O secretário Infraestrutura de Santa Rita, Kleysson Leite e o assessor do presidente da Câmara Municipal da cidade, Ronaldo Adriano, protagonizaram cenas lamentáveis nesta terça-feira (27), na Praça Getúlio Vargas, no centro da cidade.
Ronaldo, que acusa Kleysson de tê-lo chamado de “macaco”, partiu pra cima do gestor. Veja o vídeo:
Não foi primeira que Ronaldo sofre esse tipo de agressão. Em novembro do ano passado, a prefeitura de Santa Rita chegou a emitir nota de solidariedade por suposto ataque racista feito por outro vereador.
O contingente de segurança da Paraíba terá um reforço de 4 mil policiais militares até o domingo (2), data da realização do primeiro turno das Eleições 2022. A atenção será dada principalmente aos crimes eleitorais.
Segundo o comandante geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Sérgio Fonseca, a partir desta quarta-feira (28), os policiais já começam a chegar aos municípios paraibanos para fazer a proteção de mais de 1.750 locais de votação em todo o estado.
A “Operação Eleições 2022” começou na última segunda-feira (26) em todo o país. Todas as forças de seguranças federais, estaduais e municipais participam da ação para garantir a segurança de eleitores, servidores da Justiça Eleitoral e dos candidatos.
Paulo Henrique de Lima Oliveira, criminoso investigado por vários homicídios no sertão da Paraíba morreu em confronto com policiais civis na manhã desta terça-feira, (27), no município de Brejo do Cruz.
Investigado pela Polícia Civil, ele reagiu contra os policiais durante as diligências para prisão dele. O suspeito foi baleado e socorrido ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola, uma espingarda e munições.
Um dos crimes em que Paulo estava envolvido foi o assassinato de Ednélia Alves da Silva (‘Nelinha’), 34 anos, ocorrido nesse domingo, 25, na cidade de São Bento.
Ele é apontado também como autor do assassinato de um paciente dentro de um hospital em São Bento, no dia 04 de janeiro deste ano. Ele invadiu a unidade hospitalar e matou Jonatas Ferreira Farias da Silva, 24 anos, na enfermaria do hospital.
ELUCIDADO
Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que dois homens invadem a casa de Ednélia, atirando contra o portão, e para depois executar a vítima dentro da residência. A Polícia Civil investigou e identificou a participação de Paulo Henrique como partícipe no delito, elucidando, portanto, o caso.
Outros envolvidos já foram identificados pela Polícia Civil.
As Polícias Civil da Paraíba e Pernambuco deflagraram, nesta terça-feira (27), a Operação Sósia para combater o chamado ‘Golpe do Renavan’.
Estão sendo cumpridos oito mandatos de buscas e apreensão em Recife, Olinda, Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, ambas cidades pernambucanas. Todos os mandados foram expedidos pela Vara Única da Comarca de Caaporã, na Paraíba.
A operação é decorrente de uma investigação conjunta das Polícias Civis da Paraíba, por meio da Delegacia Municipal de Pitimbu, e de Pernambuco, através da Delegacia de Repressão e Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), a qual visa coibir crimes que consistem em falsificar documentos para emplacar veículo novo de que não tem a posse ou propriedade e, após, aplicar fraudes em financeiras e seguradoras.
Além de causar prejuízos às instituições financeiras, este golpe gera grandes transtornos aos adquirentes de veículo novos, pois ficam impossibilitados de emplacá-los vez que já constam como licenciados em nome de terceiros.
Na investigação da Operação Sósia foi descoberto que os criminosos emplacavam o automóvel fraudulentamente no Detran – PE e, após aplicarem o golpe numa instituição financeira, noticiavam o veículo, também chamado de Dublê, como roubado na circunscrição da Delegacia Municipal de Pitimbu – PB.
Em apenas um desses golpes, os fraudadores causaram um prejuízo numa seguradora no montante de R$ 303.544,22 (trezentos e três mil, quinhentos e quarenta e quatro reais e vinte e dois centavos). Também está sendo investigado se houve participação de servidores públicos nos crimes.
A briga entre um policial civil e um militar que deixou um deles baleado ontem no bairro do Valentina, em João Pessoa, começou por conta da execução do hino nacional. Foi o que afirmou nesta segunda-feira (26), o delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, André Rabelo.
Segundo André, um dos policiais não era favorável a execução do Hino Nacional em um carro aberto e por isso se iniciou a discussão. Nesse momento, o policial civil disparou tiros de pistola contra o militar que foi ferido na mão.
Apesar do tiroteio ocorrer próximo onde passava uma carreata de um dos candidatos que disputam o Governo da Paraíba, André Rabelo não acredita em motivação política: “É um fato isolado. Uma discussão de vizinhos e não podemos generalizar e tirar de um contexto maior”, acrescentou.
Entretanto, André Rabelo garantiu que isso não diminuiu a gravidade do fato e o caso será devidamente apurado. “O servidor público não pode agir dessa forma. Vamos esgotar todas as linhas para se chegar ao esclarecimento”, finalizou.
Um homem morreu após ser esfaqueado dentro de um bar em Rio do Sul, no Vale do Itajaí. De acordo com a Polícia Civil, a suspeita é de que o crime tenha ocorrido após uma discussão por desavenças políticas ou por desentendimento familiar. Hildor Henker foi ferido na tarde de sábado (24) e chegou a ser levado a um hospital, mas morreu no domingo (25).
O crime ocorreu por volta das 16h30. Segundo o relatório de ocorrências da Polícia Militar, os envolvidos estavam bebendo juntos e, em determinado momento, começaram a discutir. Os dois homens não eram parentes, segundo testemunhas.
Nas redes sociais, a vítima fazia postagens de apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a Polícia Civil, Hildor estava vestido com uma camisa de apoio ao presidente. Já o outro homem é conhecido na cidade por apoiar o Partido dos Trabalhadores (PT).
O autor do homicídio de 58 anos que não teve a identidade revelada, tem passagens policiais por lesão corporal. Ele está foragido. O suspeito teria dado um tapa no rosto da vítima, pegou o homem pelo pescoço e o levou para fora do bar. Ao voltarem para dentro do estabelecimento, testemunhas viram que um dos homens estava ensanguentado e caiu.
O policial militar baleado durante uma troca de tiros com um policial civil, em João Pessoa, deve passar por uma nova cirurgia, nesta segunda-feira (26). O homem baleado na mão está internado no Trauminha de Mangabeira, onde está previsto um outro procedimento para a inserção de pinos no local do ferimento.
As corporações investigam a conduta dos servidores públicos durante uma discussão em um bar do bairro Valentina de Figueiredo, na tarde de ontem (25). Segundo testemunhas, os profissionais de segurança pública discordaram sobre partidos políticos.
A Polícia Militar (PM) informou que o servidor será investigado nos âmbitos criminal e disciplinar.
Um grupo de delegados da Polícia Federal protocolou, no Ministério Público Federal (MPF), uma notícia-crime contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o delegado Fábio Alvarez Shor, da Diretoria de Inteligência da PF.
Os 131 investigadores pedem a instauração de inquérito policial para apurar possíveis crimes de abuso de autoridade durante a deflagração da operação contra oito empresários bolsonaristas, que participavam de um grupo de WhatsApp em que foi defendido um golpe de Estado, caso Luiz Inácio Lula da Silva saia vitorioso nas próximas eleições.
A época, Alexandre de Moraes determinou a tomada de depoimentos, a quebra de sigilo bancário e o bloqueio das contas bancárias dos empresários e dos perfis deles nas redes sociais.
Segundo a notícia-crime, endereçada ao procurador-geral da República, Antônio Augusto Brandão de Aras, são “inacreditáveis as fundamentações dos argumentos consignados pelo ministro Alexandre de Moraes para enquadrar os oito empresários como sendo líderes de organização criminosa”.
“Inaceitável o argumento, quando é sabido que tentar contra o Estado Democrático de Direito pressupõe violência ou grave ameaça (grifos), como prevê o artigo 359-M do Código Penal. Ora, inexistiu a violência! Quanto à grave ameaça, essa não saiu do campo da cogitação. Portanto, inexistente”, escrevem os delegados.
Além disso, a representação dos 131 investigadores alega que há “nítido caráter político-partidário” nas ações de Alexandre de Moraes. Em razão disso, “os requerentes, ainda, solicitam que essa Procuradoria-Geral da República adote as providências cabíveis, em face da possível suspeição do ministro Alexandre de Moraes para o exercício de suas funções na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por lhe faltar a imparcialidade necessária para o exercício das atribuições inerentes ao cargo”.
A Polícia Civil da Paraíba prendeu na última sexta-feira (23) um homem acusado de ter participado do homicídio que vitimou o advogado potiguar Alexandre Hortêncio no ano de 2020.
Segundo o delegado Aldrovili Grisi, o suspeito estava foragido desde 2020 e agora responderá o processo no presídio. A prisão deu-se dois dias antes do crime completar dois anos de seu acontecimento.
“A DRE segue trabalhando incessantemente reprimindo o crime na Capital paraibana atenta também aos crimes violentos letais intencionais, obedecendo diretriz da 1ª Superintência Regional de Polícia Civil (SRPC) e Delegacia Geral”, disse o delegado.
Relembre o caso
O advogado do Rio Grande do Norte que estava desaparecido após sair para tentar vender um carro em João Pessoa foi encontrado morto. O corpo foi encontrado na terça-feira dia 6 de outubro de 2020, mas a confirmação de que se tratava do advogado só foi divulgada na quarta-feira seguinte pela Superintendência da Polícia Civil em João Pessoa.
O corpo foi localizado enterrado ao lado da piscina de uma casa no distrito de Jacumã, que fica no município de Conde, Litoral Sul da Paraíba.
Segundo a perícia, o advogado foi morto com requintes de crueldade. No corpo havia marcas de disparos de arma de fogo. Ele estava amarrado com um objeto conhecido como “enforca gatos” nas mãos, pés e pescoço. Há indícios de que ele tenha sido torturado.
O Policial militar e o civil, que se envolveram em um tiroteio após uma discussão sobre divergências políticas, foram ouvidos na manhã desta segunda-feira (26).
Em nota, a Polícia Civil informou que o próximo passo é concluir as investigações e adotar as medidas cabíveis ao caso.
Neste domingo (25), após a passagem de uma carreata, os dois iniciaram uma discussão envolvendo o ex-presidente Lula (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidatos à presidência este ano.
Pelo menos dez tiros foram disparados em uma bar onde eles estavam, no bairro do Valentina, zona sul da capital.
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