Brasil

Moraes decreta prisão preventiva de paraibano por participação em atos extremistas

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou a prisão preventiva de James Miranda Lemos. O paraibano de 54 anos tinha participado dos atos extremistas no último dia 8 em Brasília e foi preso em flagrante.

O processo corre em segredo de justiça, mas, após em audiência de custódia, Moraes decidiu manter o pessoense preso na Penitenciária da Papuda, no Distrito Federal.

O magistrado considerou que as condutas adotadas pelos extremistas durante invasão ao Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) foram ilícitas e gravíssimas, com intuito de, por meio de violência e grave ameaça, coagir e impedir o exercício dos poderes constitucionais constituídos.

Para o ministro, houve flagrante afronta à manutenção do estado democrático de direito, em evidente descompasso com a garantia da liberdade de expressão.

Com informações de Wallison Bezerra

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Paraíba

PF deflagra operação para combater extração ilegal de areia em Gurjão e CG

A Polícia Federal na Paraíba deflagrou na manhã desta terça-feira (17) a Operação Homem de Areia, com objetivo de combater a extração e comercialização ilegal de areia nos municípios de Gurjão e Campina Grande.

A operação contou com a participação de sete policiais federais, sendo realizado o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 11ª Vara Federal no Estado da Paraíba.

A operação teve início a partir de notícia de crime informando sobre a prática de extração e comercialização ilegal de areia para empresa de venda de materiais para construção.

Os acusados de promover extração ilegal de areia responderão pelos crimes previstos nos artigos 55 da Lei 9.605/98 e 2º da Lei 8.176/91, com penas que podem chegar a até seis anos de detenção.

MaisPB

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Brasil

PF deflagra operação no RJ contra suspeitos de financiar atos antidemocráticos

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta segunda-feira (16), uma operação em Campos dos Goytacazes (RJ), contra suspeitos de participar de atos antidemocráticos após o 2º turno das eleições, bem como dos atos golpistas que causaram destruição nos prédios dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro, em Brasília. 

Os crimes investigados incluem associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e incitação das Forças Armadas contra os poderes institucionais. 

Na chamada “Operação Ulysses”, policiais cumprem cinco mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária. A investigação teve início para identificar lideranças locais que bloquearam as rodovias que transpassam o município de Campos dos Goytacazes, além da organização de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em frente aos quartéis do Exército da cidade e a participação dos investigados no financiamento dos atos do último dia 8. 

“Durante a investigação, foi possível colher elementos de prova capazes de vincular os investigados na organização e liderança dos eventos. Além disso, com o cumprimento hoje dos mandados judiciais, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, será possível identificar eventuais outros partícipes/coautores na empreitada criminosa”, informou a PF, em nota.

SBT News

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Brasil

Prisão de Anderson Torres teve “comboio fake” para despistar imprensa


Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A prisão de Anderson Torres conta com um forte esquema de segurança e táticas que tornam cada movimentação sigilosa. Até mesmo um “comboio fake” da Polícia Federal (PF) saiu, nesse sábado (14/1), em disparada da Superintendência para despistar a imprensa. As viaturas foram para a Papuda e muitos jornalistas seguiram, mas o ex-secretário de Segurança Pública não estava sendo transportado.

Anderson Torres estava nos Estados Unidos quando soube do pedido de prisão contra ele. Nesse sábado (14/1), ele retornou ao Brasil em um voo vindo de Miami. O avião pousou em Brasília, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, por volta das 7h15, quando ele foi imediatamente detido.

De acordo com os advogados, Torres se entregou à Polícia Federal. As forças de segurança montaram um esquema especial para receber o ex-secretário. Ao desembarcar da aeronave, ele foi recebido por um delegado da PF, encaminhado ao hangar da corporação no Aeroporto de Brasília e deslocado à Superintendência.

No local, por volta das 8h30, o “comboio fake” assustou quem acompanhava o caso. Cinco viaturas da Polícia Federal saíram em disparada, seguidas por veículos de imprensa. A rota terminou no Complexo Penitenciário da Papuda, onde um outro grande esquema de segurança estava montado, com mais carros e agentes, em uma movimentação anormal para o dia a dia da penitenciária.

Alguns jornalistas chegaram a acreditar que Anderson Torres estava, então, na Papuda, mas ele não tinha sido deslocado naqueles veículos. Poucos minutos depois do comboio falso, o ex-secretário foi levado para o 4º Batalhão de Polícia Militar, no Guará.

Metrópoles

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Paraíba

Justiça manda soltar paraibana presa por participar de atos antidemocráticos

Maria José Silva do Nascimento foi a primeira paraibana a deixar a prisão após os atos antidemocráticos que ocorreram no dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O principal responsável pela defesa não só dela, mas também de todos outros paraibanos ainda presos, é o advogado Ricardo Alvarenga.

Nos últimos dias, toda a equipe de advogados dos paraibanos presos na Papuda buscam melhor a situação deles no presídio. Além da ajuda humanitária, na entrega de kits de higiene e de alimentação, eles tentam resolver os imbróglios legais. Na última sexta-feira (13), o Ministério Público havia concordado com a prisão domiciliar ou monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Inicialmente foram 146 participantes de atos terroristas que foram levados aos presídios de Brasília. Com 36 liberados e uma solta, o número cai para 109, sendo nenhum pessoas com mais de 60 anos e com comorbidades. Ainda não há previsão para que os restantes deixem as prisões.

MaisPB

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CMJP

CMJP afasta servidora presa por ataque aos Três Poderes

ACâmara Municipal de João Pessoa afastou, nesta sexta-feira (13), uma servidora que foi detida em Brasília por participação nos atos antidemocráticos ocorridos no último domingo (8). O presidente da Casa, Dinho Dowsley (Avante), disse que o caso será acompanhado pela Procuradoria da Câmara e que confia na Justiça.

“Tomamos conhecimento do episódio nesta quinta-feira, por meio da imprensa. A assessora parlamentar está de férias e não tinha no seu histórico qualquer fato que desabonasse a sua conduta. Pelo que apurei, ela está de férias e viajou a Brasília por conta própria. É senhora dos seus atos e responde por eles, mas não vamos condenar ninguém por antecipação. Vamos esperar o posicionamento da Justiça e isso determinará se o afastamento será em definitivo ou não”, disse.

Dinho Dowsley reforçou o apreço de todos os vereadores da Câmara de João Pessoa pelos princípios democráticos, os mesmos que pavimentaram a chegada deles aos respectivos cargos.

A Câmara não divulgou o nome da servidora afastada.

Portal Correio

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Brasil

Delegados já falam em expulsar Anderson Torres da PF


Foto: Igo Estrela/Metrópoles.

Delegados da cúpula da Polícia Federal dão como certo que, além de preso, Anderson Torres será expulso da corporação, devido à omissão diante diante da invasão ocorrida no domingo (8/1) em Brasília.

Ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e ex-secretário da Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres é delegado de carreira da PF desde 2003, ou seja, há 20 anos.

Delegados ouvidos sob reserva preveem que, após o avanço das investigações, Torres será alvo de um processo administrativo interno que culminará com sua exoneração definitiva da PF.

A previsão é compartilhada até mesmo por aliados próximos do ex-ministro da Justiça, que enxergam um desfecho bastante difícil para Anderson Torres em todo esse caso.

Com informações do Metrópoles

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Paraíba

PRF-PB recupera veículo locado no RJ que nunca foi devolvido

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na tarde da última quinta-feira (12), um automóvel com registro de apropriação indébita, que foi locado e nunca devolvido para a empresa. Um indivíduo foi detido durante a ocorrência.

Uma equipe do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da PRF realizava fiscalização em Campina Grande, agreste paraibano, quando abordou um Fiat Uno. Na oportunidade, foram realizados os procedimentos de fiscalização, que resultaram, após uma consulta aos sistemas de segurança, em um registro de apropriação indébita. O veículo foi alugado pelo condutor no Rio de Janeiro há oito meses, porém jamais foi devolvido à empresa locadora.

O motorista, um homem de 33 anos, não possuía os documentos do veículo, e informou que o utilizava para realizar transporte de passageiros. Ele foi detido e encaminhado para a Delegacia de Polícia Judiciária. O veículo seguirá os trâmites de devolução à locadora.

Blog do BG PB

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Paraíba

Marcelo Ivo deixa comando da PF na Paraíba; Saiba quem assume

A Superintendência da Polícia Federal na Paraíba será comandada pela primeira vez por uma mulher. Nesta sexta-feira (13) a delegada Christiane Corrêa Machado foi anunciada para o cargo, substituindo Marcelo Ivo de Carvalho.

Atualmente ela exercia a função de chefe da Seção Regional da Força Tarefa de Segurança Pública na Paraíba. No estado ela ainda foi chefe Substituta do Setor de Inteligência. A delegada acumula ainda experiências como chefe da Divisão de Antiterrorismoda Polícia Federal – hoje Coordenação de Enfrentamento ao Terrorismo e coordenadora Geral de Inteligência da Polícia Federal.

Christiane é graduada em Direito pelo Centro Universitário de Brasília e possui mestrado em Ciência em Defesa e Segurança Hemisférica.

Ela comandava o inquérito que investigava suposta interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação.

Christiane foi coordenadora do grupo de policiais que atuam perante o Supremo e investigam autoridades com foro privilegiado. Entre colegas, a delegada é descrita como discreta, linha dura e séria.

Em 11 meses à frente da coordenação, ela deu sinais de que não se deixa levar por pressões internas e externas.

MaisPB

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Brasil

PF conclui depoimentos de 1.159 suspeitos de atos extremistas

A PF (Polícia Federal) divulgou uma nota nesta quarta-feira (11) informando que concluiu o interrogatório e autuação dos extremistas presos pela PMDF (Polícia Militar do Distrito federal) depois do 8 de Janeiro e da desmobilização do acampamento do Quartel-General do Exército, em Brasília.

Ao todo, 1.843 foram conduzidas à Academia Nacional de Polícia da PF e 1.159 foram presos. Segundo a corporação, idosos, pessoas com problemas de saúde ou em situação de rua, além de pais e mães com crianças, tiveram prioridade no processo judicial determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

“Os detidos receberam alimentação regular (café da manhã, almoço, lanche e jantar) e hidratação. As equipes médicas estiveram disponíveis durante todo o período, tendo sido realizados 433 atendimentos. Desses, 33 pacientes foram levados para unidades de saúde”, afirmou a PF em nota oficial.

Os autuados pelos investigadores ficaram sob custódia da PCDF (Polícia Civil). Os detidos passaram por exames de corpo de delito no IML (Instituto de Medicina Legal) antes de serem encaminhados ao sistema prisional do DF.

Poder360

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