Polêmica

Falsos médicos na PB: Polícia Federal é acionada para investigar esquema criminoso

Foto: APCF/Divulgação

A Polícia Federal (PF) deve iniciar investigações contra um suposto esquema de falsos médicos que estariam atuando na Paraíba. De acordo com investigação preliminar do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) encaminhada ao órgão, profissionais de outras áreas estariam se passando por profissionais da medicina. 

O presidente do CRM-PB, Bruno Leandro, informou que os apontados na ação criminal protocolada na PF não tinham registro no conselho e provavelmente apresentavam diplomas adulterados aos pacientes. Os falsos profissionais, sem a qualificação devida, estariam atuando nas especialidades de dermatologia e patologia numa clínica privada em João Pessoa.

Ainda conforme o CRM-PB, a investigação preliminar se deu após o recebimento de documentos, incluindo imagens, dos apontados como falsos profissionais em atuação. O conselho levantou a possibilidade de exercício irregular ou ilegal da nossa profissão e avançou na apuração.

“Consultamos nosso jurídico, que realmente inferiu que ao se tratar de um crime federal, deveríamos encaminhar para a Polícia Federal para tomarem as atitudes de punição devida. Temos que proteger a sociedade, uma pessoa sem a devida formação pode colocar a vida dos pacientes em risco”, afirmou o presidente Bruno Leandro.

O CRM-PB não deu mais detalhes da investigação preliminar. As informações, portanto, ficam à disposição da PF, que deve confirmar a abertura do inquérito e coloca-lo sob segredo de justiça. Sendo assim, os detalhes da dinâmica do crime só devem ser revelados após a constatação e operação do órgão federal.

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Polêmica

Prédios na orla: OAB pede ao MP punição a quem violar Lei do Gabarito em João Pessoa

Reunião entre a OAB da Paraíba e promotora de Justiça Cláudia Cabral, que conduz o inquérito sobre os prédios fora lei

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba, se reuniu, nessa quarta-feira (24), com a promotora de Justiça Cláudia Cabral, do Ministério Público da Paraíba, responsável pela investigação sobre os prédios investigados por infringir a Lei do Gabarito, que estipula a altura máxima permitida na orla de João Pessoa.

A OAB parabenizou Cabral pela condução do inquérito e defendeu que a legislação seja cumprida.

“Todos os envolvidos devem ter o seu direito de defesa plenamente respeitado, mas quem realmente descumpriu a norma não poderá deixar de ser punido. É claro que a punição deverá ser proporcional ao erro de cada um”, disse o advogado Talden Farias, presidente da Comissão de Direito Meio Ambiente da OAB-PB, em contato com a reportagem.

A advogada Marina Gadelha, conselheira federal da OAB, afirmou, após o encontro, que a entidade “reafirma sua posição de estar ao lado da legalidade”.

Inquérito em trâmite no Ministério Público 

Quatro prédios de João Pessoa estão sendo investigados pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) por suspeitas infração à Lei do Gabarito, norma presente na Constituição da Paraíba que estipula a altura máxima permitida em construções na faixa litorânea do estado.

A investigação foi provocada pela própria OAB. No ano passado, a entidade havia apresentado ao MPPB denúncias relativas ao suposto descumprimento de dispositivo da Constituição Estadual que proíbe construções acima de determinado patamar, os chamados espigões, na orla da capital, que tem sido um diferencial positivo de defesa meio ambiente na Paraíba.

Edifícios Bossa Design, Setai Edition e Jady Miranda são investigados pelo Ministério Público da Paraíba por infringir Lei do Gabarito

No início do mês, a promotora Cláudia Cabral informou, por meio de nota enviada à imprensa, que o Ministério Público da Paraíba constatou irregularidades e quer a demolição de quatro prédios que ultrapassaram a altura permitida na orla de João Pessoa, o que vai de encontro ao máximo permitido pelo Plano Diretor da Capital.

Além disso, o órgão mandou suspender o “habite-se” – documento obrigatório e que atesta a segurança do imóvel. Os prédios alvos de investigação por irregularidades são:

  • Jady Miranda – Cabo Branco: Porto Bello Empreendimentos Imobiliários SPE LTDA; 
  • Setai Edition – Cabo Branco: Construtora Guedes Pereira;
  • Mindset – Manaíra: Construtora Equilíbrio; 
  • Bossa Design Hotel – Manaíra: Bossa Design Empreendimentos de Hotelarias LTDA. 

Procuradores querem investigação em todo estado 

Procuradores de Justiça da Paraíba defenderam, em sessão nessa terça-feira (23), a atuação do Ministério Público para investigar eventuais irregularidades na construção de prédios acima da altura permitida pela Lei do Gabarito, presente na Constituição do Estado.

A investigação, defende o Colégio de Procuradores, deve se estender, além de João Pessoa, às praias de Cabedelo, Lucena, Conde, Baía da Traição e Mataraca. Na capital, uma ação quer barrar quatro prédios construídos de forma irregular e pede demolição da parte excedente.

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Condomínios de luxo do Cabo Branco cobram de Padre Egídio dívida R$ 15 mil em taxas

O condomínio de luxo no bairro Cabo Branco onde o Padre Egídio de Carvalho morava moveu ação judicial cobrando do religioso uma dívida de R$ 8 mil em taxas condominiais atrasadas.

A decisão foi da juíza Cláudia Evangelina Chianca da Terceiro Juizado Especial Cível da Capital. Ele foi citado, através de carta, com aviso de recebimento, para pagar o débito, devendo comprovar nos autos o pagamento, sob pena de penhora eletrônica.

“Da carta de citação/intimação, deverá constar a possibilidade legal de, no prazo de embargos, reconhecendo o crédito do credor e comprovando o depósito de 30% do valor em execução, o executado requerer seja admitido a pagar o restante em até 06 (seis) vezes em parcelas mensais, acrescida de correção monetária e juros de mora
de 1% ao mês (CPC, art. 916).

O apartamento, em uma das áreas mais nobres da cidade, custa mais de R$ 2 milhões, e foi alvo de busca e apreensão na primeira fase da Operação Indignus.

Outro condomínio ligado ao religioso, o Saulo Maia, está cobrando outros R$ 7 mil em taxas condomininiais. No total, mais de R$ 15 mil.

À produção da TV Cabo Branco, a defesa do padre Egídio de Carvalho informou que deve tentar solucionar o mais breve possível os trâmites administrativos referentes às dívidas do religioso.

Está preso

Egídio de Carvalho foi preso, na segunda fase da Operação Indignus, deflagrada pelo Gaeco do Ministério Público da Paraíba, no último dia 17 de novembro. A prisão foi determinada pelo desembargador Ricardo Vital, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), devido à “possibilidade de ocorrerem novas fraudes”.

Na próxima terça-feira (30), a Justiça vai julgar a decisão que colocou o religioso na cadeia, podendo colocá-lo em liberdade, condicional ou mantendo a prisão.

Condomínios de luxo do Cabo Branco cobram de Padre Egídio dívida R$ 15 mil em taxas

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Com JornalPB 

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Covid-19: Ex-ministro da Saúde confirma sequelas da vacina e admite possibilidade de morte

Marcelo Queiroga – (Foto: Victor Emannuel/Sistema Arapuan de Comunicação)

Tema polêmico e de repercussão nacional. O ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação nesta quarta-feira (24), falou sobre os efeitos colaterais das vacinas Covid-19 e admitiu a possibilidade de óbitos após uso dos imunizantes.

Durante a entrevista, Marcelo Queiroga, que ocupou o cargo de maior autoridade sanitária do país durante a pandemia da Covid-19, ressaltou, porém que os benefícios da vacina estão cientificamente comprovados, e por isso, defendeu a vacinação.

Os comentários sobre a possibilidade de óbito como efeito colateral do imunizante acontece após questionamento do jornalista Luís Tôrres sobre o discurso de bolsonaristas que alimentam a tese de mortes por causa da vacina. Queiroga pontuou que as vacinas são seguras e certificadas, porém, há efeitos adversos e os óbitos não podem ser desprezados.

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IBOVESPA: Acusada de descumprir decisões judiciais, ações da Hapvida caem 6%

A Hapvida registrou fortes perdas do Ibovespa na última segunda-feira (22), com queda de 5,72%, a R$ 3,79, liderando as perdas do índice, conforme investidores analisam o noticiário jurídico envolvendo a empresa. Alvo de inquérito do Ministério Público do Estado por descumprir decisões judiciais sobre recusas de tratamento e fornecimento de remédios, a Hapvida disse na sexta-feira (19) que não possui qualquer diretriz para o “descumprimento sistemático” de determinações da justiça.

Diante das notícias, o Citi revisou indicadores de satisfação do consumidor para alguns dos principais players do setor de saúde. Segundo o levantamento, a Hapvida permanece alinhada à média do setor, com as reclamações crescendo menos do que a média das demais empresas. Para os analistas Leandro Bastos e Renan Prata, os dados sugerem que há uma deterioração dos níveis de satisfação no setor como um todo, e não algo específico da empresa. O Citi tem recomendação de compra do papel, com preço-alvo de R$ 6.

O Santander, por sua vez, atualizou as suas indicações para as ações das empresas de saúde, considerando que o setor será negativamente impactado pelo aumento da taxa de desempenho e a piora na acessibilidade aos serviços. O índice de sinistralidade médica (MLR) também permanece alto, o que deve desencadear um aumento de até dois dígitos nos preços cobrados. Para o ano, os analistas do banco esperam que as empresas concentrem os seus esforços na rentabilidade, em meio a um cenário competitivo mais racional.

Com este contexto, o banco elegeu a Hapvida como a sua principal escolha para o setor de saúde, argumentando que, por se tratar de empresa de custos mais baixos, pode ganhar participação no mercado, criando uma base de clientes mais estável ao longo do ano. O Santander manteve a sua indicação de compra sobre as ações da companhia e elevou o preço-alvo de R$ 5,35 para R$ 5,85.

Reação exagerada, diz XP
A reação do mercado às notícias de que a Hapvida poderia ser investigada por se recusar a cumprir liminares judiciais é “incompatível com a perda potencial”, avalia a XP. Na quinta-feira (18) passada, as ações da companhia chegaram a cair 7%, o equivalente a R$ 2,4 bilhões de valor de mercado, por causa dessa questão judicial.

De acordo com as demonstrações financeiras da Hapvida, os processos civis com risco provável ou possível somam R$ 2,3 bilhões, dos quais R$ 1 bilhão está diretamente relacionado aos beneficiários.

A XP explica que esse R$ 1 bilhão representa quase 42% do valor de mercado perdido na última quinta-feira, o que foi interpretado como uma “queda exagerada” nos preços, aos olhos do banco.

O banco ainda destaca que a Hapvida possui uma relação relativamente baixa entre processos relacionados a clientes e receita líquida apresentada nos 12 meses encerrados no segundo trimestre de 2023, variando entre 2,5% e 3,7%.

A XP mantém a sua indicação de compra sobre as ações da Hapvida, com um preço-alvo de R$ 5,70, uma valorização potencial de 41,8% sobre o último fechamento.

com Valor Investe

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Prefeito Adelson Benjamin aumenta o próprio salário para R$ 15,5 mil, na Paraíba

Adelson Benjamin, Areial, Prefeito

Prefeito Adelson Benjamin assinou lei que garante os reajustes (Foto: Instagram)

O prefeito de Areial, Adelson Benjamin, sancionou uma lei que aumenta em 4,62% o próprio salário, do vice, dos secretários e dos servidores efetivos e comissionados. A lei foi publicada em Diário Oficial e assinada pelo prefeito nessa segunda-feira (22).

O prefeito recebeu, até dezembro de 2023, um subsídio de R$ 14.828,80. Com a nova lei, ele vai receber R$ 15.513,05.

O vice-prefeito, Josivan Ferreira, recebia R$ 7.414,40 e vai receber R$ 7.756,52 após a nova lei. Já os vereadores receberam R$ 4,5 mil até dezembro e vão ganhar, por mês, R$ 4.707,00.O

Em alguns municípios a Lei Orgânica veta, através do princípio da anterioridade, aumento de subsídio para prefeito, vice, vereadores e secretários na mesma legislatura ou mandato. No entanto, a Lei Orgânica de Areial não prevê essa possibilidade.

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Polêmica

Presidente da Unimed revela que ainda tem corrupção na cooperativa

 

 

O presidente da Unimed, Gualter Ramalho, revelou que ainda tem corrupção na cooperativa e vai identificar todos os envolvidos. Ele disse que a instituição está atenta para identificar os casos e resolver a situação imediatamente.

“Eu passei esses quatro anos na Unimed e nunca recebi uma proposta de propina. Então, o pessoal já sabe que não deve vir, pois já sabe que pega em bomba, conhece meu estilo de ser intolerante com esse tipo de coisa. Esse processo é uma mudança de cultura. Não estou dizendo aqui que a gente conseguiu sanar os desvios, mas diminuiu bastante. Ainda tem, mas a gente enxerga onde está e quem”, detalhou.

O anestesiologista é presidente do Conselho de Administração da Unimed João Pessoa e um dos maiores especialistas em dor na Paraíba. A Unimed João Pessoa tem 52 anos de fundação e uma carteira de mais de 167 mil clientes.

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Vandalismo em unidades de saúde de João Pessoa já causou prejuízo de R$ 600 mil

Unidades de saúde da família (USFs) de João Pessoa têm sido atacadas por atos de vandalismo que causam danos ao patrimônio público e prejudicam o atendimento à população. A estimativa do setor de Engenharia da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é que, nos últimos dois anos, o prejuízo é de aproximadamente R$ 600 mil para recuperar os prédios afetados pelos atos de vândalos.

Mesmo contando com esquema de segurança, algumas unidades de saúde já sofreram ataques como arrombamentos, furtos, pedradas e pichações, resultando em depredação a portas, paredes, janelas, aparelhos de ar condicionado e computadores, além de materiais de uso dos profissionais de saúde para o atendimento aos usuários do serviço. Quando acontecem os ataques, imediatamente os gestores das unidades registram um boletim de ocorrência para que as autoridades policiais tomem as providências necessárias para investigar e coibir os atos.

“Lamentamos que situações como esta ocorram contra as nossas unidades de saúde da família, porque quem mais perde é a comunidade, que necessita de assistência e o atendimento acaba sendo afetado até que o serviço volte ao seu funcionamento normal. Temos trabalhado para resolver esses problemas, mas é necessário entender que o bem público pertence a todos os cidadãos, inclusive a quem praticou o vandalismo e, quando ele age dessa forma, está causando um dano a si e a toda sociedade”, afirmou Luis Ferreira, secretário municipal de Saúde.

De acordo com o chefe do setor de Engenharia e Arquitetura da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Matheus Figueiredo, há uma dificuldade de apresentar com exatidão o valor empregado para sanar os prejuízos causados pelo vandalismo, levando em consideração que envolve patrimônio, estrutura e mobiliário das unidades.

“Não é um prejuízo pontual, ligado a um único setor, e sim uma situação que repercute em toda a estrutura do serviço, atrasando a construção de uma nova unidade, por exemplo, por demandar a atenção para recuperar aquela que foi vandalizada. Além de que são recursos que deixam de ser investidos em novas melhorias nos serviços para serem empregados em recuperação de unidades”, explicou.

Vandalismo é crime – A depredação do patrimônio público é um ato que causa prejuízo não somente ao Estado, mas a toda a sociedade. Os crimes são passíveis de punição, de acordo com a Lei nº 2.848/40, artigo 163, que prevê detenção de seis meses a três anos e multa.

Caso a população presencie atos de vandalismo em equipamentos públicos da Capital, a recomendação é ligar para a Guarda Civil Metropolitana através do telefone 153 ou para a Polícia Militar pelo número 190.

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INVASÃO DE PRIVACIDADE: Casal encontra câmera escondida em quarto de resort em Porto de Galinhas

A Polícia Civil está investigando a instalação de uma câmera de vídeo em frente à cama de um flat no OKA Beach Residence, um resort que funciona na praia de Muro Alto, em Porto de Galinhas, no município de Ipojuca, no Grande Recife. O equipamento foi encontrado por um casal de turistas de São Paulo que se hospedou no imóvel entre os dias 13 e 17 deste mês.

O advogado do casal, Roque Henrique Campos, disse que os turistas estavam viajando com duas amigas. Eles pediram para não ser identificados, por medo da exposição. O grupo se hospedou em dois flats diferentes do resort.

“É uma situação muito sensível, que envolve a intimidade do casal”, afirmou Campos, ao explicar porque o casal prefere não ser identificado. Segundo ele, a esposa está abalada, temendo que imagens íntimas se tornem públicas, e está sendo acompanhada por um médico psiquiatra.

A ocorrência está sendo investigada como crime de “registro não autorizado de intimidade sexual” (Art. 216 – b do Código Penal), que trata sobre “produzir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, conteúdo com cena de nudez ou ato sexual ou libidinoso de caráter íntimo e privado sem autorização dos participantes”, com pena de detenção de seis meses a um ano, além de multa.

Como aconteceu a descoberta
O advogado das vítimas contou ao g1 que tudo começou no final da tarde da terça-feira (16), quando a esposa ouviu um barulho próximo da televisão. Ela encontrou o que parecia ser um receptor de tomada, mas não conseguia colocar nenhum carregador no local. Ao examinar com a lanterna do celular, percebeu que se tratava de uma câmera.

A esposa, então, chamou o marido, que pesquisou uma foto do aparelho na internet e descobriu que se tratava de um modelo de “câmera espiã”.

De acordo com o advogado, o casal comunicou a descoberta do equipamento imediatamente à gerencia do resort, que pediu a um funcionário para ir ao flat fazer imagens do objeto.

Neste momento, uma das amigas que viajava com eles consultou uma advogada, que orientou os turistas a registrarem um boletim de ocorrência. A denúncia foi formalizada na Delegacia da 43ª Circunscrição, em Porto de Galinhas, na noite do mesmo dia.

Enquanto isso, as amigas fizeram uma busca no apartamento em que estavam, mas não encontraram nenhum aparelho similar.

Turistas avaliam processar resort e plataforma de reservas
Segundo Roque Henrique Campos, a administração do resort ofereceu aos turistas passarem a noite noutro quarto, mas eles optaram por continuar no mesmo flat, já que iam embora no dia seguinte, e tomaram a precaução de colocar um papel em frente à câmera.

O advogado disse que a polícia ligou para o casal na quarta-feira (17), pedindo a presença deles para fazerem uma perícia no flat. Os viajantes explicaram que já estavam no Aeroporto Internacional do Recife e embarcaram de volta para São Paulo.

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Caso Marielle: Ronnie Lessa, autor dos disparos, fecha acordo de delação

 

O ex-PM Ronnie Lessa. Foto: Reprodução/TV Globo

O ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de ser o autor da execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, fez um acordo de delação com a Polícia Federal. A informação é do colunista do jornal O Globo e comentarista da CBN, Lauro Jardim.

A colaboração ainda precisa de uma homologação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O ex-PM Élcio Queiroz, que dirigia o carro, já fez delação premiada. No acordo, ele revelou um “acréscimo patrimonial” de Ronnie Lessa após a morte de Marielle.

Queiroz ainda afirmou que uma terceira pessoa, o ex-bombeiro Maxwell Simões Corrêa, participou de campanas para vigiar Marielle. “Suel” foi preso em julho de 2023. Queiroz já foi condenado pela Justiça por porte ilegal de armas; Lessa, por tráfico internacional de armas e por destruição de provas. Ambos ainda aguardam o julgamento pelo homicídio de Marielle.

CBN

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