Brasil

Bolsonaro passa por cirurgia de hérnia inguinal nesta quinta-feira (25), em Brasília

Foto: Reuters/Mateus Bonomi

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve passar por uma cirurgia de hérnia inguinal a partir das 9h da manhã desta quinta-feira (25), dia de Natal, no hospital DF Star, em Brasília. O procedimento está previsto para durar entre três e quatro horas, com tempo de internação estimado entre cinco e sete dias, segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil.

Bolsonaro está internado desde a quarta-feira (24), após ser transferido da Superintendência da Polícia Federal, onde se encontrava preso desde 22 de novembro. A remoção para o hospital ocorreu às 9h30, sob escolta da PF, com desembarque realizado de forma discreta na garagem da unidade, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A realização da cirurgia foi autorizada por Moraes na última segunda-feira (23). No mesmo despacho, o ministro permitiu que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhe o ex-presidente durante a internação, além de autorizar visitas dos filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e da filha menor do casal, Laura Bolsonaro.

Nas redes sociais, Michelle informou que Laura já visitou o pai e relatou um momento de forte emoção. “Ficaram abraçados e conversaram bastante, mesmo entre soluços”, escreveu. O senador Flávio Bolsonaro também esteve no hospital na quarta-feira.

Por decisão do STF, Bolsonaro ficará internado em uma área isolada do hospital, sob vigilância permanente da Polícia Federal. A segurança será feita 24 horas por dia, com pelo menos dois agentes na porta do quarto e reforço de equipes dentro e fora da unidade hospitalar.

Ainda conforme determinação de Alexandre de Moraes, está proibida a entrada de celulares, computadores ou qualquer dispositivo eletrônico no quarto do ex-presidente, com exceção de equipamentos médicos, com o objetivo de preservar a segurança e impedir comunicações não autorizadas durante o período de internação.

Com informações da CNN

 

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Política

Governo Lula deve reduzir envio de projetos ao Congresso em 2026 para evitar embates eleitorais

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Mesmo com a expectativa de que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), adote uma postura mais alinhada ao governo em 2026, lideranças governistas admitem que a estratégia do Palácio do Planalto será evitar o envio de novos projetos ao Congresso no próximo ano, marcado pelo calendário eleitoral.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. Petistas e aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmam que não há planos de encaminhar grandes propostas para análise da Câmara e do Senado, diferente do que ocorreu em 2025. A avaliação interna é de que o envio de matérias estruturantes pode gerar novos atritos com deputados e senadores em um momento de maior sensibilidade política.

A orientação do governo será concentrar esforços em projetos que já estão em tramitação no Legislativo. Entre eles, a principal aposta é a chamada PEC do 6×1, que deve se tornar uma das bandeiras centrais do PT e de partidos aliados. Lideranças do Centrão admitem discutir o tema, desde que o governo aceite avançar em pautas de interesse do bloco.

Outro foco do Planalto será a chamada PEC da Segurança, considerada estratégica pelo governo Lula para o debate eleitoral nacional. A proposta, no entanto, deve sofrer alterações relevantes durante a tramitação na Câmara dos Deputados.

Em 2025, o governo conseguiu vitórias importantes no Congresso, como a aprovação da reforma do Imposto de Renda e do aumento da tributação sobre bets e fintechs. Por outro lado, o avanço de pautas como o PL Antifacção e a PEC da Blindagem contribuiu para o desgaste na relação com o Legislativo, cenário que o Planalto pretende evitar às vésperas das eleições.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

Negar ajuda aos pobres é rejeitar Deus, afirma papa Leão XIV na Missa do Galo

Foto: Reprodução

Durante a Missa do Galo, celebrada na noite desta quarta-feira (24), o papa Leão XIV afirmou que negar ajuda aos pobres e estrangeiros equivale a rejeitar o próprio Deus. Ao recordar o nascimento de Jesus em um estábulo por falta de espaço na hospedaria, o pontífice disse que a mensagem do Natal continua atual diante das desigualdades e exclusões do mundo contemporâneo.

Conduzindo a celebração na Basílica de São Pedro, diante de cerca de 6 mil fiéis, Leão XIV destacou que a história do nascimento de Cristo revela a presença de Deus em cada pessoa. “Na Terra, não há lugar para Deus se não houver lugar para a pessoa humana. Recusar um é recusar o outro”, afirmou, reforçando que a dignidade humana deve estar no centro da fé cristã.

O papa, primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, celebrou seu primeiro Natal desde a eleição, ocorrida em maio. Em sua homilia, ele também citou palavras do papa emérito Bento XVI para criticar um mundo que ignora crianças, pobres e estrangeiros, além de condenar uma economia que trata pessoas como mercadoria.

“Enquanto uma economia distorcida desumaniza, Deus se faz humano e revela a dignidade infinita de cada pessoa”, disse Leão XIV. Segundo ele, “onde há espaço para o ser humano, há espaço para Deus”, ressaltando que até um estábulo pode se tornar mais sagrado do que um templo.

Do lado de fora da basílica, cerca de 5 mil pessoas acompanharam a celebração por telões na Praça de São Pedro, mesmo sob forte chuva. Antes da missa, o papa foi ao encontro dos fiéis e agradeceu a presença deles. Nesta quinta-feira (25), Leão XIV celebra a missa de Natal e profere a tradicional bênção “Urbi et Orbi”.

Com informações da CNN

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Brasil

Histórico de cirurgias após facada deixa Bolsonaro em risco; veja como será a operação

Foto: Reprodução/Redes sociais

A cirurgia de hérnia inguinal bilateral de Jair Bolsonaro será feita por técnica aberta, com cortes na região da virilha em ambos os lados, por causa do histórico de múltiplas cirurgias abdominais após a facada de 2018. O procedimento visa recolocar alças intestinais que saíram por pontos de fraqueza na musculatura e reforçar a parede abdominal.

Durante a operação, os cirurgiões farão a redução da hérnia, empurrando os tecidos de volta para a cavidade abdominal, segundo informações do Poder360. Em seguida, será colocada uma tela de polipropileno, material sintético que funciona como um “remendo” para evitar que a hérnia volte.

O cuidado é redobrado por causa das aderências intestinais, que são tecidos que grudam entre si após cirurgias anteriores. Essas aderências aumentam o risco de complicações, exigindo atenção especial no pré-operatório e durante toda a cirurgia.

Cada lado da hérnia deve levar cerca de uma hora e meia, com duração total estimada entre duas horas e meia e três horas e meia. O procedimento segue todos os protocolos médicos do laudo pericial da PF, garantindo que seja feito com segurança técnica máxima.

Foto: Reprodução/Poder360

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Paraíba

Construtores veem risco de demissões em massa com suspensão da LUOS em JP

Reunião dos construtores no Ministério do Trabalho – Foto: Sinduscon-JP

Representantes de 150 empresas, entidades de classe e trabalhadores ligados à construção civil participaram, na manhã desta quarta-feira (24), de uma reunião no Ministério do Trabalho e Emprego para solicitar a flexibilização dos prazos legais para o pagamento de verbas rescisórias.

De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP), o pedido ocorre diante do risco de demissões em massa no setor, em João Pessoa, provocado pela insegurança jurídica após a declaração de inconstitucionalidade da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS).

A reunião contou com a presença do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP), Ozaes Mangueira; do vice-presidente de Habitação de Interesse Social do Sinduscon-JP, Alexandre Jubert; do presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da Paraíba (Creci-PB), Rômulo Soares; do vice-presidente de Relações Trabalhistas do Sinduscon-JP, Ovídio Maribondo; além dos vereadores de João Pessoa Marcos Henriques e Ícaro Chaves; do superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego, Paulo Marcelo de Lima; e do superintendente substituto e chefe da Seção de Inspeção do Trabalho, Abílio Sérgio Lima.

Durante o debate, Ozaes Mangueira afirmou que o setor busca alternativas para evitar demissões. Segundo ele, a perda de validade de alvarás e a suspensão da emissão de novos alvarás colocam em risco milhares de postos de trabalho.

Ozaes explicou que o objetivo da ida ao Ministério do Trabalho é apresentar a situação e, caso as demissões se tornem inevitáveis, solicitar flexibilização na legislação trabalhista para que as empresas consigam cumprir suas obrigações sem prejuízo aos trabalhadores.

De acordo com o presidente do Sinduscon-JP, diante da possibilidade de interrupção das obras, muitas empresas afirmam não ter condições financeiras ou operacionais de realizar demissões simultâneas sem planejamento. Por isso, além da flexibilização dos prazos para o pagamento das verbas rescisórias, o setor solicitou a possibilidade de adoção de férias coletivas sem aviso prévio, como alternativa para preservar empregos enquanto se aguarda uma definição judicial sobre a situação da LUOS.

O superintendente regional do Trabalho na Paraíba, Paulo Marcelo de Lima, afirmou que o órgão está aberto ao diálogo e disposto a participar das discussões necessárias.

“Esta é a casa do povo. O Ministério do Trabalho está de portas abertas e vai participar dessa conversa, seja quando for e com quem for, inclusive durante o recesso, porque aqui não há paralisação. Sempre defendi uma aproximação com os sindicatos. Há divergências, é verdade, mas existe respeito institucional. Não é no confronto que se resolvem os problemas, e sim no diálogo. Empresários e trabalhadores representam instituições fundamentais e precisam caminhar juntos”, disse Paulo.

O superintendente substituto e chefe da Seção de Inspeção do Trabalho, Abílio Sérgio Lima, também reforçou a disposição do Ministério em negociar medidas relacionadas à proteção dos trabalhadores do setor.

O vereador Marcos Henriques afirmou que a Câmara Municipal de João Pessoa está disposta a contribuir para a superação do impasse, em reparação à legalidade da legislação. Para ele, é fundamental que empresários, trabalhadores e poder público atuem de forma integrada para evitar demissões coletivas e garantir segurança jurídica às construtoras, destacando a relevância da construção civil para a economia e a geração de empregos.

A reunião também contou com uma fala do representante dos trabalhadores, o mestre de obras Severino da Silva, que fez um apelo às autoridades, alertando para o impacto social da crise. Ele afirmou que a paralisação das obras pode provocar desemprego em massa e afetar toda a cadeia produtiva, além da construção civil, incluindo corretores, pedreiros, vendedores e outros profissionais que dependem do setor para o sustento de suas famílias.

Para Ozaes, a expectativa agora é que, com a mediação do Ministério do Trabalho e o envolvimento do poder público, sejam construídas soluções que reduzam os impactos econômicos e sociais da crise enfrentada pela construção civil.

Cerca de 50 mil atos administrativos ligados à construção civil foram protocolados na Prefeitura de João Pessoa desde a entrada em vigor da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS).

Entre alvarás, certidões, habite-se e licenciamentos diversos, todos esses processos agora estão sob risco após a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que declarou a lei inconstitucional em sua totalidade e com efeitos retroativos, gerando um cenário de insegurança jurídica que ameaça investimentos, empregos e o desenvolvimento urbano da capital.

Com a anulação da LUOS, alvarás de construção podem perder validade, inclusive em obras em andamento.

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Polêmica

TCU condena construtora e Pollyanna Werton a devolver R$ 17,1 milhões ao Tesouro Nacional

 TCU condena construtora e Pollyanna Werton a devolver R$ 17,1 milhões ao Tesouro Nacional
Pollyanna Dutra

O Tribunal de Contas da União (TCU) notificou a Construtora Brasil Ltda. (Consbrasil) e a ex-prefeita de Pombal, Pollyanna Werton, atual secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba, para devolver R$ 17,15 milhões aos cofres do Tesouro Nacional.

Os valores incluem atualização monetária e juros de mora calculados até 11 de dezembro de 2025.

A decisão consta no Acórdão 1934/2025, aprovado pelo plenário do TCU em sessão realizada no dia 20 de agosto deste ano.

A assessoria de Pollyanna disse que a decisão do TCU não é definitiva e já é objeto de pedido formal de reconsideração, devidamente protocolado; e que Justiça Federal analisou os mesmos fatos e concluiu que as acusações não procedem.

“Não houve qualquer irregularidade na execução do convênio, o qual foi integralmente realizado, com eventuais ajustes técnicos necessários e previamente comunicados à Funasa, que reconheceu a adequação da obra em seus relatórios”, diz a nota (CONFIRA NA ÍNTEGRA NO FINAL DA MATÉRIA)

A empresa não foi localizada para posicionamento.

Irregularidades em obra

A ação teve origem em uma Tomada de Contas Especial instaurada pela Superintendência da Funasa na Paraíba, por falhas na aplicação de recursos destinados à implantação de um sistema de esgotamento sanitário no município.

As investigações identificaram uma série de desembolsos sem comprovação entre 2012 e 2015, que ultrapassam R$ 7 milhões em valores históricos. Entre os principais, constam pagamentos de R$ 1,5 milhão em 2013 e de quase R$ 1 milhão em 2014.

Prazo e consequências

O edital de notificação foi publicado nesta terça-feira (16) e estabelece prazo de 15 dias para a comprovação do ressarcimento.

Além da devolução do valor principal, a construtora também foi condenada ao pagamento de multa de R$ 1,5 milhão, que será atualizada monetariamente até a data do efetivo recolhimento.

O Tribunal alerta que o não cumprimento da decisão pode resultar na inclusão do nome dos responsáveis no Cadin, o cadastro federal de créditos não quitados, além da execução judicial do débito na Justiça Federal.

O pagamento pode ser feito por meio do PagTesouro, utilizando Pix ou cartão de crédito, ou ainda por Guia de Recolhimento da União (GRU), disponível no Portal do TCU.

NOTA À IMPRENSA – ESCLARECIMENTO

Diante das informações divulgadas, Pollyanna esclarece que a decisão recentemente mencionada do Tribunal de Contas da União (TCU) não é definitiva e já é objeto de pedido formal de reconsideração, devidamente protocolado.

Nesse pedido, está sendo demonstrado que não houve qualquer irregularidade na execução do convênio, o qual foi integralmente realizado, com eventuais ajustes técnicos necessários e previamente comunicados à Funasa, que reconheceu a adequação da obra em seus relatórios.

Ressalta-se, ainda, que a Justiça Federal já analisou os mesmos fatos e concluiu que as acusações não procedem. A Ação de Improbidade Administrativa nº 0806138-73.2018.4.05.820, ajuizada pelo Ministério Público Federal, foi julgada improcedente, com decisão transitada em julgado, reconhecendo a inexistência de dolo, má-fé ou desvio de recursos por parte de Pollyanna.

Também foi esclarecido que o abandono do sistema de esgotamento sanitário ocorreu em gestão posterior, não sendo atribuível à sua administração, conforme laudos técnicos e apurações oficiais.

Pollyanna confia que, à luz desses elementos técnicos e da decisão judicial definitiva, o TCU reconsiderará seu entendimento, afastando qualquer imputação indevida e preservando a honra, a reputação e a trajetória pública de Pollyanna.

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Paraíba

Lei autoriza segurança especial para autoridades que atuam contra o crime organizado na Paraíba



					Lei autoriza segurança especial para autoridades que atuam contra o crime organizado na Paraíba
Foto: Reprodução/Internet

O governador João Azevêdo (PSB) sancionou uma lei que autoriza a concessão de proteção pessoal a autoridades e agentes públicos que atuam no combate ao crime organizado, à criminalidade violenta ou de alta complexidade no estado.

A Lei (14.197/25), publicada no Diário Oficial Estado (DOE) nesta quinta-feira (24), estabelece medidas de segurança excepcionais para integrantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público.

A norma permite que a proteção seja concedida quando as medidas de segurança já adotadas pelos próprios órgãos forem consideradas insuficientes diante de ameaças concretas à integridade física ou à vida do agente público. A análise deverá ser técnica, fundamentada e baseada no nexo entre a atuação funcional e o risco enfrentado.

Medidas que pode ser adotada

Entre as medidas previstas estão escolta armada, reforço de segurança, colete balístico, veículo blindado, trabalho remoto e até remoção provisória, com custeio de mudança e garantia de vaga em escola pública para dependentes. O uso de placas reservadas, inclusive em veículos particulares, também está autorizado.

A concessão da proteção terá caráter excepcional e temporário, com reavaliação periódica do risco. Quando o órgão de origem não tiver condições de oferecer a segurança necessária, o pedido será analisado pela Secretaria de Segurança, com base em parecer técnico de inteligência.

A proteção poderá ser mantida mesmo após o fim do exercício do cargo ou na aposentadoria, desde que permaneçam os motivos que justificaram a concessão.

A lei ainda garante segurança pessoal a ex-governadores por até dois anos após o fim do mandato, com possibilidade de prorrogação por igual período.

As despesas serão custeadas pelo Fundo Estadual de Combate à Corrupção, e a norma já está em vigor.

A regulamentação ficará a cargo do Poder Executivo, que poderá ampliar a proteção a outros agentes civis ou militares da administração estadual.

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Brasil

Monitoramento da PF 24H e sem celular: veja como será internação de Bolsonaro

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Política

Morre Adriano Adriano Martins, presidente da Câmara de Bayeux, aos 45 anos

Presidente da Câmara de Bayeux vítima de acidente passa por cirurgia em  João Pessoa | G1

O presidente da Câmara de Bayeux, Adriano Martins (Republicanos), morreu, na madrugada desta quarta-feira (24), no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O vereador estava internado desde o último dia 12, após sofrer um grave acidente com um veículo tipo UTV.

Adriano Martins sofreu um grave acidente com um veículo do tipo UTV. Na ocasião, ele fraturou duas costelas, precisou realizar drenagem no tórax, passou por cirurgia e necessitou de doações de sangue durante o tratamento.

De acordo com informações repassadas anteriormente pela família, o vereador também foi submetido a uma laparotomia exploradora — procedimento cirúrgico na região abdominal — e vinha sendo acompanhado de perto pela equipe médica. Apesar de apresentar evolução clínica nos dias seguintes ao acidente, o quadro de saúde se agravou, culminando no óbito nesta madrugada.

Acidente

O acidente ocorreu no último dia 12, na cidade de Caldas Brandão, mais precisamente em uma granja localizada no Distrito de Cajá. Adriano Martins testava um veículo semelhante a um quadriciclo, recém-saído do conserto, quando perdeu o controle e capotou. Ele foi socorrido pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Trauma, onde permaneceu internado.

BG com informações de Poder Paraíba

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Brasil

Moraes teria feito seis ligações a Galípolo em um único dia sobre venda do Banco Master

Foto: Lula Marques/ Agência Brasil – Wilton Junior/Estadão

O ministro do STF Alexandre de Moraes teria ligado até seis vezes no mesmo dia para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar do andamento da venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB). Os contatos fariam parte de, ao menos, cinco conversas sobre o tema, incluindo uma reunião presencial, em meio à análise de uma operação que buscava evitar a liquidação da instituição controlada por Daniel Vorcaro.

Os relatos apontam que a intensidade dos contatos ocorreu justamente quando o Banco Central estava dividido sobre aprovar ou barrar o negócio. A atuação de Moraes teria reforçado argumentos usados por Vorcaro, como a tese de que grandes bancos resistiam à operação por temer concorrência. O BC acabou rejeitando a compra em setembro, citando falta de comprovação de viabilidade econômico-financeira.

As ligações contradizem a versão oficial apresentada por Moraes e pelo Banco Central, que afirmaram que os contatos tiveram como foco os efeitos da Lei Magnitsky, aplicada ao ministro pelos Estados Unidos em julho. Nenhuma das notas divulgadas citou o Banco Master ou a operação com o BRB.

O caso ganhou maior repercussão após vir à tona que o escritório de advocacia de Viviane Barci, esposa de Moraes, mantinha contrato com o Banco Master que previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões, podendo chegar a R$ 129 milhões. O acordo foi encerrado após a liquidação do banco, em novembro.

Diante das revelações, o episódio já provocou reação no Congresso, com parlamentares defendendo a abertura de CPI para investigar possível conflito de interesses e eventual advocacia administrativa junto ao Banco Central, ampliando a pressão política sobre o ministro do STF.

Com informações do Estadão

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