Reunião aconteceu na Granja Santana (Foto: Reprodução/José Marques/Secom-PB)
Representantes do Banco Mundial e o governador João Azevêdo (PSB) se reuniram nesta quinta-feira (5), na Granja Santana, em João Pessoa, para discutir detalhes da assinatura do contrato e da ordem de serviço da adutora do Cariri. A obra vai receber R$ 400 milhões em investimentos, com recursos financiados pelo banco, e, após pronta, beneficiar mais de 1 milhão de paraibanos.
O encontro também serviu para que os representantes do banco acompanhassem como anda a execução do financiamento no valor de US$ 127 milhões e mais US$ 80,2 milhões de recursos próprios do Estado.
“A avaliação do Banco Mundial é que a Paraíba deu, verdadeiramente, passos importantes para a concretização de um grande projeto de segurança hídrica que envolve mais de 200 milhões de dólares”, falou o governador João Azevêdo.
Pelo Banco Mundial, a gerente de operações do banco no Brasil, Sophie Naudeau, afirmou que vê de forma positiva o andamento dos projetos financiados na Paraíba e que a perspectiva do estado melhora, podendo gerar novas parcerias.
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (5) a Operação ‘Scheme’, com o objetivo de investigar fraudes na emissão de cartões de crédito. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços de dois investigados.
A Delegacia de Repressão à Crimes Cibernéticos descobriu que um empresário era usuário dos cartões irregulares, além de duas outras pessoas que também podem ter envolvimento no esquema criminoso.
As investigações iniciaram após um cruzamento de dados da Caixa Econômica Federal. A ação identificou que alguns cartões de crédito, em nome de titulares dos mais diversos locais do país, haviam sido emitidos e alguns utilizados por criminosos em João Pessoa e Cabedelo.
Os suspeitos pegavam dados de pessoas aleatórias na internet e com esses dados emitiam cartões de crédito. Ele monitoravam o envio e conseguiam receber o cartão no lugar do titular, utilizando no comércio e causando o prejuízo.
Os investigados podem responder por furto qualificado mediante fraude cometido por meio de dispositivo eletrônico ou informático.
Uma operação policial conjunta deflagrou na manhã desta quinta-feira (5) a operação ‘Indignus’, que investiga desvio de recursos públicos no Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana em João Pessoa. Os crimes teriam acontecido por meio da falsificação de documentos e pagamento de propinas a funcionários vinculados às entidades.
Estão sendo cumpridos onze mandados de busca e apreensão, sendo oito em João Pessoa-PB, um na cidade de Conde-PB e dois na cidade de São Paulo-SP.
As investigações apontam para uma confusão patrimonial entre os bens e valores de propriedade de pessoas jurídicas com um dos investigados. Há uma considerável relação de imóveis atribuídos, aparentemente de forma ilícita, quase todos de luxo.
As condutas indicam a prática de organização criminosa, lavagem de dinheiro, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.
A Força Tarefa é composta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado – GAECO do Ministério Público do Estado da Paraíba, pela Polícia Civil da Paraíba da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, pela Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba e pela Controladoria-Geral do Estado da Paraíba.
O ex-prefeito de Boqueirão, Carlos José, se envolveu em um acidente após ter sido vítima de um assalto, na noite desta quarta-feira (4). Ele voltava da zona rural de Barra de Santana para a cidade de Boqueirão, no início da noite.
Segundo informações, um carro de teria bloqueado a via, para tentar barrar a caminhonete de Cazé, que desviou e acabou capotando o carro. Ele está bem, em casa e teve alguns pertences levados pelos criminosos.
Carlos José foi prefeito de Boqueirão por dois mandatos e é filho do ex-deputado Carlos Dunga.
A Ordem dos Advogados do Brasil abriu um procedimento no Tribunal de Ética e Disciplina contra o advogado patoense José César Cavalcanti Neto, acusado de agredir uma mulher em um elevador residencial no bairro do Bessa, em João Pessoa. Ele também teve a carteira da OAB/PB suspensa.
“Este novo processo pode redundar, eventualmente, em até exclusão dos quadros da Advocacia e da OAB, após o devido processo legal”, afirmou o presidente da OAB/PB, Harrison Targino.
Já Janayna Nunes, presidente da Rede Sororidade da OAB/PB, informou que mais detalhes sobre os procedimentos internos transcorrem em sigilo, mas adiantou que agressores de mulheres não são bem vindos em na OAB/PB.
Investigação
A Polícia Civil da Paraíba analisa as imagens da câmera de segurança do elevador que registrou o momento da agressão. A delegada Cláudia Germana declarou que o crime foi informado por representantes do condomínio, nesta terça-feira (3).
O mesmo advogado também aparece em outro caso, no ano de 2019, quando a empresária Adriana Machado Bezerra, 43 anos, caiu do 9º andar de um edifício em João Pessoa. O corpo da empresária foi encontrado na parte da frente do prédio.
Adriana era bastante conhecida em Patos onde sempre morou, mas estava residindo em João Pessoa onde vivia com advogado José César Cavalcanti Neto, conhecido por “Zé Doido” na cidade.
Um exercício conjunto do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira (FAB), nesta quarta-feira (04) resultou em um grave acidente, deixando três paraquedistas feridos. Os detalhes não foram revelados mas, as causas do acidente devem ser investigadas pela corporação.
As vítimas que não tiveram as identidades reveladas sofreram fraturas nas pernas e nos braços. Felizmente, não há risco de morte.
Elas foram prontamente socorridas ao Hospital Antônio Targino, em Campina Grande.
Conhecida no passado como a capital do trabalho na Paraíba, Campina Grande vive um momento preocupante na economia. A Rainha da Borborema registra o pior saldo de emprego entre os 223 municípios no estado, entre janeiro a agosto, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Nos primeiros oito meses do ano, a Rainha da Borborema registra um saldo negativo de 979. Apenas em fevereiro, com saldo de 6, e agora em agosto, com saldo 392, a cidade positivou. O balanço de janeiro a agosto não leva em consideração a enxurrada de demissões promovidas pelo prefeito Bruno Cunha Lima na madrugada do último sábado.
Quem lidera a geração de emprego entre os municípios paraibanos é João Pessoa, com saldo de 4.658, seguido de Cajazeiras, com 1.222, Cabedelo com 781 e, Bayeux, com 626.
No saldo de todo estado, a Paraíba registra 9.042 novos postos, com 134.858 admissões ante 125.816 desligamentos.
Presidente da ALPB vê crise em Campina agravada pela PMCG e Braiscompany
O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba Adriano Galdino (Republicanos) comentou nessa segunda-feira (03/10) sobre a crise financeira e administrativa que atravessa o município de Campina Grande na gestão do prefeito Bruno Cunha Lima. Para Galdino, a situação delicada se agrava também pelo caso Braiscompany, empresa de criptomoedas acusada de um calote bilionário.
“Campina Grande tem uma coisa ainda apimentada aqui piorou ainda mais a crise que é a situação da Braiscompany, né? Porque aquele calote, talvez 60% daquele dinheiro eram de pessoas de Campina Grande. Saiu não sei quantos milhões, um milhão 600 milhões, só da economia local aqui de Campina Grande então a crise em Campina Grande até superior a outras cidades do Brasil. Realmente preocupante a crise das prefeituras e a crise também da cidade de Campina Grande que vai ser também pela crise da Prefeitura de Campina Grande”, avaliou Adriano.
O senador paraibano Veneziano Vital do Rego (MDB) criticou nesta quarta-feira (4) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a comercialização de plasma humano para o desenvolvimento de novas tecnologias e a produção de medicamentos.
“A CCJ do Senado vota nesta quarta-feira a PEC 10, que abre possibilidade para a venda de sangue humano no Brasil. Meu voto é NÃO e nossos esforços são para que a matéria não seja aprovada, considerando todos os malefícios que poderá acarretar e que já foram exaustivamente alertados por nós e por vários colegas senadores, além de profissionais médicos, Ministério da Saúde e diversas entidades da área da saúde do Brasil. Não à PEC 10. Sangue não é mercadoria!” disse Veneziano.
O texto da PEC altera o artigo 199 da Constituição, que dispõe sobre as condições e os requisitos para a coleta e o processamento de plasma, para permitir que isso seja feito pela iniciativa privada. Atualmente, a Constituição proíbe todo tipo de comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas, e a coleta e o processamento de materiais sanguíneos estão sob a responsabilidade da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás).
A proposta tem parecer favorável da relatora, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), que argumenta que a legislação brasileira sobre o assunto está atrasada, principalmente se comparada à de outros países, como Estados Unidos e Alemanha. Ela apresentou um substitutivo com alguns ajustes no texto, descartando a remuneração pela coleta de plasma, “com o objetivo de torná-lo mais claro, evitando que dê margem a interpretações equivocadas”.
O que diz o Ministério da Saúde
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que é contrário à remuneração ou à comercialização na coleta de sangue e plasma e destacou que alterações na lei exigem cautela e amplo debate, dada a importância ética.
“A prioridade neste momento é proteger a população e ter clareza quanto aos possíveis impactos negativos das mudanças nas doações voluntárias de sangue e no atendimento da população, principalmente aqueles que dependem de transfusão ou de medicamentos hemoderivados”, afirmou a pasta.
“Qualquer mudança que afete as doações voluntárias incorre em risco de desabastecimento nas emergências hospitalares e para quem precisa de transfusões regularmente. Inclusive, o caráter voluntário das doações é recomendado pela Organização Mundial da Saúde”, completa.
O incêndio na Serra de Santa Catarina está bem próximo de ser controlado. Uma força-tarefa conseguiu controlar o maior foco de fogo, impedindo que as chamas atingissem o parque estadual. Foram mapeados 32 focos de queimadas, espalhados em uma área de aproximadamente 270 hectares.
Os relatórios ainda demonstram que o incêndio florestal atingiu totalmente ou parcialmente 21 propriedades e posses rurais, sendo 12 no município de São José de Piranhas e nove em Nazarezinho.
Para aumentar a eficiência do trabalho, os brigadistas do PrevFogo ficarão acampados até que o fogo seja apagado. As equipes do Corpo de Bombeiros e do helicóptero Acauã vão realizar a entrega dos suprimentos para os brigadistas.
Os trabalhos permanecem ainda com a contribuição do Corpo de Bombeiros, Batalhão Ambiental e Grupo Tático Aéreo da Polícia Militar, além da equipe técnica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Sustentabilidade e brigadistas do Prevfogo/Ibama.
Até o momento, não houve registro de pessoas e nem animais de rebanho e silvestres machucados ou mortos.
O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, vereador Dinho (Avante) participou na tarde desta terça-feira (03), na sede da Fecomércio, de uma reunião com o presidente do órgão, Marcone Medeiros, além dos presidentes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de João Pessoa, Nivaldo Vilar e do Sintur – JP, Isaac Júnior para tratar sobre um plano de ação para o Centro de João Pessoa.
Na oportunidade, o presidente da CMJP, vereador Dinho, apresentou o plano de ação com quatro eixos em prol da revitalização do Centro, sendo eles: apresentação de lei criando a gratuidade progressiva do sistema de estacionamento “Zona Azul” para quem comprar nas lojas do Centro; intermediação de acordo para a gratuidade nos ônibus para quem efetuar compras no Centro; melhoria da segurança pública nas ruas da área e busca de incentivos fiscais para quem permanecer e para quem queira empreender na região central da cidade.
“A reunião foi muito importante para apresentar medidas que podem ser adotadas para ajudar a incentivar a recuperação e a preservação do Centro Histórico que precisa ter um olhar de atenção das autoridades. Estamos perdendo o Centro da cidade para a praia e isso pode ser observado de uns 20 anos para cá. Há um abandono do Centro, através da diminuição do comércio e precisamos criar incentivos e projetos que atraiam novamente a economia para essa área central. A Câmara de João Pessoa está fazendo a sua parte, procurando as pessoas e as autoridades responsáveis para dialogar e intermediar essa melhoria do Centro da cidade”, afirmou o presidente da CMJP, vereador Dinho.
O presidente da CDL João Pessoa, Nivaldo Vilar, disse que ficou bastante satisfeito com a iniciativa do presidente da Câmara de João Pessoa de apresentar medidas que buscam ajudar os demais órgãos que estão na luta pela revitalização do Centro de João Pessoa. “O Centro precisa de ajuda e necessitamos de todos aqueles que possam e tenham força para fazer alguma coisa. Na última audiência pública realizada pela CMJP que tratou sobre o assunto já discutimos essas e outras questões relacionadas à área central, mas ficamos muito felizes com a iniciativa do presidente Dinho de tomar a frente para tentar resolver as questões cruciais para que o Centro de João Pessoa tenha a pujança para trazer de volta os comerciantes e as pessoas que se afastaram”, acrescentou.
Por sua vez, Marcone Medeiros, presidente da Fecomércio destacou a reunião como muito proveitosa para ouvir as instituições que estão e vivem no Centro, reconhecendo as dificuldades, principalmente, relacionadas à manutenção de patrimônios existentes. “Patrimônios antigos que estão atravessando momentos difíceis e precisam de espaços e hoje precisamos de empresas e pessoas para habitar essa área central. Temos certeza que a partir dessa reunião com a condução do presidente da CMJP, chegaremos a um ponto de equilíbrio para que possamos achar uma solução”, concluiu.
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