Paraíba

Na Paraíba, Hugo Motta compara escala 6×1 ao fim da escravidão e critica pessimistas

Hugo Motta em audiência na Assembleia Legislativa da Paraíba – Foto: Rede Mais

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), comparou, nesta quinta-feira (7), o debate sobre o fim da escala 6×1 com o da abolição da escravidão. Para o deputado, quando se trata de discussões relacionadas a direitos trabalhistas, sempre são criadas “falsas narrativas” por “pessimistas de plantão”.

“Quando as mudanças são pautadas, aparecem pessimistas de plantão para dizer que essas mudanças vêm trazer impactos bastante ruins para economia, foi assim lá atrás quando se decidiu acabar com a escravidão, foi assim quando o setor de vagas decidiu criar a carteira de trabalho, foi assim quando se decidiu criar o 13º salário e está sendo assim também nesse debate da questão da PEC 6×1. Sempre há uma falsa narrativa criada que essas mudanças não são suportáveis”, avaliou Hugo.

O presidente, no entanto, esclareceu que a classe empresarial será ouvida pelos deputados. E ainda, explicou que as “excepcionalidades” de segmentos do setor produtivo serão discutidas posteriormente em projetos de lei.

“Eu não estou dizendo aqui que os setores não precisam ser ouvidos. Eu não estou dizendo aqui que nós não temos que entender a particularidade de cada setor, porque nós sabemos que nos diversos setores da economia, setores que serão, digamos, entre aspas, ‘impactados com essa mudança’, que nós não devemos levar em consideração alguma excepcionalização”, complementou Hugo Motta.

A declaração de Hugo foi durante uma audiência pública da Câmara Federal na Assembleia Legislativa da Paraíba, a primeira do país, para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1.

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Paraíba

MAIS CHUVAS: Com previsão de temporal Paraíba tem 29 municípios em situação de emergência

Chuvas na Paraíba
(MIDR/Divulgação)

O governo federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), reconheceu a situação de emergência em 29 cidades da Paraíba afetadas pelas fortes chuvas nos últimos dias. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (6).

Além de João Pessoa, entre os municípios paraibanos que foram castigados pelas chuvas estão:

  1. Alagoa Grande
  2. Alhandra
  3. Areia
  4. Caaporã
  5. Conde
  6. Cruz do Espírito Santo
  7. Gurinhém
  8. Ingá
  9. Itabaiana
  10. Itatuba
  11. Juripiranga
  12. Lagoa Seca
  13. Massaranduba
  14. Mogeiro
  15. Mulungu
  16. Natuba
  17. Pedras de Fogo
  18. Pilar
  19. Pilões
  20. Pitimbu
  21. Riachão do Bacamarte
  22. Rio Tinto
  23. Salgado de São Félix
  24. São José dos Ramos
  25. São Sebastião de Lagoa de Roça
  26. Sapé
  27. Serra Redonda
  28. Serraria

A partir de agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

De acordo com o último boletim divulgado pelo Gabinete de Crise Interinstitucional do Governo do Estado, a Paraíba tem mais de 37 mil pessoas afetadas pelas chuvas registradas nos últimos dias, sendo 2.774 pessoas desalojadas e 241 pessoas desabrigadas.

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de mais chuva, entre 20 e 30 mm/h, nesta quinta-feira (7), em mais de 130 cidades paraibanas.

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Paraíba

TJ condena juiz Omário Oliveira a afastamento por quatro anos após favorecer presos na PB

Reprodução: Internet O Tribunal de Justiça da Paraíba condenou, na tarde desta quarta-feira (06), o juiz Macário de Oliveira Júnior à pena de disponibilidade [afastamento] por quatro anos do cargo. Durante o período, ele continuará recebendo salários.

O magistrado foi acusado pelo Ministério Público da Paraíba e pela Polícia Civil de atuar favorecendo presos que estavam detidos no Presídio Regional de Cajazeiras, no Sertão do Estado. Segundo a apuração do Gaeco, o juiz agiu na redução de penas a partir de apresentação de documentos falsos e depoimentos fraudulentos, resultando na soltura de presidiários.

O corregedor do Tribunal de Justiça, desembargador Leandro dos Santos, entendeu que o réu agiu com dolo e chegou a sugerir a aposentadoria compulsória.

O relator do processo, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, havia, na sessão anterior, votado para impor ao juiz a pena de censura.

Hoje, ele contrariou a visão de Leandro dos Santos e entendeu não haver provas concretas sobre os crimes apontados pelo MP contra o magistrado, mas votou para aplicar a pena de disponibilidade a Macário.

Apenas o presidente do TJ, Fred Coutinho, e os desembargadores Carlos Beltrão e Francisco Seráphico acompanharam Leandro dos Santos. Os demais membros do Órgão Especial seguiram Márcio Murilo.

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Paraíba

MP aciona Prefeitura, Estado e Sudema por degradação da barreira do Cabo Branco

 Ministério Público aciona Prefeitura, Estado e Sudema por degradação da barreira do Cabo Branco
Lima Jr/Secom-JP

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma ação civil pública para obrigar a Prefeitura de João Pessoa, o Governo da Paraíba e a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) a adotarem medidas urgentes contra a degradação da barreira do Cabo Branco, em João Pessoa.

Segundo o órgão, há risco iminente de deslizamentos na área, o que pode colocar em perigo moradores, turistas e pessoas que circulam nas proximidades da falésia.

Entre as medidas solicitadas pelo MPPB está o isolamento total das áreas consideradas mais críticas em até 15 dias, para impedir o acesso de pessoas e veículos. O Ministério Público também pede a interdição imediata de trechos com risco de desabamento.

Na ação, o órgão requer, ainda, a elaboração e apresentação de um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prad), com ações de contenção da encosta, melhoria do sistema de drenagem e recomposição da vegetação nativa. Em caso de descumprimento das medidas, o MPPB solicita a aplicação de multa diária de R$ 10 mil para cada um dos órgãos acionados.

A Defesa Civil de João Pessoa informou que só deve se pronunciar após manifestação da Procuradoria-Geral do Município. A Sudema informou que ainda não teve acesso ao conteúdo da ação e que irá analisar o processo antes de se pronunciar. Já a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam) não respondeu até a publicação desta reportagem.

Problema antigo

De acordo com o Ministério Público, a ação é resultado de uma investigação iniciada em 2021, que identificou problemas como ocupações irregulares, queimadas, retirada de vegetação e descarte irregular de lixo na região.

O órgão afirma que a situação da barreira do Cabo Branco vem se agravando ao longo dos anos, sem a adoção de medidas efetivas para conter o avanço da degradação ambiental. Um parecer técnico recente aponta que a área apresenta “instabilidade progressiva”, com risco real de desabamentos.

Na ação, o MPPB detalha as responsabilidades atribuídas a cada órgão:

  • À Prefeitura de João Pessoa cabe o isolamento das áreas de risco, a interdição de trechos perigosos e a apresentação do plano de recuperação ambiental;
  • Ao Governo do Estado foi solicitado apoio nas ações de defesa civil e monitoramento dos riscos;
  • Já a Sudema deverá reforçar a fiscalização ambiental e apresentar um diagnóstico técnico atualizado da área.

O Ministério Público também pede a condenação dos órgãos por danos ambientais e danos morais coletivos.

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Paraíba

Pesquisadores podem ter achado em Sousa a maior pegada de dinossauro no Brasil

Uma expedição paleontológica realizada em Sousa, no sertão da Paraíba, trouxe à tona uma descoberta que pode ser a maior pegada de dinossauro já registrada no Brasil.

A pegada do dinossauro é vista como tridáctila, aquela que possui três dedos, medindo aproximadamente 60 centímetros de comprimento. O tamanho e o formato chamam a atenção dos pesquisadores e reforçam a importância do achado. O fato tomou uma repercussão nacional e chegou a ser divulgado em veículos como a Folha de São Paulo.

Segundo os estudos, o dinossauro responsável pela marca viveu há cerca de 140 milhões de anos e provavelmente era um dinossauro carnívoro de grande porte. A principal hipótese é que se trate de um abelissauro, grupo de predadores que se destacou na América do Sul durante o período em que esses animais dominavam a Terra.

MaisPB

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Paraíba

Governo federal reconhece emergência em municípios da PB e PE afetados por chuvas

MIDR/Divulgação

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, viajou hoje (4) para Pernambuco e da Paraíba a fim de reforçar o apoio do governo federal aos municípios atingidos pelos temporais.

Em sua rede social, o ministro diz que a viagem ocorreu por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para “garantir assistência rápida a quem mais precisa”.

A Defesa Civil Nacional reconheceu, na noite deste domingo (3), situação de emergência nos municípios de Timbaúba (PE) e Bayeux (PB), afetados pelas fortes chuvas desde a última sexta-feira (1º).

As portarias que iniciam o reconhecimento oficial das situações de emergência nos dois estados ainda serão publicadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no Diário Oficial da União.

A pasta também aprovou o plano de trabalho de Timbaúba para repasse de R$ 1,18 milhão destinado a ações de defesa civil. O documento técnico oficial é exigido dos municípios pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) para solicitação de recursos federais para responder a desastres naturais.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, decretou situação de emergência em 27 municípios no sábado (2). Entre as cidades mais afetadas estão Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Goiana, Igarassu, Paulista, Camaragibe, Limoeiro e Glória do Goitá.

O governador da Paraíba, Lucas Ribeiro, decretou estado de calamidade pública no domingo (3), diante do grande volume de chuvas

Desde o sábado, equipes da Defesa Civil Nacional têm atuado em campo de forma integrada com órgãos estaduais e municipais, para apoiar ações de resposta, levantamento de danos e atendimento às populações afetadas.

Números de Pernambuco

O último balanço da Defesa Civil de Pernambuco sobre os danos provocados pelas fortes chuvas, divulgado na noite de domingo, contabiliza 9.540 pessoas fora de suas casas, no período da última sexta-feira até a tarde deste domingo. Deste total, são 1.632 pessoas desabrigadas (que dependem de abrigos públicos) e 7.908 desalojadas (em casas de parentes ou amigos).

Ao todo, seis óbitos estão confirmados. Um novo balanço deve ser divulgado em breve, de acordo com previsão da Defesa Civil pernambucana.

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, máquinas estão trabalhando na reconstrução e drenagem da água nos municípios da Grande Recife e da Zona da Mata Norte, com destaque para os municípios de Goiana, Olinda, Timbaúba, Vicência, Camaragibe e Jaboatão. A expectativa é que o governo local chegue a outros nove municípios nesta segunda-feira, entre eles, Moreno.

De acordo com a Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco (Sepdec/PE) mais de 4,4 mil itens de ajuda humanitária já foram entregues.

Situação na Paraíba

Na Paraíba, as fortes chuvas causaram duas mortes confirmadas até o momento, no município de Guarabira (PB). O estado enfrenta uma situação crítica, com o governador Lucas Ribeiro tendo decretado estado de calamidade pública para agilizar as ações de socorro e reconstrução.

Aproximadamente 16,1 mil pessoas foram impactadas pelas chuvas em todo o estado. Há cerca de 703 desabrigados e 624 desalojados.

O governo pernambucano esclarece que equipes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh) tem monitorado a situação dos municípios que foram mais castigados pelas fortes chuvas e fazem a entrega de diversos itens básicos para serem doados às famílias atingidas: Santa Rita, Conde, Pilar, São José dos Ramos, Itabaiana Salgado de São Félix, Mogeiro, Ingá, Alagoa Grande, João Pessoa e Rio Tinto.

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Paraíba

Paraíba tem 9 rodovias danificadas pelas fortes chuvas; veja trechos

Com o objetivo de restabelecer as condições de trafegabilidade e segurança nas estradas estaduais, o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) oficializou o plano de ações intitulado de ‘Operação Reconstrução’. A iniciativa surge como resposta imediata aos danos causados pelas chuvas torrenciais que atingiram a malha rodoviária, especialmente nas regiões de Itabaiana e Sapé, durante o mês de maio.

A estratégia do DER-PB está dividida em etapas técnicas para garantir a integração regional e a segurança dos usuários. No momento, a prioridade é garantir a segurança nas rodovias afetadas, com sinalização de advertência nos pontos danificados, e planejar as ações futuras de reabilitação estrutural e funcional dos trechos mais atingidos, conforme as seguintes etapas:

● Vistorias e projetos: após a redução do nível das águas, equipes irão iniciar o levantamento técnico, inspeção de campo e quantificação dos danos ocasionados pelas chuvas para a elaborados dos projetos básicos de engenharia.

● Recuperação Estrutural: com base nos orçamentos e projetos de Engenharia elaborados, será executada a reconstrução dos segmentos rodoviários danificados, para restabelecer o tráfego, elevando o nível de conforto e segurança das rodovias.

● Abrangência: o plano envolve as Residências Rodoviárias de Itabaiana, Sapé e Solânea.

Enquanto os projetos definitivos avançam, o DER-PB mantém o monitoramento ininterrupto com várias intervenções emergenciais nas seguintes rodovias:

● PB-032 – (Giasa / Pedras de Fogo): a elevação do nível de uma barragem causou o extravasamento de água, rompendo o bueiro e o corpo da estrada. O DER viabilizou um desvio provisório de 4 km na área da Usina Giasa, onde aplica pedregulhos para combater atoleiros. O órgão recomenda que os motoristas evitem o trecho e usem a PB-030 ou a PE-075 como alternativa;

● PB-054 – (Itabaiana / BR-230): a rodovia permanece totalmente interditada devido ao rompimento no encontro da ponte com a estrada na altura de São José dos Ramos. Motoristas que saem da BR-230 para Itabaiana não devem utilizar esta via, utilizem a PB-048 e a PB-082;

● PB-066 – (Itabaiana / Mogeiro / Ingá): houve um rompimento no encontro de uma ponte na entrada de Ingá, sobre o Rio Paraíba. A ligação entre os municípios está interrompida dentro da cidade, impedindo a travessia da ponte para quem vem de Itabaiana ou da BR-230.

● PB-048 – (Pilar / Juripiranga): uma erosão na saia do aterro foi registrada após o rompimento de um bueiro de concreto. Embora seja o único acesso seguro para Itabaiana no momento, exige cautela máxima dos condutores, pois as equipes técnicas monitoram os novos riscos de rompimento;

● PB-036 – (Alhandra / Entr. PB-008): as fortes chuvas provocaram erosão na saia do aterro. O trânsito opera em meia pista, exigindo atenção redobrada da população;

● PB-028 – (Fábrica Elisabeth / Entr. PB-008): apresenta erosão no acostamento causada pelo escoamento superficial da água. O trecho já está devidamente sinalizado para alertar os usuários;

● PB-064 – (Salgado de São Félix): o transbordamento de um barreiro provocou erosão na borda da pista e danos à drenagem. O trecho passa por avaliação técnica para definição das medidas de recuperação;

● PB-004 – (Santa Rita / Sapé): devido à elevação do Rio Paraíba, o DER aguarda a redução do nível da enchente para avaliar os danos estruturais. Solicita-se que os usuários busquem rotas alternativas;

● PB-087 – (Areia / Pilões): registrada erosão na saia do aterro por rompimento de bueiro. A rodovia opera em meia pista.

“As equipes já estão em campo realizando a sinalização de advertência, a limpeza de taludes e desobstrução de bueiros para garantir a segurança imediata até que as intervenções corretivas sejam concluídas”, destaca o gerente de Manutenção, Leandro Marinho de Benévolo.

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Paraíba

Léo Bezerra não descarta cancelar o São João para ajudar vítimas das fortes chuvas

O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, afirmou que o São Multicultural pode ser cancelado, por causa das inundações provocadas pelas fortes chuvas que atingem João Pessoa desde a última quinta-feira (30).

“Se eu tiver que cancelar São João, a gente cancela. O pensamento hoje é 100% nessas pessoas. Quantas pessoas precisarem, a gente vai parar tudo para ajudar”, disse em entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da 100.5 FM.

A prefeitura ampliou a assistência para 16 famílias desabrigadas, que somam 46 pessoas da Comunidade Engenho Velho, em Gramame, e foram realocadas para abrigamento temporário no Ginásio Ivan Cantisani (bairro Tambiá), além de uma idosa e o neto, que estão em abrigo institucional.

No fim de semana, sete imóveis foram interditados totalmente e um parcialmente. Duas pessoas foram realocadas para casa de familiares. Esses imóveis ficam localizados nos bairros São José (5), Mangabeira (1), Colibris (1) e Centro (1).

A Defesa Civil também registrou dois pequenos deslizamentos de barreiras: um no bairro São José e outro em Cruz das Armas, sem pessoas feridas. Os Rios Jaguaribe (no trecho da Comunidade São Rafael) e Gramame (Engenho Velho) transbordaram, mas não houve registro de mortes.

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Paraíba

Rio Paraíba tem queda no nível, mas previsão diz que chuvas devem retornar nesta terça-feira (5)

Moradores de comunidade ficam ilhados após chuvas, em Santa Rita, na PB | G1

O nível do Rio Paraíba apresentou redução considerável, facilitando o trabalho do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil estadual em diversas cidades do estado. Com isso, algumas famílias puderam voltar para suas residências para ocntabilizar o prejuízo da cheia causada pelas chuvas. Algumas, no entanto, só puderam entrar para pegar pertences essenciais como documentos e algumas roupas.

Mas a situação pode mudar, já que uma previsão da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), indica retorno das chuvas a partir da noite da terça-feira (5), colocando todo o estado em alerta.

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Paraíba

Sobe para 2.400 o número de famílias desalojadas após as fortes chuvas na Paraíba

Chuvas na Paraíba: 8 cidades entram em situação de emergência | G1

O número de paraibanos afetados pelos transtornos causados pelas fortes chuvas subiu para 37.402. Os dados foram atualizados pelo Governo do Estado na noite deste domingo (3). A Paraíba tem 2.400 famílias desalojadas e 895 pessoas desabrigadas.

O governador Lucas Ribeiro (PP) publicou um novo decreto estadual que amplia a abrangência das áreas em situação de emergência na Paraíba, que afeta 32 cidades: Alagoa Grande, Alhandra, Areia, Bayeux, Caaporã, Conde, Cruz do Espírito Santo, Gurinhém, Ingá, Itabaiana, Itatuba, João Pessoa, Juripiranga, Mogeiro, Pedras de Fogo, Pilar, Pilões, Pitimbu, Riachão do Bacamarte, Rio Tinto, Lagoa Seca, Serra Redonda, Serraria, Massaranduba, Mogeiro, Mulungu, Natuba, Santa Rita, Salgado de São Félix, São José dos Ramos e São Sebastião de Lagoa de Roça e Sapé. 

O Governo do Estado já havia publicado, na última sexta-feira (1º), um primeiro decreto de situação de emergência, voltado a uma área específica da PB-036, no trecho entre Alhandra e o entroncamento com a PB-008, em razão de um processo erosivo de grande porte provocado pelas chuvas.

 

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