Política

Senador Efraim Filho recusa convite de Lula para inauguração, na PB

Foto: Paraibaonline

O senador Efraim Filho (União Brasil) recusou o convite do presidente Luíz Inácio Lula da Silva para participar da inauguração do complexo de energia solar e eólica em Santa Luzia, nesta quarta-feira (22). “Agradeço o convite, porém devido aos compromissos de líder da bancada do União e do Bloco, a frente das votações em plenário neste dia, não poderei acompanhar a comitiva”, disse o parlamentar ao justificar a recusa.

O evento é privado e restrito devido ao forte protocolo de segurança, motivo pelo qual diversas lideranças políticas estarão de fora da agenda.

O parlamentar ainda parabenizou a iniciativa e mandou votos de sucesso na visita. “Desejo sucesso na visita para conhecer as potencialidades da nossa região do Sertão e a sua nova vocação econômica de energias renováveis. A inauguração do Complexo de Energia Eólica e Solar na região de Santa Luzia gera empregos e oportunidades para uma economia mais sustentável”, reforçou Efraim Filho.

O presidente Lula (PT) desembarca no aeroporto João Suassuna, em Campina Grande, na manhã da próxima quarta-feira (22). De lá, segue de helicóptero para o Vale do Sabugi, na região de Santa Luzia. O petista vai participar da inauguração do primeiro complexo híbrido de energia solar e eólica autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Annel).

Assim como o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o governador João Azevêdo (PSB) já confirmou presença no evento. Quem também estará na comitiva de Lula é o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB).

Clickpb

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Brasil

Governo põe sob sigilo visitas a Lula no Palácio da Alvorada

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O governo colocou sob sigilo os nomes dos visitantes recebidos por Lula no Palácio da Alvorada. A Presidência afirma que os dados passaram a ser classificados como sigilosos em 1º de janeiro de 2023.

Em resposta à coluna, o Gabinete de Segurança Institucional afirmou que “os registros de acessos ao Palácio da Alvorada, a partir de 1º de janeiro de 2023, possuem classificação sigilosa no grau RESERVADO”.

O Palácio da Alvorada é a residência oficial do presidente. Com frequência, é usado para receber políticos e demais autoridades longe da movimentação do Planalto.

O sigilo imposto no governo Lula passou a vigorar no mesmo dia em que o petista derrubou sigilos criados por Bolsonaro. No primeiro dia do ano, o presidente revogou, em dois decretos, normas que davam caráter sigiloso a documentos da gestão anterior.

Após as revogações, o governo divulgou visitas à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no Palácio da Alvorada. Ao todo, foram revelados nomes de 565 pessoas que estiveram na residência oficial da Presidência da República.

Outro sigilo revogado pelo governo Lula expôs visitas dos filhos de Bolsonaro ao pai no Palácio do Planalto. Na semana passada, a Presidência revelou que quatro filhos de Bolsonaro estiveram com o então presidente 667 vezes.

Governo Lula justifica sigilo

Assim como Bolsonaro, Lula alega questões de segurança para não divulgar a lista de visitantes. O Planalto cita o artigo 24 da Lei nº 12.527/2011. Diz o texto:

“As informações que puderem colocar em risco a segurança do Presidente e Vice-Presidente da República e respectivos cônjuges e filhos(as) serão classificadas como reservadas e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição.”

Por Coluna do Paulo Cappeli – Metrópoles

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Política

Em prisão domiciliar, paraibana é afastada do cargo de vereadora de Caruaru

A paraibana Kátia das Rendeiras, que atualmente exerce o cargo de vereadora em Caruaru, foi oficialmente afastada das funções nesta segunda-feira (20). A parlamentar está em prisão domiciliar desde o começo do mês, quando foi alvo de uma operação da Polícia Civil que a investiga pela prática de crimes como peculato e formação de quadrilha.

O pedido por seu afastamento foi recebido na tarde da última sexta-feira (17), em uma decisão assinada pelo juiz Pierre Souto Maior e atendendo uma solicitação da Procuradoria da Casa Jornalista José Carlos Florêncio, que pediu documentos referentes aos autos do processo, além de um parecer sobre a permanência da vereadora no cargo.

No texto, o juiz afirmou que a parlamentar se manterá fora do cargo até que seja julgada, mas continuará recebendo seu salário. A previsão é de que, se estiver com todas as documentações necessárias, o primeiro suplente, Wagner do Santa Rosa, assuma o cargo já na terça-feira (21).

MaisPB

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Brasil

Haddad é pressionado nas redes sociais a não taxar Shein, Shopee e similares

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Fernando Haddad, ministro da Fazenda, tem recebido centenas de mensagens nas redes sociais pressionando-o para que não crie impostos para grandes plataformas como Shein, Ali Express, Shopee e Wish.

Haddad recebeu deputados e senadores da FPE (Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo) na quarta-feira (15) que pediram ajuda no sentido contrário, para enfrentar o que chamam de “contrabando digital” realizado por essas companhias asiáticas, que estariam aproveitando brechas para vender produtos sem taxação ou subfaturados no Brasil.

Em suas páginas, o ministro tem recebido comentários como “não aceitamos taxação internacional de encomendas”, “teu presidente não é o pai dos pobres? Tá taxando os pobres por quê?” e ” tão querendo acabar com Shein, é? Vocês não iam fazer o pobre feliz de novo?”.

“A taxação que nós queremos é a das grandes fortunas, não das nossas comprinhas de R$ 100”, diz um dos comentários mais curtidos. “Cobre os impostos dos grandes empresários que todos nós sabemos que sonegam, corte as isenções dos ricos, mas não prejudique o trabalhador que não tem condições de comprar uma blusa de R$ 80 numa loja nacional com seu salário de R$ 1.400”.

Os industriais e comerciantes brasileiros afirmam que essas empresas estão prejudicando a atividade nacional, que não consegue competir em condições de igualdade ao pagar os impostos.

Eles definem como “contrabando digital” as atividades dessas empresas, que negam ilegalidades.

Painel – Folha de S. Paulo

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Paraíba

Flávio Dino aciona o STF contra Cabo Gilberto por suspeita de fake news

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, vai ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) com notícia-crime contra seis parlamentares de oposição, incluindo o deputado paraibano Cabo Gilberto Silva (PL).

Dino acusa Gilberto de postagens nas redes sociais o associando ao crime organizado após uma visita ao Complexo de Favelas da Maré, no Rio de Janeiro.

A representação foi proposta no âmbito do Inquérito nº 4.781, conhecido como Inquérito das Fake News (notícias falsas), que tramita na Suprema Corte sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

“[Vou representar] contra alguns parlamentares que estão propagando, em associação delituosa, duas fake news. A primeira é de que eu estive no Complexo da Maré reunido com o Comando Vermelho. A segunda, igualmente criminosa, é que estava lá sem escolta policial”, afirmou o ministro.

Segundo Flávio Dino, a propagação de uma série de postagens de caráter racista e preconceituoso criminaliza o Complexo da Maré, que reúne 16 comunidades onde vivem mais de 140 mil pessoas. O ministro cumpriu agenda na localidade na semana passada, quando se reuniu com líderes comunitários. De acordo com ele, os ataques sofridos podem configurar crimes de calúnia, difamação, racismo e associação criminosa.

“Inicialmente, eu não tomaria nenhuma providência jurídica com essa gente. Prefiro tratá-los na esfera política, mas vi uma repercussão muito deletéria e nociva contra a comunidade da Maré e outras comunidades. Essa gente que propaga esse tipo de preconceito, na verdade, está estimulando violência e chacina”, declarou Dino.

Além de Cabo Gilberto, a representação do ministro da Justiça inclui os filhos de Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além dos deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Otoni de Paula (MDB-RJ) e o senador Marcos do Val (Podemos-ES).

Com informações de Maurílio Júnior

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Paraíba

Ordens para ataques criminosos no RN partiram de dois detentos da Paraíba

O programa Fantástico da Tv Globo deste domingo (19) trouxe mais detalhes sobre os ataques criminosos que acontecem desde a terça-feira, 14, no Rio Grande do Norte. De acordo com a matéria, dois bandidos que cumprem pena em presídios da Paraíba são responsáveis pelas ordens para espalhar o caos no estado vizinho.
Um deles é Igor Cavalcanti Coelho que está no Serrotão, em Campina Grande e o outro é Erick Silva de Santana, do PB1. Um outro articulador da onda de violência está preso na Bahia: Judson Bezerra Araújo Batista, que cumpre pena na Penitenciária Lemos Brito.

Além deles dois, um outro homem que estava em João Pessoa, José Wilson da Silva Filho, morto em confronto com a polícia na última quarta-feira (15) era uma das lideranças encarregadas das ações criminosas de rua da facção Sindicato do Crime.

Ontem, em Campina Grande, foi preso outro membro da mesma facção. Trata-se de um homem de 22 anos, foragido da Justiça do Rio Grande do Norte. Ele foi encontrado por homens da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) com coquetéis molotov e a polícia civil informou que ele é uma ‘peça-chave’ do grupo criminoso no interior potiguar. Aqui na Paraíba, ele usava um nome falso: Miguel Alves da Silva. A identidade verdadeira não foi revelada. Ele foi localizado no bairro de Santa Rosa junto com uma adolescente de 17 anos. Com a dupla, natural de Parelhas, foram apreendidas porções de maconha e cocaína.

O ministro da Justiça, Flávio Dino está nesta segunda-feira, (20) no Rio Grande do Norte para acompanhar as ações da Força Nacional de Segurança Pública no combate aos ataques criminosos no estado.

BG com ParlamentoPB

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Brasil

Quase metade dos brasileiros veem ameaça comunista com Lula, diz Ipec

Pesquisa Ipec realizada de 2 a 6 de março e divulgada neste domingo (19.mar.2023) indica que 44% dos brasileiros acham que o Brasil “corre o risco de virar um país comunista” com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Desses, 31% dizem acreditar “totalmente” nessa possibilidade.

O número é um indicativo de uma polarização ideológica persistente no país mesmo depois do fim das eleições presidenciais. São 36% os que “discordam totalmente” desse risco, e 11% os que discordam parcialmente. Outros 2% “não discordam, nem concordam”, e 6% não souberam responder.

O Ipec entrevistou, de forma presencial, 2.000 pessoas acima de 16 anos em 128 cidades brasileiras de 2 a 6 de março de 2023. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos para um nível de confiança de 95%. Eis a íntegra do levantamento (454 KB).

O Ipec (Inteligência, Pesquisa e Consultoria) é uma empresa de pesquisas comandada por integrantes da direção do antigo Ibope, empresa do mesmo ramo que realizava levantamentos de opinião, política e mercado e encerrou suas atividades em 2021, depois de 79 anos de história.

Leia os destaques da estratificação por idade, escolaridade e região:

  • pessoas acima de 60 anos são mais descrentes na possibilidade de que o Brasil vire um país comunista: 53% discordam total ou parcialmente da afirmação;
  • aqueles que têm diploma de ensino superior também são mais céticos (52%) com a possibilidade; e
  • o Sudeste é a região que mais concorda com a ameaça (48%) e o Nordeste, a que menos (35%).

Poder360

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Brasil

J.R. GUZZO: Lula e a defesa do crime

Não existe nenhuma desgraça que oprima tanto e de forma tão direta a população brasileira, sobretudo os mais pobres, quanto o crime. Num país em que o governo diz 24 horas por dia que é “popular”, que cuida dos “menos favorecidos”, etc. etc. essa deveria ser a prioridade das prioridades: dar um pouco mais de segurança pessoal para o cidadão que trabalha, paga imposto, respeita a lei e, muitas vezes, sustenta uma família. Mas o que acontece no mundo das realidades é exatamente o contrário. A noção de “segurança”, para o governo Lula, é fornecer conforto, proteção e apoio aos criminosos, principalmente os que estão nas prisões; a ideia fixa do presidente e do seu Sistema é proteger os direitos de quem praticou crimes, e não os direitos de quem sofre diariamente com eles. Num país que teve quase 41.000 assassinatos no ano passado, a preocupação do governo é o bem-estar de quem matou, e não de quem foi morto; o bem mais precioso que o Estado tem a obrigação de defender, a vida humana, é tratado publicamente como lixo pelo governo, e a sua defesa é excomungada como coisa “de direita”, “fascista” e daí para baixo. Do direito a não ser roubado, então, é melhor nem falar nada.

A última prova desta opção oficial pelos criminosos e pelo crime é a ressurreição do “plano de segurança”, que vigorou no Brasil entre 2007 e 2016 e durante o qual, entre outras calamidades, o número de homicídios aumentou 30%. É um desses casos, medidos numericamente, em que o governo age de maneira concreta em favor do crime. Com a deposição do PT e a eliminação do “plano”, o número de assassinatos começou a cair imediatamente, e continuou caindo sem parar até dezembro de 2022; continua sendo um dos mais altos do mundo, mas só nos últimos cinco anos foram 18.000 homicídios a menos, ou 18.000 vidas salvas. Lula anuncia, agora, a retomada do projeto que deu errado – errado para o povo brasileiro, e certo para os criminosos. Suas taras são perfeitamente conhecidas. Soltar gente que está presa, para diminuir a “superpopulação” das penitenciárias. Em vez de dar verbas para a polícia (que, segundo Lula, tem de ser mais “civilizada”) forrar de dinheiro as “ONGs” que se dedicam à proteção de presidiários. Desarmar os cidadãos que têm armas compradas legalmente – e por aí se vai.

“As cadeias estão cheias de gente inocente no Brasil”, disse Lula ao relançar o “plano”. É isso, com toda a tragédia que está aí, que o presidente da República tem a dizer para os brasileiros em matéria de segurança: que o problema do Brasil é a “injustiça” com os presos, e não os assassinatos, roubos e estupros. É a contratação de mais um desastre.

Revista Oeste

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Brasil

Casa de prostituição lota em dia de encontro de prefeitos com Lula

Esse evento dos prefeitos encheu mais”, disse Joyce*, garota de programa de uma das boates de stripper mais conceituadas e caras de Brasília. A casa recebeu apenas quatro clientes na última segunda-feira (13/3). Um dia depois, na data em que prefeitos de todo o país participaram de um encontro com o presidente Lula (PT) em Brasília, cerca de 50 homens lotaram o espaço. A noite, regada por bebidas caras, contou com o contraste nítido entre homens de terno e mulheres nuas; e o contraste mais tênue entre a política e a libertinagem.

Já no estacionamento em frente ao local, a reportagem flagrou o carro da prefeitura de uma cidade de Minas Gerais, além de outros veículos descaracterizados, com motoristas aguardando seus passageiros. Na porta da estabelecimento, no Setor Hoteleiro Norte, os clientes eram avisados do valor para a entrada: R$ 220.

O segurança argumentava com quem estava em dúvida sobre se deveria entrar e conhecer o lugar. Dizendo que o estabelecimento estava “lotado de mulher”, o funcionário até garantiu o dinheiro de volta caso elas não agradassem ao cliente. Nas conversas sobre a lotação do espaço, ele afirmava que o movimento estava alto e chegou a citar o nome exato do encontro político. “É a Frente Nacional dos Prefeitos, né?”.

Outro segurança mencionou o dia em que deputados federais e senadores da atual legislatura tomaram posse no Congresso Nacional, em 1º de fevereiro: “Vieram ‘tudo’ para cá depois. Tinham até uns ‘índios’”. A discrição da casa, o alto poder aquisitivo dos clientes e os programas com garotas de luxo fazem com que o local seja conhecido no meio político.

Uma noite com Joyce, por exemplo, custa R$ 1 mil, mas é preciso pagar o valor do quarto, de R$ 250, e ao menos três drinks antes do programa. Uma só bebida “Paixão”, com gin, por exemplo, custa R$ 95.
Show com armas… de brinquedo

Nas terças-feiras, a boate de stripper conta com a “noite do boteco”, o que custa a cada cliente mais R$ 50 de couvert artístico para a dupla sertaneja. O interior da casa, porém, era o oposto de um bar barato onde amigos tomam uma cerveja, até porque uma só long neck custava R$ 35. Em uma mesa, três homens de roupa social pediram garrafas de champanhe e de gin e logo foram acompanhados por três garotas.

Bem à vontade, o grupo passava a mão nas mulheres, beijava na boca, dava abraços por trás e era advertido por elas quando tentava avançar um pouco mais: “Assim, só no quarto”. Caso o homem queira ainda mais discrição, pode subir em um elevador privativo e encontrar a garota já no apartamento reservado para o programa. Os shows de stripper começaram cedo por conta da lotação da casa.

Se a segurança pública foi pauta nos encontros dos prefeitos durante o dia, à noite ela também teve seu espaço no bordel. A apresentação que mais agradou aos clientes foi de Catarine*. Ela entrou no palco segurando uma arma de brinquedo e um taser de choque, e estava vestida com calcinha e sutiã personalizados para uma fantasia de “policial sexy”.
Quartos lotados

Dançando no pole dance e com os clientes nas mesas, ela tirou a roupa e se exibiu no colo de um homem acompanhado por amigos de terno. Na lapela de um deles, era possível ver um broche, indicando provavelmente um partido ou associação política. As garotas que não se apresentaram ficaram acompanhando o show.

Uma delas comentou que não via a casa lotada daquela forma havia algumas semanas. Aberta desde as 22h, a boate teve pico por volta da meia-noite, quando três mulheres já haviam se exibido. “Hoje tem mais cliente do que mulher”, observou Ana*. Quando mais um homem chegava para a festa, os amigos gritavam em comemoração. O espaço reuniu casados, solteiros, mais velhos, mais novos, discretos e mais soltos.

Por volta das 2h, o espaço foi ficando mais vazio de clientes e garotas de programa, enquanto os quartos recebiam mais gente. O dono do espaço observava pessoalmente se tudo estava funcionando da melhor forma possível para os homens. Na hora de pagar a conta, cada um gastava facilmente cerca de R$ 5 mil.

Outros estabelecimentos semelhantes em Brasília também contam com a fama de receber políticos, assessores e empresários durante grandes eventos na capital. A agenda que reuniu os prefeitos no Distrito Federal acontece anualmente. Em 2023, eles elaboraram uma carta ao presidente Lula reafirmando a importância do diálogo com o governo federal e pedindo, entre outras pautas, “uma reforma tributária que melhore o ambiente de negócios”.

Metrópoles

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Brasil

“Quer tratar militares como segunda categoria”, diz Mourão sobre governo Lula

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O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva quer tratar os militares como “cidadãos de segunda categoria”. A fala do senador é uma reposta ao projeto petista de barrar militares da ativa em cargos políticos.

“A legislação é muito clara: se o militar vai concorrer a um cargo eletivo, ele vai ter que se filiar a um partido político e entrar em licença”, disse Mourão em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada neste domingo, 19. “‘Ah, o militar da ativa não pode ocupar um cargo do governo.’ Por que não pode?”, questionou.

“Se você tem uma pessoa dentro do Exército, Marinha ou Força Aérea com competência específica para um cargo, você vai deixar de usar aquele servidor que nós, a nação, treinamos, conseguimos os meios para ele estudar e se aperfeiçoar?”, completou.

Sobre a intenção do PT de modificar o artigo 142 da Constituição para acabar com a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Mourão disse que a ideia é só para “é só para tacar fogo no parquinho”.

“A missão constitucional é clara. A Garantia da Lei e da Ordem é por iniciativa de qualquer um dos Poderes constituídos. Então retirar não vai mudar em nada porque não existe outra força capacitada”, explicou. “Não adianta ficar sonhando com guarda nacional, com sei lá o quê, porque isso não vai sair do papel jamais.”

Revista Oeste

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