Brasil

Cheio de nada e sem povo na rua, diz Moro sobre 7 de Setembro

Público 7 de setembroFoto: Paulo Silva Pinto/Poder360

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) escreveu em seu perfil no X (ex-Twitter) que o desfile do 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), foi “vazio e cheia de nada”.

Na opinião do ex-juiz federal, a baixa adesão de público no evento reflete uma falta de entusiasmo da população com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Serve para lembrar que precisamos retomar luta vibrante, mas pacífica pela independência”, declarou.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Novo ministro de Lula votou a favor do impeachment de Dilma

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O líder do PP na Câmara, André Fufuca (MA), foi convidado nesta quarta-feira (6.set.2023) para substituir Ana Moser no comando do Ministério do Esporte do governo Lula. Em 2016, como deputado federal, o novo ministro votou a favor da abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

No mesmo ano, Fufuca também foi contra o parecer do Comitê de Ética da Câmara dos Deputados pela cassação do mandato de Eduardo Cunha, aprovada meses mais tarde pela Casa Baixa. Cunha, então presidente da Câmara, foi o responsável pelo andamento do processo de impeachment da petista.

Fufuca substitui a ex-atleta e 1ª medalhista olímpica de vôlei feminino Ana Moser, que estava à frente do ministério desde 1º de janeiro deste ano. A troca faz parte de uma reforma ministerial arquitetada pelo presidente para abrigar representantes do Centrão na Esplanada e, consequentemente, receber mais apoio dos congressistas na aprovação de pautas importantes para o governo no Legislativo.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

“Ele é candidato do Bolsonaro”, diz presidente do PL ao confirmar Queiroga na eleição da prefeitura de JP

Na esquerda o Presidente Nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, e na esquerda n Marcelo Queiroga.

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, confirmou, nesta quarta-feira (6), que o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga, vai disputar a prefeitura de João Pessoa pela legenda nas eleições 2024.

Valdemar disse que Queiroga é o candidato do Bolsonaro, e que o ex-presidente deve trabalhar junto com o ex-ministro durante as campanhas de prefeito em João Pessoa.

“Em João Pessoa o martelo já foi batido com o candidato Marcelo Queiroga. Ele é candidato do ‘presidente’ Bolsonaro. Esse assunto já está liquidado e Bolsonaro vai entrar firme na campanha em João Pessoa”, disse Valdemar.

Por outro lado, os deputados Cabo Gilberto, Wallber Virgolino e o comunicador Nilvan Ferreira tentam emplacar um nome do grupo para a disputa, mas até então não estão obtendo retorno do partido nesse sentido.

Com Paraíba.com

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Líder do governo no Congresso e presidente do PT divergem sobre reforma adminsitrativa

SNAI prioriza o legado do modo petista de governar | Partido dos  TrabalhadoresFoto: Reprodução

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou na noite desta terça-feira que a reforma administrativa e nenhuma outra medida de corte de gastos é pauta prioritária para o governo Lula.

“Isso não é pauta do governo. Essa reforma, o que estava proposto, nem o Bolsonaro queria enviar. É uma espécie de alma penada que perambula pela Câmara. Nós acabamos de votar o regime fiscal, para que reforma administrativa? Ele tem o direito de defender (Lira) e eu tenho o direito de ser contra. A reforma administrativa não é pauta prioritária para o governo nem para o país. O governo não tratou desse tema com Lira”, afirmou.

Já a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, foi a uma rede social para criticar a reforma, que foi defendida pelo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto:

“Agora você (Campos Neto) vem com a cantilena da reforma administrativa. Mais uma vez o mercado financeiro querendo impor a sua pauta como se conhecesse a realidade brasileira. Até aqui erraram todas as previsões. É muita arrogância e prepotência”, disse Hoffmann.

Guimarães, porém, diz que não conversou com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre a reforma, nem a possibilidade de pautar um projeto de supersalários. Questionado se nenhuma outra medida de redução de gastos seria pauta do governo, o líder disse são “interesses da Faria Lima”.

“Já que o mercado está falando que tem que ter corte de gastos, vamos perguntar à população. Cortar gastos onde? No Bolsa Família, salário mínimo? Virou um discurso sem nexo com a realidade. Estamos muito bem obrigado sem penalizar os servidores do país. Vai levar em conta só os interesses da Faria Lima? Tem que levar em conta os interesses do país”, disse.

Cerca de 25 frentes parlamentares publicaram cartas de apoio à reforma administrativa, o que deu força para o presidente da Arthur Lira (PP-AL) defender a retomada da proposta na Casa.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Governo diz que 7 de Setembro é ‘de todos’ e oposição aposta no ‘fique em casa’

7 de Setembro: desfile com mais de 2 mil militares e estudantes do DF —  Secretaria de Comunicação SocialFoto: Reprodução

As comemorações da Independência do Brasil têm como pano de fundo a disputa política entre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a base aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Enquanto o presidente e o entorno político dele sustentam um discurso de que o 7 de Setembro é uma data “de todos” os brasileiros, a oposição pede para que os apoiadores fiquem em casa com o objetivo de esvaziar a festa organizada pela gestão petista.

O tom da oposição é de descontentamento com as Forças Armadas. O senador Magno Malta (PL-ES), por exemplo, afirmou que os militares “hoje fazem continência para bandido, junto com o MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra], junto com a CUT [Central Única dos Trabalhadores], dando continência para bandido, para ex-presidiário”.

Na mesma linha, o senador Jorge Seif (PL-SC) repercutiu nas redes sociais o movimento. “E aí, vai mesmo prestigiar o 7 de Setembro? Vai permitir que seu filho seja comprado por 0,5 pontos na média para ir ao desfile? Os mesmos que traíram seu povo em 08/01? Os mesmos que prestam continência a Lula e Maduro? Certamente não”, publicou.

Em uma outra frente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estimula uma manifestação pacífica a partir da doação de sangue. “Lula está desesperado com o 7 de Setembro, primeiro porque nunca foi patriota, e segundo porque não reúne meia dúzia de pessoas de forma espontânea. Por isso, quero fazer um convite a todos para doar sangue em apoio ao 7 de Setembro. Como é feriado, faça a doação no dia 6 de setembro. Ajude quem precisa e mostre a todos que a nossa união é vital para o Brasil. Participe deste grande ato cívico”, publicou.

Apesar do incentivo ao esvaziamento, a avaliação da inteligência do governo federal aponta para outro grupo de apoio a Bolsonaro que estimula a ida à Esplanada para vaiar Lula e as Forças Armadas.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Câmara aprova urgência para compensação aos estados por queda de arrecadação no ICMS

Deputados em plenário durante votaçãoFoto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o Projeto que prevê compensação de R$ 27 bilhões da União para os estados e o Distrito Federal em razão da queda de arrecadação do ICMS por causa de mudanças na incidência do tributo sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo.

Uma lei complementar determinou que esses produtos não poderiam ser considerados supérfluos para fins de incidência de alíquotas maiores. O próprio texto dessa lei previa uma compensação, que foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).

O projeto concretiza acordo entre a União e os estados, patrocinado pelo Supremo, que prevê ressarcimentos de 2023 a 2025.

Com a aprovação do regime de urgência, o projeto poderá ser votado nas próximas sessões do Plenário.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Lira critica ideia de Lula sobre voto secreto no STF: ‘Princípio da transparência ficaria ofuscado’

Lula venceu disputa com Lira na aprovação de MP, dizem liderançasFoto: JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou nesta terça-feira (5) a ideia de tornar sigilosos os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Lira, a medida prejudicaria o princípio da transparência. Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugeriu que os votos dos magistrados não sejam divulgados, para evitar “animosidade” entre as instituições.

“Difícil você avaliar a posição de outras pessoas sem você ter conversado com elas sobre. Sim, o que estamos vendo é um posicionamento firme de muitos juristas, inclusive de ex-ministros, muito contra. Você já tem uma Suprema Corte com muita visibilidade e agora você vai ter muita visibilidade sem saber como estão votando?”, afirmou Lira.

“O princípio da transparência que é tão exigido no televisionamento das decisões vai ficar ofuscado, mas longe de mim saber quais são os motivos que foram tratados para dar uma declaração como essa”, completou.

Em uma live nas redes sociais, Lula afirmou que a sociedade não deveria saber como votam os ministros do STF. A declaração ocorreu após o ministro Cristiano Zanin, indicado por ele à Corte, ter sido alvo de críticas por causa de seus votos.

“Este país precisa aprender a respeitar as instituições. Não cabe ao presidente da República gostar ou não de decisão da Suprema Corte. A Suprema Corte decide, e a gente cumpre. É assim que é. Se eu pudesse dar um conselho, é o seguinte: a sociedade não tem que saber como que vota um ministro da Suprema Corte. O cara tem que votar e ninguém precisa saber. Porque, aí, cada um que perde fica com raiva e cada um que ganha fica feliz”, disse Lula.

R7, por Hellen Leite

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Lula demite Ana Moser do Ministério do Esporte para dar pasta ao PP

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula demitiu a ministra do Esporte, Ana Moser, nesta terça-feira (5/9). A demissão aconteceu durante uma conversa de cerca de uma hora entre eles no final da tarde, no Palácio do Planalto.

Ana Moser foi demitida na esteira da reforma ministerial que o presidente da República fará nas próximas horas para abrir espaço para o PP e para o Republicanos no governo federal.

Moser foi a segunda ministra mulher demitida por Lula para dar espaço ao Centrão. A primeira foi Daniela Carneiro, retirada do Ministério do Turismo a pedido do União Brasil.

Como vem noticiando a coluna, o comando do Ministério do Esporte deverá ser entregue por Lula para o deputado André Fufuca (AM). Ele é o atual líder do PP, partido do presidente da Câmara, Arthur Lira.

Na mesma reforma, Lula deve nomear o também deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) como ministro dos Portos e Aeroportos, cargo ocupado hoje por Márcio França (PSB).

Igor Gadelha – Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

‘Quem perdoa é Deus’, dispara João Azevedo sobre pedido de desculpas de prefeito

Foto: Reprodução

O governador João Azevêdo (PSB) comentou sobre o pedido de desculpas feito pelo prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (União Brasil).

“Desculpar, perdoar, isso é coisa de Deus”, frisou o gestor.

O prefeito Vitor Hugo decidiu pedir “desculpas” a João por eventuais ofensas durante a campanha eleitoral realizada no ano de 2022.

Vitor afirmou que João se disse ofendido e que, a partir daquele momento, não queria mais contato ou diálogo com o Vitor.

“Se lhe ofendi, eu peço perdão”, frisou.

BG com Portal da Capital

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

PT já vê Dino como inimigo e busca outro nome ao STF

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados.

A disputa pela cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) virou mais um cabo de guerra no governo. O ministro da Justiça, Flávio Dino, passou a ser alvo de fogo amigo ainda maior depois que seu nome ressurgiu como cotado para ocupar a cadeira da ministra Rosa Weber, que comanda o STF e se aposenta no fim deste mês. A cúpula do PT prefere para a vaga o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias.

Nem mesmo o argumento de que Dino no STF abriria uma vaga para o PT no Ministério da Justiça é suficiente para garantir a ele o apoio de dirigentes petistas, que o veem como um adversário político desde os tempos em que era governador do Maranhão e criticam o seu protagonismo.

Embora Dino defenda Lula e o governo na guerra contra aliados de Jair Bolsonaro, além de ter papel de destaque na investigação dos atos de 8 de janeiro, sem contar o caso das joias que envolve o ex-presidente, dirigentes e ministros do PT não escondem o desconforto com essa situação. Não são poucos os que avaliam que o protaganismo de Dino é apenas em busca de um projeto pessoal.

Confira mais detalhes na matéria da Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.