Polícia

PF apreendeu cerca de R$ 400 mil em flat usado por Sóstenes


A Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de R$ 400 mil em espécie em um endereço ligado ao deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), em Brasília, segundo informações obtidas pela TV Globo.

O dinheiro foi encontrado durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão na operação Galho Fraco, deflagrada nesta sexta-feira (19).

Segundo investigadores, o valor em espécie estava dentro de um saco preto, em um armário no flat usado pelo deputado, na capital federal.

G1

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FRAUDES NO INSS: PF prende n° 2 do Ministério da Previdência e faz buscas contra senador aliado de Lula

A Polícia Federal faz buscas contra o senador Weverton Rocha (PDT-MA) nesta quinta-feira (18) em uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em descontos sobre aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A ação também prendeu o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal, que já foi assessor de Weverton. Ele ficará preso preventivamente em regime domiciliar. Foi preso ainda Romeu Carvalho Antunes, filho do empresário conhecido como Careca do INSS.

Os investigadores cumprem 16 mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão. A ação foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A casa de Weverton é um dos endereços de busca e apreensão. Não houve ações no gabinete do parlamentar no Senado.

Weverton é o líder do PDT no Senado. Ele entrou na mira de integrantes da CPI do INSS depois que assessores e outras pessoas ligadas a ele apareceram nas investigações sobre o esquema de fraudes, conduzidas pela PF e pela CGU (Controladoria-Geral da União).

As investigações apontaram que o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, já esteve com Weverton Rocha.

Na CPI, Antunes, acusado de ser um dos operadores do esquema, declarou que foi a um churrasco de costela na casa do senador, quando teria falado com ele sobre a regulação da venda de derivados de cannabis –ou seja, uma atividade de representação empresarial sem ligação com descontos em aposentadorias.

O Careca do INSS também disse que esteve no gabinete do senador em outras ocasiões, mas que não conversou com o político. O interlocutor teria sido Adroaldo da Cunha Portal, hoje secretário-executivo do Ministério da Previdência, mas que, na época, trabalhava no gabinete de Weverton. A visita também teria sido para tratar sobre o mercado de cannabis.

Um ex-assessor de Weverton também apareceu nas apurações. Gustavo Gaspar teria assinado uma procuração de movimentação de contas bancárias e entregado para Rubens Oliveira, apontado como um operador dos descontos irregulares.

O gabinete de Weverton Rocha ainda não se manifestou sobre a operação e as suspeitas levantadas durante as investigações.

A ação da PF nesta quinta-feira ocorre em Brasília, São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão. Segundo a PF, o objetivo é aprofundar as investigações e esclarecer a prática de crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, estelionato previdenciário, organização criminosa e ocultação de patrimônio.

Folha de S. Paulo 

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Operação da PF mira quadrilha que transportava drogas em aeronaves para o Nordeste

Uma operação da Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (18), desarticulou uma estruturada organização criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas, que utilizava o modal terrestre e aéreo para o transporte de entorpecentes, além de promover complexos esquemas de lavagem de dinheiro.

Ao todo, estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e 30 mandados de prisão (sendo 23 preventivas e 7 temporárias) nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e no Distrito Federal.

As investigações tiveram início a partir da análise de dados de operações anteriores, revelando que a liderança do grupo ordenava as ações criminosas de dentro do sistema penitenciário paraibano. A organização criminosa era responsável pela aquisição de aeronaves e pela logística de transporte de grandes quantidades de cocaína das regiões Norte e Centro-Oeste para o Nordeste. O grupo foi vinculado a três grandes apreensões recentes que totalizaram cerca de uma tonelada de entorpecentes, incluindo dois flagrantes de aeronaves transportando aproximadamente 400 kg de cocaína cada, ocorridos no estado do Tocantins, e uma apreensão terrestre na Paraíba.

Durante o inquérito policial, identificou-se uma sofisticada engenharia financeira utilizada para ocultar a origem ilícita dos recursos. Os investigados valiam-se de uma rede de interpostas pessoas (“laranjas”) e da criação de empresas de fachada (“fantasmas”) para movimentar valores milionários e adquirir bens de alto valor, como aviões e veículos de luxo.

Como forma de descapitalizar a organização criminosa, a Justiça determinou o bloqueio de contas e ativos financeiros dos investigados até o limite de R$ 4,8 bilhões, além do sequestro de diversos bens móveis e imóveis, visando impedir o proveito econômico dos delitos e garantir o ressarcimento à sociedade.

Os envolvidos responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Somadas, as penas para esses delitos podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

O nome da operação, “Hangar Fantasma”, faz alusão ao modus operandi do grupo, que utilizava empresas fictícias (“fantasmas”) e terceiros para registrar e ocultar a real propriedade das aeronaves e hangares utilizados na logística do transporte de drogas, operando uma frota aérea “invisível” aos mecanismos de controle financeiro.

Blog do BG PB

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Polícia

Dependência financeira silencia 6 em cada 10 vítimas de violência doméstica no Brasil, indica estudo

Imagem: reprodução

Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) aponta que a falta de recursos financeiros é uma das principais barreiras para que mulheres consigam romper o ciclo de violência doméstica no Brasil.

A pesquisa analisou dez relatórios nacionais publicados entre 2023 e 2025 e revelou que 61% das mulheres não denunciam as agressões por dependência econômica. Mais da metade (52,2%) vive com renda de até dois salários mínimos; 17,1% dizem ser impedidas de trabalhar ou estudar pelos agressores, e 10% afirmam não ter acesso ao próprio dinheiro.

Segundo a doutora em Psicologia Clínica e Cultura da UnB, Carolina Campos Afonso, a vulnerabilidade financeira contribui para o silêncio das vítimas. “A falta de renda pode potencializar essa situação. Não é um requisito a renda, mas muitas dessas mulheres sofrem violência doméstica e não conseguem sair dessa situação de violência que está atrelada a uma situação de vulnerabilidade econômica”, afirma.

Para enfrentar o problema, delegacias especializadas oferecem espaços de escuta sigilosa e acolhimento aos filhos das vítimas. A delegada Fernanda Caterine Dias orienta que a denúncia seja feita nos primeiros sinais de abuso e lembra que a Lei Maria da Penha prevê medidas de proteção. “Existem mecanismos como alimentos provisórios, auxílio-aluguel por até seis meses e o encaminhamento a centros especializados, onde essa mulher recebe apoio multidisciplinar e ajuda para entrar ou retornar ao mercado de trabalho”, explica.

Com informações de SBT News

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Polícia

Chefe de núcleo do Comando Vermelho “Arroto de urubu” é presa em Cabedelo



					Chefe de núcleo do Comando Vermelho é presa em Cabedelo
Polícia Federal da Paraíba investiga crimes de abuso sexual infanto-juvenil.. Divulgação

A chefe do núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba, Ariadna Thalia, conhecida como “Arroto de Urubu”, foi presa nesta sexta-feira (12), em Cabedelo, de acordo com a Polícia Federal. Ela também é investigada pelos envolvimento em crime violento e influência de facção em pleito eleitoral.

As investigações são conduzidas tanto pela Polícia Federal como pela Polícia Civil da Paraíba.

Segundo a tenente-coronel Viviane Vieira, da Polícia Militar, Ariadna foi presa durante as buscas a um dos suspeitos envolvidos em um tiroteio em Cabedelo nesta sexta-feira (12). A polícia localizou uma moto usada pelo homem em um prédio no bairro do Renascer. Ele não foi encontrado, mas três mulheres estavam no imóvel dele, entre elas Ariadna.

“Nós tínhamos informações do retorno dela a Paraíba, mas não sabíamos exatamente onde ela estava. Por coincidência nesta sexta em outra ocorrência encontramos ela”, disse a tenente-coronel.

De acordo com a Polícia Civil, ela estava com um mandado de prisão em aberto desde a operação Asfixia, realizada no final de setembro, que cumpriu 26 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de mais R$ 125 milhões.

Na época, Ariadna estava foragida no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, tendo voltado à Paraíba recentemente. A Polícia Militar encaminhou a mulher para a sede da Polícia Federal.

Pela Polícia Federal ela é investigada por influência de facção criminosa no pleito municipal de Cabedelo. Os crimes investigados são: constituição de organização criminosa, uso de violência para coagir o voto, ameaça, lavagem de dinheiro e peculato, dentre outros.

Já a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil investiga ela pelos crimes de lavagem de dinheiro e crimes violentos. De acordo com o delegado Elton Vinagre, ela ainda não foi ouvida sobre esses crimes porque ainda está na Polícia Federal, onde aguarda a audiência de custódia.

Comando Vermelho na Paraíba

Segundo as investigações da Polícia Civil, Ariadna Thalia chefiava o núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba. Ela ascendeu ao comando dessa parte do grupo criminoso após a morte de um contador da facção.

De acordo com a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a facção criminosa era dividida em três núcleos, o de comando, a célula responsável por lavar dinheiro e o setor pela operacionalização. O chefe da organização criminosa, Flávio de Lima Monteiro, mais conhecido como “Fatoka”, que segue foragido e está na lista dos criminosos mais procurados da Paraíba.

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Polícia

Empresário é preso após tentar comprar arma de fogo com documentos falsos

Um empresário foi preso, nesta quarta-feira (10), após tentar comprar uma arma de fogo com documentos falsos. A investigação foi conduzida pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de Campina Grande.

O preso tem 40 anos de idade e tentou adquirir o armamento em um clube de tiro na cidade. Funcionários do estabelecimento desconfiaram da documentação e acionaram a Polícia Civil, que iniciou as investigações.

Durante a apuração dos fatos, a PCPB constatou com o Exército Brasileiro que o documento apresentado para a aquisição da arma é falso. O empresário foi preso em flagrante, no interior do clube de tiro. Ele foi encaminhado à carceragem da Cidade da Polícia Civil.

O crime de Uso de Documento Falso prevê pena de reclusão de dois a seis anos, e multa, sendo inafiançável na esfera policial.

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Polícia

Confira os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Quem são os nove criminosos paraibanos mais procurados do Brasil. Reprodução/MJSP

Nove paraibanos estão na lista de criminosos mais procurados do Brasil, que foi divulgada nesta segunda-feira (8), pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Cada estado brasileiro indicou oito alvos prioritários com base em uma matriz de risco, que avaliou gravidade e natureza do crime cometido, vinculação com facção criminosa, múltiplos mandados de prisão e atuação interestadual. Um paraibano integra a lista do Rio de Janeiro.

Veja quem são os criminosos paraibanos mais procurados do país.

Edgar Alves de Andrade, o Doca

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Reprodução/MJSP

Doca integra a lista dos mais procurados do Rio de Janeiro, mas é paraibano, nascido no município de Caiçara. Ele é apontado como um dos chefes do Comando Vermelho e foi o principal alvo da megaoperação contra a facção no Rio de Janeiro, que deixou 121 mortos.

Edgar também responde por mais de 100 homicídios, além de ter 35 mandados de prisão em aberto por diversos crimes. Ele conseguiu fugir da operação.

Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Reprodução/MJSP

Fatoka é apontado como chefe da facção criminosa Comando Vermelho na Paraíba, alvo de uma operação da Polícia Civil que bloqueou R$ 125 milhões do grupo e prendeu 24 pessoas, em setembro deste ano. Há pelo menos dez mandados de prisão em aberto contra ele por diversos crimes.

Ele foi um dos 92 presos que fugiram durante uma rebelião na Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, a PB1, em 2018. Meses depois da fuga, Fatoka foi localizado em Alagoas e preso novamente.

Após a prisão, houve o relaxamento do cumprimento da pena por parte da Justiça, e ele foi posto em liberdade para cumprir medidas cautelares, com o uso de tornozeleira eletrônica. Conforme a Polícia Civil, ele rompeu a tornozeleira e depois fugiu para o Rio de Janeiro.

Jonathan Ricardo de Lima Medeiros

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Reprodução/MJSP

Conhecido como “Dom”, Jonathan chegou a ser apontado como um dos chefes do Comando Vermelho na Paraíba em 2024. Na época, a polícia suspeitava que ele estaria foragido no Rio de Janeiro, de onde transmitia ordens aos faccionados e fornecia drogas e armas para ataques a facções rivais.

Damião Barbosa de Lima

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Grace Vasconcelos

Conhecido como “Damião de Araçagi” ou “Coroa Damião”, ele é apontado pela Polícia Civil como integrante da alta cúpula do Comando Vermelho na Paraíba e muito próximo ao chefe da organização criminosa no estado.

Em outubro, durante a megaoperação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro, ele chegou a ser dado como preso, mas a lista confirma que está foragido.

David Ferreira da Costa

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Reprodução/MJSP

Apelidado de “Mago David”, ele é considerado pela polícia como chefe do núcleo operacional do Comando Vermelho na Paraíba e atuava principalmente em Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Ele foi alvo da operação da Polícia Civil que bloqueou R$ 125 milhões do grupo e prendeu 24 pessoas, em setembro deste ano. Na época, a polícia afirmou que ele estava foragido no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro.

Edivan Melo de Jesus

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Reprodução/MJSP

Conhecido como “Nego” ou “Nego 4 Boca”, Edivan também integra o Comando Vermelho na Paraíba, atuando como porta-voz da presidência dentro do estado. Em 2024, ele tinha poder de “gestão” na organização criminosa e atuava na comunidade das Quatro Bocas, no bairro do Sesi, em Bayeux.

Uma das principais funções dele era atuar no tráfico de drogas, fornecimento de munições, armas de fogo e pessoas para realizar ataques orquestrados pela facção.

Lucian da Silva Santos

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Reprodução/MJSP

Apelidado de Galo, Lucian foi apontado como membro do conselho do Comando Vermelho na Paraíba e era tido como chefe do tráfico em comunidades como o Mutirão, em Bayeux, no ano de 2024.

Sebastião de Azevedo Ferreira

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Grace Vasconcelos

Conhecido como Bastos, Sebastião é apontado como um dos principais fornecedores de drogas em larga escala para a facção criminosa Okaida.

Elvis Carneiro da Silva

 Quem são os nove criminosos paraibanos na lista de mais procurados do Brasil
Reprodução/MJSP

Em 2024, Elvis se tornou réu por tráfico de drogas, crime nacional de armas e organização criminosa. Não há detalhes sobre os crimes específicos que ele teria cometido.

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Polícia

OPERAÇÃO AURORA: Polícia investiga organização que lucrava com abortos clandestinos em JP

Uma organização criminosa que lucrava com abortos clandestinos foi alvo, na manhã desta segunda-feira (8), da Operação AURORA, deflagrada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O esquema, que atuava em diversas regiões do país, também atuava em João Pessoa.

De acordo com as investigações, o grupo comercializava ilegalmente medicamentos controlados e oferecia suporte online às mulheres durante o procedimento abortivo, orientando desde a quantidade de comprimidos até o modo de administração.

Segundo a Delegada Karoline Calegari, que presidiu as investigações, mais de 250 mulheres faziam parte do grupo, inferindo-se que o lucro obtido pelo grupo possa ser expressivo.

A ação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa interestadual especializada no tráfico de medicamentos controlados, com destaque para o Cytotec (Misoprostol), substância utilizada ilegalmente para a prática de aborto.

A operação é realizada de forma simultânea com o apoio de efetivos das Polícias Civis estaduais, alcançando os seguintes estados e municípios:

* Paraíba: João Pessoa
* Goiás: Goiânia e Valparaíso
* Rio de Janeiro: Nova Iguaçu
* Espírito Santo: Aracruz
* Bahia: Irecê e Itaguaçu
* Minas Gerais: Santos Dumont
* Brasília: Distrito Federal

Entenda o caso

A partir do aborto realizado por um casal na cidade de Guaíba, RS, no dia 02/04/25, a Delegacia de Polícia da cidade passou a investigar as circunstâncias do fato.

A mulher que realizou o aborto chegou ao hospital regional com dores muito fortes e acabou expelido dois fetos.

Ouvida, a mulher informou que havia ingerido o medicamento misoprostol, que lhe fora vendido pela internet. Junto com os medicamentos, a jovem também teria contratado os serviços de assessoramento técnico no momento do aborto, o que seria feito de modo “on line” por “uma doutora”. Ocorre que, durante o procedimento, a pessoa que a estava orientando passou a demorar para responder, negligenciando a gestante e deixando-a sem assistência, cheia de dores.

Esclarecendo como chegou até este grupo, contou que, ao ter certeza da gravidez, passou a fazer pesquisas no tiktok sobre aborto e gestação indesejada, quando foi abordada por uma pessoa que lhe informou conhecer profissionais que poderiam ajudá-la “com segurança” a interromper a gestação.

A mulher entrou em contato com o número fornecido e a pessoa contatada revelou trabalhar ajudando mulheres a interromper gestações indesejadas.

Nesse momento, apresentou a tabela de preços do medicamento misoprostol, em que também constava o número de comprimidos necessários de acordo com a quantidade de semanas de gravidez.

Na sequência, a gestante foi adicionada num grupo de whatsapp denominado “Sinta-se acolhida”, cuja descrição sugeria um espaço para compartilhar sua experiência pós procedimento, incentivando outras mulheres que ainda estivessem na dúvida, mas advertindo que detalhes do momento do aborto e do preparo para o procedimento não deveriam ser publicados.

A gestante então adquiriu o procedimento e agendou a data para o procedimento com sua “doutora”, passando a agir conforme lhe era orientado.

Em dado momento, durante o processo, passou a ser negligenciada pela pessoa que lhe “assistia”, que demorava para responder. Não o suportando as dores, a grávida procurou atendimento médico, onde o os fetos acabaram sendo expelidos.

A partir de uma investigação telemática, a polícia identificou os administradores do grupo, os quais, segundo regras claras do próprio grupo, são os únicos autorizados a realizar a venda do produto Cytotec e acompanhar o procedimento abortivo.

Os investigados residem em diferentes estados da federação, com ramificação Na Paraíba, Goiás, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, e no Distrito Federal.

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Polícia

VÍDEO: Tentativa de homicídio em Ponta de Campina aciona Helicóptero Acauã neste domingo

Uma tentativa de homicídio assustou banhistas e moradores da Praia de Ponta de Campina, em Cabedelo, na tarde deste domingo. De acordo com informações sete homens encapuzados chegaram ao local e dispararam contra a cabeça de um homem, cuja identidade ainda não foi divulgada.

A vítima foi encontrada caída na faixa de areia, gravemente ferida.

veja vídeo clicando aqui

A gravidade dos ferimentos levou as equipes de resgate a acionarem o helicóptero Acauã, da Secretaria de Segurança da Paraíba, que realizou o atendimento e o transporte aéreo até o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O estado de saúde do homem é considerado grave.

Testemunhas relataram momentos de pânico durante a ação criminosa. Muitas pessoas que estavam na praia para aproveitar o domingo correram para se abrigar enquanto os disparos eram efetuados. Após o ataque, os suspeitos fugiram e ainda não foram localizados.

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Polícia

Adolescente é atingido por bala perdida a caminho de barbearia em João Pessoa

Samu de João Pessoa atendeu 10,6 mil ocorrências nos cinco primeiros meses do ano | Prefeitura Municipal de João Pessoa

Na manhã deste domingo (7), um adolescente de 13 anos foi atingido por uma bala perdida no bairro Gervásio Maia, em João Pessoa.

Para a Polícia Militar, a mãe do adolescente relatou que ele estava a caminho de uma barbearia e ele teria escutado disparos de arma de fogo. No entanto, somente momentos depois percebeu que havia sido atingido, de raspão, no peito.

O menino foi encaminhado para a UPA do Valentina. O estado de saúde dele não foi divulgado.

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