Polícia

Manifestantes fecham avenida em protesto contra morte de jovem e deixam trânsito caótico, em JP

Moradores da comunidade Paulo Afonso, em João Pessoa, realizaram mais um protesto na manhã desta terça-feira (3) e fecharam a Rua Souza Rangel, no bairro do Varjão.

Eles colocaram fogo em pneus e interditaram totalmente a via, cobrando justiça pela morte de Felipe Manoel Martins dos Santos, de 18 anos, morto a tiros enquanto trabalhava.

No entanto, fotos divulgadas pela família mostram a vítima segurando armas e postando mas redes sociais. Veja:

Mas, a população da comunidade alega que a vítima de homicídio não tinha envolvimento com o crime e cobrou respostas da polícia sobre os supostos autores do crime.

Durante o protesto, houve registro de lentidão no trânsito e transtornos, uma vez que a Rua Souza Rangel é a principal via de acesso para os condutores que partem do bairro do Cristo e se deslocam sentido ao Centro. Esse é o segundo protesto realizado pela comunidade no local. Uma outra manifestação foi realizada nessa segunda-feira (2), após confirmação da morte da vítima.

O Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba foi acionado para apagar o incêndio. A Polícia Militar também está no local para tentar realizar o controle dos manifestantes. Até às 9h, o protesto ainda não havia terminado e as população seguia no local bloqueando o trânsito.

BG com Portal T5

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Polícia

Polícia abre novo inquérito para investigar denúncias de abuso sexual infantil contra Fernando Cunha Lima

Pediatra Fernando Cunha Lima é suspeito de estuprar uma paciente de 9 anos de idade durante uma consulta, em João Pessoa — Foto: TV Câmara/Reprodução

Pediatra Fernando Cunha Lima é suspeito de estuprar uma paciente de 9 anos de idade durante uma consulta, em João Pessoa — Foto: TV Câmara/Reprodução

Um novo inquérito policial foi aberto para investigar novas denúncias de estupro de vulnerável supostamente cometidas pelo pediatra Fernando Paredes Cunha Lima, acusado de abuso sexual infantil. Segundo o delegado Cristiano Santana, da Polícia Civil, o novo inquérito foi instaurado e está sendo finalizado para que novas informações sejam divulgadas.

De acordo com o advogado das vítimas, duas delas já foram ouvidas, uma nesta na segunda-feira (26) e outra nesta quinta-feira (29). Segundo o advogado, outras três vítimas também são esperadas para depor no decorrer da próxima semana.

Em 26 de agosto de 2024, a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu o pediatra Fernando Paredes Cunha Lima, acusado de abuso sexual infantil, mas negou a prisão preventiva do médico, solicitada pela polícia.

De acordo com a decisão do juiz José Guedes Cavalcanti Neto, a prisão preventiva de Fernando Cunha Lima não foi aprovada porque as suspeitas levantadas contra ele se caracterizam como “indício suficiente de autoria” e, por se tratarem de indícios, não contam como provas concretas e aniquilam a representação por prisão preventiva.

O médico pediatra investigado por estuprar crianças, em João Pessoa, atendia a maioria das vítimas desde bebês e tinha a confiança das famílias. Fernando Paredes Cunha Lima é um pediatra famoso na capital paraibana e tinha uma clínica particular no bairro de Tambauzinho.

O Ministério Público pediu a condenação do acusado por quatro crimes cometidos contra três crianças, uma vez que uma das vítimas foi abusada duas vezes.

G1

Duas sobrinhas de Fernando Cunha Lima também relataram ter sofrido abusos quando eram crianças. Porém, como o crime já prescreveu, elas vão atuar como testemunhas no processo.

Em uma série de depoimentos dados à Polícia Civil, as mães narram que os abusos aconteciam dentro do consultório, com as vítimas em cima de uma maca, quando o médico obstruía a visão delas ou fazia a ausculta do pulmão das crianças.

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Polícia

Banco criado pelo PCC movimentou R$ 8 bilhões para bancar políticos, diz polícia


Foto: Divulgação / Polícia Civil Mogi das Cruzes

A Polícia Civil de Mogi das Cruzes investiga um esquema criminoso que movimentou R$ 8 bilhões por meio de um “banco do crime” e mais 19 empresas para apoiar candidaturas em cidades de São Paulo. Os valores eram movimentados por membros do PCC para financiar campanhas, segundo as investigações.

A investigação, conduzida pela delegacia de Mogi das Cruzes, bloqueou movimentações financeiras suspeitas realizadas entre 20 empresas. Entre elas, está um banco, semelhante a uma fintech, com sede na cidade da Grande São Paulo. A instituição foi criada, segundo a polícia, por membros do PCC para lavar dinheiro e financiar candidaturas nas eleições. Segundo o delegado responsável pela investigação, Fabrício Intelizano, os valores beneficiaram ao menos três candidatos em Mogi das Cruzes, Ubatuba e Santo André.

A operação teve início a partir de investigação de tráfico de drogas e levou a bloqueio de bens e valores. Em junho de 2023, a Polícia Civil de Mogi das Cruzes teve acesso ao celular de Fabiana Lopes Manzini. Ela é casada com Anderson Manzini, apontado como membro antigo do PCC. Segundo o delegado, Manzini integrava um grupo de sequestradores que atuava em diversas cidades paulistas, entre elas, Campinas.

Fabiana também é apontada pela polícia como integrante do PCC. Com o marido preso desde 2002, ela estava à frente dos negócios ilícitos no tráfico, segundo a polícia. Fabiana conversava com João Gabriel de Mello Yamawaki, primo de Anderson, para receber orientações sobre os candidatos que receberiam apoio. O UOL tentou ouvir os citados, mas não conseguiu localizá-los.

Yamawaki era um dos integrantes do núcleo financeiro do PCC, aponta a investigação. O núcleo era apelidado de “câmbio” entre os integrantes da facção. A investigação aponta que Yamawaki tinha interesse em eleger vereadores nas cidades paulistas. Nos próximos dias, a polícia de Mogi das Cruzes quer ouvir Anderson. “Ele é o elo central”, diz o delegado.

Troca de mensagens interceptada pela polícia revela que Yamawaki indicava a Fabiana pessoas ligadas ao PCC para candidaturas em São José do Rio Preto, Campinas e Baixada Santista. “Pretendemos pegar os celulares, cruzar informações e fazer operação nessas cidades”, afirma o delegado. O chefe da Seccional de Mogi das Cruzes, Waldir Covino, afirma que a prioridade das próximas fases da investigação será mapear infiltrações do PCC na política.

Banco do crime e empresas para lavagem de dinheiro

Yamawaki decidiu abrir um banco por já ter tido a experiência de trabalhar com politica e finanças, segundo a polícia. A instituição financeira, chamada 4TBank, oferece serviços pessoas físicas. Segundo a polícia, Yamawaki tinha expectativa de aumentar os lucros da empresa. O UOL entrou em contato com o banco, mas não obteve resposta até a publicação deste texto — a polícia diz que os responsáveis por operar a empresa estão presos e as contas estão bloqueadas.

O banco em Mogi das Cruzes tem CNPJ aberto há cinco anos. Nas redes sociais, a página da instituição continua ativa. Segundo o delegado Intelizano, trata-se de uma atividade ilegal. “Eles não têm autorização do Banco Central para operar”, diz. Nos últimos cinco anos, a movimentação do banco somente no CNPJ de Mogi das Cruzes foi de R$ 600 milhões — quase R$ 100 milhões foram movimentados em saques e dinheiro em espécie.

O banco funcionava com outros dois CNPJs diferentes, além da sede em Mogi das Cruzes. Um deles operava em um escritório compartilhado na zona sul de São Paulo e outro em um prédio comercial em Palmas, no Tocantins.

No total, a operação apontou 32 investigados, sendo 6 deles com relações diretas com o banco do PCC. Os demais teriam relações com o tráfico: seriam mulheres de pessoas presas e integrantes da facção. O banco reúne dez empresas e seis pessoas investigadas.

Investigação detectou que o grupo com membros do PCC se articulou para se infiltrar na administração pública há pelo menos um ano. As conversas dela com Yamawaki, monitoradas pela polícia, tiveram início em agosto de 2023. Segundo o delegado, o celular de Fabiana abriu possibilidade de investigação. “Quando pegamos a conversa do João Gabriel com ela foi possível perceber que eles já estavam se articulando para lançar candidatos”, afirmou. “Na mesma conversa, já lançaram os nomes dos três.”

UOL

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Carro de luxo avaliado em R$ 620 mil é apreendido sem placa em Lucena, na grande João Pessoa

Um carro de luxo foi apreendido nesta sexta-feira (30) em Lucena, na grande João Pessoa. O veículo tipo BMW M2 foi encontrado durante uma fiscalização da Polícia Militar.

Durante a apreensão, foi constatado que o carro, avaliado em R$ 620 mil estava desemplacado o motorista não tinha CNH e estava conduzindo sem o cinto de segurança.

O motorista foi detido e a BMW foi encaminhada para o pátio do Detran-PB.

Blog do BG PB 

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Polícia

Operação da PF prende hackers suspeitos de desviar dinheiro de duas prefeituras, na Paraíba

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (29) a Operação Controle Remoto 2, que tem como objetivo combater desvios de dinheiro público por meios eletrônicos das constas da prefeitura de Boa Vista-PB e Cajazeirinhas-PB no final do ano de 2022.

Segundo as investigações, hackers conseguiram invadir as contas bancárias dos referidos municípios, transferindo criminosamente, para suas contas pessoais e para contas de terceiros (“laranjas”), um valor total de R$ 47.364,41, da prefeitura de Boa Vista, e R$ 151.850,84, de contas do município de Cajazeirinhas.

Durante as investigações, a Polícia Federal conseguiu rastrear o dinheiro furtado, tendo deflagrado, em 10/10/2023, a primeira fase da Operação Controle Remoto, com cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, todos na cidade de São Paulo-SP, além de bloqueio de valores dos investigados.

Agora nesta segunda fase, foram cumpridos mais dois mandados de busca e apreensão, ambos em São Paulo (bairros Jardim Sapopemba e Jardim Gianetti). Além disso, o Juízo Federal determinou o afastamento de sigilos bancários de suspeitos de participação nos crimes.

Caso sejam confirmados os indícios de autoria e materialidade, os investigados poderão responder pelos crimes de furto eletrônico mediante fraude, associação criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que – somadas – podem chegar a 21 anos de reclusão.

A operação foi denominada de “Controle Remoto” pelo fato de hackers residentes em São Paulo terem conseguido controlar, à distância, de forma remota, as contas bancárias de municípios paraibanos e subtrair os recursos públicos nelas contido.

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Polícia

Operação policial conjunta desarticula organização criminosa que atuava em João Pessoa e cidades da região

Anotação 2023-12-11 173942.pngFoto: Reprodução

Força Integrada de Combate ao Crime Organizado deflagrou, nesta quinta-feira (29) a Operação Vitor Bravo. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária em João Pessoa-PB.

A ação tem por objetivo desarticular e aprofundar a coleta de elementos de prova acerca de uma Organização Criminosa voltada aos crimes de tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo na capital paraibana, que atuava nos bairros de Mangabeira, Valentina, Gramame, Paratibe, Jaguaribe e Bessa.

Além da prática dos crimes de tráfico de drogas e comércio ilegal de armas, os envolvidos podem responder também pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa, considerando se tratar de um grupo estruturado e com divisão de tarefas voltado para crimes apenados com reclusão.

A FICCO-PB é integrada pela Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais – SENAPPEN, Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba.

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Polícia

Operação da PF prende homem em João Pessoa com arquivos de abuso sexual infantojuvenil

Foto: Polícia Federal/ Divulgação

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (28) a Operação Discovery 17, com o objetivo de combater o abuso sexual infantojuvenil. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. Durante a ação policial o investigado, de 25 anos, foi preso em flagrante pelo armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

O investigado responderá pelos crimes de aquisição e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, previsto no Artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, sem prejuízo da imputação de outros crimes mais graves, a serem descobertos a partir da análise do material digital apreendido no dia de hoje.

O nome da operação, descoberta, em inglês, é uma alusão a atuação incessante dos policiais federais na busca pelos autores de crimes desta natureza, que tantos prejuízos causam à sociedade.

A Operação deflagrada na presente data integra um conjunto de ações desenvolvidas pela Polícia Federal no estado da Paraíba, que visam fortalecer a repressão aos crimes relacionados ao abuso sexual infantil no estado e promover a prevenção destas práticas criminosas.

A Polícia Federal alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. A prevenção é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes.

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Polícia

Prefeito de cidade do RN que faz divisa com a Paraíba é baleado; pai dele é morto pelos criminosos

O prefeito de João Dias, Marcelo Oliveira, e o pai foram vítimas de um atentado no município na manhã desta terça-feira (27). A Polícia Civil confirmou que o prefeito foi baleado e o pai foi morto.

De acordo com a Polícia Civil, o prefeito sofreu uma tentativa de homicídio. Ele foi atingido por disparos de arma de fogo e foi socorrido. O seu pai, que estava com ele, acabou falecendo.

A Polícia Civil irá iniciar as diligências do caso. A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social informou em nota que já mobilizou efetivos para capturar os criminosos.

Confira nota:

A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social informa que já mobilizou efetivos operacionais da Polícia Militar e Polícia Civil com o objetivo de identificar, localizar e prender os criminosos envolvidos no atentado a tiros que deixou ferido o prefeito Francisco Damião de Oliveira (também conhecido como Marcelo Oliveira), da cidade de João Dias, e vitimou letalmente o pai dele, Sandi Alves de Oliveira.

O crime foi registrado nesta manhã, no próprio município de João Dias, em condições ainda a serem esclarecidas. A motivação também está sendo investigada.

*Mais informações em breve

Tribuna do Norte

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Polícia

Polícia Federal investiga esquema de corrupção e cumpre mandados na casa da ex-prefeita de São Vicente do Seridó

Foto: PF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (27) a Operação Inside Out, que tem como objetivo combater possíveis desvios de recursos públicos, fraudes licitatórias e lavagem de dinheiro cometidos no município de São Vicente do Seridó-PB entre os anos de 2018 e 2020.

Segundo as investigações, foi constatada a contratação pela prefeitura de uma empresa de fachada para construção de uma Unidade Básica de Saúde – UBS, utilizando-se de recursos públicos federais na ordem de R$ 627.283,24.

Foram detectados pela equipe de investigação que no local da sede da empresa contratada estava instalada uma padaria, bem como, não teria nenhum funcionário registrado à época das obras da UBS.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, sendo um na zona rural do município de São Vicente do Seridó e os outros dois no município de Campina Grande, nos bairros Jardim Tavares e Liberdade. Além disso, foi determinada pelo Juízo Federal a quebra do sigilo fiscal da empresa contratada.

As buscas ocorrem nas casas da ex-prefeita, Graciete Dantas e seu marido, o ex-secretário de transportes, Neném Dantas e na casa de seu genro, que é ex-secretário de administração e também dono da empresa alvo da investigação.

Os investigados poderão responder por apropriação de verbas públicas, fraude licitatória, lavagem de dinheiro e associação criminosa, com penas que – somadas – podem chegar a 29 anos de reclusão.

A operação foi denominada de “Inside Out”, que significa “de dentro para fora”, fazendo relação com o fato de agentes públicos internos e pessoas próximas à gestora terem acesso a informações privilegiadas para vencer licitações no município investigado.

Blog do BG PB

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Polícia

Justiça manda soltar ex-PM acusado de golpes milionários com casa de apostas, PB

A Justiça da Paraíba anulou a prisão de Rodrigo Pereira de Sousa, ex-policial acusado de aplicar golpes milionários por meio de uma empresa de apostas esportivas, a RTE Betting Master. Junto com a esposa, o casal causou um prejuízo estimado em R$ 63 milhões.

O casal e mais três pessoas foram acusados pelos golpes. Rodrigo foi preso em maio de 2023, sob a acusação de fraude. O ex-policial, estava condenado a três anos de reclusão, mas foi liberado pela Justiça na tarde de quinta-feira (23).

A esposa de Rodrigo, Luiza Amanda Simões Soares de Sousa, estava com a cautelar diversa da prisão, para assinar regularmente até o fim do processo. Os demais envolvidos foram absolvidos das acusações.

De acordo com a defesa, a prisão foi revogada devido a quantidade de anos de reclusão. “A juíza reconheceu em parte a tese defensiva, e em parte o Ministério Público, condenando Rodrigo a uma pena de três anos de reclusão, o que vamos recorrer”, afirmou o advogado Getúlio Sousa.

BG com Portal Correio 

 

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