Paraíba

Adriano confirma aproximação de Aguinaldo e João para 2022

Foto: Divulgação/Assessoria

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, afirmou durante entrevista à imprensa, que o Partido Progressista (PP), presidido em âmbito estadual pelo deputado Aguinaldo Ribeiro, se afastou da oposição ao governador João Azevêdo (Cidadania). Segundo o parlamentar, as discussões sobre a composição da chapa majoritária que irá disputar a eleição em 2022 serão iniciadas nos próximos meses.

“Temos o PP que está se juntando ao grupo do governador, que tem à frente o deputado Aguinaldo; mas só são duas vagas, então a pessoa que vai conseguir essa indicação será fruto de um diálogo, de um trabalho, convencimento e articulação política”, disse Galdino.

Reunião da oposição
A senadora Daniella Ribeiro (PP) e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro não estiveram presentes em uma reunião realizada pela oposição, em João Pessoa, no mês de junho. Segundo o deputado Tovar Correia Lima (PSB), a ausência deles foi por falta de agenda. Porém, segundo o que Adriano apontou, o gesto é um claro distanciamento ao grupo oposicionista.

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Política

TSE afasta presidente do Patriota

Imagem: Adriano Machado/Reuters

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, decidiu acatar um pedido da ala do Patriota contrária à filiação de Jair Bolsonaro (sem partido) e afastar Adilson Barroso do comando do partido. A decisão é passível de recurso, mas já significa um revés para Bolsonaro, que quer se filiar ao Patriota para lançar sua candidatura ao segundo mandato.

“Foram anuladas todas as atitudes dele [Adilson Barroso], que nós chamamos de irregulares. Estão voltando todos os delegados [afastados pelo presidente e contrários a filiação de Bolsonaro]. Está afastando Adilson e Ovasco Resende assume a presidência”, afirmou Jorcelino Braga, secretário-geral do Patriota, ao jornal “O Estado de S. Paulo”.

Uma convenção nacional do Patriota decidiu, no dia 24 de junho, afastar por 90 dias Adilson Barroso da presidência do partido. A reunião foi convocada pelo vice-presidente da sigla, Ovasco Resende, que assume o comando de forma interina. A mudança ocorre no momento em que o presidente Jair Bolsonaro negocia a filiação à legenda para lançar sua campanha à reeleição. Barroso é a favor da entrada de Bolsonaro no partido e Resende, contra.

A articulação de Bolsonaro para se filiar ao Patriota e controlar diretórios estratégicos deflagrou uma guerra entre correligionários. Barroso, por exemplo, já promoveu duas convenções com o objetivo de abrir caminho para a filiação de Bolsonaro, mas uma ala contestou a validade dos encontros por delegados da Executiva Nacional terem sido trocados. A convenção do último dia 24 foi a terceira em menos de um mês.

Resende disse a “O Estado de S. Paulo” que Bolsonaro está exigindo o comando dos diretórios do Patriota em São Paulo, Rio e Minas Gerais, os três maiores colégios eleitorais do país. Desde que deixou o PSL, em novembro de 2019, o presidente procura uma sigla para abrigar sua candidatura a um novo mandato, em 2022. Tentou montar o Aliança pelo Brasil, mas a empreitada não deu certo.

Uol

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Política

“A batata dele começa a assar”, diz Gleisi Hoffmann do PT sobre Bolsonaro

Foto: reprodução internet

Para Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, a reprovação de 51% a Jair Bolsonaro apresentada por levantamento feito pelo Datafolha mostra que as condições para um impeachment do presidente ganham cada vez mais concretude. Nas palavras da deputada federal, “a batata dele começa a assar”.

A reprovação a Bolsonaro alcançou o maior índice nos 13 levantamentos feitos pelo Datafolha desde que o presidente assumiu o governo, em 2019. Para seguir com o desgaste e o pedido de impeachment, a oposição deve seguir realizando atos nas ruas e buscando meios de prorrogar a CPI da Covid.

Os números de rejeição aumentaram mesmo com a campanha vacinal batendo recordes em todo o país, com o número de mortes e disseminação do vírus reduzindo e com a economia apresentando sinais de melhora.

Painel – Folha de São Paulo

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Política

Caguei para a CPI, não vou responder nada’, diz Bolsonaro sobre carta de senadores

Foto: reprodução

Usando palavra de baixo calão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou na noite desta quinta-feira (8) que não vai responder a uma carta do presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-MA), do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e do relator Renan Calheiros (MDB-AL) provocando o mandatário a se manifestar sobre o depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF) a respeito do caso Covaxin.

“Sabe qual a minha resposta? Caguei! Caguei para a CPI, não vou responder nada!”, afirmou Bolsonaro em sua live semanal.

O presidente voltou a atacar senadores independentes e de oposição e referiu-se aos três da cúpula da CPI como “imbecil”, “hipócrita” e “analfabeto”.

“Não vou responder nada para estes caras, não vou responder nada para este tipo de gente”, disse Bolsonaro.

“Tomamos essa iniciativa de maneira formal, tendo em vista que no dia de hoje, após 13 dias, Vossa Excelência não emitiu qualquer manifestação afastando, de forma categórica, pontual e esclarecedora, as graves afirmações atribuídas à Vossa Excelência, que recaem sobre o líder de seu governo”, afirmam os senadores na carta protocolada no fim da tarde na Presidência da República.

À CPI, Luis Miranda declarou que alertou Bolsonaro, em março, sobre o caso Covaxin. Segundo sua versão, o presidente associou o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), às supostas irregularidades. Barros nega ter participado da negociação para a compra da Covaxin.

Os parlamentares da CPI da Covid pedem que Bolsonaro confirme ou desminta a afirmação do deputado.

Folhapress

 

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Brasil

Eleições 2022: Ou fazemos eleições limpas ou não temos eleições, diz Bolsonaro

Foto: Agência Reuters

O presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre a disputa nas eleições 2022. A apoiadores, o presidente defendeu uma eleição “limpa” no próximo ano, sem se referir a um tema específico, mas tem defendido o voto impresso como forma de auditar os votos.

“Eleições no ano que vem serão limpas. Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições”, disse o presidente na saída do Palácio da Alvorada.

Na quarta (7), em entrevista à rádio Guaíba, Bolsonaro chegou a declarar que, em caso de eventual derrota nas urnas, algum lado pode não concordar com a derrota. “Algum lado pode não aceitar o resultado. Esse algum lado, obviamente, é o nosso lado. Pode não aceitar esse resultado”.

Gazeta do Povo

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Brasil

Manifestações: MBL e Vem Pra Rua farão manifestação “Fora, Bolsonaro” no dia 12 de setembro

Foto: reprodução/MBL/YouTube

O Movimento Brasil Livre e o Vem pra Rua farão uma manifestação “Fora, Bolsonaro” no dia 12 de setembro. O anúncio acaba de ser feito por Kim Kataguiri na Câmara dos Deputados. A data foi escolhida, segundo disse Kataguiri, porque os organizadores esperam que até lá 50% da população brasileira estará vacinada com as duas doses.

Hoje, o Brasil tem cerca de 38% da população vacinada com a 1ª dose, e 13% de plenamente imunizados. Ainda de acordo com Kim Kataguiri, “a ideia é unificar”.

Kataguiri, um dos principais líderes do MBL, assinou o ‘superpedido’ de impeachment apresentado na semana passada – a maioria dos signatários é de partidos e organizações de esquerda.

Partidos e organizações de esquerda realizaram em todo o Brasil, no último sábado (3), manifestações pelo impeachment de Bolsonaro.

Blog do BG com O antagonista

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Paraíba

VÍDEO: juiz Ramonilson Alves critica João Azevedo de não tratar o sertão com igualdade

Foto: reprodução

O presidente do diretório do Patriota em Patos, juiz Ramonilson Alves, divulgou um vídeo onde faz críticas ao governador João Azevedo (Cidadania). Após o anúncio da instalação de uma unidade do Lacen na cidade de Sousa.

Segundo o juiz Ramonilson, o Governo da Paraíba erra pela não instalação de uma unidade na cidade de Patos, que somada a unidade de Sousa daria o suporte necessário em relação aos serviços oferecidos a população. “Não se está criticando a instalação em Sousa, é merecida, mas por que esse tratamento de diminuição em relação a região polarizada por Patos, e do Sertão da Paraíba?”, Questionou Ramonilson.

Ele também fez críticas ao governador, por ter afirmado que o Sertão não tem necessidade da implantação de um hospital de trauma, e que para isto acontecer dependeria de um estudo técnico para viabilizar a construção. Ramonilson finaliza cobrando explicações de João Azevedo e pedindo respeito com o povo do sertão.

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Política

EFEITO MANADA: Jeová Campos, Estela Bezerra e Cida Ramos pedem filiação ao PT

Foto: reprodução

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Jackson Macêdo, revelou em entrevista ao programa Arapuan Verdade desta quinta-feira (8), que os deputados Jeová Campos, Estela Bezerra e Cida Ramos, todos do Partido Socialista Brasileiro (PSB), pediram filiação a legenda petista.

De acordo com o Jackson, as tratativas já foram iniciadas, mas ainda não há nada concreto. Ele destacou o histórico de luta deles no campo da esquerda. “Todos os três são figuras importantes na luta pela democracia e serão bem-vindos ao PT. Estamos conversando e de braços abertos casos eles optem por a se filiar a legenda”, disse o presidente estadual.

Em contato com o Blog do BG, a deputada estadual afirmou que não viu a notícia e que não iria se pronunciar. O deputado Jeová Campos e a deputada Estela Bezerra não responderam os nossos contatos.

 

Blog do BG com Paraíba.com

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Política

Filiação de Bolsonaro ao Patriota para 2022 está cada vez mais distante

Foto: reprodução Twitter

Está cada vez mais distante a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Patriota para disputar a reeleição em 2022. Pesou, segundo interlocutores do presidente, a resistência interna liderada por Ovasco Resende, que está em pé de guerra com o presidente da legenda, Adilson Barroso.

Barroso chegou a promover mudanças no estatuto partidário para abrir caminho para a filiação de Bolsonaro no mesmo dia em que foi anunciada a filiação do senador Flávio Bolsonaro (RJ). Alegando nulidades, o grupo de Ovasco, vice-presidente do partido, contestou o movimento, judicializou a questão e, em troca, tentou afastar Barroso do comando da legenda.

Sem partido desde 2019, quando deixou o PSL em meio a um racha na legenda, Bolsonaro segue sem partido para disputar a reeleição — ele precisa estar filiado até seis meses antes do pleito de 2022.

O presidente tentou encampar a criação de um partido próprio, o Aliança pelo Brasil, mas, sem o número mínimo de apoiamentos reconhecidos pela Justiça Eleitoral, a ideia também não prosperou. Assim, é dado como certo que ele irá para um partido já existente.

Embora tenha outras legendas cotadas para abrigar o presidente, como o PTB de Roberto Jefferson, o PRTB de Hamilton Mourão ou o PP, pelo qual já foi deputado, há uma variável que também dificulta o “casamento”: Bolsonaro não abre mão de exercer o controle sobre o partido que irá recebê-lo.

Veja

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Política

Forças Armadas reagem a Omar Aziz e dizem que não aceitam “ataque leviano”

O Ministério da Defesa e as Forças Armadas emitiram uma nota oficial repudiando as declarações do presidente da CPI da Pandemia, o senador Omar Aziz (PSD-AM), nesta quarta-feira (7). Segundo o comunicado, ele “desrespeitou” os militares e “generalizou esquemas de corrupção”.

Além de menções à ala militar, a oitiva terminou com o pedido de prisão do ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias.

“Essa narrativa, afastada dos fatos, atinge as Forças Armadas de forma vil e leviana, tratando-se de uma acusação grave, infundada e, sobretudo, irresponsável”, diz a nota.

“As Forças Armadas não aceitarão qualquer ataque leviano às instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro.”

Mais cedo, na CPI, Omar Aziz disse “os bons das Forças Armadas devem estar muito envergonhados com algumas pessoas que hoje estão na mídia, porque fazia muito tempo, fazia muitos anos que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatrua dentro do governo”.

Segundo o senador, “eu não tenho nem notícia disso [corrupção] na época da exceção que houve no Brasil, porque o Figueiredo morreu pobre, porque o Geisel morreu pobre, porque a gente conhecia… (…) Uma coisa de que a gente não os acusava era de corrupção, mas, agora, Força Aérea Brasileira, Coronel Guerra, Coronel Elcio, General Pazuello e haja envolvimento de militares…”, declarou.

O repúdio das Forças Armadas veio em nota no início da noite.

Leia a íntegra abaixo:

Foto: reprodução

CNN

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