Polêmica

BOLA MURCHA: Dono da Braiscompany marca futebol com Ronaldinho, falta evento e revolta clientes

Fundador da Braiscompany marca jogo com Ronaldinho Gaúcho em meio a agonia dos clientes

Antonio Neto Ais, o dono da Braiscompany – empresa que vem atrasando os pagamento de clientes desde dezembro do ano passado – não deu as caras publicamente do que vinha anunciando como o “Jogo das Estrelas”: uma pelada entre ele e o ex-craque Ronaldinho Gaúcho, que foi realizada na tarde deste sábado (4) na cidade de Limeira, no interior de São Paulo.

A participação de Ais no jogo havia sido destacada no cartaz da partida, onde ele aparece no mesmo tamanho que o ex-jogador pentacampeão do mundo. Os ingressos para o jogo entre “Seleção Ronaldinho Gaúcho” e “Seleção Braiscompany” custaram de R$ 60 a R$ 120, embora compras antecipadas desse direito a meia entrada.

Um dos organizadores do evento é um dos divulgadores da Brais em São Paulo.

A ausência de Neto Ais gerou revolta de investidores da empresa nas redes sociais e deu origuem a uma série de especulações. “Não veio pro jogo? Certeza que ele, a mulher e os filhos já estão em Dubai”, disse um seguidor em um grupo da empresa no Telegram. “Nem esquenta a cabeça. Brais já era, Brais quebrou”, afirmou outro, em chat na transmissão da partida pelo YouTube.

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: Clientes são ignorados pela Braiscompany e advogado promete processos para reaver R$ 10 milhões

Braiscompany é condenada por aluguéis atrasados no DF | Paraíba Já

Representando 30 clientes preocupados com os saldos presos desde novembro de 2022, o advogado Artêmio Picanço revelou que desde o início de janeiro de 2023, ele procura a Braiscompany para buscar solucionar extrajudicialmente a situação.

Em um e-mail enviado para a Braiscompany, há 30 dias, o advogado pede respostas concretas sobre os motivos que levaram aos atrasos dos rendimentos aos seus clientes.

Além disso, o advogado pede em sua tratativa de solução amigável que a Braiscompany esclareça aos clientes que finalizaram os contratos, sobre qual a razão que eles não conseguem sacar os valores.

Ou seja, não são apenas os rendimentos de locações atrasados, mas também de fim de contrato, momento que o investimento deveria ser liberado aos investidores.

Braiscompany ignora pedido de solução amigável para devolver fundos de clientes
Braiscompany ignora pedido de solução amigável para devolver fundos de clientes. Documento enviado com exclusividade ao Livecoins.

O problema, segundo o advogado, piorou com o jurídico da empresa ignorando a demanda dos clientes que buscavam explicações.

Após as negativas de resolver os problemas amigavelmente, o advogado Artêmio Picanço declarou que não resta mais alternativas a não ser acionar o judiciário para garantir os direitos dos clientes. De acordo com ele, os 30 clientes que ele representa já possuem mais de 10 milhões de reais presos com a empresa e não conseguem respostas sobre a falta de pagamentos.

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Polêmica

VÍDEO: “Zoeira está só começando”, diz ator Lucas Veloso em nova gravação contra a Braiscompany

O humorista Lucas Veloso voltou a se pronunciar, nas redes sociais, ontem (03), sobre a polêmica da Braiscompany, empresa especializada em criptoativos, com sede em Campina Grandes.

O artista indicou uma lista de advogados e a página da Associação das Vítimas da Braiscompany para clientes que estejam se sentindo prejudicados e buscam ajuda.

Velloso informou que tem parente prejudicado com o atraso de pagamentos da empresa e que está disposto a ajudar demais clientes que estejam na mesma situação.

Blog do BG PB com NotíciaCerta

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Polêmica

Artistas criam abaixo-assinado contra nomeação de bolsonarista Cicinho Lima como Executivo da Cultura da PB

Bolsonarista assume comando da Cultura na Paraíba - Termômetro da Política
Um grupo de artistas e representantes de classe culturais da Paraíba está insatisfeito com a decisão do governador João Azevêdo (PSB) em nomear o músico Cicinho Lima como secretário Executivo da Cultural. Suplente de deputado estadual pelo PL, o paraibano, filho do falecido Pinto do Acordeon, é tratado como ‘bolsonarista raiz’ por sua proximidade afetiva e ideológica com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Nas redes sociais, diversos artistas se manifestaram contra a indicação de Cicinho para o cargo. A preocupação é que alguém alinhado com o conservadorismo comprometa a liberdade artística e principalmente o olhar para a diversidade multicultural paraibana.

Em nota, divulgada na noite desta quinta-feira (2), a classe artística, os fóruns e os trabalhadores da cultura paraibana apresentou alguns questionamentos ao governador. “O que aconteceu excelentíssimo senhor governador João Azevêdo @joaoazevedolins ? Que política estranha é esta? Por que nomear uma pessoa que não apoiou sua candidatura (apoiou Nilvan, seu adversário) e está totalmente desalinhado com o governo Lula @lulaoficial (apoiou Bolsonaro) e com o movimento cultural nacional?”, criticam.

A preocupação dos artistas é que “a pasta de cultura da PB vem sendo esvaziada e maltratada faz anos e não podemos deixar que esta destruição continue porque cultura, bolsonarismo e coronelismo são incompatíveis”.

Em outra postagem, do músico Chico Correia, diversos artistas repudiaram a escolha, inclusive de outros estados, como o mestre Siba.

Um abaixo-assinado também passou a circular contra a nomeação de Cicinho Lima. Confira aqui.

JornaldaPB

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Polêmica

‘ALERTA DE TRETA’ Secretária e ex-prefeito de JP discutem: ‘Falando o que não sabe’

LDO 2023: Saúde da Capital prevê reforma e criação de 12 Unidades de Saúde  da Família – Politica & ETC
A diretora de Atenção à Saúde da Prefeitura de João Pessoa, Alline Grisi, saiu em defesa da gestão Cícero Lucena (PP) das críticas feitas pelo ex-prefeito Luciano Cartaxo (PT), nesta sexta-feira, (03).

Nome técnico no início da gestão Cícero, Alline Grise, tem chamado a atenção pelos embates políticos, através das redes sociais, com o ex-prefeito e pré-candidato à prefeitura da capital, de novo, Luciano Cartaxo (PT).

Alline Grise tem rebatido as críticas de Cartaxo contra Cícero Lucena no Instagram. Foi assim na semana passada quando o ex-prefeito criticou o não pagamento do novo piso da enfermagem – aprovado pelo Congresso sem fonte de financiamento – e agora apontando falta de medicamentos e médicos nos postos de saúde.

Cartaxo escreveu: “Falta de medicamentos, falta de médicos, PSF’s interditado, CAPS abandonado. Esta é a verdadeira realidade da saúde municipal de João Pessoa. É uma lástima. Isso é o reflexo de um prefeito lento e ultrapassado”.

Grise reagiu: “Acho que estão falando o que não sabe, porque hoje nessa unidade estamos com uma médica. @luciano_cartaxo, tenha coragem e vamos lá ver??? Provo que estamos com uma médica e uma dentista”.

Na gestão de Cícero, Alline Grise também já foi diretora de Vigilância em Saúde, quando esteve na linha de frente da vacinação contra a Covid-19 no início de 2021.

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Polêmica

DENÚNCIA: Câmara recebe pedido para afastar Prefeito de Santa Rita; confira supostas irregularidades

Dr Emerson Panta, do PP, é reeleito prefeito de Santa Rita | Paraíba | G1
A Câmara Municipal de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, recebeu nesta sexta-feira (03) um novo pedido de afastamento do prefeito Emerson Panta (PP) do cargo. A ação foi protocolada pelo presidente do Diretório Municipal do Solidariedade, Nicola Majorana Lomonaco.

O dirigente partidário acusa o gestor de omissão no pagamento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores municipais, além da contratação do serviços para coleta de lixo na cidade. Segundo Nicola, a empresa que presta serviço é de fachada.

“É de fundamental importância trazer a baila que o prefeito vem, irresponsavelmente, gerindo os recursos públicos, como por exemplo os altos valores pagos para as empresas de Coleta de Lixo, empresas consideradas de fachada , bem como pagamentos irregulares, sem a devida prestação de serviços, conforme atesta Auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba e ainda, deixando ilegalmente de efetuar o pagamento do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores municipais”, disse Lomonaco nas redes sociais.

Além do afastamento do cargo, Majorana pede que que o presidente da Câmara, Jackson Alvino, alegue estar impedido de avaliar o caso, já que ele possui grau de parentesco com o prefeito, que é primo dele.

MaisPB

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Polêmica

DESAPARECEU: Dono da Braiscompany não faz postagens há uma semana e clientes ‘apostam’ em calote após sumiço


O ‘clima’ que já era de pessimismo entre os clientes de luxo da Braiscompany com a crise da empresa paraibana, agora só piora.

O contato que havia com o empresário Antônio Neto Ais não existe mais. Antes, assíduo nas redes sociais, o dono da empresa não posta nada desde 27 de janeiro.

Conforme apurou o blog do BG PB, até esta sexta-feira (03), a última postagem feita por Ais foi feita no fim de Janeiro.

Confira:

Muitos investidores dão como certo um ‘calote’ da financeira com sede em Campina Grande. Eles não acreditam que possam recuperar o investimento através da Justiça.

O influenciador campinense Celino Neto disse, ontem (02), que está sob efeito de medicamentos para poder controlar a ansiedade e a angústia após ter investimentos ameaçados pela crise que atravessa a Braiscompany.

Crise da Braiscompany chega à ALPB e deputado vai desengavetar PL que mira empresas de criptomoedas

Blog do BG PB

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Polêmica

PRECONCEITO: Após xenofobia, noiva de jogador do Botafogo-PB, retorna a Florianópolis e zagueiro é reintegrado ao time

Noiva de lateral do Botafogo-PB debocha de sotaque e "manias" de paraibanos: "Pessoa arrasta chinelo o tempo todo" - WSCOM
O Botafogo da Paraíba quer seguir adiante após o caso de xenofobia envolvendo a noiva do jogador Leo Campos, Adriana Borba. Após muita incerteza quanto ao futuro do atleta, o time decidiu mantê-lo integrado a equipe e ele já voltou a treinar com os companheiros de time.

Já Adriana Borba voltou para junto da família em Santa Catarina e não está mais na Paraíba.

O presidente do Botafogo-PB, Alexandre Cavalcanti, reforçou que o atleta não pode ser penalizado por uma coisa que outra pessoa fez. “Ele não fez nada, ela é maior de idade”, sentenciou.

Nos últimos dias o time recebeu vários pedidos para dispensar o atleta, inclusive a Torcida Jovem do Botafogo Paraíba. Ainda não se sabe se o jogador estará na próxima partida do time.

A catarinense prestou depoimento à polícia na última segunda-feira (30), após fazer comentários a respeito dos costumes paraibanos nas redes sociais que foram considerados xenofóbicos.

Segundo o delegado Marcelo Falcone, responsável pelo caso, o inquérito deve ser concluído em até 30 dias para poder ser encaminhado para Justiça.

Blog do BG PB com clickpb

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Polêmica

VÍDEO: ‘FRAQUEJOU’ Dono da Braiscompany não aparece em live para comprovar que fundos estão presos na Binance

 


Os clientes da Braiscompany, empresa de locação de criptomoedas que atrasa saques desde novembro de 2022, aguardam informações de uma API da Binance que comprove os fundos presos na plataforma.

Contudo, o CEO e fundador da empresa, Antônio Neto Ais, desapareceu das redes sociais após o novo atraso de saques no dia 30 de janeiro de 2023. Após sua última publicação há quase uma semana, seus stories não compartilham mais novidades em meio aos atrasos.

Antônio Neto chegou a marcar de conversar com o advogado Artêmio Neto na última quarta-feira (1), para comprovar que os fundos de sua empresa estão presos na Binance, mas acabou não aparecendo.

Alegando que a Binance trava saques, a Braiscompany operava na corretora utilizando a conta pessoal de Antônio Neto, e não um CNPJ como é comum entre empresas.

De qualquer forma, os clientes aguardavam que ele compartilhasse uma API comprovando o saldo. Ao não comparecer no encontro, Antônio Neto apenas declarou que acompanhava sua esposa em um procedimento médico.

Os clientes, ao perceberem a ausência, ficaram ainda mais temerosos com o futuro do negócio que segue atrasando saques. O espaço segue em aberto para manifestações da Braiscompany sobre os atrasos e a pouca transparência do negócio envolvendo a não liberação de saques para clientes.

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Polêmica

POLÊMICA SEM FIM: Justiça nega bloqueio de bens da Braiscompany; confira documento

Justiça bloqueia R$ 144 mil da Braiscompany por calote de aluguel em imóvel  | Portal do Bitcoin
O Juiz de Campina Grande, Max Nunes de Franca, nesta quinta-feira (2), negou uma liminar que pedia penhora de bens da Braiscompany para garantir pagamento de cliente lesado por atrasos nos repasses de pagamentos da empresa. O autor do pedido foi o investidor Julihermes de Sá Bezerra.

De acordo com a decisão, ele requereu a concessão de tutela de urgência cautelar para fins de arresto liminar, no entanto o juiz desconsiderou tal ordenamento, “além de demonstrar fazer jus à tutela pecuniária, deve o requerente indicar os atos do requerido que visam a frustrar a efetividade de referida tutela para com isso obter decisão que torne indisponíveis bens suficientes para responder à futura execução”, formulou.

O juiz entendeu que “não há indícios robustos de insuficiência, dilapidação ou evasão do patrimônio do promovido”, como alegou a defesa do requerente e ainda reforçou que mesmo com os atrasos há que se buscar um meio de conciliação, “a empresa demandada vem atrasando o pagamento dos rendimentos dos seus clientes. Contudo, este fato, por si só, não autoriza o arresto cautelar”, argumentou.

Max Nunes, ainda reforçou que no âmbito dos Juizados Especiais, tal excepcionalidade traz uma potência de não judicialização, incentivando a conciliação, “além de dispor de um mecanismo processual mais célere, com atos processuais concentrados onde o juiz, em contato direto com as partes, buscará a melhor solução para a lide.

Tanto é que o sistema não prevê recurso para as decisões interlocutórias, reforçando a ideia que esta é uma medida excepcionalíssima, que não deve ser ordinariamente utilizada no sistema”, diz a decisão.

“No caso dos autos, esses requisitos legais não estão devidamente preenchidos, por ora. Não há
indícios robustos de insuficiência, dilapidação ou evasão do patrimônio do promovido. Ademais, a empresa demandada não é, a princípio, alvo de investigação na seara policial ou junto ao Ministério Público, não havendo, ainda, suspeita concreta de atuação ilegal no mercado financeiro’ arguiu o magistrado ao descartar qualquer bloqueio de bens da empresa de criptoativos Braiscompany.

Com clickpb

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