Polícia

Adolescentes são suspeitos de participar de chacina em Itabaiana; dupla é presa em PE

Delegada Mairam Moura investiga homicídios de Itabaiana (imagem: divulgação PC-PB)

Três adolescentes foram apreendidos e dois homens presos suspeitos da participação na morte de cinco pessoas na Zona Rural de Itabaiana. O crime ocorreu na madrugada do último domingo (1) dentro de uma casa abandonada.

A delegada Mairam Moura disse que as detenções ocorreram no mesmo dia dos assassinatos. Primeiro, a Polícia tentou deter cinco adolescentes, dois deles conseguiram fugir.

“Disseram que vieram da Região Metropolitana de João Pessoa e foram apreendidos vários aparelhos celulares com eles. Lá, a gente conseguiu ver que eles tiveram algum tipo de participação nesses homicídios”, afirmou a delegada Mairam Moura.

Durante a noite do domingo, dois homens foram presos em Pernambuco também sob suspeita de participação nos homicídios. “A gente viu que as armas apreendidas com eles têm o mesmo calibre dos cartuchos encontrados na cena do crime”, acrescentou.

Criminosos migram para Zona Rural

Mairam Moura revelou ainda que o crime está relacionado a conflito de facções na cidade. O fato de ocorrer na Zona Rural de deve à procura dos criminosos por essas regiões para tentar fugir do alcance da policia que tem intensificado ações em Itabaiana.

 “Os elementos faccionados estão se deslocando para a Zona Rural haja vista que um grande número de policiais na cidade de Itabaiana. Estão indo para Zona Rural onde estão se digladiando”, disse.

No caso das últimas mortes registradas, um grupo estava se escondendo no local quando foi surpreendido pelos desafetos. Um dele foi morto com  requinte de crueldade e teve a orelhas cortadas.

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Polícia

CABO CESAR: Polícia investiga suspeita de homicídio após desaparecimento de militar em JP



					Policial desaparecido em João Pessoa: polícia investiga suspeita de homicídio
Cabo José César desapareceu no dia 12 de fevereiro.. Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios, investiga o desaparecimento do Cabo José César, da Polícia Militar, que desapareceu desde o dia 12 de fevereiro. Nesta segunda-feira (2), durante uma coletiva de imprensa, a delegada Luísa Correia informou que o celular dele foi encontrado.

“Semana passada, nós tivemos notícia, de fato, da localização desse celular que foi encontrado, né? É, tem outras pessoas ali para serem ouvidas nesse fluxo. Esse celular, ele ainda não foi devolvido, mas é de uma região ali próximo de onde ele residia”, informou a delegada Luísa Correia à TV Cabo Branco.

A área onde o cabo foi visto pela última vez, localizada entre dois condomínios, está sendo o foco da investigação que não descarta a hipótese de homicídio.

“A gente tem ali dois grandes conglomerados de condomínio e uma certa guerra de grupos criminais. Ali é uma área bem complexa para homicídio, recentemente, em 2025, foi a nossa área mais quente aqui da capital paraibana e a gente está direcionando esses esforços ali para aquela região”, afirmou Luísa Correia.

Além da delegada Luísa Correia, esteve presente na coletiva de imprensa o superintendente da Polícia Civil de João Pessoa, Cristiano Santana. A Polícia Civil destacou também que, pela complexidade do caso, os detalhes sobre a investigação estão sendo mantidos em sigilo.

Entenda o caso

O Cabo José César, da Polícia Militar, desapareceu no dia 12 de fevereiro. Ele, que atua no Museu da Polícia Militar, localizado no Centro da capital, saiu de casa durante a madrugada informando que iria trabalhar, mas não retornou e não manteve contato com familiares desde então.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de João Pessoa, que informou que diligências estão em curso para tentar localizar o policial.

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Polícia

Cinco criminosos morrem durante confronto de facções na zona rural de Itabaiana

(Foto: Reprodução)

Cinco integrantes de uma facção criminosa morreram durante um ataque a tiros em um sítio na zona rural de Itabaiana, no Agreste da Paraíba, na manhã deste domingo (1º).

De acordo com a Polícia Civil, o ataque teria sido motivado por uma disputa de facções rivais. Nos últimos dias, a cidade virou alvo de uma disputa por território entre grupos criminosos, o que aumentou a tensão na região.

Além das cinco mortes, a polícia segue em busca de duas outras pessoas que ficaram feridas e que teriam se escondido em uma área de mata.

Desde o início dos confrontos, a 28 suspeitos foram presos. Além disso, 14 armas de fogo e mais de 500 munições foram apreendidas, assim como coletes balísticos e material tático.

Portal Correio

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VÍDEO: Polícia Civil apreende carros de luxo e imóveis na Paraíba durante operação contra tráfico de drogas

A ofensiva da Polícia Civil da Paraíba contra o narcotráfico interestadual não atingiu apenas a estrutura operacional da organização criminosa, mas também o patrimônio acumulado ao longo dos anos. Durante a Operação Argos, foram sequestrados 13 imóveis de alto padrão e 40 veículos, entre carros esportivos e frotas utilizadas pela organização, avaliados em mais de R$ 10 milhões.

A investigação aponta que o grupo, liderado por Jamilton Alves Franco, o “Chocô”, utilizava empresas de fachada e laranjas para ocultar a origem ilícita do dinheiro. O esquema financeiro teria movimentado cerca de R$ 500 milhões desde 2023, segundo a Polícia Civil.

Entre os bens apreendidos estão imóveis de luxo em diferentes estados e veículos de alto padrão que, de acordo com os investigadores, eram usados tanto para ostentação quanto para facilitar a logística do grupo criminoso.

Além do sequestro de bens, a Justiça determinou o bloqueio de mais de R$ 104 milhões em contas bancárias de quase 200 investigados. A operação foi deflagrada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Polícia Civil da Paraíba e contou com apoio de forças de outros estados.

Segundo a polícia, o objetivo agora é descapitalizar a organização, enfraquecendo o poder financeiro que sustentava o tráfico de drogas na Paraíba e em regiões do Nordeste.

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Polícia Civil deflagra maior operação contra o tráfico de drogas na Paraíba

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da DRACO, deflagrou nesta quarta-feira (26) a Operação Argos, considerada o maior golpe contra o narcotráfico interestadual dos últimos anos no estado.

A ação desarticulou a organização criminosa liderada por Jamilton Alves Franco, conhecido como “Chocô”, apontado como o maior fornecedor de drogas da Paraíba e de regiões do Sertão de Pernambuco e do Ceará. Natural de Cajazeiras (PB), ele se mudou ainda jovem para São Paulo, onde, segundo as investigações, se conectou à cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), integrando o núcleo conhecido como “Sintonia”, responsável pelas diretrizes da facção.

As investigações começaram em 2023, após sucessivas apreensões de grandes carregamentos de drogas no Sertão paraibano. O cruzamento de dados, análise de celulares e quebra de sigilo bancário revelaram que todas as cargas pertenciam ao mesmo grupo. Ao longo de quase três anos, as apreensões causaram prejuízo superior a R$ 100 milhões à organização criminosa.

Outras apreensões em 2024 e 2025, incluindo 80 kg de cocaína pura com selo “Tio Patinhas”. Segundo a Polícia Civil, o grupo funcionava como uma “holding do crime”, com divisão profissionalizada em três núcleos: transporte (uso de carretas de empresas legais para esconder drogas), varejo (distribuição na Paraíba) e financeiro (lavagem de dinheiro). A movimentação financeira da organização teria chegado a cerca de R$ 500 milhões desde 2023.

A investigação também identificou um esquema sofisticado de lavagem de dinheiro, envolvendo empresas de fachada, uso de “laranjas” e até suspeita de infiltração em contratos públicos, com empresas que receberam recursos milionários mesmo sem estrutura operacional compatível.

A operação mobiliza mais de 400 policiais civis e conta com apoio de forças da Paraíba, São Paulo, Bahia e Mato Grosso. Ao todo, estão sendo cumpridos 44 mandados de prisão preventiva e 45 mandados de busca e apreensão

O nome “Argos” faz referência ao personagem mitológico de cem olhos, simbolizando vigilância permanente. Com a ação, a Polícia Civil afirma ter atingido os três pilares da organização: logística, distribuição e capital, enfraquecendo de forma significativa o narcotráfico interestadual com atuação na Paraíba.

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Polícia

Ex-gerente da Caixa é alvo da PF por desviar R$ 1 milhão de contas de idosos

Foto: Reprodução/PF

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (24) a Operação Sem Remorso para investigar um ex-gerente da Caixa Econômica Federal suspeito de desviar cerca de R$ 1 milhão, principalmente de contas de clientes idosos. A ação ocorreu em Dionísio Cerqueira, no Oeste de Santa Catarina.

A informação é da colunista Mirelle Pinheiro, do Metrópoles. De acordo com as investigações, o ex-gerente teria utilizado as atribuições do cargo para realizar saques e movimentações sem autorização dos correntistas. O prejuízo estimado considera valores atualizados entre janeiro e agosto de 2022.

Durante o cumprimento de mandado de busca na residência do investigado, foram apreendidos documentos, celular e um carro de luxo. O material recolhido será analisado para identificar a extensão do esquema e possível participação de terceiros.

A Caixa informou que instaurou processo administrativo disciplinar, que resultou na demissão do gerente em julho do ano passado, por conduta considerada incompatível com a função. O caso é investigado como peculato — crime cometido por servidor público que se apropria de valores sob sua responsabilidade.

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Polícia

Justiça mantém prisão de policial acusado de agredir filho de deputado paraibano

Prédio do Tribunal de Justiça da Paraíba

Gabriel Albuquerque – MaisPB

A Justiça da Paraíba manteve, nesta segunda-feira (23), a prisão do policial militar pernambucano José Eduardo de Oliveira Filho, acusado de agredir o filho e a filha do deputado federal Mersinho Lucena (PP) durante o Bloco das Muriçocas do Miramar, em João Pessoa. Eles estavam em um camarote quando se envolveram em uma confusão generalizada após uma pessoa jogar água para o ar.

Por se tratar de um militar, na audiência de custódia, foi determinado o cumprimento da prisão preventiva no prédio do 1º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, no Centro de João Pessoa.

José Eduardo teve a prisão decretada no dia 13 de fevereiro, mas só foi preso nesse domingo (22). Na decretação, o juiz André Ricardo de Carvalho Costa entendeu como “necessária” a reclusão do agente pela gravidade das agressões registradas.

“A necessidade concreta da medida está evidenciada, sobretudo, pela gravidade concreta do modus operandi descrito: agressões severas em contexto de multidão/festa, com escalada de violência, golpes de mata leões que deixaram vítimas desacordadas, cotoveladas, chutes em cabeça da vítima, atuação conjunta, o que, em tese, revela acentuada periculosidade e risco de reiteração, autorizando a custódia para garantia da ordem pública”, frisa o juiz.

“A situação concreta aponta que providências de menor intensidade, isoladamente, tendem a se mostrar insuficientes, diante da extrema gravidade concreta da conduta com emprego de técnicas letais de combate contra vítimas adolescentes”, acrescentou o magistrado na decretação da prisão.

O filho do deputado, menor de idade, relatou à polícia ter sido enforcado por José Eduardo e só conseguiu escapar do golpe “mata-leão” depois que a namorada golpeou ele nas costas. Logo em seguida, o policial deu um soco na jovem, que caiu no chão e cortou o pé ao pisar em um vidro quebrado. Um amigo do casal chegou a desmaiar em decorrência das agressões.

Na confusão, José Eduardo estava acompanhado de um amigo, Pedro Henrique de Brito Lima, que também teve a prisão decretada. Porém, até o momento, ele segue foragido.

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Polícia

Defesa de policial preso divulga nota e contesta acusação de tentativa de homicídio em João Pessoa

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A defesa técnica do policial militar José Eduardo de Oliveira Filho encaminhou ao Política&etc uma nota , nesta segunda-feira (23), manifestando inconformismo com as decisões judiciais relacionadas ao episódio ocorrido no último dia 11 de fevereiro, em um camarote privado durante o pré-Carnaval na Via Folia de João Pessoa.

No documento, os advogados classificam a medida restritiva imposta ao policial como desproporcional e afirmam que o enquadramento por tentativa de homicídio teria sido aplicado de forma rigorosa, sem, segundo a defesa, a existência de indícios de intenção de matar. A nota também aponta que as supostas vítimas teriam parentesco direto com figuras políticas com influência nos âmbitos municipal e estadual.

Os representantes legais destacam ainda a trajetória profissional do policial, afirmando que ele possui histórico considerado ilibado na segurança pública, sem registros de problemas em sua conduta funcional.

Sobre o episódio ocorrido no camarote, a defesa sustenta que não houve ataque deliberado, mas uma reação diante de agressões iniciadas por um grupo de jovens que, conforme o texto, promovia desordem no local.

Por fim, a defesa afirma que desentendimentos em eventos festivos não deveriam ser transformados em crimes dolosos contra a vida e informa que seguirá utilizando os meios judiciais para contestar a capitulação imposta no processo.

Veja a nota aqui:

NOTA À IMPRENSA
A defesa técnica do Policial Militar JOSÉ EDUARDO DE OLIVEIRA
FILHO, diante das recentes decisões proferidas nos autos do processo que versa
sobre o episódio de ampla repercussão ocorrido no dia 11 de fevereiro de 2026, no
Camarote Cabo Branco, vem a público manifestar seu profundo inconformismo,
classificando a atual medida restritiva como manifestamente teratológica (absurda)
e desproporcional.
Causa estranheza e séria preocupação a celeridade e o rigor com que a
capitulação de “tentativa de homicídio” foi imposta, ignorando a realidade dos fatos
e a ausência de qualquer indício de intenção de matar. É imperativo registrar que,
curiosamente, as supostas vítimas possuem parentesco direto com figuras políticas
de notória influência nos âmbitos municipal e estadual, o que parece ter conferido
ao caso uma apuração distanciada da técnica jurídica e aproximada da pressão
política.
O Sr. José Eduardo é Policial Militar com longa e honrosa trajetória na
segurança pública. Durante toda a sua vida funcional e pessoal, sempre prezou pela
proteção do cidadão e pela manutenção da ordem, possuindo uma trajetória ilibada,
sem qualquer mácula ou registro de problemas em sua conduta.
No episódio ocorrido no referido dia, o que se viu não foi um ataque
deliberado, mas sim uma ação reativa de um profissional de segurança diante de
injustas agressões iniciadas por um grupo de jovens que promoviam desordem e
instabilidade no local.
A defesa reitera que a capitulação imposta é um equívoco jurídico grave, uma
vez que desentendimentos em eventos festivos não podem ser transmutados, por
mera conveniência inquisitória e acusatória, em crimes dolosos contra a vida.
Por fim, esta defesa confia plenamente que a Justiça será restabelecida.
Seguiremos vigilantes e convictos de que a verdade prevalecerá, seja perante o Juízo
de Primeiro Grau ou por meio das vias recursais perante os Tribunais Superiores.

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Polícia

Homem é preso após atirar em bar e ferir mulher em João Pessoa

A Polícia Militar prendeu, na madrugada deste domingo (22), um homem suspeito de efetuar disparos e atingir uma mulher em um bar no José Américo, em João Pessoa. O suspeito ainda tentou fugir de carro após o acontecido, mas foi capturado pela equipe de polícia.

De acordo com o Batalhão de Policiamento de Rondas Ostensivas de Natureza Especializada (BPRONE), com o homem, de 42 anos, foram encontradas três pistolas e grande quantidade de munições. Ele já possuía antecedentes por homicídio.

Segundo as primeiras informações, houve um desentendimento no bar quando o suspeito teria deixado o local e, em seguida, voltado com a arma quando realizou os disparos que atingiram a vítima.

O homem preso e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Homicídios, que ficará responsável pela investigação do caso.

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Polícia

Condenado por estupro contra filha de 10 anos é preso em João Pessoa



					Condenado por estupro contra filha de 10 anos é preso em João Pessoa
Condenado por estupro foi preso em Mangabeira.. Divulgação/Polícia Civil

Um homem condenado por estupro de vulnerável contra a filha foi preso na manhã desta quinta-feira (19) em João Pessoa. Conforme informações da Polícia Civil, a prisão ocorreu no bairro de Mangabeira, zona sul da cidade.

Na época do crime, no ano de 2024, a vítima tinha 10 anos e o homem foi denunciado por familiares da criança. A partir das informações recebidas, a Polícia Civil deu início a investigações especializadas que resultaram na condenação do acusado.

Em dezembro de 2025, um mandado de prisão condenatória foi expedido e, desde então, ele era considerado foragido. O mandado de prisão foi cumprido por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e Juventude (DRCCIJ) e da Delegacia Especializada de Crimes Cibernéticos (DECC).

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