Polícia

ONDA DE VIOLÊNCIA: Polícia deflagra operação após altos índices de crimes em bairros de João Pessoa

Imagem: Reprodução / TV Arapuan

A Polícia Militar realiza na manhã desta segunda-feira (26), uma operação nos bairros do Cristo e Rangel, em João Pessoa.

As ações tem o objetivo de intensificar as ações policiais nos locais onde apresentaram nos últimos dias altos índices de criminalidade, como roubos e furtos.

A expectativa é de que as ações continuem ao decorrer dos dias e os suspeitos possam ser identificados e presos.

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Bandidos armam emboscada contra juíza de Boqueirão e criminoso morre baleado pelo marido dela

Um bandido morreu e outro ficou gravemente ferido durante uma tentativa de emboscada contra a juíza da comarca de Boqueirão, Andreia Arcoverde. O caso aconteceu na manhã desta sexta-feira (23).

De acordo com as primeiras informações, o veículo foi interceptado por criminosos quando se dirigia para a cidade de Barra de Santana, no Cariri paraibano. Durante a ação, o esposo da magistrada, policial militar, reagiu ao fato e conseguiu balear dois dos suspeitos.

Um dos assaltantes morreu ainda no local, enquanto o outro está em estado grave. Um terceiro envolvido conseguiu fugir e, até o momento, segue foragido. A Polícia Militar realiza intensas buscas na região com o objetivo de localizar e prender o suspeito.

No local da ocorrência, foram encontradas duas armas de fogo, que teriam sido utilizadas pelos criminosos. A Polícia Civil vai investigar a motivação do crime.

Blog do BG PB

 

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Polícia

Policial militar, ex-vereador e outros cinco homens são presos em plantação de maconha na PB

Policial militar, ex-vereador e outros cinco homens são presos em plantação de maconha na zona rural de Taperoá

Foto: Reprodução

Sete integrantes de uma organização criminosa foram presos na plantação de maconha na zona rural de Taperoá, no Cariri da Paraíba, na quinta-feira (22). De acordo com a Delegacia de Repressão ao Crime organizado (Draco), entre os presos estão um policial militar, um ex-vereador e o ex-diretor da cadeia de Taperoá.

A plantação de maconha foi localizada e desmanchada em uma ação conjunta entre o GTE de Juazeirinho e a DRACO.

Durante ação policial, três homens tentaram correr e se esconder na mata, mas foram localizados e presos em flagrante.

Segundo a Polícia Civil, os homens presos já eram investigados por assalto a banco, pistolagem e tráfico de drogas.

Todos foram levados para a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado e ficarão à disposição da justiça.

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Polícia

Mutirão Oftalmológico: Polícia vai ouvir equipe médica que realizou procedimentos

 Mutirão Oftalmológico: Polícia vai ouvir equipe médica que realizou procedimentos
Hospital de Clínicas de Campina Grande. Reprodução/TV Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba vai ouvir na próxima semana a equipe de profissionais de saúde que participaram do mutirão oftalmológico, feito em um hospital de Campina Grande na última quinta-feira (15), e que deixou pacientes com complicações, como infecções e até perda da visão.

A Secretaria de Saúde da Paraíba apura o caso e admitiu que medicamentos vencidos estavam entre os que foram utilizados no mutirão, que foi realizado por uma empresa contratada. O contrato entre a empresa e a secretaria foi encerrado.

De acordo com o delegado Paulo Ênio, responsável pelas investigações do caso em Campina Grande, a partir da semana que vem os depoimentos de todos os envolvidos no caso vão ser colhidos oficialmente.

Um boletim de ocorrência feito pelo diretor do Hospital das Clínicas foi registrado na polícia depois do começo da repercussão do caso. Conforme informações do delegado, nenhuma das pessoas que relataram complicações graves, seja infecções ou perda total da visão, procuraram a polícia para prestar queixa.

Ainda segundo o delegado Paulo Ênio, os primeiros a serem ouvidos são a equipe médica da empresa que realizou os procedimentos oftalmológicos no mutirão. Após a equipe de profissionais, outros envolvidos, como representantes do Hospital das Clínicas e possíveis vítimas também vão passar pelas oitivas.

Na quarta-feira (21), sete pacientes que relataram complicações devido a procedimentos no mutirão oftalmológico passaram por novos procedimentos. Ao todo, 29 pacientes apresentaram sintomas que variaram de leves a graves.

Seis pacientes passaram por cirurgias e uma pessoa realizou uma lavagem da câmara anterior do olho. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que todos os procedimentos foram concluídos com sucesso.

Na atualização mais recente sobre esses pacientes, segundo a Secretaria de Saúde, ao todo, 17 pessoas continuam internadas em uma clínica credenciada. Outros três também estão na unidade, mas ainda avaliam se permanecerão internados no local. Todos os pacientes estavam anteriormente no Hospital Metropolitano de Santa Rita, na Grande João Pessoa.

Em nota, a secretaria afirmou que os pacientes seguem sendo monitorados continuamente e recebem todo o acompanhamento necessário por equipes especializadas. Nesta quinta-feira (22), todos passarão por uma nova reavaliação.

Também em nota, a fundação afirmou que desde o momento em que tomou conhecimento sobre os problemas, iniciou a busca pelos pacientes e solicitou que eles fossem com urgência para avaliação pós-operatória. Ainda, a fundação afirmou que apura internamente os acontecimentos e destacou que os profissionais contratados pela fundação atendem todas as exigências legais.

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Polícia

INSEGURANÇA: Homem é assassinado a tiros dentro do Trauminha em Mangabeira

Um homem identificado como Rodrigo Gomes Ferreira da Silva, de 30 anos, foi assassinado a tiros dentro do Complexo Hospitalar Tarcísio de Miranda Burity, o Trauminha, em Mangabeira. O crime aconteceu por volta das 2 horas desta quinta-feira, 22, em frente a pacientes e servidores. Rodrigo que apresentava um ferimento no pé havia sido atendido por um médico e aguardava outro procedimento quando foi surpreendido pela chegada de um homem que entrou na área de recepção do hospital usando capacete e exibindo uma arma.

O bandido tentou levar a vítima, que estava acompanhada pela mãe, para o lado de fora do Trauminha, mas o rapaz ofereceu resistência e não saiu. Então, o criminoso resolveu efetuar os disparos ali mesmo e fugiu em seguida, com o auxílio de um comparsa que aguardava em uma motocicleta do lado de fora.

O diretor do Trauminha, Felipe Medeiros, informou que o atendimento foi suspenso temporariamente para que os trabalhos da polícia fossem realizados, mas a rotina do Trauminha já foi retomada pela manhã. Ele também adiantou que medidas para reforçar a segurança devem ser adotadas.

“Nós pensávamos que um hospital fosse um local intocável, mas agora teremos que mudar. A criminalidade cada vez mais quer invadir e ameaçar e vamos tentar implantar novas medidas como câmera de reconhecimento facial para identificar se criminosos chegarem ao hospital. As câmeras do hospital estavam funcionando e a polícia solicitou as imagens do momento do crime”, explicou o diretor.

A Polícia Civil esteve no local e conversou com testemunhas. A investigação está sendo realizada para identificar os bandidos e a motivação do crime. Até agora, sabe-se que o rapaz executado já tinha passagem pela polícia.

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Polícia

OPERAÇÃO FACE OFF: PF mira quadrilha na PB que fraudava contas do GOV.BR

A Polícia Federal cumpre mandados na Paraíba contra uma associação criminosa especializada em fraudar contas digitais vinculadas à plataforma GOV.BR. A operação, deflagrada nesta terça-feira (13), chamada “Face Off”, também cumpre ordens judiciais em outros oito estados.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo utilizava técnicas avançadas de alteração facial para burlar sistemas de autenticação biométrica. As investigações revelaram que os criminosos simulavam traços faciais de terceiros para obter acesso indevido às contas digitais das vítimas, assumindo o controle total dos perfis e, consequentemente, de serviços públicos e informações pessoais sensíveis.

Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 16 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Brasília, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Tocantins.

Os investigados podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo informático qualificada e associação criminosa.

MaisPB

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Polícia

Brasil registra média de 60 jovens assassinados por dia; 312 mil morreram na última década

Foto: Fernando Frazão/Arquivo Agência Brasil

O Brasil perdeu 21.856 jovens para a violência letal em 2023, o que equivale a uma média de 60 assassinatos por dia entre pessoas de 15 a 29 anos. Os dados são do Atlas da Violência 2025, produzido pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta segunda-feira (12).

De 2013 a 2023, foram 312.713 jovens mortos por homicídio no país. A maioria das vítimas são homens — 94% do total —, com destaque para a faixa dos 20 anos, que concentra o maior número de anos de vida interrompidos de forma precoce.

Jovens morrem mais que todos os outros grupos

A violência é a principal causa de morte entre os jovens brasileiros, de acordo com o levantamento. Só em 2023, quase metade de todos os homicídios registrados no país (47,8%) teve como vítimas pessoas entre 15 e 29 anos.

Apesar da grande quantidade de óbitos, os dados mostram uma tendência de queda desde 2017, quando o Brasil registrou o maior pico da série histórica: 72,4 mortes por 100 mil jovens. Em 2023, essa taxa caiu para 47,0 por 100 mil, uma redução de 6,2% em relação ao ano anterior.

Bahia e Amapá lideram taxas de homicídio

Mesmo com a redução nacional, 17 estados ainda registraram taxas acima da média do país em 2023. Os casos mais graves são os do Amapá (134,5 por 100 mil jovens) e da Bahia (113,7 por 100 mil). A letalidade juvenil nesses estados chega a ser mais de 12 vezes superior à de São Paulo, que teve a menor taxa do país (10,2 por 100 mil).

Já os estados com os maiores aumentos na taxa de homicídios entre jovens foram o Amapá (+49,1%) e o Mato Grosso do Sul (+17,1%), ambos na contramão da média nacional.

Armas de fogo foram usadas em 8 da cada 10 mortes

g1

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Polícia

Homem que denunciou sumiço de professor em João Pessoa confessa assassinato

O homem que registrou o desaparecimento do professor Gilson Cruz Nunes, de 63 anos, foi identificado como o responsável pelo assassinato. A Polícia Civil da Paraíba confirmou neste sábado (10) que o investigado confessou o crime durante depoimento prestado na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Campina Grande. Ele foi preso e autuado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

O caso teve início no último dia 4 de maio, quando o suspeito procurou a polícia para informar que Gilson havia desaparecido na praia da Penha, em João Pessoa. Segundo o relato, os dois estariam viajando juntos pelo litoral paraibano. O Corpo de Bombeiros e o Grupamento Tático Aéreo (GTA) chegaram a realizar buscas no local indicado, mas sem sucesso.

Com o avanço das investigações, a Polícia constatou que o desaparecimento informado era uma farsa. As equipes da DHPP, com apoio da Delegacia de Crimes contra a Pessoa da capital (DCCPES), do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e da Unintelpol/PCPB, identificaram indícios que apontavam o próprio comunicante como autor do crime.

De acordo com os investigadores, Gilson foi assassinado no mesmo dia em que teve o desaparecimento registrado, 4 de maio, no bairro do Cuité, em Campina Grande. A vítima foi morta com golpes de faca. Em seguida, o corpo foi levado para a zona rural de Massaranduba, onde foi enterrado em um orquidário de propriedade do professor, com a área posteriormente concretada.

Diante das provas técnicas e do cruzamento de informações, a Polícia Civil prendeu o suspeito em flagrante na tarde deste sábado. Ele foi encaminhado à DHPP, onde, acompanhado por um advogado, admitiu ter cometido o crime.

MaisPB

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Polícia

Operação prende grupo de falsos policiais federais que invadiam casas em CG

Falso policial invade casa em Campina Grande (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Quatro pessoas foram presas suspeitas de se passarem por policiais federais para invadir residências, roubar bens e extorquir moradores em Campina Grande, na Paraíba. A prisão dos suspeitos ocorreu durante a Operação “Callidus”, deflagrada pela Polícia Civil na última quarta (7) e quinta- feira (8), com apoio de forças policiais de Pernambuco, Alagoas e da Polícia Rodoviária Federal.

Segundo a Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande, o crime aconteceu no dia 21 de março, no bairro Santo Antônio. Armados e usando camisas com identificação da Polícia Federal, os integrantes da quadrilha invadiram uma casa, renderam os moradores e roubaram objetos da residência – incluindo uma arma de fogo. As vítimas também foram obrigadas a realizar transferências bancárias para contas de terceiros.

O primeiro integrante do grupo, de 47 anos, foi preso em flagrante no dia 28 de março, em João Pessoa, por adulteração de sinal identificador de veículo. Ele estava com um dos carros usados no crime. Já o segundo suspeito, de 42 anos, foi preso no dia 9 de abril em União dos Palmares, Alagoas, com o outro veículo envolvido e mais de cem quilos de maconha.

Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil também identificou e pediu a prisão preventiva de outros dois integrantes: uma mulher de 29 anos, suspeita de operar os ativos financeiros do grupo e realizar a lavagem de dinheiro, e um homem de 26 anos, acusado de ter participado diretamente do assalto à residência. A mulher foi presa em uma pousada na cidade de Lajedo, Pernambuco, após fugir de Recife. Já o quarto suspeito foi detido em Alhandra, Paraíba, nesta quarta(8), ao passar por um posto da PRF.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e sete de busca domiciliar.

MaisPB

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Polícia

Dupla é presa por receber encomenda com dinheiro falso na Paraíba

Dois homens foram presos, na tarde desta quinta-feira (8), por receber uma encomenda contendo dez cédulas falsas de R$ 100,00 em uma agência dos Correios. A prisão foi realizada pela Polícia Federal no município de Pocinhos, no agreste paraibano.

A ação foi deflagrada a partir de informações repassadas pela Área de Segurança Corporativa dos Correios, que identificou indícios de irregularidade no conteúdo da remessa postal e acionou prontamente a Polícia Federal.

Após monitoramento e abordagem no momento da retirada da encomenda, os policiais federais confirmaram a materialidade do crime e identificaram os autores, dois homens de 27 anos. Os investigados responderão, em tese, pelo crime de introdução de moeda falsa em circulação, previsto no artigo 289, §1º, do Código Penal Brasileiro, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão, além de multa.

Concluídos os procedimentos de polícia judiciária, os dois autuados foram encaminhados ao Presídio Regional de Campina Grande, onde permanecerão à disposição da Justiça Federal.

MaisPB

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