Paraíba

Ex-prefeito Cartaxo coloca nome à disposição para disputar comando de João Pessoa em 2024

Ficheiro:Luciano Cartaxo em 2018.jpg – Wikipédia, a enciclopédia livre
O ex-prefeito de João Pessoa e deputado estadual diplomado, Luciano Cartaxo (PT), colocou, nesta sexta-feira (6), o nome à disposição do partido para disputar a prefeitura da Capital em 2024. A declaração aconteceu durante entrevista a um programa de TV, em João Pessoa.

Cartaxo disse não poder negar sua trajetória com a cidade, onde foi vereador, deputado, vice-governador e prefeito. “Com certeza (sobre disputar a prefeitura). Possuo um vínculo muito forte com a cidade, então é natural que esse debate surja”, disse.

Ainda sobre a disputa, Cartaxo ressaltou que uma possível candidatura sua vai depender de uma série de fatores e da política de aliança que será construída.

Paraíba

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Paraíba

MACABRO: Polícia acha possível ossada de filho em casa de mãe morta há 10 anos na grande JP

Uma ossada humana foi encontrada nos destroços de uma casa cujo telhado desabou na noite da quinta-feira (5), em Bayeux, na Grande João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar vizinhos disseram que a ossada pertence ao filho da antiga dona da casa, uma idosa que morreu há cerca de 10 anos. Uma perícia vai ser feita para tentar identificar a ossada.

O caso aconteceu na Rua Francisco Camilo, no bairro Mário Andreazza. De acordo com a polícia, a mãe morava com uma filha, que era uma pessoa com deficiência mental. Ela também tinha um filho, que teve várias passagens pela polícia e acabou morto em Campina Grande, assassinado a tiros.

Vizinhos contaram que o corpo deste filho foi levado para João Pessoa e enterrado no cemitério do Cristo Redentor, porém, algum tempo depois do enterro, a mãe teria mandado desenterrar os ossos e levado para casa, onde ela lavava os ossos e deixava pendurados.

Ainda segundo a polícia, os vizinhos disseram que por volta de 2013 a idosa acabou morrendo e a filha foi levada para um abrigo, com a residência ficando abandonada desde então.

Com o passar dos anos, o telhado foi se deteriorando e, com a chuva registrada na quinta-feira, a estrutura desabou. Quando os vizinhos foram ver os destroços, encontraram a ossada, que acabou confirmando a história que era contada no bairro.

A PM foi acionada pelos vizinhos, constatou a denúncia e, por sua vez, acionou a Polícia Civil e a Polícia Científica para fazer uma perícia. Os ossos foram coletados para análise, que podem confirmar ser do filho da idosa.

G1

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Paraíba

Prefeitura de Itaporanga perde recursos após diminuição da população e anuncia cortes

A Prefeitura de Itaporanga publicou um decreto suspendendo a concessão de qualquer tipo de vantagem a servidor, incluindo aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual.

A decisão foi motivada após a queda de coeficiente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) por causa diminuição populacional apontada no Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na última segunda-feira (2), 18 prefeitos da Paraíba informaram que irão recorrer à Justiça e ao Tribunal de Contas da União contra a diminuição dos recursos. O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho, afirmou que os gestores alegarão que o Censo ainda não foi finalizado e a Lei Complementar 165/2019 assegura que alguma alteração só poderá ser realizada quando a contagem da população for 100% concluída.

O decreto em Itaporanga salienta que, até que o percentual de limites de gasto com pessoal se normalize, alguns atos estão vedados. Entre as medidas, está suspenso o pagamento das gratificações por atividades especiais, “podendo ser pagas, única e exclusivamente, com autorização expressa do Chefe do Executivo Municipal, por meio de ato devidamente motivado”. Conforme determinação legal, também ficam expirados todos os contratos por excepcional interesse público vigentes até 31 de dezembro de 2022.

A Prefeitura alerta que as despesas realizadas em desacordo com as normas previstas no decreto publicado são consideradas não autorizadas, irregulares e lesivas ao patrimônio público e determina ainda que os secretários municipais deverão observar e cumprir as ações estabelecidas para a gestão da despesa e controle dos gastos com pessoal.

MaisPB

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Paraíba

Suspeitos de roubar duas toneladas de materiais de construção são presos em CG

A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta quinta-feira (5) dois homens de 21 e 31 anos de idade, investigados por participarem de uma organização criminosa responsável por vários roubos e arrombamentos a canteiros de obras e lojas de material de construção em Campina Grande. Ao todo, duas toneladas de materiais e ferramentas foram recuperadas na ‘Operação Reconstrução’.

O grupo estava sendo investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Com base nos levantamentos, a justiça expediu 13 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão. Os alvos eram endereços no bairro do José Pinheiro, em Campina, e nos municípios de Massaranduba e Lagoa Seca.

Um dos presos é comerciante e confessou que compra os produtos roubados oferecidos pelo grupo sob investigação. “Foram cerca de 300 escoras metálicas e 90 peças de andaimes apreendidos, além de pias de inox, vasos sanitários e diversas ferramentas utilizadas na construção civil. Foi preciso quatro cargas de caminhão cheias, para transportar esse material”, disse o superintendente da Polícia Civil em Campina Grande, delegado Glauber Fontes.

A Polícia Civil já identificou outros membros da organização criminosa, inclusive receptadores, que podem ser presos nas próximas diligências da delegacia.

Blog do BG PB

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Paraíba

Propostas de Lula para combater fake news podem impedir opiniões de jornalistas

Atos implementados pelo governo Lula com o argumento de combate às fake news, especialmente a criação de uma estrutura dentro da Advocacia-Geral da União (AGU), despertaram preocupação por abrirem brecha para o cerceamento de opiniões contrárias à gestão.

Um decreto instituiu uma procuradoria na AGU com a atribuição de representar a União em processos judiciais para “resposta e enfrentamento à desinformação sobre políticas públicas”.

Não há na lei brasileira uma definição sobre o que é desinformação — o projeto de lei das fake news, que busca regulamentar o assunto, ainda está em discussão no Congresso. O vácuo amplia o risco, por tornar a caracterização mais genérica, segundo especialistas.

Já a Secretaria de Comunicação Social (Secom) contará com um braço que terá entre suas funções promover ações buscando “a liberdade de expressão, do acesso à informação e o enfrentamento à desinformação e ao discurso de ódio na Internet”.

Críticos da medida que pode ampliar as prerrogativas de combate à desinformação por parte da AGU e do governo federal entendem que o órgão já pode, hoje, mover uma ação com o objetivo de impedir danos à sociedade em casos de campanhas de desinformação, sem a necessidade de criação da estrutura específica. Alertam ainda para o risco de, mesmo a decisão final sendo do Judiciário, que a atuação do Executivo possa coibir a liberdade de expressão, inclusive em futuros governos, ao ser usada para intimidar opositores com ações judiciais.

Professor de Direito Público da USP, o advogado Floriano de Azevedo Marques Neto argumenta que distinguir o que é informação do que não é não deve ser feito a partir de um entendimento amplo, com marcos legais democraticamente debatidos como parâmetros para essa separação. Ele vê com preocupação a hipótese de uma estratégia de intimidação por meio da abertura de processos.

“As instituições não podem desconsiderar a desinformação como fenômeno contemporâneo, mas errar a mão no tratamento dado ao tema traz o risco de se comprometer garantias e direitos inegociáveis. Posto como está, antes de ter reflexão e marco legal, esse órgão passa a ter poder de mover ação contra tudo e todos os professantes da desinformação. Não acho que seja o caso da atual AGU, mas, se você tem amanhã ou depois uma AGU mais capturada por interesses ideológicos, ela pode inverter essa competência e passar a agir contra a liberdade de expressão. Já tivemos uma AGU recentemente atuando contra a liberdade jornalística”, lembra Marques Neto.

Discussão mais ampla

O jurista Gustavo Binenbojm, professor da Uerj, destaca que há um diagnóstico correto de que as redes sociais contêm campanhas de desinformação com potencial de produzir danos a pessoas, a grupos e a políticas públicas legítimas de governos democráticos, mas defende que os remédios que o governo propõe “podem se tornar venenos”.

“Qualquer governo tem nas mãos um extraordinário arsenal para intimidar veículos e pessoas que venham a discordar das suas interpretações sobre os fatos. A questão é se esse arsenal vai inibir o livre debate e discussão de ideias ou apenas vai ser usado quando houver campanha de desinformação com clara violação da lei. O diagnóstico sobre o problema está correto, mas os remédios deveriam ser mais amadurecidos”, diz Binenbojm. É preferível para o governo focar em campanhas de esclarecimento e não em medidas inibitórias, porque o risco é menor.

Advogado e especialista em tecnologia, Ronaldo Lemos também vê com ressalvas a criação do órgão. Ele ressalta que a AGU já tem por força constitucional a função de representar a União e assessorar o Executivo e que as competências para qualquer tipo de combate à desinformação “têm de ficar implícitas dentro dessa função”.

“Explicitar especificamente o combate à desinformação parece ser uma tentativa de ampliar o mandato da AGU”, avalia Lemos. Não é saudável que a AGU inclua nas suas atividades rotineiras o combate à desinformação. A possibilidade de abusos e de extrapolação de competências é muito grande. Uma das grandes conquistas do Marco Civil foi justamente assegurar que o Poder Executivo não tenha ingerência administrativa sobre as comunicações pela internet. Essa competência cabe ao Legislativo e ao Judiciário. Ampliar poderes do Executivo sobre comunicações na rede é em geral típico de países autoritários.

De acordo com a AGU, que está sob comando de Jorge Messias, o objetivo da procuradoria no órgão é atuar para combater “fatos inverídicos ou supostamente descontextualizados levados ao conhecimento público de maneira voluntária com objetivo de prejudicar a adequada execução das políticas públicas, com real prejuízo à sociedade”, segundo informou ao GLOBO.

AGU nega cerceamento

As demandas serão levadas à apreciação do Judiciário, e a procuradoria não é responsável pelos julgamentos dos casos. A AGU diz que seguirá entendimentos já existentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um exemplo são as fake news contra urnas eletrônicas, alvo de resolução da Corte eleitoral aplicada no pleito passado. Essa atuação será baseada nas normas vigentes e nos precedentes dos tribunais que disciplinam o assunto, e também na própria sistemática de atuação das agências de checagem de informações falsas.

A AGU acrescentou que “sob nenhuma hipótese” a procuradoria “cerceará opiniões, críticas ou atuará contrariamente às liberdades públicas consagradas” na Constituição. “Ao contrário, sua atuação será, exatamente, para proteger essas liberdades. Além disso, ressalta-se que a divulgação de informação com erro não intencional não é desinformação”, ressaltou. O órgão disse ainda que o funcionamento da nova estrutura será debatido com a sociedade, incluindo juristas e a imprensa. A Secom não se posicionou oficialmente, mas, segundo O GLOBO apurou, as linhas de ação da secretaria que vai tratar de desinformação também vão passar por debates públicos.

O Globo

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Esporte

Sousa perde para o Confiança e dá adeus a Copa do Nordeste

O Sousa perdeu por 1 a 0 para a equipe do Confiança na noite desta quinta-feira (5), na Arena Batistão em Aracaju, pela primeira eliminatória da pré-Copa do Nordeste. O gol proletário foi marcado por Lenon.

O Confiança volta a campo no próximo domingo contra o Ferroviário em partida válida pela segunda eliminatória da pré-Copa do Nordeste. Já o Sousa tem seu próximo jogo marcado para o dia 11 de janeiro contra o Botafogo, pela estreia do Campeonato Paraibano.

Globoesporte

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Esporte

NO SUFOCO: Botafogo-PB vence o Retrô nos pênaltis e avança na Copa do Nordeste

O Botafogo-PB venceu o Retrô nos pênaltis na noite desta quinta-feira (5), no Almeidão, em João Pessoa, e avançou para a segunda fase eliminatória da Copa do Nordeste.

Após empate sem gols no tempo regulamentar, o time paraibano fez 3 a 1 sobre a equipe pernambucana nas penalidades máximas e agora enfrentará o Santa Cruz na próxima fase.

A partida entre o Belo e a Cobra Coral está marcada para as 19h15 do próximo domingo, no Arruda, em Recife. O mando de campo é do time pernambucano por conta da sua melhor colocação no Ranking da CBF com relação à equipe paraibana.

Globoesporte

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Paraíba

Detran-PB retoma horário de atendimento nos dois turnos; confira data

detran-PB.jpg — A União - Jornal, Editora e Gráfica
A partir do dia 16 de janeiro, os usuários do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB) vão contar com um novo horário de atendimento.

De acordo com a portaria, divulgada pela direção do órgão, o funcionamento vai seguir o mesmo horário do expediente anterior ao período da pandemia: das 8h às 16h30.

A retomada desse horário de expediente do Detran-PB tem o propósito de ampliar o atendimento aos usuários da autarquia.

A fim de otimizar os serviços, continua sendo obrigatório o agendamento prévio no site www.detran.pb.gov.br, para realização do atendimento presencial.

Blog do BG PB

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Paraíba

FRAQUEJOU: Governador João Azevêdo encerra 1º mandato sem cumprir 37% das promessas de campanha

João Azevedo – Página 3 – Blog LeiaFlavioLucio

O governador João Azevêdo (PSB) encerrou o seu primeiro mandato à frente do Executivo da Paraíba com 37,34% das promessas feitas na campanha de 2018 sem terem sido cumpridas. O balanço de quatro anos das promessas de João Azevêdo foi publicado nesta quinta-feira (5).

As promessas foram extraídas do programa de governo registrado no TSE e também em entrevistas e debates que João Azevêdo participou ao longo da campanha.

Das 83 promessas cadastradas pelo g1, João encerrou o mandato com 35 classificadas como ‘cumpriu’, 31 como ‘não cumpriu’ e 17 como ‘cumpriu em parte’.

O resultado é bem melhor do que a parcial que foi feita pelog1 ao final de três anos e meio de governo, quando o gestor 50,60% das promessas de campanha ainda não cumpridas, o que demonstra um avanço na gestão mesmo num contexto de pandemia da Covid-19 e de reaquecimento das ações de governo pós flexibilizações.

Promessas do governador

Em uma comparação proporcional, o setor de segurança foi o que registrou mais promessas cumpridas, atingindo um percentual de 58%; seguido do de saúde, com 55%. Por outro lado, o governador encerrou o mandato sem cumprir promessas empenhadas na campanha em duas áreas: Habitação, Turismo e Mobilidade Urbana.

No turismo, não entregou o Memorial das Etnias Paraibanas, Centro de Comercialização Calçadista em Campina Grande, Polo Turístico do Cabo Branco e Tambaú, além da proposta de transformar o Monumento do Vale dos Dinossauros de Sousa em Parque Turístico e Científico-Paleontológico do Sertão da Paraíba. Para Mobilidade, faltou implantar o Veículo Leve sobre Trilhos em Campina Grande.

Na área da Saúde, sensível em decorrência da pandemia da Covid, algumas não foram cumpridas como a implantação um Centro de Parto Normal e uma Casa de Apoio Mãe-Bebê no Hospital e Maternidade Frei Damião. Em contrapartida, a gestão conseguiu implantar no Hospital de Mamanguape o Serviço de Gravidez de Alto Risco e a nova sede do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), dentre outras ações.

Na área da Administração, também houve equilíbrio. João fez o concurso para a procuradoria do estado, mas não realizou o prometido concurso para a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa).

Jornal da PB

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Paraíba

Prefeitos paraibanos criticam decisão de Lula em acabar com a Funasa

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) lamentou a Medida Provisória do governo Lula que extingue a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Segundo George Coelho, presidente da Famup, a medida vai afetar diretamente os municípios menores que ficarão sem o apoio direto do órgão na garantia das obras de saneamento básico, por isso, a entidade está realizando uma campanha contra a extinção da Funasa.

“Os municípios pequenos serão prejudicados com essa decisão. Essa foi uma medida definida sem a participação ampla dos atores que operam no âmbito da política pública de saneamento básico, notadamente aquela dedicada às populações mais vulneráveis, sobretudo as que ocupam as áreas rurais. A Funasa é um órgão que cuida dos pequenos municípios levando água, saneamento básico e a sua extinção podem colocá-los em um plano secundário”, destacou George Coelho.

O presidente da Famup esclareceu ainda que o cenário rural impõe a necessidade de intervenções que possam alavancar as ações de saúde e saneamento de forma sustentável e não dissociadas. “É necessário o fortalecimento da Funasa e de suas 26 Superintendências Estaduais e não sua extinção. É necessário assessorar estados e municípios na definição de modelos mais eficientes de gestão, estimulando a adoção de formas mais autônomas e avançadas, privilegiando o cooperativismo e o associativismo, reduzindo as desigualdades de acesso aos serviços básicos de assistência”, defendeu.

Com a MP 1.156/2023, as atividades da fundação serão transferidas para outros órgãos de governo. As atividades relacionadas à vigilância em saúde e ambiente ficarão com o Ministério da Saúde e as demais atividades da Funasa serão assumidas pelo Ministério das Cidades. A transferência da estrutura, do patrimônio, do acervo, e dos contratos da fundação será feita gradualmente, após ato do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviço Público.

Blog do BG PB

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