 de junho, 26 mil tinham sido aplicadas já vencidas.
A maioria (70%) das doses aplicadas depois da validade é de um mesmo lote do Instituto Serum, identificado como “4120Z005”. O bloco venceu em 14 de abril, mas continuou sendo aplicado depois dessa data pelo país.
A validade das vacinas contra Covid-19 depende da tecnologia e dos insumos utilizados no desenvolvimento do imunizante. Essas informações integram os dados analisados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para regulação dos imunizantes utilizados no país.
A AstraZeneca e a Pfizer duram até seis meses. A Janssen, com validade original definida em três meses, agora pode ficar armazenada por até quatro meses e meio. A Coronavac tem duração de um ano —o primeiro lote dessa vacina utilizado no Brasil venceria somente em novembro.
Nesse último caso, a maior quantidade de casos ocorreu em Santo André (SP), cuja prefeitura também alegou problemas na migração de dados dos vacinados. Na época, no entanto, o governo de São Paulo disse, em nota, que não havia registrado problemas operacionais na migração das informações para o DataSUS.
Isso é o que dá guardar vacina. Se o povo não tá comparecendo pra tomar a segunda dose, abre pra aplicar a primeira em quem deseja ser imunizado. O Brasil vei sem futuro. Se seguisse o plano de vacinação dos EUA, até os jovens já tinham sido imunizados.
Em um novo cenário da disputa, dessa vez para o Senado Federal, o Instituto Consult, contratado pelo Blog do Bg, em João Pessoa aponta favoritismo de Efraim Filho (DEM) em relação a Ricardo Coutinho (PSB), Luiz Couto (PT) e Aguinaldo Ribeiro (PP).
De acordo com o levantamento, o democrata Efraim Filho venceria com 14,13%. Em segundo lugar apareceria o socialista Ricardo Coutinho com 14%, seguido de Luiz Couto com 8,75%. Em último lugar ficaria Aguinaldo Ribeiro, com 6,63% da preferência do público pessoense.
A pesquisa apontou ainda que 41,5% dos pessoenses não votariam em nenhum desses nomes e outros 15% não sabem dizer.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 19 de junho. Os resultados da pesquisa têm margem de erro máximo de 3,4% e confiabilidade de 95%.
Em um novo cenário da disputa, dessa vez para o Senado Federal, o Instituto Consult, contratado pelo Blog do Bg, em João Pessoa aponta favoritismo de Cássio Cunha Lima (PSDB) em relação a Efraim Filho (DEM), Luiz Couto (PT) e Aguinaldo Ribeiro (PP).
De acordo com o levantamento, o tucano Cássio Cunha Lima venceria com 20,25%. Em segundo lugar apareceria o democrata Efraim Filho com 12,63%, seguido de Luiz Couto com 8,13%. Em último lugar ficaria Aguinaldo Ribeiro, com 6% da preferência do público pessoense.
A pesquisa apontou ainda que 39,50% dos pessoenses não votariam em nenhum desses nomes e outros 13,50% não sabem dizer.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 19 de junho. Os resultados da pesquisa têm margem de erro máximo de 3,4% e confiabilidade de 95%.
O novo decreto que regulamenta as medidas da prefeitura de João Pessoa para conter o avanço da Covid-19 deverá ser bem mais flexível. Em contato com o Blog do BG, o procurador-geral de João Pessoa, Bruno Nóbrega afirmou que as praias serão liberadas para os banhistas nos fins de semana.
De acordo com Bruno, “ficará permitido o uso de cadeiras, mesas e tendas, desde que observados o distanciamento e e as normas sanitárias”. Ainda de acordo com o procurador, a prefeitura aguarda que o decreto estadual seja publicado para poder finalizar o municipal.
A previsão é que tanto o governo do estado, quanto a prefeitura da capital, devem liberar o decreto ainda nesta sexta-feira (02).
Em mais um cenário de estimativas realizado pelo instituto Consult, contratado pelo Blog do BG, em João Pessoa mostra favoritismo do governador João Azevêdo (PSB) em sua reeleição em 2022.
Em um possível segundo turno entre o atual governador e Ricardo Coutinho (PSB), os pessoenses elegeria João com 32.13%, contra 16.50% de Ricardo que ficaria em segundo lugar.
A pesquisa registrou ainda que 40.63% não votaria em nenhum dos dois e 10.75% não tem uma opinião formada sobre essa disputa.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 19 de junho. Os resultados da pesquisa têm margem de erro máximo de 3,4% e confiabilidade de 95%.
A Procuradoria-Geral da República pediu nesta sexta-feira (2) a abertura de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o presidente Jair Bolsonaro por prevaricação no caso da compra da vacina Covaxin.
De acordo com o deputado Luis Miranda (DEM-DF), ele e o irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda, avisaram Bolsonaro em uma reunião no dia 20 de março sobre suspeitas de irregularidades na compra do imunizante. O inquérito buscará esclarecer se Bolsonaro prevaricou diante da denúncia, ou seja, não tomou as medidas cabíveis.
Diante das denúncia dos irmãos Miranda, o governo afirmou que Bolsonaro avisou o então ministro Eduardo Pazuello sobre as suspeitas no dia 22 de março. Só que Pazuello foi exonerado no dia seguinte, 23 de março. E o contrato com a Covaxin só foi suspenso nesta semana, mais de 3 meses depois da denúncia.
No pedido, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, afirma que é preciso esclarecer as circunstâncias do eventual aviso que teria sido dado ao presidente para ver se de fato estaria configurado o crime de prevaricação
Outra questão levantada é sobre se há indícios de que o delito teria sido cometido para satisfazer interesse próprio.
O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), decretou estado de calamidade pública para enfrentamento ao coronavírus.
A portaria tem validade por 180 dias e leva em consideração as ações emergenciais para amenizar os impactos da pandemia.
Com isso, as autoridades municipais ficam permitidas a adotar medidas excepcionais para combater à Covid-19 em todo território da Capital e poderão editar atos normativos à regulamentação e execução de ações administrativas em razão ao período de calamidade.
O texto será encaminhado à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).
Em mais um cenário de estimativas realizado pelo instituto Consult, contratado pelo Blog do BG, em João Pessoa mostra favoritismo do governador João Azevêdo (PSB) em sua reeleição em 2022.
Em um possível segundo turno entre o atual governador e Luciano Cartaxo (PV), os pessoenses elegeria João com 30.75%, contra 22.25% de Cartaxo que ficaria em segundo lugar.
A pesquisa registrou ainda que 36.13% não votaria em nenhum dos dois e 10.88% não tem uma opinião formada sobre essa disputa.
O levantamento foi realizado entre os dias 17 e 19 de junho. Os resultados da pesquisa têm margem de erro máximo de 3,4% e confiabilidade de 95%.
Comente aqui