Uma criança de 10 anos morreu na madrugada desta segunda-feira (11), após ser atingida por uma bala perdida durante tiroteio na cidade de Mãe d’Água, no sertão da Paraíba. De acordo com informações, Jennifer estava na porta de casa quando foi surpreendida pelos disparos.
A menina foi atingida por um disparo que transfixou a cabeça. Ela chegou a ser socorrida para o Complexo Hospitalar Regional de Patos, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
O caso aconteceu nas proximidades do estabelecimento conhecido por Bar do Futuro, e envolveu dois homens que haviam se envolvido em uma confusão dias atrás.
Um dos envolvidos no tiroteio identificado por “Delan”, foi alvejado e ainda conseguiu fugir do local, mas não resistiu a gravidade dos ferimentos e morreu.
Um sargento da Polícia Militar e uma criança foram baleados na noite deste domingo (10), no Bairro do Geisel, após o policial intervir em uma briga de casal próximo a uma farmácia de sua propriedade.
Segundo as investigações, um dos suspeitos fugiu e voltou ao local em uma moto, atirando sem dar condições do policial reagir.
O Sargento David, que trabalha no Centro de Ensino da Polícia Militar, foi atingido com dois disparos, sendo um em cada braço. Já a criança foi ferida na região lombar.
O policial e a criança foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. O militar estava consciente e orientado no momento que foi deixado no hospital.
Seis pessoas foram assassinadas a tiros em uma aldeia na cidade de Marcação, Litoral Norte da Paraíba.
Segundo a Polícia Militar, as vítimas teriam acabado de chegar de uma festa quando suspeitos invadiram a casa e começar a atirar contra todas as pessoas que estavam no local.
Três mulheres e três homens não resistiram a gravidade dos ferimentos e morreram no local.
Outras quatro pessoas foram atingidas pelos tiros e socorridas para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.
O grupo suspeito de cometer a chacina fugiu e ainda não foi localizado.
Dos seis mortos, três são mulheres e três são homens.
Um homem de 19 anos de idade foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (8). Ele é condenado por envolvimento em um latrocínio ocorrido no ano de 2020, na cidade de Alagoa Nova. A prisão faz parte da Operação Scelus e foi realizada pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 12ª Delegacia Seccional (sede em Esperança).
Ao tempo do crime, o homem preso ontem tinha 17 anos de idade e, por isso, foi condenado a cumprir medida socioeducativa. Ele havia sido preso em flagrante pela Polícia Civil, à época dos fatos, mas estava respondendo em liberdade e teve em seu desfavor um novo mandado de busca expedido pela justiça.
“Na mesma operação, nossas equipes prenderam outro homem, de 30 anos de idade, por posse ilegal de arma de fogo. Ele estava com quatro espingardas em sua residência, sem a devida permissão legal, na zona rural de Matinhas”, disse o delegado Cristiano Santana.
As armas e munições apreendidas serão encaminhadas ao Instituto de Polícia Científica (IPC) para os exames periciais de praxe. Depois, serão entregues à justiça. As duas prisões também já foram comunicadas ao Poder Judiciário.
Uma professora temporária da Secretaria de Educação do DF foi presa após ensinar receitas de culinária com maconha (Cannabis) pelas redes sociais. O flagrante aconteceu nesta quinta-feira (7/4) e a mulher, 33 anos, deve responder pelo crime de tráfico de drogas. Segundo a Polícia Civil, a servidora era monitorada há cerca de um mês.
A 38ª Delegacia de Polícia (Taguatinga) cuida do caso. De acordo com a corporação, ela estava sendo investigada após anunciar a venda de LSD nas suas redes sociais. Dentre as receitas ensinadas pela professora, estava a manteiga de Cannabis. Os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa da autora, situada no Riacho Fundo.
Na busca, foram apreendidas porções de maconha, LSD, MDMA e uma balança de precisão. Ela foi encaminhada para a delegacia e autuada em flagrante delito pelo crime de tráfico de drogas. Após a prisão, foi recolhida à carceragem e, caso condenada, pode pegar de 5 a 15 anos de prisão. Em nota, a Secretaria de Educação informou que a profissional foi afastada do cargo.
Um homem investigado por estuprar uma adolescente de 15 anos de idade no município de Santo André (PB) foi preso pela Polícia Civil da Paraíba, nessa sexta-feira, 08 de abril. A prisão foi realizada pelo Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional (sede em Juazeirinho).
O crime aconteceu por volta das 17h do dia 02 de março deste ano. De acordo com as investigações, o homem invadiu a residência pela porta dos fundos e atacou a vítima, que estava sozinha, na sala da casa, onde se consumou o ato criminoso.
“Após o registro do caso na delegacia, nós realizamos todos os procedimentos policiais, culminando com a prisão dele ontem. Ele estava próximo à sua residência e não esboçou reação à prisão”, disse o delegado Fernando Zoccola.
A prisão do investigado foi comunicada à justiça. Ele deverá aguardar em uma unidade prisional audiências judiciais sobre o caso.
Uma ação conjunta entre a Força Tarefa de Segurança Pública do Ministério da Justiça e a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Civil e o Grupamento Tático Aéreo (GTA) da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds) resultou na prisão de um homem foragido da justiça com mais de 40 anos de prisão a cumprir. Ele era procurado desde 2017 e foi capturado na noite dessa sexta-feira, 08 de abril, na BR-230, em João Pessoa.
A prisão foi realizada durante uma ação da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) e Polícia Rodoviária Federal, com o apoio do Grupamento Tático Aéreo (GTA). De acordo com as investigações, o homem preso é um dos membros de alta cúpula de uma facção criminosa existente no estado.
“Ele tinha em seu nome seis mandados de prisão a serem cumpridos. Era, portanto, um dos mais procurados no estado, devido à posição que ocupa nessa organização criminosa”, disse o delegado Reinaldo Nóbrega.
O capturado tem 36 anos de idade e é natural de Campina Grande, onde já cumpriu pena em várias unidades prisionais do estado.
Ação da Polícia Militar prende um homem, aprende dinheiro, celulares, armas e drogas e desarticula plantação de maconha no bairro de Quadramares, em João Pessoa, nesta sexta-feira (8).
A PM realizava uma blitz de rotina, na noite desta sexta-feira, no bairro Portal do Sol, quando um homem decidiu fazer o retorno na via para fugir da operação. Uma guarnição seguiu o carro e fez abordagem, encontrando uma pistola calibre 32.
Após a primeira apreensão, a polícia foi com o homem até a casa dele, no bairro de Quadramares. Lá, foi encontrada um estufa com várias mudas de maconha, que estava sendo plantada para o tráfico de drogas.
Ao todo, a polícia estima que havia entre 1,8 e 2 quilos da droga. A PM também apreendeu cerca de 600 gramas de cocaína, além de várias armas de airsoft e cerca de 6 mil reais em dinheiro.
Aos policiais, o homem, que é de Natal, no Rio Grande do Norte, confessou realizar a plantação de maconha e disse não ter passagem pela polícia. Para o capitão Fábio, policial militar que coordenou a ação, os indícios são de que o preso está no tráfico há um bom tempo.
“Ele nunca foi preso, mas a quantidade de entorpecente, o cultivo e a quantidade do material para o plantio nos dão a entender que não é pouca coisa, que ele já vinha há muito tempo atuando nessa área”, disse.
Na casa do suspeito, também foram encontrados celulares embalados com esponjas e fita isolante e um aparelho que seria usado para arremessar esses objetos dentro de presídios. Todo o material foi levado junto como homem para a Central de Polícia, no bairro do Geisel.
A Polícia Civil prendeu quatro pessoas no município de Esperança, por roubar animais naquela região.
Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nos municípios de Areia e Remígio. Trata-se da Operação Abigeato IV, que investiga grupos criminosos especializados nesse tipo de crime.
De acordo com o delegado seccional Cristiano Santana, outras pessoas já haviam sido presas, em junho de 2021, suspeitas de roubar animais para revendê-los. Naquela ocasião, os suspeitos foram presos no bairro de Santa Rosa, em Campina Grande, onde também estavam os animais roubados.
Já no mês de novembro, a Polícia Civil prendeu outro investigado, apreendeu três armas de fogo e várias peças de carne, tudo relacionado a esses crimes. Os criminosos costumam roubar cavalos de alto valor comercial também.
“Para nós, que não dependemos financeiramente desses animais, parece algo irrelevante. Mas é duro ter que ouvir o relato de vítimas que sobrevivem da criação e comércio desses bichos. Esses criminosos estão tirando o sustento dessas famílias”, relatou Cristiano.
Os quatro investigados presos ontem serão apresentados em audiência de custódia judicial.
Ricardinho negou em depoimento que tenha mandado matar o tio, Expedito Pereira. Em júri popular, na tarde desta quinta-feira (7), no Tribunal do Júri da Capital, Ricardo Alves relatou que é um “bode expiatório” e que está “sendo vítima de inveja, de ciúmes.”
Expedito Pereira, ex-prefeito de Bayeux e ex-deputado estadual, foi assassinado em dezembro de 2020, no bairro de Manaíra, em João Pessoa.
Ele caminhava em uma calçada quando foi surpreendido pelo atirador, Leon. José Ricardo Alves, conhecido como Ricardinho, sobrinho de Expedito, é acusado de ser o mandate do crime, mas nega o envolvimento. Ele teria mandado matar o tio, segundo investigação policial, após tomar posse de dinheiro do ex-prefeito da venda de um imóvel. Ele já teria experiência na gestão das finanças do tio.
Ao juiz, Ricardinho, como é conhecido o sobrinho de Expedito, afirmou sobre a morte do tio que “não tinha motivo algum, muito menos para fazer isso com ele que era como um pai para mim.”
Ele negou ter mandado matar o ex-prefeito de Bayeux. “Eu nego com toda a certeza. Estou negando. Tenho consciência. Não mandei matar meu tio, não. Eu estou sendo vítima de inveja, de ciúmes. E a minha posição aqui é que eu sou um bode expiatório. Mandaram fazer isso com meu tio e eu estou aqui pelo fato de que eu era um alvo fácil.”
Sem apontar nomes, Ricardinho explicou que não sabe dizer quem possa ter mandado matar Expedito Pereira porque não teve acesso a mais ninguém por ter sido preso, mas que ouvia os boatos dentro e fora da prisão sobre ordem de assassinato do tio dele.
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