Na foto, o vice-prefeito fazendo o ‘L’ em alusão a campanha do prefeito Léo Bandeira. (Foto: Reprodução/Redes sociais )
O município de Lucena, no Litoral Norte do estado, não tem mais vice-prefeito a partir desta sexta-feira (20). O anúncio foi feito por meio da leitura de um decreto durante sessão da câmara municipal, pelo presidente da casa legislativa, Alexsandro Targino de Brito.
Segundo apurou a reportagem, o então vice-prefeito eleito Antônio Mendonça Monteiro Júnior (Bolão) teve o afastamento do cargo confirmado após ser transitado em julgado o processo em que o mesmo respondia por improbidade administrativa.
Condenado, Bolão teve os direitos políticos cassados por três anos. “Com a suspensão dos direitos políticos, com o trânsito em julgado da ação de improbidade administrativa, não cabe ao presidente da casa outra conduta se não a declaração de extinção do mandato do vice-prefeito”.
“Fica declarada a extinção do mandato do vice-prefeito de Lucena, estado da Paraíba, senhor Antônio Mendonça Monteiro Júnior, nos termos inciso 5º do artigo 15 da constituição federal e artigo da lei orgânica do município de Lucena”, traz trecho do decreto legislativo 01/2023, datado desta sexta-feira (20).
Sobre o processo
O processo contra Bolão foi aberto pelo Ministério Público da Paraíba e distribuído em maio de 2014 para a justiça paraibana. Segundo a ação civil pública, houve a inclusão no contracheque dos servidores a expressão “prefeito bolão”.
A decisão proferida este ano contra Bolão é do ano de novembro do ano passado, da 4ª Vara Mista de Cabedelo.
“Julgando o pedido procedente para decretar a perda da função pública, a suspensão dos direitos políticos por 5 anos, a multa civil de 10 vezes da remuneração mensal recebida na época dos fatos e ao pagamento das custas processuais” diz trecho da decisão assinada pela juíza Teresa Cristina de Lyra Veloso. Veja detalhes:
Imagem meramente ilustrativa – (Foto: Pixabay/Banco de dados)
A Prefeitura de Santa Rita, através do Procon-SR, tomou uma medida enérgica após inúmeras reclamações de consumidores da operadora de telefonia VIVO. Na manhã desta quinta-feira (15), a VIVO foi autuada devido a uma devido à interrupção dos serviços que afetou não apenas Santa Rita, mas também diversos outros municípios paraibanos. A multa aplicada pode chegar a 200 mil reais, de acordo com as infrações constatadas.
O superintendente do Procon de Santa Rita, Helton Renê, explicou que a empresa VIVO não emitiu nenhuma nota ou comunicado a sociedade para informar a causa da falha. Segundo ele, a falta de comunicação da operadora agrava ainda mais a situação, pois os consumidores ficaram sem informações sobre quando seus serviços seriam restaurados.
A VIVO agora terá um prazo de 10 dias para apresentar a defesa de acordo com os procedimentos previstos no CDC. A multa, que pode chegar a 200 mil reais, será aplicada caso as irregularidades sejam confirmadas e a operadora não tome as devidas providências para solucionar o problema e atender às exigências legais.
O que diz a Vivo:
A operadora de telefonia Vivo emitiu nota nesta quinta-feira (19) sobre a queda de sinal para inúmeros clientes na Paraíba. Durante a manhã de hoje, usuários relataram um apagão de dados que impediu a funcionalidade das linhas.
Segundo a operadora, o problema acontece após o rompimento de cabo de fibra ótica, sem especificar o lugar onde ocorreu ou o tempo de inatividade. Ela relata, porém, que os serviços já foram normalizados.
“A Vivo informa que alguns clientes podem ter encontrado dificuldades na utilização dos serviços de telefonia móvel da operadora devido a rompimentos de cabo de fibra ótica. Equipes já atuaram e os serviços estão normalizados”, diz a nota da operadora.
A notícia pegou todos de surpresa. O vereador Kaio César, presidente da Câmara de Ceará Mirim, foi preso pelo furto de uma escova de dentes em uma farmácia dentro de um supermercado.
Kaio César, foi preso na tarde desta quinta-feira (19), acusado furtar uma escova de dentes elétrica (que custa cerca de R$ 140). A informação é de que o parlamentar foi flagrado por seguranças através do sistema de videomonitoramento.
Após ser detido no supermercado, o vereador foi levado por policiais militares para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.
Construído na década de 1970, na antiga Ponta de Tambaú, um dos símbolos da arquitetura pessoense está de portas fechadas desde o ano de 2020. (Foto: Clilson Júnior)
As empresas autuadas pelo Procon da Paraíba por fazer propaganda enganosa envolvendo o Hotel Tambaú poderão ser sujeitas a pagar uma multa milionária. Conforme informações da assessoria jurídica do Procon, a multa pode variar de 200 até 3 milhões de Unidades Fiscais de Referência (Ufir).
Com isso, em reais, os valores vão de R$ 12.940,00 até R$ 194,1 milhões, explicou o advogado Cyro Palitot, que faz parte da assessoria jurídica do Procon-PB. O valor a ser pago dependerá de diversos critérios. “Um dos critérios para fixação do valor são o porte econômico da empresa e a quantidade de consumidores atingidos com a publicidade enganosa”, disse Cyro à reportagem.
“Os valores provenientes das multas são revertidos para o fundo estadual de defesa do consumidor. O decreto (que regulamenta a multa) prevê a possibilidade de arbitrariamento de astreintes pela continuidade da conduta”, detalhou o advogado Cyro Palitot, também da assessoria jurídica do Procon.
De acordo com Cyro, o decreto que regulamenta a aplicação da multa é o 2181/97. Ele detalhou que o valor de R$ 194,1 milhões é com base no valor da Ufir na data de hoje, podendo sofrer uma variação. “Vai depender da UFR e da data em que a infração foi cometida”.
Hotel Tambaú está fechado desde 2020
Construído na década de 1970, na antiga Ponta de Tambaú, um dos símbolos da arquitetura pessoense está de portas fechadas desde o ano de 2020. De lá para cá, o Hotel Tambaú ele já foi leiloado e teve uma reforma anunciada. Porém, quem passa pelo local percebe o ambiente com tapumes e os famosos gramados com aspecto de abandono.
Mesmo assim, a empresa Trivago e outros sites de viagens estavam realizando propagandas como se a opção de hospedagem estivesse funcionando.
“João Pessoa a partir de R$ 303. Compare preços e encontre as melhores ofertas Baixe o nosso app e economize com trivago”, dizia o conteúdo observado pelo jornalista Clilson Júnior. No card, havia o nome “Tambaú Hotel” e o nome da empresa de reserva de diárias.
A morte do motoboy Orlando Pereira, atropelado por um perito que trafegava na contramão, completa um mês nesta quinta-feira (19) sem a conclusão do inquérito da Polícia Civil que investiga o acidente. Isso porque, segundo o delegado Everaldo Medeiro, responsável pelo caso, o processo de juntada dos laudos periciais ainda não está finalizado.
A informação foi reafirmada pelo Instituto de Polícia Científica (IPC), que não deu um prazo para a divulgação dos resultados. A data-limite para a finalização do procedimento foi prorrogado após um pedido da polícia ao Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Desde a abertura do inquérito, a perícia trabalha analisando imagens de câmeras de segurança que registraram o momento do acidente. À reportagem, o IPC não deu detalhes sobre quais elementos são investigados.
O advogado da família de Orlando Pereira disse que a prorrogação do prazo para a conclusão da investigação já era esperado. “Não foi nenhuma surpresa e, de certa forma, é até positivo. Porque várias imagens foram requisitadas e elas são cruciais para que se comprove a inexistência do álibi (estava fugindo de um assalto) alegado pelo Robson Félix [perito que dirigia o carro]”, pontuou.
Até o momento a defesa do perito, não comentou sobre o caso.
Relembre o caso
O acidente fatal que terminou com a morte de Orlando Pereira, 38 anos, aconteceu no dia 16 de setembro em um cruzamento de avenidas no bairro Manaíra. O motorista suspeito de causar o acidente é o perito Robson Félix, que pagou fiança de R$ 13 mil para responder o processo em liberdade.
Imagens de uma câmera instalada em um carro registrou o momento do acidente. O motorista perito que provocou o acidente não permaneceu no local para prestar socorro. O advogado dele alegou que, momentos antes do atropelamento, o cliente e a namorada teriam sido vítimas de uma suposta tentativa de assalto e estavam fugindo.
A canção Magia Amarela foi lançada na noite da última terça-feira (Foto: Reprodução)
A empresa Bauducco cancelou a campanha Magia Amarela, protagonizada pelas cantoras Juliette e Duda Beat, após as acusações de um suposto plágio do projeto AmarElo, do rapper Emicida. A informação foi anunciada nesta quarta-feira (18) pela marca e a agência responsável pela ação, Galeria.
“Diante de questionamentos sobre o projeto e sobre as cantoras, a Bauducco decidiu cancelar a campanha e seguirá dialogando com os artistas envolvidos, pelos quais manifesta total respeito e admiração. Em novas oportunidades, a marca voltará a celebrar sua cor icônica e sua mensagem de união”, começou a nota.
A marca afirmou que o objetivo da campanha era “celebrar o amarelo característico da sua identidade visual (…) além de unir conceitos também historicamente propagados: família, união”. Sobre a semelhança entre a tipografia do projeto da empresa e da obra de Emicida, a Bauducco alegou que ela já é usada pela marca nas embalagens e nas redes sociais.
“A escolha das cantoras Juliette e Duda Beat refletiu o propósito da campanha: são duas artistas que já tinham uma amizade e formam uma família com base nos laços de afeto, de afinidade e da arte. É importante ressaltar que a participação das cantoras se restringiu à interpretação da música-tema, sem vínculo com a criação da campanha”, completou.
Novos pronunciamentos
A canção Magia Amarela, que faria parte da campanha publicitária, foi lançada na noite da última terça-feira (17). Imediatamente, a composição já foi motivo de polêmica nas redes sociais, após internautas apontarem semelhanças com a canção AmarElo, de mesmo nome do álbum e projeto audiovisual de Emicida.
Evandro Fióti, irmão e produtor do rapper, alegou que o trabalho foi “roubado conceitualmente”. Na manhã desta quarta-feira, a equipe de Juliette informou que a faixa fazia parte de uma campanha publicitária.
Fióti chegou a comentar em uma live que os responsáveis pela publicidade haviam procurado a equipe de Emicida.
— Essa marca negociou com a gente — disse. — A gente não chegou a um acordo, por cronograma, prazo e questões financeiras. A verba que eles tinham não justificava a entrega que a gente tinha que fazer.
Diante das acusações de um suposto plágio, a cantora Duda Beat e sua equipe se pronunciaram. “Desde o primeiro contato entre agência e escritório da artista, ainda na fase de negociação, o nome de Felipe Vassão (um dos autores do projeto musical e da canção AmarElo) estava citado no escopo da campanha como autor da faixa comercial (que ainda não existia e nem tinha o nome de Magia Amarela)”, escreveu Duda.
De acordo com a equipe, a cantora não foi avisada sobre a exclusão do nome de Vassão da autoria do projeto. Minutos depois, ela apagou o comunicado.
Mais tarde, Duda Beat retornou às redes sociais para emitir uma nova declaração. A artista e sua equipe reiteraram que não houve qualquer envolvimento com o processo criativo da canção e desculparam-se pela situação. “Peço desculpas pela situação gerada e renovo meu compromisso de estar vigilante sobre os direitos de propriedade intelectual e a diversidade de oportunidades dentro do contexto artístico e comercial que me couber daqui pra frente”, declarou.
Citado no pronunciamento de Duda, Vassão comentou em suas redes sociais sobre o caso. “Não tenho nenhum envolvimento com a nova música Magia Amarela, da Juliette e Duda Beat”, afirmou.
Juliette, por sua vez, também utilizou o perfil no Instagram para falar sobre o caso. A cantora se manifestou pedindo desculpas pelo ocorrido e declarou que ela e sua equipe não compactuariam cientemente com atitudes de plágio e apropriação criativa.
“Fui contratada para uma campanha publicitária em que interpretaria uma canção e um videoclipe e, nesses casos, os processos de liberações autorais são de responsabilidade do contratante. Peço desculpas e lamento profundamente as consequências deste ocorrido. Estejam certos de que tomaremos providências e aumentaremos, ainda mais, o nosso cuidado sobre propriedade intelectual e diversidade em futuros trabalhos artísticos e comerciais. Por fim, informo que a campanha foi cancelada e a música será retirada de todas as plataformas digitais”, ponderou.
Um vídeo que circula na web mostra que foi um deputado do PT, Rogério Correia, quem bateu em um celular e fez com que o aparelho caísse na cabeça da senadora Soraya Thronicke. O episódio ocorreu após sessão da CPMI dos Atos Antidemocráticos no Congresso Nacional.
A queda do aparelho na cabeça de Thronicke deu início a um tumulto nos corredores do Senado.
Hospital da Unimed em João Pessoa — Imagem: Divulgação
O Hospital Nossa Senhora das Neves iniciou um plano de demissão em massa após a decisão judicial determinando e dando um prazo de 10 dias para o pagamento do piso da enfermagem. O HNSN está em tratativas avançadas com duas cooperativas para substituir a mão de obra existente na unidade.
Além do HNSN, a Unimed João Pessoa também cogita demitir uma parte de seus quase 350 enfermeiros depois de também receber a decisão da Justiça determinando o pagamento do piso da enfermagem em R$ 4.750,00. A saída também será a contratação de cooperativas.
Além do HNSN e Unimed, o Amip também foi notificado pela Justiça do Trabalho da Paraíba para pagar o novo piso da enfermagem. A Justiça deferiu as liminares a pedido do Sindicato dos Enfermeiros da Paraíba.
Uma denúncia anônima acolhida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) aponta que o arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, sabia de todos os desvios de verbas que aconteciam no Hospital Padre Zé, no Instituto São José e na Ação Social Arquidiocesana. A investigação desencadeou a operação “Indignus”, que investiga o escândalo de fraudes e desvios de recursos nas instituições. Conforme os documentos, os crimes supostamente liderados pelo padre Egídio de Carvalho ocorriam há 12 anos.
“O arcebispo da Paraíba é ciente, que por sinal já recebeu um veículo Jeep Compass 2019 (Placa QSF-6748) como pagamento de propina”, diz o documento.
Esse veículo está em nome do padre Egídio, que incluiu o pagamento do imposto de licenciamento às despesas do Hospital Padre Zé. Como mostra o documento:
Documento enviado junto à denúncia para o MPPB.
À reportagem, a assessoria da Arquidiocese afirmou que o arcebispo já havia confirmado, em entrevista coletiva no dia 10 de outubro, que não estava ciente dos desvios ocorridos no Hospital Padre Zé e nas duas outras instituições investigadas. Sobre o veículo, a assessoria não respondeu o questionamento. O espaço está aberto para o pronunciamento.
Linha do tempo
No dia 7 de agosto de 2023, padre Egídio de Carvalho denunciou o furto de mais de 100 celulares à Polícia Civil, que instaurou um inquérito policial a fim de apurar o crime. O religioso alegou abuso de confiança e destreza. O acusado pelo crime foi Samuel Rodrigues Cunha Segundo, ex-funcionário do setor de tecnologia do hospital.
Viagem juntos – Egídio foi a Foz do Iguaçu acompanhado de Samuel Segundo receber os celulares destinados à doação, oportunidade em que foram separados os itens mais caros das duas instituições em 15 caixas lacradas, entre os dias 22 e 26 de maio. Conforme a denúncia de Egídio, a falta dos aparelhos só foi percebida por ele dois meses depois, no dia 24 de julho. O bazar aconteceu sem os aparelhos eletrônicos no dia 1º de agosto.
Reviravolta – A denúncia anônima contra o padre Egídio, referente aos supostos crimes no Hospital Padre Zé, foi enviada ao Ministério Público no dia 24 de agosto. O relato expõe 33 documentos e notas que comprovariam toda a corrupção. O envio desses materiais acontece 17 dias após a denúncia do padre sobre o desaparecimento dos celulares.
Samuel chegou a ser preso pela Polícia Civil no início de setembro. Ele foi solto três dias depois e foi demitido do hospital por justa causa.
Conforme a denúncia anônima, o furto de celulares aconteceu a mando do padre Egídio.
“O roubo foi feito a mando dele, de celulares e perfumes, para custear as despesas de aquisição de um novo imóvel e a reforma de de um novo apartamento de luxo adquirido. Quando tomou conhecimento da proporção que tomou dentro da empresa, de comentários por todos os funcionários, por ser uma carga de alto, teve que abrir um inquérito. Sua família [de padre Egídio] tem lojas em cidade do interior de PE, onde pode ter sido levado a carga”, diz o documento.
Polícia durante busca e apreensão na residência de padre Egídio. (Foto: Verinho Paparazzo/Portal T5)
Polícia nas ruas – Diante do material enviado anonimamente, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) montou a operação “Indignus”, no dia 5 de outubro. Além do padre Egídio de Carvalho Neto, são investigadas duas ex-funcionárias do Hospital Padre Zé, Jannyne Dantas e Amanda Duarte, ex-tesoureira.
Um dia depois da operação, o padre Egídio se apresentou na sede do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), em João Pessoa.
Padre Egídio esteve no MPPB acompanhado de três advogados. (Foto: TV Tambaú/Reprodução)
O advogado Sheyner Asfóra disse que padre Egídio continua à disposição do Ministério Público para prestar esclarecimentos de forma oficial. O espaço está aberto para atualização quando houver resposta.
Dom Delson fez pronunciamento oficial no dia 10 de outubro. (Foto: Juliana Alves/Portal T5)
Dom Delson decepcionado – Em 10 de outubro, o arcebispo Dom Manoel Delson convocou jornalistas para uma entrevista coletiva. No encontro ele disse que se sente envergonhado e traído em meio ao escândalo financeiro que envolve o padre Egídio. A declaração do líder da Igreja Católica no estado foi feitacom um pronunciamento da nova gestão da unidade.
Em outro momento, Dom Delson disse que o patrimônio identificado no nome do padre Egídio é “assombroso”, uma vez que um sacerdote recebe aproximadamente três salários mínimos por mês. “Isso nos entristece muito. É uma questão muito grave, porque um sacerdote deve servir aos mais pobres”, declarou.
Os envolvidos no torneio de luta clandestina, que deixou um adolescente gravemente ferido, devem ser indiciados pelo crime de lesão corporal gravíssima. Os acusados já foram identificados e ouvidos pela polícia.
O delegado Sílvio Rabelo de Mamanguape, comanda as investigações. Ele falou que todos os responsáveis envolvidos no torneio de luta clandestinas já foram identificados e prestaram depoimento na delegacia do município.
O adversário que lutava contra a vítima e desferiu os golpes contra o adolescente é maior de 18 anos. Ele foi ouvido pelo delegado onde passou por interrogatório e deve ser acusado no inquérito policial.
José Laudiclécio Nascimento da Silva continua internada no Hospital de Trauma de João Pessoa, após passar por cirurgia neurológica. De acordo com o último boletim médico, o estado de saúde do adolescente é grave.
Entenda o caso
Uma adolescente ficou gravemente ferido após levar um soco durante um torneio de luta ilegal, na noite de segunda-feira (16), no município de Mamanguape, Litoral Norte da Paraíba.
José Laudiclécio Nascimento da Silva estava participando de um torneio clandestino em uma quadra de Mamanguape, quando foi golpeado com um soco e caiu no chão, desacordado.
Ele foi socorrido e levado para o hospital da cidade, mas devido à gravidade, precisou ser transferido para o Hospital de Trauma de João Pessoa.
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