A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (18), a Operação Sol Nascente com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada no tráfico interestadual de drogas, roubos e lavagem de dinheiro. A ação contou com apoio da Polícia Militar.
Ao todo, estão sendo cumpridos 38 mandados, expedidos pelo Juízo da Vara de Entorpecentes de Campina Grande/PB, nos estados de Paraíba, Amazonas, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. São 23 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e também foi decretado o bloqueio de mais de 170 contas.
Em relação ao tráfico de drogas, foi possível identificar ao menos três grupos que atuavam no fornecimento de grandes quantidades de maconha (skunk), ecstasy e cocaína para outros traficantes de drogas, principalmente localizados no Estado da Paraíba.
No decorrer das apurações, a Polícia Federal descobriu que mais de R$ 500 milhões foi movimentado no período investigado e que parte destes valores estavam sendo lavados através da utilização de empresas com atuação em vários ramos. As contas bancárias utilizadas no esquema e o patrimônio identificados foram bloqueados por determinação judicial.
Os investigados deverão responder pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas ultrapassam 20 anos de reclusão.
A presente operação foi batizada de Sol Nascente em virtude de a principal praça de venda de drogas ser João Pessoa.
Uma operação policial deflagrada na manhã desta sexta-feira (18( cumpriu 11 mandados de busca e apreensão expedidos pela justiça, no município de Bayeux, em uma ação conjunta com as polícias Militar e Penal.
Denominada Operação São Lourenço, a investigação tem como alvo uma organização criminosa que atua na região, cometendo crimes de roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Entre os materiais apreendidos estão um drone, blusões que remetem ao uso militar, balança de precisão, uma pistola, dinheiro e objetos em ouro.
O principal investigado é um apenado que cumpre pena em um presídio de João Pessoa.
A operação está em andamento. Os preso estão sendo conduzidos para a Central de Polícia no bairro do Geisel, na capital.
A Paraíba tem aproximadamente 20 cargos federais que deverão ser disputados por aliados de Lula. Alguns deles são de livre indicação, outros só podem ser exercidos por profissionais de carreira.
A articulação deve ser feita pelo senador paraibano, Veneziano Vital do Rego que faz parte da equipe de transição do governo federal.
Os principais cargos federais são: o comando local da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Saúde Indígena, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a Superintendência Regional do Trabalho, Patrimônio da União, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Nacional do Semiárido (INSA).
Entre os cargos que, mesmo sendo indicação política, só podem ser exercidos por profissionais de carreira, temos o comando da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios), o Ministério da Saúde, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Nesse grupo estão ainda os bancos públicos como Caixa Econômica, Banco do Nordeste e Banco do Brasil.
Um homem foi preso após invadir o campus do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, e tentar matar a ex-companheira com golpes de faca, nesta quarta-feira (16). Segundo a Polícia Militar, a vítima já tinha uma medida protetiva contra o homem. Ela foi socorrida e resistiu ao ferimento.
De acordo com a polícia, a mulher é servidora do IFPB e estava trabalhando quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele estava munido de uma faca e desferiu um golpe contra o pescoço da mulher. Os vigilantes da instituição perceberam a ação e conseguiram conter o homem. A Polícia Militar foi acionada e o prendeu em flagrante.
A mulher foi socorrida incialmente por estudantes que presenciaram a ação, e em seguida foi levada para o Hospital Regional de Cajazeiras pelo Corpo de Bombeiros. A unidade de saúde informou que a vítima foi atendida e recebeu alta hospitalar.
A direção do IFPB em Cajazeiras informou que os vigilantes que trabalham na segurança do campus já sabiam que a trabalhadora tinha uma medida protetiva contra o ex-companheiro, e que ele era proibido de entrar na instituição. A suspeita é que o homem tenha pulado um muro para ter acesso à mulher e cometer o crime.
O IFPB também afirmou que repudia qualquer violência, dentro e fora da instituição, e tranquilizou a comunidade acadêmica informando que esta foi uma ação pontual, e que a segurança do local foi reforçada.
O homem foi preso em flagrante e segue na Delegacia de Polícia Civil de Cajazeiras. Ele deve responder pela quebra da medida protetiva e por tentativa de feminicídio.
Mais de 1,2 milhão de paraibanos não receberam a primeira dose de reforço, considerada a terceira dose, dos imunizantes contra o Covid-19. A informação da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB) traz o alerta junto ao aumento de casos da doença em todo o país nos últimos dias.
Cerca de 449 mil paraibanos receberam a segunda dose de reforço (quarta dose), equivalente a 20,56% da população acima de 30 anos. São 1,7 milhão atrasados para essa fase da imunização.
Considerando que a subvariante tenha uma capacidade de driblar as vacinas, um escape da proteção vacinal é muito importante que a população esteja devidamente vacinada com as doses de reforço e que retome o uso de máscaras.
Apesar do déficit da população buscando as salas de vacinação, SES-PB vem monitorando a crescente de casos e mantém o plano de contingenciamento para a habilitação de leitos para atender a toda demanda existente para o tratamento da doença.
Ocupação dos leitos
De acordo com o relatório, divulgado no fim de tarde desta quarta-feira (16), pela SES-PB, diz que a ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico), em todo estado, é de 29%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 56%. Em Campina Grande, estão ocupados 15% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 0% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro estadual de regulação hospitalar, 2 pacientes foram internados nas últimas 24h. Ao todo 64 pacientes estão internados nas unidades de referência para Covid-19.
Maíra Cardi foi condenada novamente, dessa vez na esfera cível, a pagar uma indenização de R$ 50 mil por xingar um médico em uma live em suas redes sociais. A influenciadora, que é coach de emagrecimento, foi criticada pelo médico ao estimular a prática de jejum por longos períodos e respondeu com ofensas em uma live.
A situação aconteceu em uma live no perfil da influenciadora em abril de 2021. À época, ela havia sido criticada pelo médico Bruno Cosme, da Paraíba, que é nutrólogo, por recomendar o jejum intermitente como auxílio no processo de emagrecimento. Maíra, que não é profissional de saúde, usa as redes para falar de emagrecimento e chegou a vender cursos.
Após a crítica, Maíra se posicionou em uma live em seu perfil em que ofendeu o médico chamado Bruno de ‘doutor de merda’ e ‘senhor rato’, alegando que ele ‘só queria likes’. Após a ação, o médico acionou a justiça.
Em outra decisão, publicada em diário oficial no dia 7 de outubro, a justiça condenou a influenciadora por calúnia e difamação, crimes que cabem até nove meses de detenção. No entanto, reverteu a prisão em multa de nove salários mínimos, cerca de R$ 24,2 mil.
Na nova decisão, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Maíra Cardi foi condenada a pagar a indenização por danos morais. Durante o processo, ela teria solicitado o segredo de justiça, considerando ser figura pública. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido.
A defesa da digital influencer alegou, nos autos do processo, que não há provas de que a fala feita por ela teria sido direcionada ao médico paraibano. No entanto, conforme a sentença, o dano moral, neste caso, dispensa citação do sobrenome, “mesmo porque, se assim o fosse, estaríamos permitindo que as pessoas se utilizassem de alcunhas e subterfúgios para ofenderem os outros, sem parecerem estar ofendendo”.
As Polícias Civil e Militar deflagraram, na manhã desta quinta-feira (17), uma operação para combater crimes patrimoniais na região de Guarabira. Pelo menos cinco pessoas foram presas e R$ 18 mil apreendidos.
São cumpridos 10 mandados de prisão e um de busca e apreensão por 80 policiais. O comandante da PM na região, coronel Gilberto, considerou as prisões de extrema importância para combate ao crime na região.
Já o delegado Walter Brandão, acrescentou que a partir das prisões realizadas hoje poderá ser possível identificar outros integrantes da organização criminosa.
“Essa operação é de grande importância, materializando a investigação. Há uma organização criminosa responsável por vários assaltos”, disse o delegado.
Um criminoso que pretendia assassinar um idoso nos próximos dias acabou morrendo em confronto com as polícias Civil e Militar nesta quarta-feira (16) no município de Brejo do Cruz. Ele era investigado por envolvimento em roubos e homicídios no sertão da Paraíba.
Investigado pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), ele atirou contra os policiais civis e militares durante as diligências para a sua captura. Os policiais reagiram e acertaram o criminoso, que foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
“Esse indivíduo tentou matar uma adolescente de 13 anos, na semana passada, e as investigações indicam que ele pretendia assassinar um idoso nos próximos dias. Era, de fato, um sujeito que vinha causando sérios problemas à população”, disse o delegado Diego Beltrão.
Durante a ação, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 12 e um revólver calibre 38, além de várias munições. O material será analisado pelo Instituto de Polícia Científica (IPC).
O juiz Flavio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, condenou nesta quarta-feira (16) a 76 anos, dois meses e 20 dias de prisão os pintores Jhonatan Correia Damasceno e William Oliveira Fonseca pelos assassinatos da idosa Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e da diarista paraibana Alice Fernandes de Silva, de 51.
Elas foram mortas e degoladas dentro do apartamento de Martha, no Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O local ainda foi incendiado pelos criminosos, o que carbonizou o corpo das vítimas.
Na sentença, o juiz destacou a manutenção da prisão dos condenados e a extrema violência e crueldade do crime.
“O crime foi perpetrado com extrema e exacerbada crueldade – esgorjamento – contra duas mulheres indefesas, perpetrado em concurso de pessoas, dificultando, assim, eventual reação das vítimas, de longa duração do delito. Os réus ingressaram no apartamento da vítima Martha por volta das 13h30 e de lá saíram juntos por volta das 16h40 -, já que durante horas, as vítimas, antes de serem mortas, ficaram amordaçadas e amarradas, sofrendo, dessa forma, verdadeira ‘tortura’ física e moral”, escreveu na setença.
Ao saber da sentença, Diogo Fernandes, filho de Alice, diz que decisão traz um alívio muito grande para a família.
“Isso não vai trazer minha mãe de volta, mas dá a sensação de que a justiça foi feita, traz um alívio muito grande para a família. Agora, espero que eles fiquem bastante tempo na cadeia e cumpram pena por toda crueldade e barbaridade que fizeram”, disse Diogo ao g1.
Foto: Reprodução/TV Globo
Ele falou ainda que o julgamento rápido é importante para ajudar a aliviar a saudade da mãe.
“A gente tenta lidar com a saudade todo dia. Agora mesmo, vai chegar o Natal e não vamos tê-la conosco. Ela era tudo para nossa família, juntava todo mundo em volta dela. Vamos colocar uma foto dela na mesa da ceia, porque, ela não vai estar fisicamente, mas sempre vai estar com a gente”, disse Diogo emocionado.
O crime
Jhonatan Correia Damasceno e William Oliveira Fonseca mataram Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e a diarista Alice Fernandes da Silva, de 51 anos, no dia 9 de junho. O caso, registrado como latrocínio – roubo seguido de morte -, revelou uma crueldade por parte dos criminosos que, degolaram as vítimas e tentaram colocar fogo no apartamendo, carbonizando os corpos.
Jhonatan já tinha sido contratado duas vezes para fazer serviços de pintura no apartamento de Martha. Aproveitando-se que já era conhecido no prédio, combinou o ataque à idosa com William.
Eles subiram ao apartamento, renderam, amarraram e amordaçaram as vítimas exigindo que Martha assinasse cheques no valor de R$ 15 mil. William foi ao banco e descontou os cheques. Ao retornar ao apartamento, os dois decidiram matar as vítimas.
Jhonatan foi preso no dia 10 de junho e confessou participação no crime, na delegacia. William se entregou à polícia no dia 11 de junho.
Ainda de acordo com a denúncia do Ministério Público, Jhonatan e William, se acusaram mutuamente pelo planejamento do duplo assassinato. William diz que Jhonatan teve medo de ser reconhecido, pois tinha trabalhado como pintor para a idosa e no prédio. Jhonatan alegou que William também ficou com receio do reconhecimento, por ter tirado a máscara. William admitiu ter matado as duas mulheres por ordem de Jhonatan, que foi responsável pelo incêndio no apartamento. Além do dinheiro, foram roubados joias e celulares que estavam no imóvel.
Uma campanha de conscientização sobre o uso de assentos preferenciais nos veículos de transporte coletivo na capital, deve ser realizada. É o que prevê o projeto da vereadora Fabíola Rezende (PSB) que está em tramitação na Câmara Municipal de João Pessoa.
O objetivo é que a ação educativa reduza os conflitos e o uso indevido dos espaços destinados a pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, gestantes, idosos e obesos.
Atualmente, em João Pessoa, a frota de ônibus é composta por 380 veículos que transportam, diariamente, 4,08 milhões de passageiros (lembrando que uma mesma pessoa pode utilizar os ônibus várias vezes por dia), de acordo com dados divulgados pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros no Município de João Pessoa (Sintur JP).
A campanha de divulgação, segundo o texto do projeto, deve ocorrer nas redes sociais, em terminais de transportes coletivos, nos busdoor, no interior de ônibus e de lotações e nos demais veículos de comunicação da prefeitura de João Pessoa. A ideia, aponta Fabíola Rezende, é que ocorra, ainda, a promoção de ações e eventos de conscientização sobre o uso dos assentos preferenciais nos transportes coletivos públicos pelos seus destinatários.
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