Uma gestação completa. Esse foi o tempo que a prefeitura de João Pessoa levou para iniciar as obras da rotatória do Geisel, obra tão sonhada pelos moradores. Para se ter uma ideia, a ordem de serviço para a obra foi assinada no final de julho e, de lá pra cá, nenhum tijolo havia sido colocado.
Segundo a prefeitura, a rotatória, que vai receber investimentos de R$ 400 mil, deve levar cerca de 4 meses para ser concluída e deve beneficiar mais de 100 mil pessoas nos bairros de Cuiá, Água Fria, José Américo, Grotão, Colinas do Sul e Gramame.
Se uma criança nasceu nesse período em que a promessa não tinha saído do papel, quando a obra for entregue, ela já estará “sabida”. A prefeitura só não pode confundir a palavra gestão com “gestação”.
A Defesa Civil de João Pessoa interditou a Escola Municipal Ana Cristina Rolim, em Mangabeira, na manhã desta quarta-feira (6), após o desabamento de um teto ferir um operário e um aluno de nove anos. O local onde ocorreu o incidente estava isolado há cerca de 15 dias devido a obras de manutenção para a troca de revestimento cerâmico.
Toda a estrutura ficará inacessível por ao menos 15 dias para avaliar a necessidade de uma intervenção maior.
O operário que estava trabalhando na sala foi atingido pelo telhado e, após ser atendido no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, foi submetido a radiografia e constatado que não houve fraturas. Ele permanece em observação na unidade.
O estudante, que passava perto do ambiente, foi atingido por pedaços de telhas no ombro e na perna, mas foram apenas escoriações leves. Ele foi atendido no Complexo Hospitalar de Mangabeira e liberado em seguida.
Uma criança de 9 anos e um trabalhador ficam feridos nesta quarta-feira (6) após uma parede desabar junto com um teto na Aldeia SOS Infantis no bairro de Mangabeira.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança sofreu um corte no braço e o operário, que trabalhava na reforma do local, está com uma suspeita de fratura na perna e com diversas escoreações pelo corpo.
Os dois foram atendidos pelo SAMU, devem passar por exames, mas passam bem.
O deputado estadual Wallber Virgolino (Patriota) rebateu as declarações do ex-presidente Lula, após o petista pedir que a militância procure deputados e seus familiares na casa deles para pressionar a favor de propostas que interessam ao setor em um eventual governo petista, a partir de 2023.
No Instagram, o parlamentar paraibano postou duas armas, fazendo um convite irônico ao ex-presidente:
Outros parlamentares ligados a Bolsonaro também regiram as falas de Lula. Em vídeo, o deputado federal Junio Amaral (PL-MG) aparece carregando uma pistola enquanto explica onde fica sua casa, em Contagem (MG).
“Vou esperar vocês lá. Tanto sua turma, como você. Vai lá conversar com a minha esposa, com a minha filha. Vocês serão muito bem-vindos”, ameaçou, com a arma na mão.
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) prometeu “pregar bala” em militantes que “mexerem” com o filho e avisou, também em vídeo, que na casa dela vigora a legítima defesa.
A reação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi mais leve. Ele divulgou a fala do ex-presidente nas redes sociais com as hashtags #ptnuncamais e #lulanacadeia e outras em defesa do pai, o presidente Jair Bolsonaro (PL).
O ex-Gerente Executivo das Casas de Economia Solidária, Marcelo Eleutério de Melo, um dos alvos da operação 5674, que investiga fraudes na merenda escolar da Paraíba, já foi condenado em 2019 por apropriação indébita de valores oriundos da venda de veículos.
Na época, Marcelo era gerente da Capital Fiat e , segundo a denúncia, alguns clientes que adquiriram veículos usados, informaram que não tinham recebido os Certificados de Registro de Veículos.
Após isso, a empresa realizou uma auditoria interna, no setor de veículos seminovos e descobriu a falta de 12 automóveis, que foram negociados pelo denunciado, na condição de gerente, o qual recebeu os pagamentos respectivos, sem, contudo, repassar as quantias.
Marcelo foi condenado a dois anos e oito meses de reclusão, em regime aberto, e 20 dias-multa, A pena foi substituída por duas restritivas de direitos, nas modalidades que foram estabelecidas pelo Juízo de Execução.
Deve faltar água em Campina Grande e mais oito cidades do estado, a partir das 8h, desta quarta-feira (6). Segundo informações da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), o motivo é uma manutenção preventiva na Subestação Elétrica em Boqueirão.
As cidades, além de Campina Grande, que terão o abastecimento de água interrompido serão: Queimadas, Barra De Santana, Caturité, Lagoa Seca, Alagoa Nova, Montadas, Pocinhos e Puxinanã.
De acordo com a Cagepa, a previsão de normalização gradativa é a partir das 18h do mesmo dia, que é na quarta (6).
Para mais informações a respeito dos serviços da companhia, os interessados podem ligar gratuitamente para o 115, ou por meio do número (83) 98198-4495.
Uma equipe do Ministério Público Federal (MPF) constatou irregularidades na falta de oferta de merenda, transporte e ensino híbrido de escolas em Monteiro. “É preocupante que recursos sejam destinados a escolas em que não há comprovação de serviços”, lamentou a procuradora da República Janaina Andrade.
Em mais uma fiscalização para verificar a correta aplicação de recursos federais, diante da manutenção do sistema híbrido de ensino, nas quatro escolas estaduais do município, sendo três na zona urbana e uma na zona rural, a equipe verificou falhas na prestação de serviços pagos com o dinheiro da União.
De acordo com a procuradora da República Janaina Andrade, foi constatado que há um reduzido número de hora-aula ofertado. “Na nossa avaliação, o sistema não é híbrido, estando essencialmente no online”, destacou a procuradora.
“Conversamos com alguns professores e eles entendem que a volta às aulas presenciais é necessária e que as escolas estão preparadas para receber os alunos com cautela sanitária, no cenário da pandemia. Alguns deles avaliaram que não há o mesmo aproveitamento do aluno com o sistema híbrido que hoje é oferecido”, acrescentou.
Ainda de acordo com Janaina Andrade, a destinação dos recursos públicos da União para a compra de merenda escolar que foram repassados ao estado, como por exemplo, os recursos do Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar) precisa ser investigado.
“Antes da pandemia havia três refeições diárias nas escolas que ofereciam aula em tempo integral, e hoje só existe uma. Em outra escola, foi constatado que sequer é oferecida uma única refeição. Assim, é preciso que seja apurado como está sendo feita a destinação desses recursos. De igual modo, recursos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), uma vez que, via de regra, apenas por duas vezes na semana está havendo transporte de alunos da zona rural para escolas da zona urbana”, ressaltou.
Ainda segundo ela, o inquérito sorológico, que foi dado como justificativa para volta gradual às aulas no estado, não pode impedir o retorno das aulas 100% presencial na rede estadual da Paraíba. “Na escola da zona rural, por exemplo, não existe sinal de internet e celular. É preocupante que recursos públicos federais sejam destinados a escolas em que não há comprovação de oferta de serviços mínimos e de qualidade na prestação educacional”, disse a procuradora da República, informando também que outras situações constatadas na fiscalização, de atribuição do Ministério Público Estadual, serão encaminhadas ao órgão para providências que entender cabíveis.
Uma notícia que nos ensina a nunca perder as esperanças. Bruno, um turista de Brasília-DF veio passar as férias em João Pessoa. Durante um banho de mar na praia do Bessa, ele perdeu a sua perna mecânica comprada há dois meses por meio de uma vaquinha entre familiares e amigos.
Nisso, o Batalhão de Busca e Salvamento do Corpo de Bombeiros foi acionado para ajudar nas buscas do equipamento essencial para a locomação de Bruno. Mesmo com a utilização de embarcações, um detector de metais e voluntários, a perna não foi encontrada.
Bruno só não contava que após quatro dias do ocorrido, um pescador acharia a prótese enterrada na areia da praia, o que truxe um alívio pro turista que vai levar essa recordação de honestidade a nossa capital.
Na madrugada desta terça-feira (5) o grupo Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas invadiu o Edifício Nações Unidas, em frente ao Ponto de Cem Réis, centro da capital.
O local havia sido desapropriado pela prefeitura de João Pessoa em 2020, na gestão do ex-prefeito Luciano Cartaxo, que prometeu construir um shopping popular no local, o que ficou só na promessa.
Chegou Cícero Lucena e o prefeito sequer mencionou se iria prosseguir com a ideia do antecessor, enquanto isso o local ficou abandonado. Um prato cheio para quem se infiltra em movimentos populares e invadem prédios públicos e privados.
Os invasores justificaram a ocupação afirmando que o déficit habitacional na cidade ultrapassa as 20 mil casas, um problema que não é tratado como prioridade pela prefeitura.
Enquanto houver prédios sem utilização, mais invasões vão acontecer e a prefeitura deveria se ocupar para resolver o problema.
Que mês de março foi esse, hein Paraíba?! Atingimos números impressionantes.
Foram 195 mil páginas visualizadas e 149 mil acessos.
Brinque não, mais de 6.500 páginas visualizadas por dia.
Mais de 106 mil pessoas entraram no Blog do BGPB em março.
Já são 25 mil seguidores no Instagram e quase 400 telefones cadastrados no Whattsapp.
Chegamos com um projeto ousado de trazer um jornalismo sem amarras, independente, ousado, rápido e atualizado, e principalmente, que incomoda aqueles que não fazem as coisas como devem ser feitas.
São números muito expressivos para um veículo independente, e vem mais, vem bem mais…
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