Saúde

Paraíba recebe primeiro lote de vacinas contra a dengue, nesta segunda

Vacina Dengue

A Paraíba recebe nesta segunda-feira (12) o primeiro lote da vacina contra a dengue (Qdenga), com 37.040 doses. A chegada dos imunizantes está prevista para às 15h, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

Ainda nesta semana a vacina será distribuída para os 14 municípios que compõem a 1ª Região de Saúde da Paraíba: João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Conde, Caaporã, Sapé, Alhandra, Pitimbu, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Riachão do Poço e Sobrado.

O Ministério da Saúde iniciará a imunização pelas crianças de 10 a 11 anos e irá avançar a faixa etária progressivamente, assim que novos lotes forem entregues pelo laboratório fabricante. O público-alvo da vacinação, o grupo de 10 a 14 anos, seguindo a recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O lote inicial de vacinas, com 712 mil doses, vai contemplar 315 municípios de doe estados. O Distrito Federal e o estado de Goiás já receberam as primeiras remessas nesta quinta (8).

Neste primeiro envio, com o quantitativo de vacinas disponível, o Ministério da Saúde atende 60% dos 521 municípios selecionados. Conforme a entrega de novas remessas, a previsão é que todos os 521 municípios recebam doses para a vacinação da faixa etária de 10 a 11 anos até a primeira quinzena de março.

Com o recebimento das 6,5 milhões de doses disponíveis pelo laboratório em 2024, o Ministério da Saúde garantirá a vacinação de todo o público-alvo, de 10 a 14 anos, nos municípios selecionados, ao longo dos próximos meses, de forma progressiva.

Portal Correio

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Saúde

‘É quase impossível bloquear uma epidemia de dengue em curso’, constata pesquisador da Fiocruz

dengue; Brasil; epidemia, riscos

Quatro estados e o Distrito Federal decretaram situação de emergência nas últimas semanas por conta do alto número de casos. (Foto: Peter Ilicciev/Fiocruz)

Uma explosão do número de casos de dengue levou quatro estados e o Distrito Federal a decretar situação de emergência nas últimas semanas. A doença é uma velha conhecida dos brasileiros, mas as estatísticas deste começo de ano mostram um comportamento diferente de 2023, quando o país registrou o maior número de notificações.

Somente em janeiro, houve um aumento de 270% do número de casos, na comparação com o mesmo mês de 2023, segundo dados do Ministério da Saúde.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, afirmou na sexta-feira (9) que o país pode chegar a 4 milhões de diagnósticos de dengue neste ano, o que seria um recorde — em 2023, foram 1,6 milhão.

O médico infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha, pesquisador da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e membro dos Grupos Assessores Técnicos para Dengue e para Chikungunya da Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), braço da OMS (Organização Mundial da Saúde) no continente, estuda a doença no Brasil há quase quatro décadas e afirma que “houve uma antecipação da onda que era esperada de dengue em pelo menos dois meses”.

O especialista classifica o momento atual como “um cenário em ascensão”, ressalta que uma epidemia de dengue é “quase impossível” de ser freada, mas que as ações do poder público e da população podem evitar de maneira significativa muitas mortes.

Confira a entrevista

Você já tinha visto algum cenário parecido em algum ano em relação ao que estamos vivendo agora?

No ano de 2007, que envolveu muito o Rio de Janeiro, foi mais dramático. Nós não tínhamos uma rede de atenção primária como temos hoje, não se tinha o conhecimento acumulado como temos hoje, e houve muitas, muitas mortes naquele período aqui no Rio de Janeiro. Foi quando se instituiu pela primeira vez as tendas para fazer a hidratação de pessoas com dengue.

Dengue é uma doença que pode ficar grave, a ponto de matar a pessoa, mas cujo tratamento é simples, é água. Solução fisiológica é água com sal. Não tem grandes tecnologias para tratar dengue, não tem que importar um medicamento que não tenha no Brasil. Raramente precisa de um suporte de UTI. Então, na ampla maioria, pelo menos 90%, 95% dos casos de dengue são tratados com água e repouso.

Nos últimos dias, vimos Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Acre e Goiás decretarem emergência por causa do aumento do número de casos de dengue. Outros estados, como São Paulo, por exemplo, montaram comitês para monitorar a situação. Qual é, na sua visão, o cenário da dengue no Brasil neste momento?

A meu ver, é um cenário em ascensão, muita coisa ainda está por vir. Por exemplo, a dengue na região Nordeste. Tradicionalmente, o período chuvoso na região Nordeste é mais tardio do que no Centro-Oeste e no Sudeste. Praticamente não tem casos de dengue nos estados do Nordeste, mas ainda vai chegar, infelizmente.

O ano passado foi recorde em número de casos de dengue. Este ano pode superar 2023?

Eu creio que sim, infelizmente. Estamos na primeira semana de fevereiro com 345 mil casos no Brasil todo. Há em média uma semana de atraso nos bancos de dados. Podemos falar já em mais de 400 mil casos, uma média de 100 mil casos por semana.

Ano passado, tivemos 1,6 milhão de casos notificados. Se você considerar que você pode colocar uns cinco casos não notificados para cada notificado, estamos falando em cerca de 8 milhões de pessoas acometidas.

Eu diria que 2024 está começando do ponto de vista da dengue. Muito provavelmente, no final de março e até o final de abril, continuaremos preocupados e tendo dores de cabeça com a dengue. Se vai ser o ano com o maior número de casos registrados, com o maior número de mortes, não tenho como comentar. Mas boa parte disso, principalmente as mortes, é possível reduzir.

É possível modificar alguma coisa no Nordeste?

Claro. Lá não começou ainda. Desde a organização da rede com a devida antecedência para reduzir ao máximo as mortes, até organizar a rede para reduzir o sofrimento da população. E também destruir o maior número de focos de proliferação do mosquito. Essa faxina tem que fazer agora.

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Com Agência Brasil

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Saúde

Paraíba não tem previsão para o início da vacinação contra a dengue

Vacina DengueFoto: Divulgação

O Ministério da Saúde iniciou, nesta quinta-feira (8), a distribuição das vacinas contra dengue para os municípios com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024. Os critérios foram definidos pela Pasta em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems)

Na Paraíba, 14 municípios receberão lotes com os imunizantes:  João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Conde, Caaporã, Sapé, Alhandra, Pitimbu, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Riachão do Poço e Sobrado.

No entanto, ainda não há previsão para o início da vacinação. A Secretaria de Saúde informou que as doses devem chegar nos próximos dias e o cronograma de distribuição será divulgado em breve.

O Ministério da Saúde iniciará a imunização pelas crianças de 10 a 11 anos e irá avançar a faixa etária progressivamente, assim que novos lotes forem entregues pelo laboratório fabricante. O público-alvo da vacinação, o grupo de 10 a 14 anos, seguindo a recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

BG com Portal Correio

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Saúde

Em meio a surto nacional, Paraíba segue sem data para receber doses de vacina contra dengue

Aedes mosquito dengue
Mosquito Aedes Aegypti | Foto: Governo ES

A Paraíba ainda não tem previsão sobre a data e quantidade que receberá de doses da vacina contra dengue. A informação foi confirmada ao Portal T5 pela Secretaria de Saúde do Estado (SES-PB).O Brasil vive um surto da doença, de acordo com o Ministério da Saúde.

 

Na noite desta terça-feira (6), inclusive, Nísia Trindade – ministra da Saúde, convocou a população e as autoridades brasileiras a lutar contra a dengue. A afirmação foi realizada no pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão.

 

“Convoco todos e todas para uma mobilização nacional, dos governos e de toda a sociedade, para que juntos enfrentemos os atuais surtos e, em breve, possamos fazer com que a dengue seja uma doença do passado”, disse.

 

 

Dengue

A doença integra o quadro denominado de arboviroses. Isso significa que a transmissão ocorre através dos chamados vetores artrópodes. No Brasil, o vetor da dengue é a fêmea do mosquito Aedes aegypti. A patologia caracteriza-se por sintomas como quadro febril agudo (39ºC e 40ºC), seguida de dor de cabeça, prostração, dores musculares e/ou articulares e dor atrás dos olhos. Com esses sintomas, o serviço de saúde deve ser procurado com urgência. Nos quadros mais graves, entre o terceiro e sétimo dia de sintomas, há o declínio da febre e o surgimento de hemorragias. Pode-se evoluir ao óbito.

De acordo com o Ministério da Saúde, “a quase totalidade dos óbitos por dengue é evitável e depende, na maioria das vezes, da qualidade da assistência prestada e organização da rede de serviços de saúde“.

O que não devo tomar em suspeita de dengue?

A pasta alerta que remédios como aspirina, nimesulida, ibuprofeno, diclofenaco não devem ser ingeridos, isso porque eles podem elevar o risco de hemorragia. De acordo com a pasta, o protocolo oficial para dengue prevê que o médico identifique os sintomas a partir de uma pesquisa com o próprio paciente. Em seguida, o profissional pode ou não solicitar exames laboratoriais.

Vacina

A vacina foi incorporada ao Sistema único de Saúde (SUS) em 21 de dezembro de 2023. A inclusão é percebida ocmo uma ferramenta do sistema para que a dengue seja classificada como mais uma doença imunoprevenível.

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Com T5

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Saúde

Casos de câncer no mundo vão quase dobrar até 2050

ImagemFoto: Fabrice Coffrini | AFP

Um estudo da OMS mostrou que as taxas globais de câncer devem aumentar 77% até 2050. Até lá, o mundo deve bater a média de 35 milhões de novos casos por ano — hoje são 20 milhões.

Por que isso importa? O câncer é a 2ª doença que mais mata no mundo — só atrás dos problemas no coração —, e em média 1 em cada 5 pessoas terá câncer em algum momento da vida.

Com a população mundial ficando cada vez mais velha e as chances de câncer aumentando, isso significa menos movimento na economia — o que pode fazer os países repensarem suas estratégias de crescimento.

Além do fator envelhecimento, a agência da ONU disse que o aumento de casos também tem a ver com a poluição do ar, tabagismo, uso de álcool e obesidade.

O peso da desigualdade. Os países de menor renda — como o Brasil — serão os mais atingidos, com os casos crescendo 142%.

Isso porque nos países com menor IDH, as chances de morte por câncer são 30% maiores — principalmente devido à dificuldade em conseguir um diagnóstico precoce.

OBS: Quando a doença é diagnosticada no início, as chances de cura chegam aos 90%.

A situação por aqui: As projeções apontam que as mortes por câncer devem dobrar no Brasil até 2050, chegando a marca de 550 mil. O câncer de pele é o mais comum no país, e o de pulmão, no mundo.

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The News

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Saúde

Dengue: Brasil já tem mais de 217 mil casos e 15 mortes confirmadas em 2024

Nas primeiras semanas de 2024, o Brasil já registra um acumulado de 217.841 casos prováveis de dengue. Há ainda 15 mortes confirmadas e 149 em investigação. Com base nos números, a incidência da dengue no país é de 107,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa de letalidade da doença está em 0,9%.

No balanço anterior, referente às três primeiras semanas de 2024, o país registrava 12 mortes e 120.874 casos prováveis da doença. Havia ainda 85 óbitos em investigação.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde, durante encontro entre representantes da Sala Nacional de Arboviroses, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Brasília.

A pasta também divulgou dados sobre Chikungunya no país. Nas quatro primeiras semanas de 2024, foram contabilizados 12.838 casos prováveis. Há ainda três mortes confirmadas e 11 em investigação. A incidência de Chikungunya no país é de 6,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, enquanto a taxa de letalidade da doença está em 0,02%.

No balança da semana passada, referente às três primeiras semanas do ano, o país contabilizava 7.063 casos de Chikungunya, doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Foi confirmada uma morte pela doença e oito estão em investigação.

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Blog do BG PB

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Polêmica

Projeto dá cinco dias para plano de saúde efetivar idoso e pessoa com deficiência

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Saúde

Vacina contra dengue chega a apenas 10% das cidades no país; imunização começa em fevereiro

Imagem: Rogério Vidmantas /

A vacina contra dengue chega a apenas 10% das cidades no país. Segundo o Ministério da Saúde, a restrição na cobertura vacinal se deve à baixa capacidade na produção do imunizante pelo laboratório Takeda Pharma.

Com o início da vacinação contra a dengue em fevereiro pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil vai se tornar o primeiro país no mundo a oferecer a vacina na rede pública. No entanto, a imunização terá como público-alvo as crianças e os adolescentes de 10 a 14 anos que moram em cidades que correspondem 10% do total de municípios do país.

A imunização completa depende de duas doses. Ou seja, o volume de pessoas atendidas representa a metade do número de vacinas compradas.

A expectativa é que em 2025 sejam entregues 2,5 milhões de doses a mais. Além disso, há expectativa de ampliação da vacinação com imunizante em desenvolvimento pelo Instituto Butantan.

A imunização foi anunciada pelo governo desde o início da nova gestão do Ministério da Saúde, em meio à alta de casos e mortes no país.

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Com pb.com

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Saúde

Injetáveis para controle de peso colocam em dúvida eficácia de dietas de emagrecimento

iStock

 

A indústria de perda de peso dos Estados Unidos, avaliada em US$ 75 bilhões, pode ter feito você pensar que, se seguir a dieta certa, também pode perder peso e mantê-lo.

O surgimento de novos medicamentos para perda de peso como Wegovy e Zepbound destacam o quão ineficaz tem sido a dieta para milhões de pessoas que a experimentaram.

Em um ensaio clínico de 2021 com semaglutida (o ingrediente ativo em Wegovy), por exemplo, aqueles que tomaram o medicamento perderam cerca de 15% do peso corporal em pouco mais de um ano, enquanto aqueles que dependiam apenas de dieta e exercício perderam só 2%, aproximadamente.

Mas há muitas pessoas que desejam perder alguns quilos para as quais os medicamentos para perda de peso não são a escolha certa. Para essas pessoas, a dieta tradicional é uma boa opção?

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Folha de SP

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Saúde

Ministério da Saúde distribui vacina contra dengue para apenas 14 municípios da Paraíba

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (25), as cidades da Paraíba que vão receber, neste primeiro momento, doses da vacina contra dengue. Todos os municípios selecionados estão localizados na Região Metropolitana de João Pessoa.

Além da Capital, vão receber imunizantes Santa Rita, Cabedelo, Bayeux, Conde, Caaporã, Sapé, Alhandra, Pitimbu, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Riachão do Poço e Sobrado. A quantidade de vacinas por cidade não foi divulgada ainda.

O esquema vacinal é aplicado em duas doses com um intervalo de três meses. Segundo o Ministério da Saúde, a divisão das cidades foi feita em conjunto com as secretarias Estadual e municipais de Saúde.

“As vacinas serão destinadas a regiões de saúde com municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos e população residente igual ou maior a 100 mil habitantes, levando também em conta altas taxas nos últimos meses”, explica o Ministério.

O público-alvo, em 2024, serão crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, depois de pessoas idosas.

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MaisPB

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