Saúde

Dengue: Brasil já tem mais de 217 mil casos e 15 mortes confirmadas em 2024

Nas primeiras semanas de 2024, o Brasil já registra um acumulado de 217.841 casos prováveis de dengue. Há ainda 15 mortes confirmadas e 149 em investigação. Com base nos números, a incidência da dengue no país é de 107,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa de letalidade da doença está em 0,9%.

No balanço anterior, referente às três primeiras semanas de 2024, o país registrava 12 mortes e 120.874 casos prováveis da doença. Havia ainda 85 óbitos em investigação.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde, durante encontro entre representantes da Sala Nacional de Arboviroses, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Brasília.

A pasta também divulgou dados sobre Chikungunya no país. Nas quatro primeiras semanas de 2024, foram contabilizados 12.838 casos prováveis. Há ainda três mortes confirmadas e 11 em investigação. A incidência de Chikungunya no país é de 6,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa de letalidade da doença está em 0,02%.

No balança da semana passada, referente às três primeiras semanas do ano, o país contabilizava 7.063 casos de Chikungunya, doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Foi confirmada uma morte pela doença e oito estão em investigação.

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Polêmica

Projeto dá cinco dias para plano de saúde efetivar idoso e pessoa com deficiência

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Saúde

Vacina contra dengue chega a apenas 10% das cidades no país; imunização começa em fevereiro

Imagem: Rogério Vidmantas /

A vacina contra dengue chega a apenas 10% das cidades no país. Segundo o Ministério da Saúde, a restrição na cobertura vacinal se deve à baixa capacidade na produção do imunizante pelo laboratório Takeda Pharma.

Com o início da vacinação contra a dengue em fevereiro pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil vai se tornar o primeiro país no mundo a oferecer a vacina na rede pública. No entanto, a imunização terá como público-alvo as crianças e os adolescentes de 10 a 14 anos que moram em cidades que correspondem 10% do total de municípios do país.

A imunização completa depende de duas doses. Ou seja, o volume de pessoas atendidas representa a metade do número de vacinas compradas.

A expectativa é que em 2025 sejam entregues 2,5 milhões de doses a mais. Além disso, há expectativa de ampliação da vacinação com imunizante em desenvolvimento pelo Instituto Butantan.

A imunização foi anunciada pelo governo desde o início da nova gestão do Ministério da Saúde, em meio à alta de casos e mortes no país.

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Com pb.com

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Saúde

Injetáveis para controle de peso colocam em dúvida eficácia de dietas de emagrecimento

iStock

 

A indústria de perda de peso dos Estados Unidos, avaliada em US$ 75 bilhões, pode ter feito você pensar que, se seguir a dieta certa, também pode perder peso e mantê-lo.

O surgimento de novos medicamentos para perda de peso como Wegovy e Zepbound destacam o quão ineficaz tem sido a dieta para milhões de pessoas que a experimentaram.

Em um ensaio clínico de 2021 com semaglutida (o ingrediente ativo em Wegovy), por exemplo, aqueles que tomaram o medicamento perderam cerca de 15% do peso corporal em pouco mais de um ano, enquanto aqueles que dependiam apenas de dieta e exercício perderam só 2%, aproximadamente.

Mas há muitas pessoas que desejam perder alguns quilos para as quais os medicamentos para perda de peso não são a escolha certa. Para essas pessoas, a dieta tradicional é uma boa opção?

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Folha de SP

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Saúde

Ministério da Saúde distribui vacina contra dengue para apenas 14 municípios da Paraíba

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (25), as cidades da Paraíba que vão receber, neste primeiro momento, doses da vacina contra dengue. Todos os municípios selecionados estão localizados na Região Metropolitana de João Pessoa.

Além da Capital, vão receber imunizantes Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Conde, Caaporã, Sapé, Alhandra, Pitimbu, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Riachão do Poço e Sobrado. A quantidade de vacinas por cidade não foi divulgada ainda.

O esquema vacinal é aplicado em duas doses com um intervalo de três meses. Segundo o Ministério da Saúde, a divisão das cidades foi feita em conjunto com as secretarias Estadual e municipais de Saúde.

“As vacinas serão destinadas a regiões de saúde com municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos e população residente igual ou maior a 100 mil habitantes, levando também em conta altas taxas nos últimos meses”, explica o Ministério.

O público-alvo, em 2024, serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, depois de pessoas idosas.

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MaisPB

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Saúde

Chega ao Brasil o primeiro lote de vacina contra a dengue

Vacina Covid-19
(Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O Brasil recebeu, neste sábado (20), o pioneiro lote de vacinas contra a dengue destinado à aplicação pelo Sistema Único de Saúde, com o anúncio oficial feito pelo Ministério da Saúde no domingo (21). A remessa, doada pelo laboratório japonês Takeda, é composta por 750 mil doses.

O governo indicou que as primeiras doses serão direcionadas a adolescentes de 10 a 14 anos, residentes em cidades com mais de 100 mil habitantes, considerando as taxas de transmissão para a definição do público-alvo.

O aumento significativo nos casos de dengue nas duas primeiras semanas de 2024, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior, totalizando 55,8 mil casos prováveis e seis óbitos por complicações da doença, impulsionou a iniciativa de vacinação. Inicialmente planejada para crianças e jovens entre 6 e 14 anos, a primeira remessa será destinada a indivíduos entre 10 e 14 anos, conforme informado pelo Ministério da Saúde.

Os critérios de distribuição foram elaborados em conjunto pelo Ministério da Saúde e estados/municípios. A lista das cidades contempladas será divulgada após uma reunião tripartite programada para 1º de fevereiro em Brasília.

O governo brasileiro adquiriu 5,2 milhões de doses da vacina, com o primeiro lote de 570 mil doses previsto para chegar ao país em fevereiro. Estima-se que aproximadamente 3,2 milhões de pessoas serão vacinadas ao longo de 2024.

Portal Correio

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Saúde

Em 5 anos, número de pacientes com ansiedade aumentou 200% no SUS

Foto: Getty Images

Durante a pandemia de Covid-19, um dos principais assuntos — além das vacinas e dos sintomas causados pelo coronavírus — foi a saúde mental. As restrições de circulação adotadas para evitar a propagação do vírus trouxeram à tona a importância de prestar atenção no que acontece dentro da cabeça.

Mesmo com a volta da população à “vida normal”, o assunto continua relevante. Segundo dados do Ministério da Saúde, o número de pessoas com ansiedade generalizada aumentou mais de 200% na rede pública desde o ano anterior à pandemia. Em 2019, 71.293 pessoas procuraram atendimento com o quadro ansioso e, em 2023, o número saltou para 274.682.

Os casos de depressão aumentaram 34% no mesmo período. Já o transtorno de pânico teve alta de 93%, de acordo com o órgão.

Segundo a psicóloga Carmela Silvana da Silveira, da Santa Casa de São José dos Campos, o aumento de casos tem duas explicações: por um lado, a população está de fato com mais problemas emocionais, mas os números também mostram que as pessoas estão procurando ajuda.

Ela aponta que as restrições da pandemia, a falta de convívio social, o medo despertado pela doença, preocupações financeiras e o luto pela morte de pessoas queridas prejudicaram a saúde mental dos brasileiros nos últimos anos.

Segundo ela, todos os problemas merecem atenção. Os transtornos podem evoluir não só para desequilíbrio mental profundo, mas também para impactos físicos. O transtorno de pânico, por exemplo, pode ter sudorese e taquicardia como consequência.

“A resistência ao atendimento psicológico tem diminuído. Aquela coisa de dizer que é apenas frescura já não é tão forte. Claro que ainda há muito para desmistificar, mas o autocuidado tem falado mais alto. Basta ver os números”, afirma Carmela.

Saiba os sintomas dos principais transtornos mentais

Depressão

A depressão, explica a psicóloga, é uma condição psiquiátrica que impacta as emoções das pessoas, levando a uma profunda tristeza, falta de apetite, desânimo e pessimismo. Sem tratamento, esses sentimentos podem se combinar e evoluir para um atentado contra a própria vida.

Ansiedade generalizada

“A ansiedade generalizada, por outro lado, é marcada por uma preocupação excessiva em diversas áreas da vida. Quem sofre desse distúrbio vive constantemente ansioso, com sintomas como taquicardia e mãos trêmulas. É crucial buscar ajuda diante deste cenário”, enfatiza Carmela.

Transtorno do pânico

No transtorno do pânico, ocorrem crises de ansiedade intensas, muitas vezes acompanhadas por um medo intenso, inclusive da morte. Essas crises podem se manifestar com sintomas físicos como taquicardia e sudorese. É importante observar os sinais e buscar apoio quando necessário.

Metrópoles

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Saúde

Número de fumantes cai em quase todo o mundo, diz relatório da OMS

Foto: Reprodução

O mais recente relatório sobre tabagismo da OMS (Organização Mundial da Saúde), divulgado nesta terça-feira (16), revela que o número de adultos fumantes vem diminuindo em todo o mundo nas últimas décadas. Em 2022, um em cada cinco adultos consumiam tabaco, em comparação com um em cada três na virada do milênio.

O documento destaca o Brasil entre os países com políticas bem-sucedidas de controle do tabaco, que resultou em queda relativa de 35% nos consumidores desde 2010. Na Holanda, a redução foi de quase 30%.

Ao todo, 150 países reduziram com sucesso o tabagismo no período analisado. Por outro lado, ainda há 1,25 bilhão de usuários adultos no mundo, de acordo com o relatório.

A OMS reforça a importância de os países manterem políticas de restrição ao tabaco e combaterem interferências da indústria.

“Tivemos bons avanços nos últimos anos, mas não há tempo para complacência. Estou surpreso com o quão longe a indústria do tabaco irá para buscar lucro às custas de incontáveis vidas. Vemos que no momento em que um governante pensa ter vencido a luta contra o tabaco, a indústria aproveita a oportunidade para manipular políticas de saúde e vender seus produtos mortais”, afirma o Ruediger Krech, diretor do Departamento de Promoção de Saúde da OMS.

Atualmente, segundo a OMS, o sudeste asiático é a região com maior proporção de fumantes entre a população (26,5%), seguido de perto pela Europa (25,3%).

Projeções indicam que até 2030, a Europa terá as maiores taxas de consumo de tabaco no mundo, superando 23%. O estudo mostra que o índice de tabagismo entre mulheres europeias é mais que o dobro da média mundial, com ritmo de redução abaixo da média global.

Embora haja uma tendência de queda global, o relatório destaca que o mundo não alcançará a meta de reduzir em 30% o consumo de tabaco entre 2010 e 2025. Apenas 56 países devem atingir esta meta, segundo a projeção –quatro a menos desde o último relatório da OMS, publicado em 2021.

Ainda segundo o relatório, a prevalência do uso de tabaco manteve-se estável desde em alguns países na comparação com 2010, enquanto outros registraram aumento: Congo, Egito, Indonésia, Jordânia, Omã e República da Moldávia.

A OMS adverte que, apesar dos progressos, políticas para controle do tabaco ainda devem ser ampliadas, e diz que a interferência da indústria em políticas de saúde aumentou.

O relatório também ressalta a preocupação com o uso de tabaco e produtos de nicotina por adolescentes de 13 a 15 anos na maioria dos países.

Folha de S. Paulo

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Saúde

Paraíba teve seis mortes por dengue e quatro por chikungunya em 2023

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nesta sexta-feira (12) o Boletim das arboviroses, apresentando um alerta à população sobre o período sazonal propício à proliferação do mosquito Aedes Aegypti. O documento também traz o levantamento final do cenário epidemiológico da dengue, zika e chikungunya em 2023, registrando um total de 8.800 casos prováveis dessas doenças e 10 óbitos.

 

Segundo o boletim, houve uma redução nas notificações dos casos de dengue, zika e chikungunya em comparação a 2022. A técnica de arboviroses da SES, Carla Jaciara, destaca que ao longo de 2023 foi observada uma diminuição constante nos casos. Entretanto, ela alerta a população para os cuidados rotineiros na eliminação de focos do mosquito.

 

“Estamos entrando em um período sazonal com altas temperaturas e chuvas intensas, condições propícias para a proliferação do mosquito. Por isso, é fundamental ressaltar os cuidados de controle e a eliminação adequada de focos, evitando o acúmulo de água”, pontua Jaciara.

 

Dos 8.800 casos prováveis, o boletim detalha que 7.240 foram de dengue, 1.449 de chikungunya e 111 de zika. Comparando com 2022, houve uma redução significativa de 76% para os casos de dengue, 92% para chikungunya e 82% para os casos de zika. As regiões de saúde mais afetadas foram a 1ª, 4ª e 11ª. Dos 10 óbitos confirmados, seis foram relacionados à dengue e quatro à chikungunya.

 

O Boletim também destaca as ações da SES ao longo de 2023, incluindo a qualificação de equipes, intervenções com o UBV Acoplado a veículo (Carro Fumacê), e Oficinas de Qualificação de registros de Arboviroses para orientação sobre notificação dos casos no sistema. A SES recomenda o fortalecimento da notificação oportuna, conduta clínica e organização dos serviços de saúde diante de casos suspeitos de arboviroses.

 

Carla Jaciara ressalta a importância de reforçar a vigilância no combate ao mosquito, preparando a rede assistencial para os cuidados com pacientes suspeitos de arboviroses. “Essas recomendações são essenciais, visto que as arboviroses ocorrem durante todo o ano, com ênfase no primeiro semestre”, enfatiza.

 

A Secretaria de Saúde lembra à população que a maioria dos focos do mosquito Aedes Aegypti são encontrados dentro de casa, quintais e jardins. Destaca-se a importância de realizar uma faxina semanal para eliminar possíveis criadouros, adotar medidas simples como não acumular água em pneus e adicionar cloro à água da piscina. A SES reitera a necessidade da visita periódica de técnicos de saúde credenciados para fortalecer a vigilância e combater a proliferação do mosquito.

Blog do BG PB

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Saúde

Rótulos de medicamentos passarão a indicar presença de substâncias consideradas como doping

Rótulos de medicamentos terão indicação de substâncias consideradas no doping — Foto: Hal Gatewood/UnsplashFoto: Hal Gatewood/Unsplash

Rótulos de medicamentos passarão a indicar a presença de substâncias que têm o uso considerado como doping. A medida foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta sexta-feira (12) e entra efetivamente em vigor daqui a 180 dias. O Comitê Olímpico do Brasil define o doping como o uso ilícito de substâncias para aumentar a performance em competições esportivas.

A regra foi estabelecida por lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Lula (PT). Um dos objetivos da proposta é evitar o doping acidental por parte de atletas. Conforme o texto, medicamentos que contenham substâncias proibidas pelo Código Mundial Antidopagem precisarão trazer um alerta com essa informação nos rótulos, bulas e materiais publicitários.

Quando a lei com a nova regra foi aprovada no Senado, a relatora do texto, Leila Barros (PDT-DF), afirmou que a falta de informações sobre essas substâncias estava entre as maiores causas de consumo acidental de medicamentos proibidos em competições, gerando punições injustas para atletas.

g1

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