A transparência pública ainda é um desafio para a maior parte dos municípios da Região Metropolitana de João Pessoa. Avaliação divulgada nesta terça-feira (7) pelo Instituto Soma Brasil aponta que nove das 12 cidades da região apresentam níveis “ruim” ou “péssimo” de transparência, especialmente nas áreas de obras públicas e emendas parlamentares.
O estudo faz parte do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP) 2025, que analisa seis dimensões, dentre elas, legal, plataformas, administração e governança, obras públicas, transparência financeira e orçamentária, e participação e comunicação.
João Pessoa mantém liderança e melhora desempenho
Entre os municípios avaliados, apenas João Pessoa alcançou classificação “boa”, com 76,6 pontos, subindo 6,1 em relação à nota do ano passado (70,5). A capital se destacou nas dimensões legal, plataformas e transparência financeira e orçamentária, mantendo a liderança regional.
A escala vai de 0 a 100 pontos, em que 0 (péssimo) indica um cenário totalmente opaco e 100 (ótimo) representa um alto grau de transparência e participação social.
MPT tem 1,7 mil procedimentos em investigação, no país, envolvendo trabalho análogo ao de escravo e aliciamento.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou, nesta segunda-feira (6), o Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão — a chamada “Lista Suja”. A nova publicação traz 19 registros da Paraíba, entre pessoas físicas e jurídicas, referentes a casos ocorridos entre 2020 e 2025.
De acordo com a Auditoria Fiscal do Trabalho, 147 trabalhadores foram resgatados nessas operações. As atividades com maior incidência de irregularidades foram pedreiras e construção civil, setores historicamente mais vulneráveis a esse tipo de exploração.
Os casos foram identificados em Campina Grande (8 registros), Cabedelo (4), Taperoá (3), João Pessoa (2), Tacima (1) e Serra Branca (1). Em todos os casos, os empregadores passaram por processos administrativos e tiveram direito à ampla defesa antes da inclusão no cadastro.
Na atualização passada da Lista Suja, divulgada em abril deste ano, a Paraíba teve 13 empregadores incluídos, responsáveis por submeter 76 trabalhadores a condições análogas à escravidão. Em resumo: de uma lista para outra, a Paraíba teve 46% mais empregadores e 93% mais trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão.
Lista Suja
A chamada “Lista Suja” é atualizada semestralmente e tem como objetivo dar transparência às ações de combate ao trabalho escravo.
O documento reúne o resultado de fiscalizações conjuntas realizadas pela Auditoria Fiscal do Trabalho, Polícia Federal, Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Federal (MPF) e Defensoria Pública da União (DPU), além de outros órgãos que eventualmente participam das operações.
A divulgação do cadastro também funciona como um instrumento de controle social, já que empresas incluídas na lista passam a ter restrições no acesso a crédito e contratos públicos. O MTE reforça que a iniciativa é uma forma de proteger os direitos trabalhistas e expor práticas ilegais que ainda persistem em pleno século XXI.
Inclusão no cadastro
No curso das ações fiscais da Inspeção do Trabalho em que são encontrados trabalhadores em condição análoga à de escravo, são lavrados autos de infração para cada irregularidade trabalhista identificada, os quais demonstram a existência de graves violações de direitos, além de auto de infração específico que caracteriza a submissão de trabalhadores a essas condições.
A inclusão no Cadastro só ocorre após a conclusão de processos administrativos, nos quais são assegurados aos autuados o contraditório e a ampla defesa. Os nomes permanecem publicados por dois anos.
Grupo Móvel e Fluxo Nacional
O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que atua em todo o território nacional, completou 30 anos em 15 de maio de 2025. Desde sua criação, em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão e mais de R$ 156 milhões foram pagos em verbas salariais e rescisórias diretamente às vítimas durante as operações.
Esse resultado expressivo é fruto da atuação da Auditoria Fiscal do Trabalho, responsável pela coordenação do grupo, em parceria com diversas instituições. As ações de campo seguem o Fluxo Nacional de Atendimento às Vítimas do Trabalho Escravo e contam, além da Auditoria-Fiscal, com a participação da Polícia Federal, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público Federal e da Defensoria Pública da União.
Denúncias
Denúncias de trabalho análogo à escravidão podem ser feitas de forma remota e sigilosa por meio do Sistema Ipê, lançado em 15 de maio de 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O Sistema Ipê é a única plataforma exclusiva para o recebimento de denúncias relacionadas a condições análogas à escravidão e está totalmente integrado ao Fluxo Nacional de Atendimento às Vítimas do Trabalho Escravo.
Hospital de Trauma de Campina Grande, para onde foi transferido o paciente
Um homem de 27 anos foi internado, na tarde desta segunda-feira (06), com suspeita de ter ingerido bebida alcoólica adulterada. O paciente deu entrada por volta das 12h no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande.
De acordo com o boletim médico, o jovem apresentava visão turva, náuseas e vômitos, sendo prontamente atendido pela equipe médica e submetido a exames laboratoriais.
Segundo o Hospital, a princípio foi descartada a contaminação por metanol. O caso está sendo acompanhado pelo Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox). O paciente segue em observação na Área Verde, consciente e orientado.
Morte em Campina no sábado
Um homem internado com suspeita de intoxicação por metanol morreu, na tarde deste sábado (4), no Hospital de Trauma de Campina Grande, após sofrer três paradas cardíacas e não resistir.
O secretário de Saúde da Paraíba, Ari Reis, confirmou o óbito e informou que o depósito onde ele havia consumido a bebida, no município de Baraúna, foi interditado. Além disso, os policiais apreenderam os destilados.
A Polícia Civil da Paraíba instaurou um inquérito para investigar a morte de Francisco Rariel Dantas da Silva, de 32 anos, que morreu no último sábado (4) após a ingestão de uma bebida alcoólica supostamente adulterada com metanol em Baraúna, no Agreste da Paraíba.
Em contato com o Portal MaisPB, a corporação informou que a partir desta segunda-feira (6), os investigadores deverão começar a ouvir testemunhas e pessoas ligadas à comercialização da bebida.
Na ocasião, Rariel foi levado ao Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu após sofrer paradas cardíacas. O caso levantou suspeitas de intoxicação por consumo de bebida adulterada, o que mobilizou equipes da Polícia Civil e da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa).
No último sábado (4), durante diligências, a Polícia Civil e a Agevisa identificaram o estabelecimento que vendeu a bebida à vítima. Os agentes inspecionaram diversos pontos comerciais em Baraúna até chegarem a um depósito de bebidas em condições precárias de higiene e armazenamento. O local pertence ao distribuidor que teria repassado o produto a um mercadinho da cidade, onde Francisco realizou a compra.
No depósito, foram encontrados mais de mil vasilhames vazios e mais de uma centena de garrafas contendo bebidas alcoólicas de várias marcas. Amostras dos produtos foram encaminhados para o instituto de Polícia Científica (IPC), onde serão realizadas análises periciais. A Agevisa também recolheu o material.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, neste domingo (5), um alerta para o risco de baixa umidade do ar em 99 cidades paraibanas, localizadas no Cariri e Sertão do estado. Veja a lista de cidades afetadas no fim da reportagem.
O órgão emitiu um alerta com a classificação ‘amarela’, que representa perigo potencial. O alerta é válido até as 10h desta segunda (6).
No alerta amarelo, a umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20%, números considerados baixos. O Inmet avisou ainda que há risco de incêndios florestais e à saúde.
De acordo com o Inmet, para este domingo, a previsão do tempo no Sertão é de máxima de 37º e mínima de 21º. Já no Cariri, a previsão é de máxima de 31° e mínima de 17°.
Dicas para enfrentar o tempo seco
Beba bastante água. Ela hidrata todos os órgãos, inclusive pele e mucosa;
Se puder, tenha um umidificador de ar em casa. Você também pode colocar uma bacia com água no ambiente ou uma toalha umedecida para minimizar os efeitos do ar seco, do ar poluído;
Hidrate bem as mucosas com soro fisiológico – pelo menos duas vezes ao dia;
Lave os olhos com soro fisiológico ou com colírio de lágrima artificial;
Cuidado com bebidas alcoólicas. Elas podem refrescar, mas também desidratam;
Mantenha a casa limpa, evitando o acúmulo de poeira;
Evite praticar exercícios físicos das 11h às 17h;
Proteja-se ao máximo do sol e evite o ressecamento das mucosas e pele.
Em caso de emergência ou dúvidas, o morador pode acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199.
Municípios afetados pelo alerta de perigo potencial de baixa umidade do ar na PB
A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB) encaminhou às Vigilâncias Sanitárias dos municípios paraibanos alerta quanto à necessidade de avaliação da regularidade das bebidas disponíveis nos estabelecimentos comerciais durante as ações regulares de inspeção/fiscalização.
Segundo o diretor Geraldo Moreira de Menezes, a orientação, de caráter nacional e iniciativa da Anvisa, é de que todos os inspetores e fiscais sanitários estejam atentos a sinais que possam indicar a existência de bebidas irregulares, com origem desconhecida ou com indícios de falsificação/adulteração, no comércio atacadista e varejista de todo o Estado. As ações devem incluir casas de shows, bares, restaurantes, quiosques, festas populares e outros eventos similares onde haja consumo de bebidas alcoólicas.
“Apesar de a Paraíba, até o momento, não ter registrado nenhuma notificação de intoxicação por metanol, a Vigilância Sanitária está pronta para agir, de forma imediata, na hipótese de ocorrência de casos como os que vêm sendo registrados em outros Estados do País, como São Paulo e Pernambuco. Mas, por enquanto, as nossas ações são preventivas e de definição de estratégias para reforçar a defesa da saúde da população”, comentou Geraldo Moreira.
O diretor-geral da Agevisa/PB lembrou que bebidas adicionadas com metanol causam intoxicações graves e podem levar à morte. “O metanol é uma substância usada em solventes e produtos de limpeza, e nunca deve ser ingerido. Portanto, além do trabalho dos órgãos do setor público no enfrentamento desse problema, as pessoas também podem ajudar a proteger a sua saúde mediante a adoção de medidas de precaução como: manter-se atenta aos produtos que consomem; evitar consumir bebidas em lugares não confiáveis e em caso de perceber que o lacre esteja violado; verificar os rótulos e as embalagens das bebidas; exigindo comprovante fiscal que ateste a idoneidade do produto, e, de forma bem especial, desconfiar de preços muito baixos, normalmente associados a produtos de procedência duvidosa”, explicou.
Sintomas de adulteração na bebida
Geraldo Moreira disse que as pessoas também devem ficar atentas para poder identificar sintomas relacionados à intoxicação por metanol. Segundo ele, em até seis horas da ingestão de uma bebida contaminada por metanol, a vítima pode apresentar reações orgânicas como sonolência, tontura, náuseas e vômitos, além de confusão mental e taquicardia. E no período seguinte, entre 06 e 24 horas da ingestão, os sintomas podem evoluir para quadros de visão turva, convulsões e sensibilidade à luz. “Se qualquer pessoa apresentar um ou mais desses sintomas, ela deve procurar atendimento médico imediato nos hospitais de urgência e emergência ou em qualquer outra unidade de saúde mais próxima”, ressaltou.
Como denunciar casos de intoxicação
Em casos suspeitos de intoxicação, os profissionais de saúde devem notificá-los imediatamente às Secretarias de Saúde do município notificante. Em nível estadual, o diretor da Agevisa informou que notificações devem ser feitas junto ao Centro de Inteligência Estratégica Estadual em Saúde da Paraíba (Cievs/PB) por meio dos seguintes números de contato: (83) 9.9146-6771 (segunda a sexta-feira, das 08 às 16h30) e (83) 98828-2522 (nos finais de semana e feriados).
Pesquisadores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) desenvolveram uma tecnologia inovadora capaz de identificar rapidamente a presença de metanol em bebidas alcoólicas, sem necessidade de abrir o recipiente. Agora, a equipe trabalha para produzir o método em larga escala e também em um novo dispositivo de segurança: um canudo que muda de cor ao detectar a substância tóxica.
Segundo Nadja Oliveira, pró-reitora de Pós-Graduação da UEPB, o objetivo é oferecer uma forma simples e acessível para evitar intoxicações.
“Estamos desenvolvendo um canudo impregnado com uma substância química que muda de cor ao entrar em contato com o metanol. Isso permitirá ao consumidor ter mais segurança ao beber, garantindo que o produto não esteja adulterado”, explicou.
O método original, que deu origem ao projeto, utiliza luz infravermelha emitida sobre a garrafa, mesmo lacrada. A vibração das moléculas é analisada por um software capaz de detectar substâncias estranhas à composição da bebida, como metanol ou até mesmo adição de água — prática usada para aumentar o rendimento de produtos falsificados.
De acordo com David Fernandes, autor do artigo científico sobre o tema, o sistema mostrou 97% de precisão nos testes laboratoriais.
“A metodologia conseguiu identificar adulterações em poucos minutos, sem precisar de reagentes químicos, e pode ser aplicada a qualquer tipo de destilado”, destacou o pesquisador.
A pesquisa, iniciada em 2023, já rendeu dois artigos publicados na revista científica Food Chemistry, uma das mais reconhecidas na área de química e bioquímica de alimentos.
Com o aumento recente de casos de intoxicação por metanol no país, o trabalho da UEPB ganha relevância nacional. A meta dos pesquisadores é tornar o teste acessível ao público, tanto em bares e restaurantes quanto para uso doméstico, fortalecendo o controle de segurança alimentar e evitando tragédias causadas por bebidas adulteradas.
Após o primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol na Paraíba, a Secretaria de Estado da Saúde emitiu alerta para os eventos com grande público previstos para este fim de semana, como o show de Wesley Safadão, neste sábado (4), no Almeidão, em João Pessoa.
O secretário Ari Reis informou que a Vigilância Sanitária está atuando preventivamente nos locais dos eventos para fiscalizar a origem das bebidas comercializadas.
“Encaminhamos equipes aqui em João Pessoa para conferir a origem dos produtos que vão ser vendidos na festa. Nota fiscal, lacre, embalagem e procedência precisam ser checados”, afirmou.
Ari reforçou que a rede hospitalar está preparada, mas recomendou cautela ao consumir bebidas alcoólicas.
“Não temos orientação para evitar as festas, mas cada pessoa deve conferir a origem da bebida. Pessoalmente, acho que não é o momento de consumir bebida alcoólica em lugar nenhum, a não ser em casa, onde se tem certeza da procedência.”
O alerta ocorre após um homem de 32 anos, de Baraúna, ser internado no Hospital Regional de Picuí com sintomas compatíveis com intoxicação por metanol. Ele será transferido para o hospital de Trauma de Campina Grande.
A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba confirmou, neste sábado (4), o primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol no estado. O paciente é um homem de 32 anos, natural do município de Baraúna, que deu entrada no Hospital Regional de Picuí apresentando sintomas compatíveis com a substância, após relatar ter ingerido bebida alcoólica nos últimos três dias.
De acordo com o secretário de Saúde, Ari Reis, toda a rede estadual foi mobilizada para acompanhar o caso.
“Agora, no final da manhã, às 11h30, toda a equipe da Secretaria de Estado da Saúde está acompanhando o primeiro caso suspeito por intoxicação de metanol. O paciente deu entrada pela urgência e emergência de Picuí com sintomas característicos dessa intoxicação”, informou o secretário.
O homem foi encaminhado à UTI do Hospital Regional de Picuí e, segundo Ari Reis, será transferido ainda neste sábado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, onde permanecerá sob acompanhamento intensivo.
O secretário reforçou que as equipes das secretarias estadual e municipal de saúde estão em ação conjunta para garantir o suporte necessário ao paciente e monitorar possíveis novos casos.
“Quero dizer a todos vocês que as equipes da Secretaria Municipal e da Secretaria Estadual de Saúde estão mobilizadas para acompanhar o caso”, completou.
O registro ocorre em meio ao aumento de notificações de intoxicações por metanol em diferentes estados brasileiros, com mais de 100 casos sob investigação, segundo o Ministério da Saúde.
A Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde) e a direção do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires se pronunciaram, nesta sexta-feira (3), sobre as recentes denúncias envolvendo irregularidades e um suposto esquema de recebimento de valores indevidos por plantões extras não realizados.
De acordo com a nota divulgada, foi realizada uma análise detalhada da documentação referente aos últimos 12 meses, incluindo folhas de ponto, escalas e fichas financeiras.
O levantamento, segundo a direção, demonstra a regularidade tanto das jornadas de trabalho quanto dos plantões extras realizados pelos profissionais. A PB Saúde informou que não foram encontradas inconsistências nos registros e que os pagamentos ocorreram dentro da legalidade.
“Diante das recentes alegações sobre possíveis irregularidades no pagamento de horas extras a profissionais da área de radiologia, foi realizada a análise detalhada de toda a documentação referente ao caso”, diz a nota.
A instituição ainda informou que todo material coletado será encaminhado ao Ministério Público para avaliação.
Confira nota completa:
A direção da Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), em conjunto com a direção do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, esclarece que, diante das recentes alegações sobre possíveis irregularidades no pagamento de horas extras a profissionais da área de radiologia, foi realizada a análise detalhada de toda a documentação referente ao caso.
Foram reunidas folhas de ponto, escalas e fichas financeiras referentes aos últimos 12 meses, demonstrando a regularidade das jornadas de trabalho e dos plantões extras realizados. Os registros comprovam que não foram identificadas irregularidades no cumprimento das jornadas nem nos pagamentos efetuados.
O único documento ainda em finalização é a formalização das justificativas dos plantões extras, que já são autorizados previamente pela coordenação e registrados manualmente. Esse material será encaminhado às instâncias competentes, de forma transparente e dentro do compromisso da instituição com a verdade e a lisura administrativa.
A Fundação Paraibana de Gestão em Saúde reitera seu respeito aos órgãos de controle e reforça sua total disposição em colaborar integralmente para o esclarecimento de quaisquer questionamentos, reafirmando a seriedade e o rigor do sistema de registro eletrônico de ponto e da gestão de escalas em todas as unidades que administra
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