A deputada estadual Pollyanna Dutra (PSB) caminha para disputar o mandato de senadora na chapa do governador João Azevêdo (PSB) nas eleições 2022.
Houve o convite para a parlamentar e a socialista está inclinada a aceitar entrar na disputa pela majoritária do chefe do Poder Executivo Estadual. As informações foram divulgadas pelo programa Hora H, apresentado pelo jornalista Wallyson Bezerra, na Rede Mais Rádio.
O anúncio deve ser feita em uma entrevista coletiva de imprensa. Os acertos ocorreram nos bastidores da política nesse final de semana.
Todos os candidatos ao Governo da Paraíba (Adjany Simplício (PSOL), Antônio Nascimento (PSTU), João Azevêdo (PSB), Nilvan Ferreira (PL), Major Fábio (PRTB), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) vão participar do primeiro debate das eleições 2022 que será promovido pela TV Band Manaíra com transmissão simultânea pela Rádio BandNews FM no próximo domingo, 7 de agosto, às 21 horas.
A última reunião com representantes dos candidatos foi realizada na tarde desta segunda-feira, 1º de agosto, e definiu a ordem dos sete concorrentes no estúdio, bem como as regras do confronto de ideias, que obtiveram a concordância de todos.
Serão quatro blocos com exposição de propostas e também espaço para que os candidatos façam perguntas entre si. A duração do programa será de aproximadamente duas horas e a mediação será da jornalista Cláudia Carvalho, apresentadora da Rádio BandNews FM, comentarista da TV Band Manaíra e editora do site ParlamentoPB.
Desde já é grande a expectativa para a realização do debate. O superintendente do Sistema Opinião de Comunicação, Cacá Marthins, afirmou que os últimos preparativos estão sendo finalizados para receber todos os concorrentes ao Palácio da Redenção que já confirmaram presença no programa do domingo, 7 de agosto, às 21 horas. A data e o horário é o mesmo de todas as emissoras afiliadas à Band no país.
“Tenho recebido um retorno extremamente positivo da expectativa para o debate. Conversei com vários candidatos e eles já confirmaram presença e estão ansiosos para esse momento que, de fato, vai abrir a campanha eleitoral na Paraíba, dois dias depois do fim do prazo para as convenções. Estamos nos preparativos finais e temos certeza que será um momento ímpar para o eleitorado paraibano decidir o voto”, comentou Cacá.
No dia 15 de agosto, ao meio-dia, a TV Band Manaíra promoverá um novo confronto de ideias entre os candidatos. Nesta data, será a vez dos concorrentes à única vaga da Paraíba no Senado Federal. Igualmente, todos os candidatos foram convidados confirmaram presença. Alexandre Soares (PSOL), Bruno Roberto (PL), Efraim Filho (União Brasil), Rangel Júnior (PCdoB), Ricardo Coutinho (PT) e Sérgio Queiroz (PRTB) são os nomes colocados até agora na disputa por uma cadeira na Câmara Alta.
“A legislação eleitoral prevê que as emissoras são obrigadas a convidar apenas os partidos com representação no Congresso Nacional, mas a nossa opção foi por incluir todos os candidatos e, assim, dar ao eleitorado uma visão ampla do cenário eleitoral e do que pensa cada um dos postulantes”, comentou Cacá Marthins.
O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) editou uma portaria proibindo a disseminação de qualquer forma de propaganda eleitoral nas dependências do tribunal.
A portaria foi assinada pelo conselheiro Fernando Catão, publicada na edição de hoje (1º), do Diário Oficial Eletrônico do TCE-PB.
De acordo com a portaria, passa a ser proibida a disseminação de qualquer propaganda eleitoral, “inclusive mediante utilização, distribuição ou fixação de material que represente candidato ou partido político (‘santinhos’, adesivos, camisas, broches, bandeiras etc.)”.
Além disso, foi proibida também a entrada de veículos com propaganda político-eleitoral nas dependências dos estacionamentos pertencentes e mantidos pelo Tribunal. Segundo a portaria, os veículos nos estacionamentos do TCE-PB não poderão ter pintura, adesivo ou bandeiras que remetam a candidaturas.
A portaria deverá ser aplicada a todos que prestem serviço ou desenvolvam qualquer atividade no Tribunal de Contas, seja de forma permanente, temporária ou excepcional.
Segundo o texto, a medida foi tomada levando em conta a Lei das Eleições, a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre propaganda eleitoral e condutas ilícitas nas campanhas e o Código de Ética do TCE-PB.
O pré-candidato ao Senado, Bruno Roberto (PL), disse, nesta segunda-feira (1º), durante entrevista a Rádio Arapuan FM, que aguarda ser chamado para uma conversa pelo ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSC) para ter certeza da mudança do apoio dele.
Romero havia anunciado apoio a Bruno Roberto, mas nesse domingo (31) disse, durante discurso na convenção que homologou as candidaturas de Pedro Cunha Lima (PSDB) ao governo do Estado, e Efraim Filho (União Brasil) ao Senado, que seria difícil não estar ao lado de Efraim estando na base de Pedro.
“Não tive nenhuma conversa com o ex-prefeito sobre um possível novo posicionamento dele, por isso aguardo ser chamado para conversamos e, nessa conversa apresentar as opções: ratificar o apoio à nossa pré-candidatura ou seguir um novo rumo”, disse.
Bruno disse ainda estar tranquilo e garantiu que o foco no momento é manter firme sua pré-candidatura para continuar avançando.
Questionado sobre um possível recuo no apoio do deputado Ruy Carneiro, Bruno disse considerar remota esse cenário, por manter uma amizade pessoal com o parlamentar. “Há solidez no apoio do deputado Ruy Carneiro, estou tranquilo”, arrematou.
O governador da Paraíba, João Azevedo (PSB) chegou no final da tarde deste sábado, 30, à AABB em Campina Grande para a última plenária da série que promoveu pelo Estado. Muitas pessoas esperava o socialista e seus aliados no local.
Ao ser questionado sobre a definição do senador, João brincou e pediu paciência à imprensa. Diante do ato falho de um jornalista que indagou quem seria o vice, João riu e puxou Lucas: “É esse aqui, deixe eu apresentar ele a você”.
Os vereadores Pimentel Filho e Jô Oliveira, além de vários deputados (Ricardo Barbosa, Adriano Galdino, Branco Mendes, Wilson Filho, Inácio Falcão) além de federais como Aguinaldo Ribeiro e Wilson Santiago subiram no palco ao lado do governador que disputará a reeleição.
João, em tom de brincadeira, disse que poderia anunciar o nome do senador ainda hoje.
A Federação Rede PSOL da Paraíba aprovou em convenção estadual, neste sábado (30), a escolha de Adjany Simplício como candidata ao governo do Estado.
No evento, foi também anunciado o nome do presidente do Sindicato de Telecomunicações da Paraíba, Jardel Queiroz (UP), como candidato a vice e do advogado Alexandre Soares (PSOL) para concorrer ao Senado Federal.
A oficialização da candidatura foi realizada na sede estadual do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação (SINTEP), em João Pessoa, no décimo dia do período para realização das convenções partidárias, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Professora na área da educação básica e militante feminista, Adjany vai disputar uma eleição para cargo majoritário pela primeira vez.
Aos 44 anos, Adjany Simplicio disputou as eleições municipais de 2020. Ela foi candidata a vereadora em João Pessoa, mas não obteve votos suficientes para ser eleita ao cargo.
Em seu pronunciamento como candidata, a professora defendeu a pauta da inclusão. No evento, estiveram presentes povos indígenas, militantes PCDs, além de figuras políticas já conhecidas, a exemplo do deputado estadual Chió (Rede).
Em convenção nacional, o partido Republicanos oficializou hoje (30) o apoio da legenda à chapa de candidatura do presidente da República, Jair Bolsonaro, à reeleição.
A convenção ocorreu na zona norte da capital paulista, no Expo Center Norte, e contou com a presença de Bolsonaro. Na ocasião, foram confirmadas outras candidaturas do partido como a do ex-ministro Tarcísio de Freitas para o governo do estado de São Paulo.
“Nesses três anos e meio, esse homem que comandou o Brasil foi vítima de muitas mentiras. Teve toda imprensa tradicional do país contra ele. Cada mentira que falarem, vamos falar a verdade. A bandeira do Brasil jamais será vermelha”, destacou o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira.
Em seu discurso, o presidente da República falou sobre sua gestão e lembrou da votação que recebeu na eleição de 2018. “Não existe qualquer acusação de corrupção orgânica em nosso governo. Isso não é virtude, é obrigação. Eu não tive 58 milhões de votos em 2018. Eu tive 58 milhões de pessoas que acreditaram em mim. Vocês não são mercadoria, são brasileiros, o eleitor não pode ser visto, a cada ciclo [eleitoral], como mercadoria”, destacou.
Perfil
Jair Messias Bolsonaro é militar reformado, capitão do Exército. É o 38º presidente do Brasil desde 1º de janeiro de 2019. Foi deputado federal pelo Rio de Janeiro entre 1991 e 2018. Nasceu em 1955, no município de Glicério, no interior do estado de São Paulo, mas morou em várias cidades paulistas. Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977. Posteriormente, serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército. É pai de cinco filhos.
Walter Souza Braga Netto nasceu em Belo Horizonte em 1957. Militar da reserva, alcançou o posto de general de Exército. Entre fevereiro de 2018 e janeiro de 2019, chefiou a intervenção federal no Rio de Janeiro. Foi comandante Militar do Leste até fevereiro de 2019, quando assumiu a chefia do Estado-Maior do Exército. Em fevereiro de 2020, assumiu o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Em março de 2021, foi nomeado Ministro da Defesa.
Liderando boa parte das pesquisas de intenção de votos realizadas até o momento, e contra qualquer candidato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se destaca na disputa pela Presidência da República em 2022. Dele se aproxima apenas o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PL), que concorre à reeleição, apesar de se manter pontos atrás do petista.
O cenário polarizado que ambos protagonizam não mobiliza apenas a atenção do eleitor – que vem discutindo suas preferências para o Palácio do Planalto cada vez mais intensamente à medida que o dia da votação se aproxima – mas também os movimentos cuidadosamente calculados dos líderes partidários e dos candidatos estaduais ao Executivo e ao Legislativo.
Em busca de poder em um eventual governo a partir de 2023, os conchavos políticos formados neste ano, de ambos os lados, nem sempre priorizam a pureza do pensamento político, mas táticas para viabilizar uma mínima governabilidade necessária. Em quatro grandes colégios eleitorais, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco, as alianças formadas por Lula, o cabo eleitoral desejado devido ao seu forte desempenho, mostram, na verdade, falhas do petista nessa função, não revertendo a intenção de votos que possui para seus candidatos aos governos do Estado. A situação também revela que o eleitor está mais criterioso na sua escolha, seguindo menos o que “o seu mestre mandar”.
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, atrás apenas de São Paulo, o candidato de Lula, o deputado Marcelo Freixo (PSB), enfrenta dificuldades para crescer e se mantém na margem de erro do empate com o atual governador, Claudio Castro (PL), do mesmo partido de Bolsonaro e apoiado por ele.
Segundo a última pesquisa Datafolha para o cenário estadual divulgada no início de julho, Freixo tem 22% das intenções contra 21% de Castro. Outros candidatos não chegam nem a 10%. O cenário mostra a força da polarização nacional, mas principalmente a derrapada de Lula como cabo eleitoral e o desenvolvimento de Castro no Rio de Janeiro, já que, também neste mês, o Datafolha divulgou que Lula tem 41% das intenções no Estado contra 34% de Bolsonaro. Outro ponto é que Freixo, dissidente do PSOL, está subindo no palanque de Lula pela primeira vez.
Apesar de comungarem alguns dos mesmos ideais de esquerda, certamente a população ainda não está acostumada com essa parceria, fazendo com que a transferência de voto seja mais árdua. Essa segunda parte da análise é possível também ao conferir os números de aprovação de Castro: apenas 23% do povo fluminense considera o atual governo bom; 21% reprova; e 46% avaliam como regular.
Minas Gerais
Já em Minas Gerais, terceiro maior colégio eleitoral, a situação é um pouco mais complicada, já que o contexto da polarização política nacional está mais embaralhado. Segundo o Datafolha, Romeu Zema (Novo), que representa o liberalismo econômico e o empresariado, lidera a disputa ao Palácio Tiradentes com 48% das intenções de voto e chance de vencer no primeiro turno.
O segundo colocado na corrida pelo governo é o candidato de Lula, Alexandre Kalil (PSD), que comandou a prefeitura da capital mineira até março deste ano. Também empresário e dirigente desportivo, Kalil possui uma trajetória política distante do PT, tendo passado por partidos como PSDB e PHS.
O seu atual partido, de Gilberto Kassab, vem defendendo uma “neutralidade” no cenário nacional diante da polarização política, mas ali ao lado de Minas, o PSD apoia o candidato bolsonarista ao governo de São Paulo, o ex-ministro da infraestrutura Tarcísio de Freitas. Nesse emaranhado de apoios e controvérsias, o candidato de Bolsonaro em Minas, o senador Carlos Viana (PL), fica em terceiro lugar, com apenas 4%. Até o momento, a terceira via no Estado é representada pelo Partido Novo e vai muito bem na disputa.
Pernambuco
Em Pernambuco, 8º maior colégio eleitoral do país, além de delicado, o caso é também semiótico, no qual o uso de alguns símbolos apontam para a população o espectro político de cada candidato. Com o acordo nacional entre PT e PSB, que viabilizou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula à Presidência, ficou acertado também o apoio de Lula ao candidato socialista ao governo de Pernambuco, Danilo Cabral. O que inclui o próprio Lula e Alckmin a reboque. Diante da rejeição de quase 70% da população (Com isso, os palanques locais de Lula seguem o mesmo modus operandi que ficou conhecido nas campanhas e na gestão do ex-governador Eduardo Campos, com aparições polidas de líderes, que usam sempre roupas branca Paraná Pequisas) ao governo do PSB, que tem uma das piores taxas da história do partido em Pernambuco e está no poder há 16 anos, atualmente com Paulo Câmara liderando o Estado, é Marília Arraes, hoje no Solidariedade, usando vermelho e fazendo “L” com a mão, que toca a dianteira da disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.
Segundo o Ipespe, a ex-petista e ex-socialista lidera a disputa com 29% das intenções, enquanto os outros candidatos do PSDB, PL, PSB e União Brasil empatam tecnicamente em segundo lugar, próximos a 10%. Em um Estado tradicionalmente governado pela esquerda, a força de Marília se sobrepõe ao palanque de Lula.
Ela também cresce pela história de oposição ao PSB e pelo discurso que reforça uma proximidade entre ela e o petista, já que Marília Arraes tenta, mesmo sem o apoio oficial, se vender como a verdadeira candidata de Lula.
Bahia
O terceiro maior colégio eleitoral do país, a Bahia, é o único desses quatro Estados que possui um candidato do PT com apoio de Lula na disputa pelo governo: Jerônimo Rodrigues. Entre os cenários anteriores, Rodrigues amarga o pior deles, com uma diferença para o primeiro colocado, Antonio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto (União Brasil), de pelo menos 50 pontos.
Segundo a pesquisa Genial/Quaest, é esperada uma vitória de ACM no primeiro turno, já que no meio de julho ele tinha 61% das intenções de votos. Enquanto isso, Jerônimo ocupa o segundo lugar, com 11%. O candidato do presidente Bolsonaro, o ex-ministro João Roma (PL), tem 6%.
A Bahia é outro exemplo onde a terceira via aparenta ir bem, principalmente com os resultados de ACM, que foi considerado duas vezes seguidas (2013 e 2014) pelo Vox Populi o prefeito mais bem avaliado do Brasil, legado contra o qual o slogan de campanha “Lula é Jerônimo” mostra não ter efeito nenhum, considerando o desempenho do ex-presidente na Bahia, onde também lidera as intenções de votos.
Durante entrevista concedida ao programa Paraíba Atualidade, na manhã deste sábado (30), o senador e pré-candidato ao Governo da Paraíba, Veneziano Vital do Rêgo (MDB), anunciou Maísa Cartaxo como pré-candidata a vice em sua chapa.
“A minha sugestão é pelo nome de Maísa Cartaxo. Não é uma imposição, é uma sugestão. Isso não impede que outros nomes de companheiros possam ser ouvidos e incluídos na discussão”, afirmou Veneziano.
Maísa Cartaxo é filiada ao Partido dos Trabalhadores e é esposa do ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo. Ela chega pra compor a chapa que tem também o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) na disputa pelo Senado.
Na gestão Cartaxo em João Pessoa, a ex-primeira dama atuou em projetos de relevância nas áreas da assistência social, artístico-cultural e de desenvolvimento e valorização do artesanato paraibano, a exemplo do João Pessoa Artesã, Sereias da Penha, Celeiro Espaço Criativo e Chá Solidário.
O PT deve oficializar o nome de Maísa na chapa de Veneziano durante a próxima semana.
Cristiana Almeida e o ex-presidente do Psol, Tárcio Teixeira (Foto: Arquivo pessoal)
Os partidos Rede Sustentabilidade e PSOL realizam juntos, neste sábado (30), a convenção partidária, que terá apresentação geral dos candidatos que vão disputar cargos eletivos no pleito deste ano. O evento acontece no Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Paraíba (Sintep), a partir das 15h.
A convenção vai homologar 50 candidaturas que concorrerão nas eleições deste ano. A ex-prefeita de Esperança e porta-voz do partido Rede na Paraíba, Cristiana Almeida, ressalta que os partidos vão apresentar nominatas completas, com 13 nomes para a disputa pela Câmara Federal e 37 pela Assembleia Legislativa.
O deputado estadual Chió, dirigente partidário do Elo Nacional da Rede Sustentabilidade afirmou que as candidaturas apresentadas pela união dos dois partidos são competitivas e plurais.
Cristiana Almeida afirmou que as legendas creditam muito na capacidade e força de mudar as coisas de cada pessoa e que a Paraíba terá a oportunidade de conhecer nomes que refletem a inclusão das minorias e de pessoas comprometidas com a renovação política no estado.
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