Polêmica

Veja nota do Grupo GP após elevador do Reserve Altiplano despencar e deixar feridos

Em nota oficial, o Grupo GP manifestou solidariedade às famílias envolvidas e afirmou estar colaborando com as investigações.

A construtora destacou que, conforme a legislação civil e normas técnicas vigentes, a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum passa a ser integralmente do condomínio após o início da utilização regular pelos moradores.

Segundo a empresa, o empreendimento foi entregue há cerca de três anos e, desde então, a administração condominial teria sido alertada sobre a necessidade de manutenção contínua dos sistemas de elevação.

Confira trecho da nota:

“Nos termos da legislação civil e das normas técnicas aplicáveis — em especial a ABNT NBR 16.083 e o art. 1.336 do Código Civil —, a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos.”

O Grupo GP afirmou ainda possuir mais de 8 mil unidades habitacionais entregues e reiterou compromisso com “qualidade construtiva, segurança e respeito às normas técnicas vigentes”.

O caso segue sendo investigado para identificar as causas da falha no elevador e eventual responsabilização civil ou criminal.

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Sem categoria

Com cerca de três anos, residencial de luxo Reserve Altiplano do Grupo GP tem queda de elevador e deixa feridos em João Pessoa

O acidente envolvendo uma mulher e duas crianças no edifício Reserve Altiplano 1, empreendimento do Grupo GP localizado no bairro do Altiplano, em João Pessoa, reacendeu o debate sobre responsabilidade legal, manutenção predial e segurança de elevadores em condomínios residenciais de alto padrão.

O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (13), após um elevador apresentar falha durante o funcionamento, deixando mulher e crianças os feridas. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

Apesar de ter sido entregue há cerca de três anos, o Reserve Altiplano 1 já enfrenta polêmica mesmo sendo um empreendimento novo e de um construtora renomada.

 

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Paraíba

VÍDEO: Elevador despenca do Edifício Reserve Altiplano e deixa feridos, incluindo crianças

 

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Um elevador despencou do terceiro andar de um prédio em um condomínio residencial no bairro do Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa, no fim da tarde desta quarta-feira (13). Dentro da cabine estavam uma mulher e duas crianças.

O Reserve Altiplano tem menos de dois anos de inauguração, um empreendimento novo e já apresentando falhas dessa magnitude.

Após a queda, as vítimas ficaram presas no fosso do elevador. Moradores do condomínio conseguiram abrir a porta da cabine do elevador e iniciaram o resgate por conta própria, antes da chegada das equipes de socorro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência. Segundo relatos de moradores, a mulher foi retirada do elevador apresentando ferimentos e reclamando de dores pelo corpo, as crianças apresentavam ferimentos leves.

Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre a identidade das vítimas e nem sobre o estado de saúde delas.

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Paraíba

Ministro do Turismo anuncia nesta quinta-feira recursos para festejos juninos em mais de 70 cidades da PB

ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, anuncia na próxima sexta-feira (15), em João Pessoa (PB), recursos para os festejos juninos em mais de 70 municípios da Paraíba.

Na quinta (14), o ministro tem agenda em Campina Grande (PB), onde também vai anunciar investimento para o São João do município, o maior do Brasil.

Os festejos juninos estão entre os principais eventos que impulsionam a economia brasileira, ficando atrás apenas do Natal e do Carnaval em movimentação financeira. Em 2025, os festejos movimentaram cerca de R$ 7,4 bilhões.

Além do impacto econômico, os festejos juninos desempenham papel essencial na preservação da identidade cultural brasileira. Com danças, culinária típica e manifestações populares, as festas fortalecem laços comunitários e mantêm vivas tradições que atravessam gerações.

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Polêmica

Veja conversas do líder de facção Fatoka ordenando mortes e tráfico de drogas em Cabedelo


					Conversas mostram Fatoka ordenando mortes, tráfico de drogas e esquema em Cabedelo; Veja
De morro no Rio, Fatoka ordenou execuções, venda de drogas e esquema em Cabedelo; Veja conversas – Foto: TV Globo.

Uma reportagem do Fantástico, exibida no último domingo (10), mostrou como o chefe da facção criminosa “Tropa do Amigão”, um braço do Comando Vermelho na Paraíba, identificado como Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, comandava ações criminosas em Cabedelo e se infiltrava na administração pública da cidade.

Um documento da Polícia Federal, que aRede Paraíba teve acesso, mostra como a facção criminosa funcionava, a partir da extração de arquivos armazenados no iCloud, sistema de armazenamento em nuvem da Apple, por meio de uma conta criada por Fatoka com o nome falso.

O esquema que o criminoso comandava supostamente envolvia ex-prefeitos de Cabedelo, inclusive Edvaldo Neto, afastado do cargo de interino no mês de abril, e consistia em contratar empresas terceirizadas para o poder público, com intuito de empregar pessoas ligadas à facção criminosa e colocá-las dentro da administração para desviar recursos.

Na prática, esses recursos destinados ao pagamento dos postos de trabalho terceirizados voltavam aos líderes da organização e aos agentes politicos na forma de propina.

Dados na “nuvem”

Segundo a Polícia Federal, as informações sobre Fatoka foram obtidas após autorização judicial para quebra de sigilo telemático da conta iCloud, [email protected], no âmbito da Operação “Leonard”. A PF afirma que a Apple forneceu os dados armazenados em nuvem, incluindo conversas de WhatsApp, imagens, vídeos, áudios e documentos.

No aplicativo de troca de mensagens, de acordo com a investigação, o criminoso se identificou pelo nome de usuário “Salmo 91”, em alusão à uma passagem da Bíblia.

Segundo o documento da PF, os investigadores identificaram mensagens relacionadas à venda e distribuição de drogas como cocaína, skank, haxixe e crack, com direcionamento para a Paraíba.

Em conversas atribuídas a Fatoka e a outro integrande da facção, identificado como “França”, a PF identificou tratativas sobre a chegada de até 100 quilos de maconha para comercialização em Cabedelo, além da organização logística para embalar, pesar e distribuir os entorpecentes. Veja abaixo.

  • Fatoka (Salmo 91): “Pronto, vamos ver que o cara já separou 100 quilos para nós, nós espalhamos 50 quilos vamos ver se espalha o restante e mandar meter nos grupos de progresso, maconha, fazer jogo.”
  • França: “100 quilos é 100 quilos, meu amigo. 50 eu vou meter a mola daquele modelo. E pra guardar material é peso, meu irmão. Essa daí… Aí dá luz, hein? vai pegar de duas remessas né? E pegar de duas remessas.”

No que diz respeito às ordens de execução, a PF descreve diálogos em que Fatoka discute com “Mago David”, outro integrante da facção, sobre um terceiro participante ter solicitado autorização para matar um homem apontado como ligado à facção rival Nova Okaida, na Paraíba. O motivo: estaria vendendo drogas para a facção rival no bairro do Bessa, em João Pessoa. Veja abaixo.

  • Mago David: “Rapaceiro, o boy passou a visão pra mim aqui, esse bicho aí é lá do Bessa, tá ligado? Aquelas bandas ali vão paraíso (Val Paraíso), ele tá lá no Louvina agora, ele mete mola pros caras (vende drogas para rivais)”
  • Mago David: “É um tal de Samuel, mano”
  • Fatoka (Salmo 91): “Não, mano, mas quem foi que trouxe essa ideia, mano? O cara que trouxe vai matar nos peitos, se chegar uma linha? Você vai matar nos peitos? Porque eu não sei quem é o cara, mano. Você matar nos peitos, demorou. Pode quebrar. Se você tiver certeza que vende droga, que vende droga lá e fecha contra nós, demorou. Pode quebrar, parceiro”
  • Mago David: “Esse cara, ele é menino de um tal de mano. Esse mano é menino do Galego Fernando (apontado como chefe da facção rival), entendeu?”
  • Fatoka (Salmo 91): “Ah, põe aço nele, mano. Você não conhece o cara? É isso que eu queria, um cara que conhecesse. Você conhece. Então, aço nele. Demorou”

Segundo a PF, Fatoka autorizou a ação e recomendou cautela posteriormente. O documento afirma ainda que os investigados discutiam estratégias para localizar rivais e obter informações sobre seus deslocamentos.

Chefe de núcleo financeiro presa apontou como esquema funcionava

Identificada como chefe do núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba, Ariadna Thalia, presa em dezembro do ano passado, disse em depoimento que o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo, atuou para manutenção do esquema de contratação de uma empresa terceirizada, que desviou mais de R$ 270 milhões. Veja o vídeo acima.

Ela relatou que em dezembro de 2024, uma operação da Polícia Federal, a “En Passant”, interferiu no esquema e gerou demissões de funcionários da empresa Lemon, contratados de forma terceirizada após a indicação de chefes do Comando Vermelho, entre eles, Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, um dos criminosos mais procurados do Brasil, pela lista do Ministério da Justiça. Na época, Vitor Hugo era o prefeito e em janeiro de 2025, André Coutinho, assume a prefeitura.

“Teve a operação, foi avisado que as pessoas iam ser demitidas. (Quem assinou foi) o atual prefeito, na época, já era o André (Coutinho). E era um acordo do Vitor Hugo, mas esse acordo foi firmado e permanecido com o André, até a data da operação. Quando teve a operação, ele ficou com medo, acho, de chegarem até a ele também e o (André) rompeu o acordo. Aí ele rompeu o acordo e tirou todas as pessoas que eram ligadas à facção e às indicações de Fatoka”, disse ela.

Depois da quebra do acordo e as demissões, Ariadna disse para a Justiça que o chefe da facção criminosa, Fatoka, cobrou de Vitor Hugo para que o esquema fosse mantido. Segundo ela, Vitor Hugo informou que “uma pessoa dele” assumiria a prefeitura para manter o esquema funcionando. André Coutinho foi afastado do cargo público em dezembro de 2025. Edvaldo Neto assumiu interinamente no mesmo mês e Vitor Hugo já não era mais prefeito naquela época.

“Sim, ele se recusa (André). Na verdade, ele não faz parte, nem ele, nem a vice (Camila Holanda), não concordaram com o esquema. Aí o Vitor já tinha avisado que ia ter esse rompimento e que a pessoa que iria assumir a prefeitura era uma pessoa dele. E tudo iria voltar. Mas não iria voltar tudo de uma vez. Iria voltar aos poucos, as contratações”, disse.

Ariadna também diz que quando Edvaldo Neto assume interinamente, o esquema é, de fato, retomado parcialmente, com algumas contratações e que, em troca desse aparelhamento de pessoas na prefeitura, a facção criminosa garantia para o então prefeito interino que opositores políticos não fizessem campanha eleitoral para a Eleição Suplementar de Cabedelo, ocorrida em 12 de abril, nos territórios dominados por ela.

“(O esquema acontecia em troca) do domínio territorial. (A facção) dominava a cidade toda, tudo. (Fatoka) ele dita o político que vai entrar na comunidade, quem pode fazer campanha, quem não pode, os votos, o apoio das pessoas, principalmente das comunidades (…) Inclusive, o Wallber (Virgolino) não faz campanha”, contou.

Ela também explicou que apenas a comunidade do bairro Renascer não é dominada territorialmente pelo Comando Vermelho, através do braço “Tropa do Amigão”.

O que dizem os citados

A Rede Paraíba entrou em contato com Vitor Hugo, André Coutinho e Edvaldo Neto, ex-prefeitos de Cabedelo, assim como a ex-vice-prefeita Camila Holanda, e também a empresa Lemon.

Em nota, a defesa de Vitor Hugo disse que repudia “de forma veemente, qualquer tentativa de vinculação do seu nome a organizações criminosas ou ao tráfico de drogas” e que “não sabe quem é Ariadna nem Fatoka, nunca tratou nenhum assunto pessoal nem administrativo com os referidos”.

Camila Holanda, também por meio de nota, informou que “causa supresa a tentativa absurda de envolver o meu nome em qualquer fato dessa natureza” e já encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) provas “as quais em nenhum momento apontaram para qualquer envolvimento dela” e com relação a última operação da PF “não é alvo de absolutamente nada e não tem conhecimento a respeito de qualquer documento”.

Edvaldo Neto também respondeu, por meio de nota, que “o gestor interino jamais manteve qualquer acerto com organizações criminosas, tampouco houve, durante sua breve passagem pela Prefeitura Municipal, qualquer vínculo ou relação dessa natureza”.

A defesa do ex-prefeito interino também ressalta que “a única referência ao nome de Edvaldo Neto no depoimento divulgado decorre de questionamentos formulados pelo próprio interrogador, sem que haja narrativa espontânea da depoente atribuindo ao gestor interino participação pessoal em reuniões, ordens, pagamentos ou tratativas com facções criminosas”

A empresa Lemon informou que Ariadna foi funcionária da Lemon por sete meses e que foi desligada “por não corresponder às expectativas” e disse “não ser razoável” a chefe de um núcleo da facção criminosa “se submeter ao emprego de auxiliar de serviços gerais, recebendo um salário-mínimo, tendo que registrar ponto de presença e tendo suas faltas descontadas”.

A Lemon também disse que ” já apresentou toda a documentação comprovando que paga os salários dos funcionários nas respectivas contas-salário, por meio de transferência digital, não em espécie”, como afirmou Ariadna ao falar de “folha de pagamentos paralela”.

Sobre a alegação de que a empresa voltou a manter vínculo com o poder público no mandato interino de Edvaldo Neto, a Lemon disse a ex-colaboradora “estava presa (quando ele assumiu)” e “também afirmou que estava afastada da facção” e que no entendimento da empresa isso “compromete diretamente seu depoimento e seu suposto ‘conhecimento direto da engrenagem ilícita'”.

André Coutinho disse, em nota, “que não conhece” Ariadna e que “não assumiu qualquer compromisso não republicano com quem quer que seja durante todo o tempo em que militou politicamente em Cabedelo”. Ele reafirmou que “nunca soube ou compactuou com qualquer acordo envolvendo o crime organizado na cidade”.

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Brasil

PESQUISA GENIAL/QUAEST: 49% desaprovam governo Lula; 46% aprovam

Foto: Wilton Junior/Estadão

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores, enquanto 46% aprovam o trabalho do petista, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13). Do total de entrevistados, 5% não souberam ou não responderam à questão.

Em comparação ao levantamento anterior, de abril, a desaprovação do governo variou 3 pontos percentuais para baixo neste mês. Antes, o índice estava em 52%. Já a aprovação da administração federal oscilou os mesmos 3 pontos, mas para cima, após atingir 43% em abril.

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 8 e 11 de maio, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Banco Genial e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03598/2026.

CNN Brasil

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Judiciário

Justiça cassa mandato de prefeita de Pitimbu, Adelma e do vice por abuso de poder político e econômico

A prefeita de Pitimbu, Adelma Cristovam, e o vice-prefeito José Cláudio da Silva tiveram os mandatos cassados nesta quarta-feira (13) por decisão do juiz Anderley Ferreira Marques, da Comarca de Alhandra. A sentença foi proferida no âmbito da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) nº 0600724-64.2024.6.15.0073, movida pelo Diretório Municipal do Republicanos de Pitimbu/PB.

Na decisão, o magistrado reconheceu a prática de conduta vedada e abuso de poder político e econômico durante o período eleitoral de 2024. Segundo a ação, os investigados promoveram um aumento considerado desproporcional nas despesas assistenciais do município entre os anos de 2023 e 2024, especialmente por meio da concessão de auxílios financeiros diretos e distribuição gratuita de bens e serviços à população.

Os dados apresentados no processo apontam que os gastos saltaram de R$ 147,8 mil em 2021 para mais de R$ 1 milhão em 2023 e ultrapassaram R$ 1,1 milhão em 2024, ano da eleição. O valor, segundo a sentença, superou inclusive os investimentos realizados durante o período da pandemia da Covid-19, quando havia decreto formal de calamidade pública.

A AIJE também destacou a criação, em janeiro de 2024, de um pacote de leis municipais assistencialistas, incluindo benefícios voltados a pescadores artesanais, distribuição de materiais de pesca, segurança alimentar e incentivos culturais. Para o juiz, os programas não possuíam execução orçamentária no exercício anterior, o que caracterizaria violação ao artigo 73, parágrafo 10, da Lei das Eleições.

Na sentença, Anderley Ferreira Marques afirmou que a distribuição dos benefícios ocorreu sem critérios objetivos claros e com forte potencial de influência sobre o eleitorado local. “A instrumentalização da assistência social como ferramenta de promoção política personalista compromete a legitimidade e a normalidade do pleito”, destacou.

A defesa da prefeita e do vice alegou que o aumento dos valores decorreu apenas de uma readequação contábil nas rubricas orçamentárias do município, sem expansão real de despesas. O argumento, porém, foi rejeitado pelo magistrado, que considerou insuficientes as provas apresentadas.

Além da cassação dos diplomas, a decisão declarou a inelegibilidade de Adelma Cristovam e José Cláudio da Silva por oito anos, com base na Lei da Ficha Limpa. Os dois também foram condenados ao pagamento solidário de multa no valor de R$ 50 mil.

O juiz ainda determinou que, após o trânsito em julgado ou eventual confirmação da sentença pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), sejam adotadas as providências para realização de novas eleições no município de Pitimbu.

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Paraíba

MP apresenta nova denúncia contra secretários e aponta desvio de R$ 10,3 mi do programa estadual ‘Prato Cheio’

O Ministério Público da Paraíba, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apresentou uma nova denúncia no âmbito da Operação Indignus, que investiga desvios no Hospital Padre Zé. A denúncia foi protocolada no dia 29 de abril.

Desta vez, a ação apura irregularidades no programa ‘Prato Cheio’, do Governo do Estado, e aponta um desvio de R$ 10,3 milhões entre 2021 e 2023.

A denúncia tem como alvos os ex-secretários de Desenvolvimento Humano, Tibério Limeira e Pollyanna Werton; o padre Egídio de Carvalho; as ex-funcionárias do hospital Amanda Duarte, Jannyne Dantas e Andréa Ribeiro Wanderley; o servidor público Iurikel Souza Marques; e o empresário Kildenn Tadeu de Lucena.

Em nota, Tibério Limeira afirmou ter tranquilidade para provar a sua inocência e considerou que a peça do MP estaria “montada em supostos documentos que não guardam a menor confiança”.

Já a ex-secretária Pollyanna Werton também disse não ter sido notificada do procedimento, “nem sua defesa teve acesso aos autos ou ao inteiro teor da acusação. A ex-secretária esclarece, ainda, que os fatos aconteceram antes da sua gestão”.

g1

 

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Brasil

QUAEST: Quase metade dos brasileiros desaprova o governo Lula; veja os números

A Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que 49% desaprovam o governo Lula (PT), enquanto 46% aprovam. É um cenário de variação nos dois indicadores em relação à pesquisa anterior, de abril. Naquele mês, 52% desaprovavam o governo e 43% aprovavam.

A cinco meses da eleição, Lula tenta melhorar seus índices para tentar um novo mandato. No começo do mês, o governo lançou o programa “Desenrola 2.0”, para renegociação de dívidas com uso do FGTS. Nesta semana, anunciou um novo programa de combate ao crime organizado.

Veja os números:

  • Desaprova o governo: 49% (eram 52% em abril e 51% em março);
  • Aprova: 46% (eram 43 em abril e 44% em março);
  • Não sabe/não respondeu: 5% (eram 5% em abril e em março).

Entre as mulheres, 44% desaprovam e 48% aprovam o governo. Nesse público, em abril, o índice de desaprovação era de 49%, e o de aprovação era de 45%. O eleitorado feminino é considerado fundamental na disputa presidencial.

Já entre os brasileiros de 16 a 34 anos, 55% desaprovam e 41% aprovam. Em abril, o percentual era de 56% de desaprovação e 40% de aprovação (veja detalhes mais abaixo).

O Nordeste ainda é a região em que Lula tem a maior aprovação, de 63% (eram 63% em abril e 65% em março). Nas demais regiões, a desaprovação é mais alta: Sudeste (54%), Sul (61%) e Centro-Oeste/Norte (52%).

Entre os católicos, a desaprovação era de 46% em abril e marca 42% agora. A aprovação, que estava em 49% no mês passado, neste mês é de 55%. A desaprovação entre os evangélicos saiu de 61% em março para 65% neste mês, uma variação de 3 pontos percentuais.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-03598/2026.

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Brasil

Antes de ser revogada, ‘taxa das blusinhas’ arrecadou mais de R$ 9 bi em menos de dois anos

Pacotes de roupas em uma fábrica da Shein em Guangzhou, província de Guangdong, China, em 1º de abril de 2025. — Foto: Reuters

Nesta terça-feira (12), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas. A mudança foi viabilizada por uma medida provisória assinada por Lula e por um decreto regulamentando a medida pelo Ministério da Fazenda.

A “taxa das blusinhas”, termo usado para se referir ao programa Remessa Conforme, é uma alíquota de 20% em imposto de importação sobre as encomendas internacionais com valores abaixo de US$ 50.

A cobrança foi iniciada em agosto de 2024, após aprovação de uma lei pelo Congresso Nacional, que foi sancionada por Lula. Empresas brasileiras que competem com os produtos importados defendiam a manutenção da taxa.

Apenas nos primeiros quatro meses deste ano, a cobrança arrecadou quase R$ 1,8 bilhão aos cofres públicos.

O valor representa um crescimento de 25% em relação ao mesmo período de 2025, quando a arrecadação somou R$ 1,43 bilhão. O valor é um recorde para o período. No acumulado de 2025, a Receita Federal arrecadou R$ 5 bilhões com o imposto.

g1

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