Política

Lula desiste de tentar apoio de evangélicos após aumento de rejeição e preocupa aliados

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Aliados que conversaram nos últimos dias com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disseram que ele desistiu de vez de conquistar o apoio dos evangélicos. A postura do petista preocupa o Palácio do Planalto porque tem aumentado a rejeição ao governo nesse segmento da população, mais identificado com o bolsonarismo. E a tendência é que o voto religioso tenha peso considerável nas eleições de 2026.

Neste terceiro mandato, Lula é descrito com frequência como um líder que cansou de fazer política. Aos 79 anos, o presidente já não tem a mesma disposição que tinha quando governou o País de 2003 a 2010. A única ponte que o Executivo tem hoje com os evangélicos é o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, mas a avaliação é de que ele, sozinho, não conseguirá reverter a visão negativa sobre Lula.

A avaliação negativa dos evangélicos sobre o presidente cresceu de 50% para 55% entre junho e julho, de acordo com a mais recente pesquisa DataFolha. Esse resultado reforça a percepção de Lula de que é inviável uma aproximação entre Planalto e essas denominações religiosas.

Aliados que acompanham com lupa o governo notaram que o petista parou recentemente de fazer menções religiosas em seus discursos. Esse artifício havia se tornado comum em participações do presidente em eventos pelo País. “Lula cansou”, resumiu um interlocutor.

Lula pode até se dar ao luxo de abrir mão dos evangélicos, mas o PT continuará na cruzada para garantir aproximação com esse público. Como antecipou a Coluna do Estadão, a Fundação Perseu Abramo – centro de formação política do partido – promoveu em maio o curso “Fé e Democracia para Evangélicos e Evangélicas”.

Em abril, como mostrou a Coluna, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) chegou a se oferecer para organizar um encontro entre Lula e congregações da Igreja Batista. O presidente, contudo, revelou o medo de ser vaiado.

Estadão

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Política

Janja defende mais mulheres no Congresso, mas governo Lula tem só 26% de ministras


Foto: Cláudio Kbene

A primeira-dama, Janja da Silva, defendeu nesta sexta, 8, o aumento da participação feminina no Congresso para aprovação de leis favoráveis às mulheres.

“Nós não vamos ter potência para votar leis que importam definitivamente e que atingem a nossa vida diretamente, se nós não tivermos mais mulheres no Parlamento”, afirmou, em evento promovido pela Petrobras no Rio de Janeiro.

“E a gente sabe da violência política que as mulheres sofrem naquele lugar. Seja no Congresso Nacional, nas Assembleias Estaduais ou nas Câmaras. A gente tem que fazer com que as mulheres não desistam disso”, acrescentou.

Ministérios com mulheres?

Apesar da narrativa de Janja, o governo Lula conta com apenas 10 mulheres ocupando cargos de comando na Esplanada dos Ministérios, entre um total de 38 pastas.

Com a nomeação de Gleisi Hoffman para o Ministério da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), o número chegou a 10. Isso representa 26,3% dos ministérios ocupados por mulheres.

Além de Gleisi Hoffman, o quadro conta com: Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação); Margareth Menezes (Cultura); Macaé Evaristo (Direitos Humanos e Cidadania); Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos); Anielle Franco (Igualdade Racial); Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima); Cida Gonçalves (Mulheres); Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas).

Lula rejeitado entre as mulheres

Pesquisa Genial/Quaest publicada em abril revelou que a desaprovação do presidente Lula entre as mulheres subiu de 39% em julho do ano passado para 53%.

A aprovação entre elas está em 43%.

Com isso, Lula chega próximo à desaprovação de 59% que Jair Bolsonaro teve entre as mulheres no final de 2021, segundo a Genial/Quaest.

A aprovação de Bolsonaro, contudo, era bem menor que a do petista, em torno de 16% no eleitorado feminino.

O Antagonista

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Política

Oposição consegue assinaturas necessárias para pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes

Foto: Reprodução 

A oposição conseguiu reunir as 41 assinaturas necessárias para protocolar no Senado um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento deve ser formalmente apresentado à Mesa Diretora da Casa nos próximos dias.

Ainda não foram divulgados oficialmente os nomes de todos os senadores que assinaram o requerimento. Até o momento, o ministro não se pronunciou sobre o pedido.

O deputado ainda explicou sobre o restante dos processos burocráticos para atender à vontade da oposição de tirar Moraes do poder. A denúncia ainda precisa passar pela avaliação de Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, que definirá se dará ou não prosseguimento ao pedido da oposição.

Para que Moraes seja efetivamente afastado do cargo, o julgamento exigiria os votos de 54 senadores — o equivalente a dois terços da Casa. No momento, os parlamentares bolsonaristas devem pressionar Alcolumbre para que o processo de impeachment dê continuidade, afinal, a decisão cabe a ele.

Blog do BG

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Política

Aliados negam acordo de Hugo com a oposição para pautar anistia

Foto: Bruno Spada

Aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), negam que ele tenha feito acordo com a oposição bolsonarista para pautar o projeto de lei da anistia e a PEC (proposta de emenda à Constituição) de fim do foro privilegiado.

A versão de que se teria avançado para um acordo foi propagada por lideranças bolsonaristas, após Hugo ter conseguido entrar no plenário e abrir a sessão na noite de quarta-feira (6), escoltado pela tropa de choque de líderes e outros parlamentares do Centrão.

Deputados que ficaram ao lado de Hugo ao longo de todo o dia relataram à CNN que não houve nenhuma negociação com o presidente da Casa. O único ponto que teria avançado foi o compromisso estabelecido pelo União Brasil e pelo PP de manterem uma obstrução regimental até discutir as duas pautas.

”Hugo não aceitou discutir nada enquanto não assumisse a Presidência”, disse à CNN um parlamentar da Mesa

CNN

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Sem categoria

Sóstenes diz que Câmara vai pautar anistia e foro na próxima semana

Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara  • Reprodução/CNN

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse, nesta quarta-feira (6), que a Câmara vai pautar a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro e a questão do foro privilegiado na próxima semana.

“Objetivo nosso é comunicar como foi construído o acordo de forma transparente pra todo o Brasil. Momento do país é gravíssimo, temos o poder Legislativo de cócoras para o Judiciário. Toda essa ocupação feita pelos guerreiros parlamentares tem o objetivo principal a volta das prerrogativas constitucionais do Congresso, e é isso que foi fruto do acordo”, disse Sóstenes.

“Presidente Hugo Motta pediu aos líderes aqui representados, construímos compromisso que a na próxima semana abriremos trabalhos nessa casa pautando mudança do foro privilegiado para tirar a chantagem que muitos deputados e senadores vem sofrendo por parte de alguns ministros do STF”, prosseguiu.

A sessão da Câmara desta quarta foi marcada por protesto da oposição. Hugo Motta teve uma intensa negociação e conseguiu retomar o comando da Mesa Diretora, que estava ocupada por parlamentares.

Eles se manifestavam contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). O protesto também ocorreu no Senado.

A medida faz parte da estratégia anunciada pela oposição para pressionar os presidentes das duas Casas para pautarem a anistia aos condenados do 8 de janeiro e o processo de impeachment contra Moraes.

CNN

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Política

Lula é o principal culpado por tarifa dos EUA, mostra pesquisa


Foto: Marcelo Camargo

Uma pesquisa nacional do Instituto Ibespe realizada entre os dias 1º e 3 de agosto revela que a maioria dos brasileiros considera que a tarifa de 50% imposta pelo governo dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros tem motivação política — e não comercial, como alega o Palácio do Planalto.

Segundo o levantamento, 60% dos entrevistados enxergam a medida norte-americana como uma retaliação política. Apenas 29,7% acreditam que a decisão tem razões comerciais.

“Mesmo com o esforço em rotular a medida como econômica, os dados mostram que a maioria da população compreendeu o contexto geopolítico da decisão”, afirma o cientista político Marcelo Di Giuseppe, coordenador da pesquisa. “Isso revela uma consciência política que vai além da superfície das narrativas.”

Questionados sobre quem seria o maior responsável pela imposição da tarifa norte-americana, 25,3% dos entrevistados citaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele aparece à frente do presidente dos EUA, Donald Trump (19,9%), e de Jair Bolsonaro (11,5%).

Outros nomes citados incluem o “governo brasileiro” (7,7%) e o ministro Alexandre de Moraes (2,8%). Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro, alvo de críticas por denunciar o STF no exterior, foi responsabilizado por apenas 2,8% dos entrevistados.

“A tentativa de criminalizar a denúncia feita por Eduardo Bolsonaro não encontrou respaldo na opinião pública. Ao contrário do que alegaram seus adversários, a população majoritariamente não o vê como traidor da pátria”, destacou Giuseppe.

Um dado que chama atenção é a uniformidade da percepção política entre diferentes perfis de consumo de mídia. O Ibespe mostra que 68,7% dos brasileiros que se informam por redes sociais veem a tarifa como retaliação política. Entre os que se informam principalmente pela televisão, o índice também é alto: 62,3%.

A pequena diferença revela que a narrativa do governo Lula sobre uma suposta motivação econômica da medida norte-americana não se sustentou nem entre o público tradicional da TV, historicamente mais influenciado pelos grandes grupos de comunicação.

“Essa pesquisa evidencia que estamos diante de uma disputa narrativa, e que os meios alternativos de informação estão conseguindo romper o monopólio da interpretação dos fatos”, explica o cientista político.

Mesmo entre eleitores que votaram em Lula no segundo turno das eleições presidenciais de 2022, 24,4% o responsabilizam pela crise com os Estados Unidos. Entre os eleitores de Jair Bolsonaro, esse número salta para 39%, segundo a pesquisa.

Revista Oeste

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Sem categoria

Lula se encontra com neto de Fidel Castro em evento do PT

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou neste domingo, 3, em Brasília, com Fidel Antonio Castro Smirnov, o “Fidelito” – neto do líder cubano Fidel Castro, que morreu em 2016.

Um registro que mostra Lula e Fidelito foi publicado pelo prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá (PT), que afirmou ser um dos responsáveis pelo “encontro simbólico”, durante o encerramento do 17º Encontro Nacional do PT.

“O Congresso também foi marcado por um encontro simbólico que ajudei a construir: o abraço entre Lula e Fidelito, neto de Fidel. Um gesto de afeto e história, que agora se transforma em futuro. Fidelito vai desenvolver pesquisas em medicina nuclear em Maricá. Seguimos firmes, com ousadia, projeto e pé no povo!”, escreveu.

O evento reuniu lideranças petistas como a ex-presidente do PT e ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o novo presidente do partido, Edinho Silva.

Estadão

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Política

Saiba posicionamento dos senadores paraibanos sobre o impeachment de Alexandre de Moraes

Senadores da Paraíba gastam R$ 604 mil do cotão no primeiro semestre em  2023; veja como

A intenção em avançar com o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), conta com apoio de 34 senadores, segundo site divulgado por oposicionistas.

O placar, atualizado neste domingo (3), também indica que 28 senadores têm voto indefinido e outros 19 são contra um processo que pode levar à saída de Moraes da Corte.

Na lista, os três senadores paraibanos Efraim Filho (União), Veneziano Vital (MDB) e Daniella Ribeiro (PP), ainda não tem posição definida sobre o assunto.

No entanto, apenas Efraim Filho reconheceu em uma entrevista recente à rádio 98 FM Correio que há uma perseguição contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e que não haveria problemas do país enfrentar um processo de impeachment contra um ministro da Suprema Corte.

Blog do BG PB

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Política

Direita promove protesto contra Lula e Alexandre de Moraes neste domingo (3), em João Pessoa

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) convocam apoiadores para um protesto neste domingo (3), no Busto de Tamandaré, a partir das 14h.

Na pauta, eles pedem o impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Com o movimento intitulado “Reaja Brasil”, o foco principal dos protestos, que devem acontecer em todo o Brasil, será uma resposta às medidas cautelares impostas a Jair Bolsonaro, que incluem restrições de locomoção e comunicação.

Manifestação nacional

Diferente de outras mobilizações realizadas em prol de Bolsonaro, os atos serão “pulverizados”. Nos atos anteriores, as atenções se concentravam em apenas uma capital por vez, como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Veja lista completa com local e horário das manifestações

Sudeste

São Paulo – Avenida Paulista – 14h

Sorocaba – Campolim – 10h

São José do Rio Preto – Praça Dom José Marcondes – 15h

Baurú – Avenida Getúlio Vargas, quadra 19, em frente à Copaíba – 10h

Araçatuba – Avenida Pompeu – 10h

Rio de Janeiro: Rio de Janeiro – Copacabana – 11h / Cabo Frio – Praia do Forte – 10h

Minas Gerais: Belo Horizonte – Praça da Liberdade – 10h / Uberlândia – Praça Tubal Vilela, Centro – 10h

Espírito Santo: Vila Velha – Posto Moby Dick – 12h

Centro-Oeste

Distrito Federal: Brasília – Banco Central – 10h

Goiás: Goiânia – Praça Tamandaré – 10h

Mato Grosso do Sul: Campo Grande – Praça do Rádio – 10h / Dourados – Parque do Lago – 10h / Bonito – Praça do Rotary – 10h

Mato Grosso: Rondonópolis – Avenida Lions – 16h / Cuiabá – Praça do Chopão – 16h

Sul

Paraná: Curitiba – Boca Maldita – 14h

Rio Grande do Sul: Porto Alegre – Parção – 15h / Erechim – Praça a Bandeira – 15h

Santa Catarina

Florianópolis – Trapiche da Beiramar – 16h

Joinville – Praça da Bandeira – 15h

Blumenau – Alameda Duque de Caxias – 15h

Chapecó – Avenida Getúlio Vargas – Três Estátuas – 9h

Criciúma – Ao lado do Criciúma Shopping – 10h

Balneário Camboriú – Praça Tamandaré – 10h

Itajaí – Praça da Beira Rio – 15h

Brusque – Praça do Sesquicentenário – 15h

São João Batista – Trevo da Via Scarpa – 15h

Itapema – Trevo das Peixarias – 9h30

Rio do Sul – Praça Emerbengo Pellizetti – 16h

Concórdia – Parque de Exposições – 9h

Caçador – Parque Central – 15h

São José do Cedro – Frente à Churrascaria Gerelli – 15h

Joaçaba – Praça da Catedral – 14h

São Bento do Sul – Praça Central – 14h

Lages – Praça da Bandeira – 14h

São Francisco do Sul – Trevo do Rocio Grande – 10h

Imbituba – Passarela do KM 290 – 15h

Campos Novos – Em frente à Rodoviária – 10h

Indaial – Em frente à Havan – 15h

Timbó – Na saída do parque central para Indaial – 14h30

Rio dos Cedros – Em frente à Igreja Matriz – 14h

Rodeio – Saída do Posto Rodeio – 14h

Pedrinho – Em frente ao Centro de Eventos – 13h30

Benedito Novo – Praça Central – 14h

Nordeste

Bahia: Salvador – Farol da Barra – 9h / Simões Filho – Vila Serena Cia 1 – 9h / Feira de Santana – Avenida Getúlio Vargas – 15h

Ceará: Fortaleza – Praça Portugal – 15h / Juazeiro do Norte – Praça do Giradouro – 16h

Pernambuco: Recife – Padaria Boa Viagem – 14h

Maranhão: São Luís – Praça do Foguete – 9h

Paraíba: João Pessoa – Busto de Tamandaré – 14h

Rio Grande do Norte: Natal – Shopping Midway – 14h

Piauí: Teresina – Avenida Raul Lopes (Ponte Estaiada) – 16h

Sergipe: Aracaju – Arcos da Orla – 14h

Alagoas: Maceió – Corredor Vera Arruda – 9h

Norte
Acre: Rio Branco – Em frente ao Palácio Rio Branco – 8h

Amazonas: Manaus – Ponta Negra – 16h

Roraima: Boa Vista – Praça do Centro Cívico – 17h

Pará: Belém – Sede do Novo – Assis de Vasconcelos (esquina com a 28 de setembro) – 8h

Tocantins: Palmas – Praça dos Girassóis – 16h

Rondônia: Porto Velho – Espaço Alternativo (o horário não foi informado)

Blog do BG PB

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Política

Senadores da base de Lula são a favor de impeachment de Moraes

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) compartilhou em seu perfil no X na sexta-feira (1º) o “placar atualizado” de votos no Senado favoráveis e contrários ao pedido de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, alvo de sanções do governo dos Estados Unidos.

Os dados, do site “votossenadores.com.br”, mostram que 34 senadores são a favor do impeachment e 19 são contra. Há ainda outros 28 indefinidos. Cabe ao presidente do Senado decidir se dá seguimento ou não a um pedido de impeachment de um ministro do Supremo. São necessários 54 votos, ou 2/3 do plenário, para confirmar a destituição.

Dos 34 apontados como favoráveis ao impeachment de Moraes, 15 são de partidos que integram a Esplanada de Lula. O presidente ligou para o magistrado depois do anúncio do governo dos EUA, convidou os ministros do STF para um jantar e planeja um pronunciamento em que provavelmente vai criticar a medida dos norte-americanos.

Leia abaixo quantos senadores são a favor do impeachment:

  • União Brasil – 4;
  • Republicanos – 3;
  • PSD – 3;
  • PP – 3;
  • PSB – 1;
  • MDB – 1.

Poder 360

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