Polícia

Polícia Civil e Gaeco deflagram operação contra quadrilha que cancelava multas no Detran-PB

Na manhã desta quinta-feira (20), a Polícia Civil da Paraíba e o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual estão deflagrando uma operação com o objetivo de desarticular uma suposta quadrilha envolvida no cancelamento ilegal de multas de trânsito no Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), na sede em João Pessoa.

A ação resultou no cumprimento de quatro mandados de prisão e sete de busca e apreensão em diferentes pontos da capital paraibana.

A investigação aponta que o grupo operava um esquema de fraude para anular penalidades impostas a condutores, gerando prejuízos ao sistema de fiscalização de trânsito e comprometendo a segurança viária.

A operação está em andamento, e novas informações serão divulgadas ao longo do dia.

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Polícia

Em dez anos, número de mortes por intervenção policial aumenta 300% na Paraíba

Em dez nos, número de mortes por intervenção policial aumentou 300% na Paraíba  — Foto: g1

Em dez nos, número de mortes por intervenção policial aumentou 300% na Paraíba

 

Em 2015, a Paraíba registrou 14 mortes por intervenção policial. Os dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, coletados pelo Núcleo de Dados da Rede Paraíba, mostram que, em 10 anos, o aumento foi de 300%, atingindo 56 mortes por intervenção policial em 2024.

 

Apesar do crescimento, o número é 24% menor do que o registrado em 2023, quando ocorreram 74 assassinatos decorrentes de alguma ação policial. Na última década, esse foi o ano mais violento em relação às mortes por intervenção policial.

Nos últimos dez anos, 403 mortes por intervenção policial foram registradas na Paraíba, sendo 398 homens e 5 mulheres. O máximo ocorrido em um único mês foi em fevereiro de 2023, quando 11 pessoas foram vítimas. Em 2024, o mês com mais mortes por intervenção policial foi o de fevereiro, com 9 registros.

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Polícia

Três bandidos são mortos após arrombarem loja, na Grande João Pessoa

Três homens foram mortos a tiros na madrugada desta terça-feira (18), após arrombarem uma loja de roupas em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa. Eles seriam da gangue da marcha ré.

De acordo com as informações, o fato foi no bairro de Tibiri, eram quatro homens cometendo o crime de arrombamento no momento em que uma pessoa armada passou no local e efetuou os disparos vindo a deixar três mortos.

Um quarto escapou porque ainda estava na loja, mas na parte do banheiro.

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Polícia

(VÍDEO) PM é agredido após protesto por morte de cinco jovens em João Pessoa

 

Um policial militar ficou ferido na cabeça após ter sido atacado com uma garrafa durante confronto entre moradores e a Polícia Militar no bairro Colinas do Sul, em João Pessoa.

 

Os residentes do condomínio Vista Alegre estariam revoltados com a PM após as mortes de cinco jovens no sábado (15). “População do Vista Alegre no Colinas do Sul, protesta em face da neutralização de 5 ‘estudantes’ armados por parte da polícia. Minha solidariedade aos homens e mulheres de bem que residem nas comunidades e que são reféns do crime por não ter como contesta-los”, comentou o deputado estadual Walber Virgolino, ao postar o vídeo acima.

 

Os moradores atearam fogo em três lixeiras grandes e bloquearam uma rua da região. Eles também teriam atacado a base da Polícia Militar existente na área. Dois policiais ficaram feridos, um deles na boca e outro na cabeça. O policial ferido na cabeça foi encaminhado ao Hospital Metropolitano de Santa Rita, onde passará por tomografia e avaliação de um neurologista.

 

Feminicídio e confronto no sábado

No sábado, um confronto entre policiais e suspeitos resultou na morte de cinco jovens, sendo dois adolescentes de 17 anos, um jovem de 25 anos e outro de 26 anos. O quinto não teve a idade confirmada. Eles já chegaram mortos ao Hospital de Trauma de João Pessoa, segundo informações do boletim médico da unidade.

 

Segundo a PM, o grupo estaria a caminho de Conde para matar o homem que foi preso, hoje, suspeito de assassinar a amiga da ex-esposa por entender que ela havia ajudado a mulher a denunciá-lo. Ainda de acordo com a Polícia Militar, o grupo estava armado e trocou tiros com os policiais

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Polícia

Operação mira suspeitos de receber aposentadoria de beneficiários já mortos na Paraíba

AForça-Tarefa Previdenciária deflagrou, na manhã desta segunda-feira (17), a operação Pororoca, em Itapororoca, com o objetivo de reprimir ação criminosa de recebimento de benefício previdenciário pós-morte.

Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão, expedido pela 14ª Vara Federal no Estado da Paraíba, a fim de coletar provas que possam comprovar as fraudes previdenciárias.

As investigações apontam que valores continuaram a ser sacados indevidamente, mesmo após o falecimento do titular dos benefícios, configurando possível ocorrência de crime de estelionato previdenciária.

Segundo a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP) do Ministério da Previdência Social, o prejuízo estimado com a identificação de dois benefícios fraudados supera R$ 74 mil. Os benefícios já foram cessados.

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Polícia

Mulher é presa após matar companheiro a facadas em discussão no Sertão da Paraíba

Uma mulher de 27 anos, foi presa, na noite deste sábado, acusada de ter esfaqueado o seu companheiro Renner de Araújo Feitosa, de 32 anos. O crime ocorreu no bairro Antônio Gregório, na cidade de São José da Lagoa Tapada, no Sertão da Paraíba.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 19h30, o homem foi atingido, durante uma discussão, por um golpe de faca-peixeira desferido pela mulher. Ele ainda chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Hospital Regional de Sousa, mas faleceu instantes depois.

Ainda segundo a corporação, no momento da prisão, a mulher teria revelado aos militares que estava em casa lavando roupa quando a vítima chegou embriagada e passou a agredi-la. Segundo ela, em uma ação de defesa, pegou uma faca que estava em uma cômoda no quarto da casa e desferiu um golpe na altura da clavícula do seu companheiro, vindo ele a cair ao chão.

Após a prisão, a acusada foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil e autuada em flagrante. Ela será submetida a audiência de custódia e em seguida ficará à disposição do Poder Judiciário.

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Polícia

Operação prende 30 integrantes da maior organização criminosa da Paraíba

Uma operação conjunta prendeu trinta suspeitos de integrar uma das maiores organizações criminosas com atuação na Paraíba. Os dados fazem parte da Operação Arpão de Netuno 2025, cujo balanço foi divulgado nesta quinta-feira (13). De acordo com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/PB), formada por diversos órgão de segurança, os mandados foram cumpridos em oito cidades paraibanas e uma no estado do Ceará. O objetivo da ação policial, iniciada há cerca de um mês, o objetivo é identificar e catalogar criminosos ligados a facções criminosas, com atuação no estado da Paraíba.

Veja a lista de cidades onde os mandados foram cumpridos:

  • João Pessoa: 16
  • Bayeux: 2
  • Cabedelo: 2
  • Pedras de Fogo: 1
  • Pombal: 1
  • Campina Grande:  5
  • São Sebastião de Lagoa de Roça: 1
  • Alagoa Nova: 1
  • Itaitinga, CE: 1
Portal Correio

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Polícia

NA PARAÍBA: Operação mira grupo que furtava e receptava cargas na BR-230

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma organização criminosa especializada em furtos e receptação de cargas nos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe foi alvo de uma operação da Polícia Civil paraibana. A ação, batizada BR-23o, aconteceu nessa quarta-feira (12) e prendeu uma pessoa e cumpriu mandados de busca e apreensão.

De acordo com as investigações, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Abreu e Lima (PE) e Aracaju (SE), além da apreensão de um caminhão utilizado em atividades criminosas e outros objetos. A operação ainda resultou na recuperação de três cargas furtadas, avaliadas em aproximadamente R$ 420 mil, e na prisão em flagrante de um receptador. O indivíduo, proprietário de uma rede de supermercados atacadistas, era responsável pela comercialização dos produtos furtados.

As investigações tiveram início após o abandono de uma carreta no município de Patos, o que levou à abertura do boletim de ocorrência. As diligências se estenderam por cerca de um mês, até que a operação fosse deflagrada. O grupo criminoso é formado por motoristas de caminhão, que desviavam cargas e simulavam falsos roubos, dando continuidade ao esquema de furtos e receptação.

O delegado Lucas Rothardand falou sobre a continuidade das investigações: “prosseguimos para a identificação de novos participantes da organização criminosa e também para chegar à prisão de todos, incluindo os mandantes e receptadores qualificados”, afirmou.

A operação, coordenada pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Patos, teve o apoio de diversas unidades da Polícia Civil, incluindo as delegacias de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC) de João Pessoa, a Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) de Pernambuco, o Centro de Operações Especiais (COPE) de Sergipe e a UNINTELPOL-PB.

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Polícia

PF investiga fraudes ao programa Farmácia Popular e cumpre mandados na Paraíba

Foto: Polícia Federal/ Divulgação

Uma investigação da Polícia Federal contra fraudes milionárias ao Programa Farmácia Popular do governo federal e tráfico de drogas transnacional cumpre mandados na Paraíba, na manhã desta quinta-feira (13). A ação, batizada Arthron, cumpre seis mandados de prisão, 26 mandados de busca e apreensão, 28 medidas restritivas de direitos, além de medidas de constrição patrimonial que abarcam o sequestro de bens móveis e imóveis.

Além dos mandados, a Justiça Federal em Goiás também determinou o bloqueio de mais de R$ 39 milhões dos investigados. As ações ocorrem no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Paraíba, Mato Grosso, Acre e Minas Gerais.

A investigação teve início no ano de 2022, após a prisão em flagrante de dois indivíduos que estavam transportando grande quantidade de cocaína com destino a Luziânia/GO. Apurou-se que a droga seria destinada a um traficante da região que, inclusive, chegou a ser candidato ao cargo de Vereador nas eleições municipais do ano de 2024.

A investigação ainda apontou que os envolvidos eram responsáveis pela internalização de grandes volumes de substâncias entorpecentes, provenientes, sobretudo, da Bolívia, Colômbia e do Peru. As drogas eram revendidas, principalmente, a traficantes do entorno do Distrito Federal que, nos termos dos elementos indiciários coletados, possuem vínculos com facções criminosas de repercussão nacional.

O rastreamento das movimentações financeiras operadas pelas pessoas já identificadas permitiu a identificação de sistemática rede destinada a ocultar e ou dissimular a proveniência ilícita dos valores obtidos a partir das condutas ilícitas perpetradas. Identificou-se a constituição de diversas empresas do ramo farmacêutico que, posteriormente, eram utilizadas para fins de obtenção de vantagens indevidas junto ao Programa Farmácia Popular do Governo Federal.

Os valores obtidos a partir das atividades fraudulentas, posteriormente, foi utilizado por parte dos investigados para fins de financiamento ao tráfico de drogas. Foram identificadas ao menos 28 pessoas jurídicas diretamente utilizadas pelo grupo para fins da prática dos referenciados atos de estelionato em desfavor da União.

Como funcionava o esquema

O Programa Farmácia Popular do Brasil – PFPB é um programa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, por meio de parceria com farmácias da rede privada. As fraudes ocorriam assim:

i) Os investigados adquiriam empresas que estavam licitamente cadastradas no PFPB, mas que haviam encerrado suas atividades;

ii) Faziam as alterações societárias pertinentes e, na maioria dos casos, vinculava as Pessoas Jurídicas a pessoas interpostas;

iii) As alterações societárias e os ajustes junto ao PFPB eram intermediados por uma investigada que, aparentemente, atuava como espécie de “despachante” junto aos órgãos públicos atuantes no programa;

iv) Realizadas as alterações, ocorria aumento do número de lançamentos de medicamentos comercializados por meio do Farmácia Popular, seja na modalidade gratuidade ou subsidiada;

v) Liberação dos pagamentos em favor dos envolvidos que se valiam de diferentes tipologias voltadas a dificultar a identificação dos reais beneficiários.

Para a operacionalização das fraudes, eram realizadas vendas simuladas de medicamentos que, na prática, nunca chegaram a ser fornecidos ao beneficiário declarado. Os investigados lançaram dados de consumidores que, sequer, possuem conhecimento quanto a utilização indevida de suas informações de qualificação.

Ressalta-se que, em sua maioria, as empresas utilizadas pelo grupo não possuíam existência fática e ficavam localizadas em estados totalmente diverso do domicílio dos sócios declarados. Notou-se que, durante o funcionamento lícito dos estabelecimentos, os repasses mensais do PFPB não ultrapassavam R$ 5 mil e que, após o início das fraudes, cada farmácia passava a receber valores que giravam em torno de R$ 60 a R$ 90 mil por mês.

Diante desse esquema criminoso, além dos ganhos provenientes das atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de drogas, as medidas de constrição patrimonial também englobam uma estimativa de prejuízos gerados em desfavor da sociedade o que implicou na majoração dos valores de bloqueio para fins de imposição de Dano Moral Coletivo.

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Operação da PF mira suspeitos de fraudar financiamento de veículos na PB e no RN

A Polícia Federal cumpriu, nesta quarta-feira (12), mandados de busca e apreensão em Cabedelo, na Grande João Pessoa, contra suspeitos de fraudes em veículos no município de Natal, no Rio Grande do Norte. Além da cidade paraibana, os alvos da Operação Trilha da Fraude foram localizados em Nova Cruz, no RN.

Segundo a PF, A fraude consistia na utilização ilegal de informações pessoais de terceiros para aquisição de financiamento em instituição financeira. Após a aprovação do financiamento e a aquisição do veículo, o suspeito não realizava os pagamentos das parcelas, deixando o ônus para o verdadeiro titular dos dados, que desconhecia completamente a transação.

As apurações também revelaram que o suspeito já havia aplicado pelo menos outro golpe semelhante, demonstrando, um padrão de comportamento fraudulento.

A investigação contou com diversas ações para localizar o envolvido e apurar a extensão das fraudes, bem como confirmar ligações entre as supostas partes envolvidas. Durante as buscas foram apreendidos equipamentos eletrônicos (celulares e notebook) que serão submetidos à perícia.

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