O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a Petrobras terá “uma nova dinâmica” sob o comando de Caio Paes de Andrade, que nesta segunda-feira (27) teve a indicação aprovada para presidir a petroleira.
Durante discurso no Palácio do Planalto, o chefe do Executivo federal disse que tudo será analisado em conformidade com a lei e sem interferências.
“Pode ter certeza, hoje o Caio está tomando posse lá na Petrobras, teremos uma nova dinâmica também na Petrobras na questão dos combustíveis no Brasil”, declarou Bolsonaro. Segundo o presidente, “tudo vai ser analisado na conformidade, na base da lei, sem querer mexer no canetaço na Lei das Estatais, sem querer interferir em nada, mas com muito respeito”.
O nome de Andrade foi aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras. Caio Paes de Andrade foi indicado para comandar a petroleira em maio deste ano. Ele é o quarto nome indicado por Bolsonaro para comandar a empresa.
A quinta rodada da pesquisa feita pelo Instituto FSB e divulgada nesta segunda-feira (27) mostra que as intenções de voto para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno caíram. No levantamento anterior, do dia 13 de junho, o petista tinha 44% e, agora, aparece com 43% na versão estimulada – quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.
Por sua vez, o presidente Jair Bolsonaro (PL) cresceu, de 32% para 33%. Em terceiro lugar, Ciro Gomes (PDT) também oscilou, de 9% para 8%. Simone Tebet (MDB) passou de 2% para 3%. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Os entrevistados que disseram não votar em nenhuma das opções somam 7%; indecisos são 3% dos entrevistados.
Espontânea
No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Lula pontuou 39% – um ponto percentual a menos que na última rodada, em que tinha 40%. Bolsonaro marcou 31%, dois pontos percentuais a mais do que no levantamento anterior.
Os indecisos representam 13% da pesquisa; brancos e nulos, 5%. Outros 6% responderam que não votariam em ninguém. Também na terceira posição no cenário espontâneo, Ciro Gomes marcou 3% e, em seguida, Tebet e André Janones (Avante) ficaram com 1% cada um.
Segundo turno
Em um eventual cenário de segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista caiu de 54% para 52% e o atual presidente, de 36% para 37%, o que levou a diferença entre os dois encolher de 18 para 15 pontos percentuais. Nesse quadro, 9% disseram não votar em nenhum dos dois candidatos e 1% não soube ou não respondeu.
Encomendado pelo banco BTG Pactual, o levantamento entrevistou 2 mil pessoas entre sexta-feira (24) e domingo (26). A margem de erro é de dois pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05022/2022.
Como foi antecipado pelo Blog do BG PB, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, confirmou na manhã desta segunda-feira (27) que o vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro será o indicado do PP para a chapa de vice de João Azevêdo.
Lucena afirmou que as condições de jovialidade, experiência pública e de ser morador da Rainha da Borborema são fatores que contribuem para a indicação.
“Tudo isso vai ser fruto de conversa de debate junto ao Governo do Estado e sua base de sustentação”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou na noite deste domingo (26) que pretende anunciar nos próximos dias o nome do general da reserva do Exército Walter Braga Netto como vice em sua chapa que concorrerá à Presidência da República nas eleições deste ano.
Também filiado ao PL, Braga Netto foi ministro da Casa Civil e da Defesa no governo Bolsonaro. Ele deixou o cargo no final de março devido à exigência de não ocupar funções públicas para disputar um cargo eletivo em outubro, como previsto pela legislação eleitoral.
Nos últimos dias, o nome da ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP) também vinha sendo cogitado como vice de Bolsonaro. O presidente, porém, descartou a informação e confirmou o general para o cargo, em entrevista ao Programa 4 por 4.
“Temos outros excelentes nomes, como o da Tereza Cristina. O general Heleno [Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência] quase foi meu vice lá atrás. (…) Vice é só um. Gostaria que pudesse indicar dez, daí não teria problemas”, afirmou.
Bolsonaro ressaltou o currículo do general, dizendo que ele tem uma “vida de 45 anos de serviços na caserna”.
“Foi interventor por um ano aproximadamente no Rio de Janeiro, veio para o nosso governo, pegou a difícil missão da Casa Civil durante a pandemia, foi para o Ministério da Defesa e se desincompatibilizou para poder ficar livre aí para disputar um cargo eletivo. Então, é uma pessoa que eu admiro muito”, disse.
Em sua conta no Twitter, Bolsonaro publicou uma foto ao lado do ex-ministro minutos após a entrevista.
Durante solenidade bastante prestigiada por correligionários e eleitores, nesta sexta-feira, 24, em João Pessoa, onde o presidente Jair Bolsonaro (PL), fez a entrega dos Residenciais Canaã I e II, no Bairro das Indústrias, do Programa Casa Verde e Amarela, o comunicador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Nilvan Ferreira (PL), confirmou que o vice- candidato na sua chapa será de Campina Grande.
“O presidente nos deixou muito à vontade para discutir esse tema com os aliados da Paraíba. Com pessoas que nos acompanha. A gente vai ter uma certa cautela agora, e esperar até a convenção para definição do vice, mas uma coisa é certa, ele será de Campina Grande”, afirmou Nilvan.
Nilvan disse ainda na ocasião, que não tem preferência por nenhum nome em especifico, e que o escolhido será aquele que agregar mais força a chapa.
Por fim, Nilvan afirma que vai escutar sugestões do presidente Bolsonaro no processo de escolha do vice- candidato na chapa para disputa do governo estadual.
“Eu acho que a coisa vai caminhar para a gente ter a melhor escolha de vice e para ter a melhor chapa para ganhar a eleição”, destacou o pré-candidato Nilvan Ferreira.
Cícero Lucena, prefeito de João Pessoa, é vaiado em evento de entrega de residenciais na Capital, realizada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta sexta-feira, 24.
No momento em que foi fazer uso da palavra no evento, o prefeito progressista recebeu uma sonora vaia do público presente.
Lula e Bolsonaro — Foto: Nelson Almeida/AFP e Alan Santos/Presidência da República
Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” revela os índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022.
Em relação ao levantamento anterior, Lula oscilou um ponto para menos, dentro da margem de erro. Bolsonaro oscilou um ponto para mais, também dentro da margem de erro.
Foram apresentados como pré-candidatos: Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), André Janones (Avante), Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil), Felipe D’Ávila (Novo), Eymael (DC), Pablo Marçal (Pros), General Santos Cruz (Podemos), Leonardo Péricles (UP), Sofia Manzano (PCB) e Vera Lúcia (PSTU).
Pesquisa estimulada de intenções de voto no 1º turno
Lula (PT): 47% (48% na pesquisa anterior)
Jair Bolsonaro (PL): 28% (27% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 8%(7% na pesquisa anterior)
André Janones (Avante): 2% (2% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 1%(2% na pesquisa anterior)
Pablo Marçal (Pros): 1%(1% na pesquisa anterior)
Vera Lúcia (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 7%(7% na pesquisa anterior)
Não sabe: 4%(4% na pesquisa anterior)
Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP), Eymael (DC), Luciano Bivar (UB) e General Santos Cruz (Podemos) não pontuaram.
A pesquisa ouviu 2.556 pessoas nos dias 22 e 23 de junho em 181 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Bolsonaro cresce na espontânea
A pesquisa espontânea mostra crescimento de Bolsonaro: ele passou de 22% para 25%. Lula segue líder, tendo oscilado de 38% para 37%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Por 4 votos a 3, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu nesta terça (21) que partidos coligados ao cargo de governador devem manter a mesma coligação na disputa ao Senado, como determina a regra atual.
A decisão afeta as chapas da Paraíba. Caso o Republicanos se mantenha com o governador João Azevedo (PSB), não poderá formalizar uma aliança com Efraim, que tem Pedro Cunha Lima (PSDB) na disputa pelo governo.
Sendo assim, Efraim, ou permaneceria com Pedro ou volta pra base de João, se não quiser abrir mão do Republicanos.
Além disso, segundo o entendimento do TSE, partidos que compõem a mesma coligação na disputa por um governo estadual podem apresentar mais de um candidato a senador.
O presidente do Republicanos na Paraíba, Hugo Motta, revelou na noite desta terça-feira (21) que terá um encontro com o governador João Azevêdo (PSB) para selar o destino da relação entre a legenda e o chefe do Executivo paraibano.
Segundo Motta, o encontro deve acontecer na próxima sexta-feira (24), em Patos, no Sertão do Estado, e deve selar o destino do partido.
Entenda
Desde a última quarta (15), após o deputado federal Aguinaldo Ribeiro anunciar que seria candidato à reeleição e reivindicar a vice na chapa de João Azevêdo, o Progressistas e Republicanos tem travado um embate público e que tem estremecido a relação na base governista.
O Republicanos, de Hugo e Galdino, já havia reivindicado anteriormente o mesmo espaço e tratado da situação com o governador João Azevêdo, porém, segundo Aguinaldo, a vaga agora é do Progressistas e o partido de Motta reclama publicamente que só foi comunicado sobre a mudança por meio da imprensa.
A informação de que a vaga é do Progressistas foi confirmada nesta terça-feira (21) pelo presidente estadual do PSB, deputado Gervásio Maia.
Além de editar uma medida provisória (MP) para mexer na Lei das Estatais, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) trabalha com outras duas alternativas no discurso de conter as recorrentes altas nos preços dos combustíveis.
Uma das propostas ventiladas é a criação de um voucher mensal pago a caminhoneiros para subsidiar o abastecimento com diesel. Outra possibilidade colocada à mesa pelo Executivo federal é aumentar o valor do vale-gás para beneficiários do Auxílio Brasil.
A informação foi confirmada pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O senador esteve reunido, nesta terça-feira (21/6), com os ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, e Economia, Paulo Guedes, além do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
A reunião serviu para alinhar soluções entre Executivo e Legislativo para o novo aumento anunciado pela Petrobras.
“Há essa intenção por parte do governo, além da excepcionalização do teto para atingir o ICMS desses combustíveis, se ter algum tipo de política direcionada a esses setores”, disse Pacheco, sinalizando a possibilidade de incluir os benefícios na redação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 16/2022.
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