A pesquisa do Instituto Veritá, na semana da eleição, apontou João Azevêdo (PSB) na liderança da disputa ao Governo da Paraíba, com 34,1% das intenções de voto. Ele é seguido por Veneziano Vital (MDB) e Nilvan Ferreira (PL), empatados em segundo lugar com 22,2%.
Em seguida, Pedro Cunha Lima (PSDB) pontuou 15,1%.
Os candidatos Nascimento (PSTU), Adjany Simplício (PSOL) e Adriano Trajano (PCO) pontuaram 1,1% cada. Major Fábio (PRTB) teve 1%.
Brancos e Nulos somaram 1,1%. Não Souberam ou Não Responderam, 1%.
A pesquisa do Instituto Veritá entrevistou 1.512 pessoas, entre os dias 21 a 25 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa tem registro no Tribunal Regional do Estado da Paraíba (TRE-PB) de número 02629/2022.
A partir desta terça-feira (27) nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença por crime inafiançável.
A regra, que tem efeito até 48 horas após o 1º turno das eleições, está prevista no Código Eleitoral e tem como propósito garantir ao cidadão o direito de votar. Aos candidatos, as mesmas normas entraram em vigor dez dias atrás.
De acordo com a legislação, qualquer pessoa detida neste período deverá ser conduzida a um juiz para verificar a legalidade da ação. Em caso de irregularidade, o ato será cancelado e quem mandou prender ou deter pode ser responsabilizado.
A chamada “imunidade eleitoral” não impede que os envolvidos em crimes no período sejam condenadas posteriormente. O mesmo ocorre em relação a pessoas que tentam impedir ou tumultuar o processo de votação.
Isso incluiu o descumprimento das determinações previstas em resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A Corte proibiu, por exemplo, o uso de celular na cabine de votação. O eleitor poderá levar o telefone até a seção para uso do título eletrônico, no entanto terá que deixar o aparelho com o mesário no momento que for votar. Em caso de desrespeito da norma, a força policial poderá ser acionada e um juiz eleitoral decidirá sobre a possibilidade de detenção.
Durante o último ato de campanha nesta segunda-feira (26), o ex-presidente Lula (PT) elogiou o ditador sanguinário Fidel Castro, durante evento partidário em São Paulo.
“Eu certamente iria derrotar o Fidel Castro na quantidade de horas que ele falava. Não com a competência dele, com a qualidade dele, mas com a minha rouquidão”, afirmou o petista.
Depois de um parecer da PGR, o vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gustavo Gonete, encaminhou outro pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite desta segunda-feira (26) pela manutenção da decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) que indeferiu a candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).
O órgão ministerial reforçou que a Corte Eleitoral condenou Coutinho à pena de inelegibilidade por abuso de poder nas eleições de 2014.
“Houve maioria – de seis votos –, que permitiu a decretação de inelegibilidade do candidato Ricardo Vieira Coutinho, reconhecendo expressamente ter ele praticado de abuso de poder político com viés econômico. Evidente, assim, que o candidato não foi mero beneficiário do ato abusivo – até porque a sanção de inelegibilidade, diferente da cassação, é personalíssima”, diz o parecer de Paulo Gustavo.
O recurso de Ricardo será julgado pelo ministro Benedito Gonçalves.
Nesta segunda, a subprocuradora-geral da República, Maria Caetano Sintra, encaminhou um outro parecer ao ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), recomendando que não seja acatado o recurso ingressado pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PT).
Eu já ouvi dizer que pra entrar na política é preciso ter ”jogo de cintura” pra saber lidar com a ”dança das cadeiras”; só esqueceram de avisar ao deputado estadual pelo PSB, Ricardo Barbosa que foi flagrado dançando durante ritual indígena na Paraíba.
O socialista até que tentou mas, nas imagens publicadas nas redes sociais da jornalista Claudia Carvalho, dá pra perceber o contratempo na hora de mostrar as habilidades com a dança, já que um índio ia pra um lado e Ricardo ia pra outro.
Se a tentativa do deputado estadual que tenta uma vaga na câmara federal era fazer a dança da chuva (de votos), só no próximo domingo (02) descobriremos…
O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) anunciou hoje, em pronunciamento, que não irá desistir de sua candidatura à Presidência da República, como resposta ao que chamou de “gigantesca e virulenta campanha” para deixar a disputa.
“Agora, na reta final da campanha mais vazia da história, embalam tudo no falso argumento do voto útil. Com esta pregação, querem eliminar a liberdade das pessoas de votarem”, disse Ciro.
Minha candidatura está de pé para defender o Brasil em qualquer circunstância, e meu nome continua posto como firme e legítima opção para livrar nosso país de um presente covarde e futuro amedrontador.
O pedetista vem sendo pressionado por ex-apoiadores e personalidades políticas da América Latina a desistir de concorrer em prol do voto útil em Lula, que tem chances de vitória no primeiro turno.
Ciro, no entanto, se nega a realizar esse movimento e, no discurso, citou nominalmente os adversários, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os chamando de “forças do atraso”. Ele também disse que o atual presidente é a “cria maligna” de Lula.
“Nada deterá a minha disposição de seguir em frente a empunhar a bandeira do novo projeto nacional de desenvolvimento e também a denunciar os corruptos, farsantes e demagogos que tentam ludibriar a fé popular com falsas promessas”, afirmou.
Ciro disse que o país está “na iminência de sofrer a maior fraude eleitoral da nossa história”. “Não a mentirosa fraude das urnas eletrônicas, inventada por Bolsonaro, mas a fraude do estelionato eleitoral que sofrerão as vítimas que apertarem, nas urnas invioláveis, o 13 ou 22 [números de Lula e Bolsonaro, respectivamente]”.
Na noite de ontem, Ciro publicou nas redes sociais que faria um “importante pronunciamento à nação”, mantendo mistério quanto ao tema. A campanha já havia garantido que ele não desistiria “de forma alguma”.
Ciro aparece em terceiro nas pesquisas
Em queda nas pesquisas eleitorais, Ciro se mantém no terceiro lugar nas intenções de voto para a eleição ao Planalto. Em levantamento do instituto FSB divulgado hoje, Ciro tem 7% — 28 pontos percentuais a menos que o segundo colocado, Bolsonaro, com 35%. O ex-presidente Lula (PT) lidera, com 45%.
Pressão para desistir
No sábado (24), durante o debate promovido por um pool de veículos de imprensa, Ciro se irritou ao ser questionado sobre o voto útil em Lula e disse que esse tipo de questionamento era uma “falta de respeito” com sua candidatura.
Ele também reclamou publicamente de ex-apoiadores, como os cantores Tico Santa Cruz e Caetano Veloso, que declararam voto no petista. Segundo o ex-ministro, os artistas simbolizam aqueles eleitores que não estão preocupados com o pós-eleição porque “já estão com a vida ganha”.
O Policial militar e o civil, que se envolveram em um tiroteio após uma discussão sobre divergências políticas, foram ouvidos na manhã desta segunda-feira (26).
Em nota, a Polícia Civil informou que o próximo passo é concluir as investigações e adotar as medidas cabíveis ao caso.
Neste domingo (25), após a passagem de uma carreata, os dois iniciaram uma discussão envolvendo o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidatos à presidência este ano.
Pelo menos dez tiros foram disparados em uma bar onde eles estavam, no bairro do Valentina, zona sul da capital.
A pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) revela que o presidente Jair Bolsonaro (PL) se reaproximou do principal adversário, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Sudeste. A diferença entre eles passou de nove para cinco pontos percentuais na região mais populosa do país. A margem de erro é de 1 ponto percentual.
Em meio à disputa pela preferência dos eleitores na Região Sudeste, os dois candidatos cumpriram agenda em Minas Gerais, na última sexta. O atual presidente estava em Divinópolis, onde vai participar de uma motociata. Já o petista compareceu a um evento em Ipatinga.
Veja a evolução dos candidatos em cada região:
– Região Sudeste: Lula tem 41% contra 36% de Bolsonaro. Na última pesquisa, o petista tinha 43% e o atual presidente, 34%.
– Região Nordeste: Lula tem 62%; Bolsonaro, 24%. Na última pesquisa, o petista tinha 59% e o atual presidente, 22%.
– Região Sul: Lula tem 40%; Bolsonaro, 39%. Na última pesquisa, o petista tinha 34% e o atual presidente, 42%.
– Região Norte: Lula tem 42%, Bolsonaro, 36%. Na última pesquisa, o petista tinha 41% e o atual presidente, 40%
– Região Centro-Oeste: Lula tem 38%, Bolsonaro, 41%. Na última pesquisa, o petista tinha 38% e o atual presidente, 40%. Margem de erro é de 7 pontos percentuais.
Em contrapartida, o petista manteve a liderança no Nordeste e, de acordo com o levantamento, ganharia com folga no primeiro turno. A margem de erro na região é de 4 pontos percentuais.
Já no Sul, Norte e Centro-Oeste, os dois candidatos líderes das pesquisas aparecem tecnicamente empatados. Segundo o instituto, nessas regiões, as margens de erro sobem de 2 pontos percentuais no geral para 5, 6 e 7 pontos, respectivamente.
No último estudo, divulgado em 15 de setembro, Lula aparecia com 45%, enquanto Bolsonaro tinha 33%. A diferença entre os dois foi de 12 para 14 pontos.
O Datafolha ouviu 6.754 pessoas, entre 20 e 22 de setembro, em 343 cidades brasileiras. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04180/2022
A extrema direita conquistou neste domingo (25) o poder na Itália, a terceira maior economia da União Europeia, com uma vitória histórica do partido de Giorgia Meloni nas eleições legislativas do país.
Giorgia Meloni, consolidou-se como maior força política neste domingo nas eleições no país, com 26% dos votos. O resultado é sem precedentes desde o fim da Segunda Guerra Mundial.
“Se fomos escolhidos para governar este país, nós o faremos por todos os italianos, com a vontade de unir o povo e de nos concentrarmos naquilo que nos une, e não naquilo que nos divide”, disse, em um discurso logo após o anúncio dos resultados. “Chegou a hora da responsabilidade.”
A aliança de direita dirigida pelo partido de Meloni teve, no total, mais de 43% dos votos, além da maioria na Câmara dos Deputados e no Senado. A coalizão é formada pelos aliados de extrema direita do partido Liga, de Matteo Salvini, e Força Itália, do conservador Silvio Berlusconi, que tiveram, respectivamente, 9% e 8% dos votos.
Pela primeira vez desde 1945, um partido que tem origem na tradição neofascista irá governar a Itália. “Temos uma vantagem clara, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado”, comemorou Salvini no Twitter.
O Partido Democrático (PD), principal formação de esquerda, não conseguiu mobilizar o eleitorado para frear o avanço da extrema direita e teve 19% dos votos.
Um militante do PT morreu esfaqueado na tarde deste domingo (25) durante uma passeata no distrito de Ibiranga, divisa entre a Paraíba e Pernambuco. O homem, que tinha 30 anos, se envolveu em uma briga com grupos rivais, que também estavam no evento, organizado pelo PT da cidade de Juripiranga, na Paraíba.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima era usuário de drogas e já havia cumprido pena por tráfico em São Paulo. Ele levou, pelo menos, oito facadas.
Não é o primeiro caso que acontece em eventos organizados pelo partido na região. Em outro evento do PT, que aconteceu em Campina Grande, várias pessoas relataram roubos e furtos de aparelho celular. Já na cidade de Itambé, em Pernambuco, uma briga entre militantes petistas terminou com um ônibus apedrejado.
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