Polêmica

Saiba quem é o homem que arrematou bolo por R$ 100 mil em São Bento, na Paraíba

O empresário Rafael Cavalcante, mais conhecido como Rafinha Banana viralizou na web desde a última sexta-feira (19) após comprar um bolo pela bagatela de R$ 100 mil durante um leilão paroquial no município de São Bento, no Sertão paraibano.

Rafinha conquistou notoriedade na Paraíba nos últimos meses, como o “Empresário das Apostas”. Ele ganhou prêmios milionários com a vitória de Marcio Roberto para a Assembleia Legislativa do Estado, apesar do político ter o mandato cassado.

Além disso, Rafinha é empresário bem sucedido na empresa de apostas online VAL SPORTS que tem atuação em todo o Brasil em jogos esportivos, tendo faturado uma fortuna no último ano.

Natural de São Bento e sobrinho da vereadora Domelice Dutra, ele já confirmou que pretende concorrer à Prefeitura nas eleições municipais de 2024.

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Polêmica

(VÍDEO) Bandidos usam disfarce de garis e cometem assaltos em Guarabira

O Blog do BG PB recebeu denúncias de assaltos na cidade de Guarabira, no interior da Paraíba. O que chama a atenção e tem deixado a população em alerta é o modo inusitado dos criminosos.

Eles se disfarçam como garis da MB Limpeza Urbana para passarem despercebidos. Com fardas convincentes, os bandidos abordaram um funcionário de um mercadinho com uma arma, renderam a vítima e roubaram todo o dinheiro do caixa.

Os clientes que estavam ao lado, se surpreenderam com a audácia do disfarce.

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Polêmica

Funcionário da Embrapa denuncia homofobia no trabalho após oferecerem R$ 300 para alguém o estuprar, na Paraíba; Veja B.O

Cherre Sade, Embrapa, Estupro, homofobia

Cherre é funcionário de Embrapa e vem sofrendo homofobia dentro da empresa (Foto: Instagram)

Um funcionário da Embrapa Algodão em Campina Grande denunciou, pelo Instagram e através de boletins de ocorrência, um outro funcionário da empresa, identificado como Ernani Vidal, que ofereceu R$ 300 para quem alguém o estuprasse. A situação foi tornada pública pela vítima, Cherre Sade Bezerra da Silva, nessa sexta-feira (19).

Cherre Sade contou que já denunciou o funcionário na Polícia Civil e também na Ouvidoria da Embrapa. Além disso, ele também já fez denúncias no Ministério Público da Paraíba (MPPB), no Ministério Público do Trabalho (MPT), e abriu um processo na Justiça do Trabalho.

Nas denúncias, a vítima mostra um áudio feito pelo agressor, onde ele é chamado de “praga” e “viado”. Em outro trecho do áudio, o agressor, indicou que se “gostasse de viado” iria procurar a vítima para ter relações sexuais. Além do áudio, um vídeo obtido por Cherre Sade dá mais detalhes das ameaças.

Além do áudio aqui exposto, recentemente recebi um vídeo de um dos agressores oferecendo 300 reais numa roda de “machos” para aquele que viesse me estuprar. Um deles sugere que isso seja feito por aquele que tem o *** maior!”, denunciou a vítima no Instagram.

Cherre já buscou providência com as chefias da Embrapa e foi advertido que nada poderia ser feito, pois o agressor é “pai de família” que não pode perder o emprego.

“As agressões se intensificaram desde outubro de 2023 e ninguém fez nada até agora. Os agressores seguem destilando sua homofobia pelos corredores da Embrapa”, relatou Cherre.

Veja abaixo o Boletim de Ocorrência prestado por Cherre em outubro de 2023:

Veja abaixo o Boletim de Ocorrência prestado por Cherre este mês:

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Polêmica

Hospital Padre Zé: Corregedoria do TRT-13 recomenda solução consensual para ações trabalhistas

A corregedora do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (Paraíba), desembargadora Margarida Alves de Araújo Silva, recomendou às Varas do Trabalho da Paraíba que enviem ao Centro Judiciário de Método Consensual de Solução de Disputas (Cejusc) de primeira instância as ações trabalhistas movidas contra o Instituto São José, que administra o Hospital Padre Zé

A recomendação da Corregedoria do TRT-13, disponibilizada no Diário Eletrônico da Justiça do Trabalho desta quinta-feira (18), atende a pedido feito pela própria instituição (Recomendação TRT13 SCR nº 001/2024).

A desembargadora Margarida Araújo considerou que estas ações trabalhistas envolvem temas sensíveis, considerando os fatos recentes envolvendo o Hospital Padre Zé, de supostos desvios de mais de R$ 140 milhões na entidade, durante a gestão do Padre Egídio, que é alvo de investigação do Gaeco do Ministério Público através da Operação Indignus.

A avaliação da corregedora e vice-presidente do TRT é que existem inquestionáveis e imediatas repercussões patrimoniais que, conjugadas com o grande rumor social, exigem uma sessão de conciliação ou mediação mais alongada, ou mesmo várias sessões para viabilizar a solução consensual.

Recentemente, ex-funcionários do Hospital Padre Zé procuraram denunciaram a demora na baixa das carteiras assinadas após a demissão. Sobre isso, a corregedora salientou que não haverá prejuízo das providências jurisdicionais para evitar o perecimento do direito por parte da Vara do Trabalho de origem.

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Polêmica

Vereadores batem boca durante discussão da LOA na Câmara de Campina Grande

vereadores

 

Os vereadores Anderson Pila e Ivonete Ludgério bateram boca durante sessão extraordinária da votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), de Campina Grande. A discussão teve início por conta do percentual das emendas impositivas.

A parlamentar Ivonete Ludgério da base aliada do prefeito Bruno Cunha Lima chegou a bater na mesa do parlamentar da oposição durante a discussão.

Anderson Pila da oposição manteve-se sentado retrucando a parlamentar exigindo respeito. Colegas de parlamento retiraram a vereadora Ivonete Ludgério. Anderson Pila é a favor de 1,2% de emendas impositivas do orçamento municipal.

O debate sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) permanece entre os vereadores que discutem um consenso de valor para as emendas impositivas. A oposição exige 1,2% enquanto que a Prefeitura de Campina Grande ofereceu 0,7%.

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Polêmica

Apesar de ação do MP, obras e vendas em prédios irregulares permanecem na orla de João Pessoa

Edifícios Bossa Design, Setai Edition e Jady Miranda são investigados pelo Ministério Público da Paraíba por infringir Lei do Gabarito

Alvos de investigação no Ministério Público da Paraíba (MPPB), três dos quatro prédios irregulares em construção na orla de João Pessoa mantêm o ritmo normal de obras e vendas, como constatou a reportagem do Portal MaisPB.

Conforme a Promotoria do Meio Ambiente e Patrimônio Social da capital, as construções teriam ultrapassado a altura permitida prevista na Lei do Gabarito, norma da Constituição Estadual que impõe limite de altura para edificações na beira mar pessoense.

Hotel Bossa Design

O primeiro empreendimento visitado foi o Hotel Bossa Design, da Bossa Design Empreendimentos de Hotelaria LTDA, na avenida João Maurício, em Manaíra. Nesse caso, além de ferir a Lei dos Espigões, o prédio também é investigado por aumento e invasão do recuo.

De acordo com uma portaria do Ministério Público, o Bossa Design ultrapassou, em relação ao Plano Diretor, 4,918m à altura permitida que era de 12,90m. Já em relação ao Decreto Municipal nº 9.718/21, a vistoria técnica aponta que houve a violação de 3,306m.

Hotel Bossa Design está sendo construído na orla de Manaíra, em João Pessoa (Foto: MaisPB)

Ao chegar nas instalações do futuro hotel, a reportagem constatou que a empresa segue com o cronograma normal de execução das obras.

Procurado, o responsável pela edificação não se encontrava. O seu contato foi repassado aos repórteres, mas as ligações não foram atendidas.

Setai Edition 

Situado no metro quadrado mais caro para construção civil em João Pessoa, o Setai Edition, da Construtora Guedes Pereira, está localizado no final da Avenida Cabo Branco e em fase de finalização.

Segundo a investigação inicial do Ministério Público, a vistoria técnica concluiu que “a edificação SETAI EDITION, ultrapassou a altura máxima de 12,90m recomendada para o seu local de instalação, conforme o Plano Diretor do município de João Pessoa/PB, em pelo menos 1,376 m, totalizando uma altura de 14,276 m ”, e apontou possíveis “indícios de desconformidade de altura máxima permitida das EDIFICAÇÕES ADJACENTES ao local vistoriado”.

Prédio Setai Edition, na orla de João Pessoa (Foto: MaisPB)

A exemplo do Hotel Bossa Design, a investigação em curso não afetou o cronograma do Setai Edition. A obra segue em execução. O responsável pela obra foi procurado pela reportagem do Portal MaisPB, mas também não atendeu e nem retornou as ligações.

Jady Miranda 

Apresentado ao mercado imobiliário pela Porto Bello Empreendimentos, o edifício Jady Miranda fica a poucos metros do Setai Edition, também na orla do Cabo Branco.

Construído pela Porto Belo Empreendimentos, Edifício Jady Miranda também é investigado pelo Ministério Público (Foto: MaisPB)

Uma portaria assinada pela promotora Cláudia Cabral em dezembro do ano passado, diz que um engenheiro do Ministério Público realizou uma fiscalização in loco para apurar a denúncia de irregularidades.

Após a averiguação, foi possível, segundo o laudo, constatar que “a edificação Jady Miranda, ultrapassará a altura máxima em ambas as metodologias utilizadas”. No local, um estande de venda permanece ativo, com funcionamento em mais de um expediente.

Procurado, o Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP) disse que não iria mais se manifestar e repassou o assunto para os advogados das construtoras denunciadas pelo Ministério Público da Paraíba.

O que investiga o Ministério Público

A investigação sobre os casos de irregularidades em prédios de João Pessoa foi divulgada, na semana passada, pela promotora Cláudia Cabral, do Ministério Público da Paraíba.

Promotora de Justiça de João Pessoa Cláudia Cabral

Ela se reuniu com órgãos da Prefeitura de João Pessoa e representantes das construtoras para dialogar sobre o tema. Após o encontro, Cláudia defendeu a demolição das áreas excedentes e a suspensão do “Habite-se” (alvarás de licença para habitação).

“O Ministério Público busca garantir para as gerações presente e futura a visão da orla, evitando a modificação da paisagem costeira, o comprometimento da ventilação e iluminação, o sombreamento da orla, aumento da pressão sobre os recursos naturais, reprodução da fauna e flora , dentre outros danos ambientais de natureza grave e irreparáveis”, ressaltou a promotora.

Laudo técnico deve ficar pronto até o final do mês

Construtoras, Prefeitura de João Pessoa e o Ministério Público da Paraíba aguardam a conclusão de um laudo técnico sobre a construção de prédios irregulares na orla de João Pessoa. A previsão é que o documento possa ser entregue na próxima semana ou no mais tardar até o final do mês.

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Polêmica

Laudo sobre prédios irregulares na orla de João Pessoa deve ser entregue na próxima semana

Foto: Blog Wallison Bezerra

Construtoras, Prefeitura de João Pessoa e o Ministério Público da Paraíba aguardam a conclusão de um laudo técnico sobre a construção de prédios irregulares na orla de João Pessoa. A previsão é que o documento possa ser entregue na próxima semana ou no mais tardar até o final do mês, segundo fontes ouvidas pelo Blog Wallison Bezerra.

Na última segunda-feira (15), equipes do Ministério Público foram até as edificações que são investigadas por suspeita de ferirem a Lei do Gabarito, que impõe a altura máxima permitida na orla da capital. A fiscalização é uma demanda da reunião realizada na semana passada entre o MP, membros da Prefeitura e representantes das construtoras.

Com a conclusão da vistoria, o Ministério Público terá a oportunidade de avançar com o inquérito. Os três prédios investigados estão localizados nas praias de Manaíra – Bossa Design Hotel – , e Cabo Branco – Setai Edition e Jady Miranda.

A promotora Cláudia Cabral, que conduz o processo, defende a demolição excedente das obras, ou seja, o tamanho ultrapassado pela lei precisa ser derrubado. Já as construtoras falam em um acordo para compensar eventuais danos ao patrimônio.

O argumento dos empresários é refutado por diversos setores da administração pública, como a Ordem do Advogados do Brasil na Paraíba, e pelo governador João Azevêdo (PSB).

O prefeito Cícero Lucena se manifestou na terça-feira (16) sobre o assunto. Nas redes sociais, disse que enquanto gestor não vai “permitir a construção de edifícios fora do gabarito” e que ““se alguém descumpriu a lei, não foi a atual gestão municipal”.

Olhos atentos ao laudo. A sociedade acompanha e espera.

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Com MaisPB

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Polêmica

Ataque de grupo hacker tira do ar sites do Governo da Paraíba

 

Um ataque hacker derrubou, nesta quinta-feira (18), o servidor de páginas ligadas ao Governo da Paraíba.

Um perfil anônimo, denominado Anonymous, divulgou que páginas ligadas ao governo do Estado foram derrubadas, entre elas o site oficial do poder executivo.

Veja abaixo a lista completa de sites afetados:

www.pb.gov.br

pc.pb.gov.br

procon.pb.gov.br

detran.pb.gov.br

transparencia.pb.gov.br

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Polêmica

Hospital Materno de Bayeux é interditado por falta de médicos

Foto: Divulgação/CRM-PB

A equipe médica do Hospital Materno Infantil João Marsicano, localizado no Centro de Bayeux, na Grande João Pessoa, foi interditada eticamente pelo Conselho Regional de Medicina da Paraíba, nesta quinta-feira (18).

De acordo com o presidente do CRM-PB, Bruno Leandro, a interdição se deu por falta de médicos e problemas estruturais na unidade. A interdição segue até que os problemas encontrados no hospital sejam solucionados ou haja um encaminhamento da resolução.

Uma visita do departamento de fiscalização Conselho Regional de Medicina feita na última segunda-feira (15) constatou que a unidade estava sem médicos obstetras e anestesistas. O problema vinha se arrastando desde novembro de 2023 e, por falta de solução, a unidade foi interditada.

Segundo a direção da unidade hospitalar, diariamente, são realizados cerca de dez partos, sendo em torno de três cesáreas. Com a interdição ética dos médicos, novas pacientes não poderão mais ser internadas.

MaisPB

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Polêmica

Condenado por estupro na Itália, Robinho curte férias em Natal e tira foto com fãs

Foto: reprodução

O jogador Robinho parece não estar nada pouco preocupado com a possibilidade de a Justiça mandar ele cumprir, no Brasil, a condenação por estupro na Itália. Nesta quarta-feira (17), o ex-jogador foi flagrado curtindo a praia de Ponta Negra e ainda tirou fotos com alguns fãs.

Robinho está sem jogar desde a condenação. A Itália havia pedido a extradição do jogador para cumprir a pena. No entanto, a Constituição veda a extradição de brasileiros natos. Assim, foi solicitada a homologação da pena na Justiça do Brasil para o cumprimento da pena no país sul-americano.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério Público já defenderam que a pena seja homologada e Robinho a cumpra no Brasil. Segundo a PGR, todos os pressupostos legais e regimentais adotados pelo Brasil para o prosseguimento da transferência de execução penal foram cumpridos.

O caso Robinho

Robinho recebeu, em dezembro de 2020, a pena de nove anos de prisão no caso que investigava a violência sexual contra uma jovem de origem albanesa, em 2013. O caso teria ocorrido em uma boate na Itália.

Em janeiro do ano passado, o atleta teve a condenação confirmada pela mais alta instância da Justiça italiana. Quase um mês depois, em 16 de fevereiro, foi emitido um mandado de prisão internacional.

A acusação utilizou áudio gravado a partir de uma escuta instalada em um carro, que flagrou uma conversa entre Robinho e seus amigos, o que possibilitou confirmar a versão da vítima sobre o estupro coletivo.

96 FM Natal

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