
Um agente da Polícia Federal foi encontrado morto em um quarto de hotel na cidade de Epitaciolândia, no interior do Acre na tarde desta terça-feira (10). O corpo de Tálito Borges Brito, de 34 anos, natural de Campina Grande, foi achado com marcas de tiros.
De acordo com a PF, a vítima havia passado no concurso da instituição foi empossado no dia 21 de setembro na Superintendência de Rio Branco, capital acreana.
Tálito possuía graduação em Meteorologia pela Universidade Federal de Campina Grande – UFCG. Era graduando em Ciências Aeronáuticas pela Escola Superior de Aviação Civil – ESAC e tinha experiência no ensino de Física e Matemática do Ensino Médio.
A polícia ainda não sabe a motivação do crime.
Em nota, a Polícia Federal lamentou o falecimento do jovem:
Nota de Pesar – Tálito Borges Brito
A Polícia Federal manifesta seu profundo pesar em razão do falecimento do agente de Polícia Federal Tálito Borges Brito, ocorrido nesta terça-feira (10/10).
Natural de Campina Grande/PB, Tálito ingressou na Polícia Federal no último dia 21 de setembro, lotado na Delegacia em Epitaciolândia/AC.
A Polícia Federal manifesta suas sinceras condolências e solidariedade aos familiares e amigos enlutados.
Portal Correio
Foto: Divugalção/APCF



O ex-diretor do Hospital Padre Zé, Padre Egídio Carvalho, teria desviado cerca de R$ 13 milhões em empréstimos feitos utilizando o nome da unidade hospitalar. As informação foi revelada durante uma coletiva na manhã desta terça-feira (10).
De acordo com o novo diretor do hospital, Padre George Batista, as movimentações financeiras foram feitas junto ao Banco Santander e a Caixa Econômica.
“Existem dois empréstimos na Caixa e no Santander feitos entre o ano passado e esse ano. No Santander, é de R$ 600 mil e na Caixa aproximadamente R$ 12,4 milhões. O empréstimo foi feito na antiga gestão [Padre Egídio]. Somando tudo dá cerca de R$ 13 milhões. Para onde foi esse dinheiro? A Força-Tarefa está investigando e no período certo vai revelar”, afirmou.
George ainda revelou que, por causa do empréstimo, era descontado R$ 250 mil de uma verba do Sistema Único de Saúde (SUS), o que provocou um rombo que ultrapassa os R$ 3 milhões.
Foto: MPPB
Crédito: Anadolu Agency/Getty Images
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