Em junho, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que os cientistas continuassem pesquisando todas as possíveis origens da pandemia de Covid-19, incluindo a teoria de um vazamento de laboratório.
Dois estudos recém-publicados adotaram abordagens totalmente diferentes, mas chegaram à mesma conclusão: o mercado de frutos do mar de Huanan em Wuhan, na China, foi provavelmente o epicentro do coronavírus.
Os estudos foram divulgados on-line como pré-prints em fevereiro, mas agora passaram por revisão por pares e foram publicados nesta terça-feira (26) na revista Science.
Em um deles, cientistas de todo o mundo usaram ferramentas de mapeamento e relatórios de mídia social para fazer uma análise espacial e ambiental.
Eles sugerem que, embora as “circunstâncias exatas permaneçam obscuras”, o vírus provavelmente estava presente em animais vivos vendidos no mercado no final de 2019.
Muito se sabe sobre diversos impactos negativos na saúde causados pelo excesso de álcool, como risco para doenças hepáticas e cardiovasculares. Porém, até então era difícil avaliar o impacto no envelhecimento do organismo, devido à falta de métodos capazes de estimar esse efeito. Agora, um novo estudo conduzido por pesquisadores do Departamento de Saúde da População da Universidade de Oxford, no Reino Unido, utilizou métodos de análise genética e conseguiram comprovar que o consumo excessivo de álcool realmente acelera o envelhecimento biológico do corpo.
O estudo foi publicado nesta terça-feira na revista científica Molecular Psychiatry. Os cientistas avaliaram informações de mais de 245 mil britânicos por meio do banco de dados UK Biobank. Os resultados mostraram que o consumo além do recomendado de bebidas alcoólicas promove danos ao DNA dos telômeros, estruturas que envolvem a parte final dos cromossomos, protegendo-os de danos. Esse efeito é nocivo uma vez que os cromossomos são localizados no núcleo das células e guardam o material genético.
Os danos observados levaram à redução do comprimento dos telômeros, o que é considerado um indicador de envelhecimento biológico. Isso porque cerca de 50 a 100 bases de DNA dos telômeros são perdidas cada vez que uma célula se replica, um processo que é contínuo no decorrer dos anos. Quando os telômeros se tornam exacerbadamente curtos, as células não conseguem mais se dividir e podem morrer.
“Esses achados apoiam a sugestão de que o álcool, particularmente em níveis excessivos, afeta diretamente o comprimento dos telômeros. Telômeros encurtados têm sido propostos como fatores de risco que podem causar uma série de doenças graves relacionadas à idade, como a doença de Alzheimer”, explica a autora líder do estudo Anya Topiwala, pesquisadora de Oxford, em comunicado.
A Rússia e a Ucrânia devem assinar um acordo nesta sexta-feira (22) que garantirá a reabertura dos portos ucranianos no Mar Negro. A iniciativa visa retomar a exportação de grãos e combater a escassez global de alimentos.
“A cerimônia de assinatura do acordo de embarque de grãos, na qual o presidente [da Turquia] Recep Tayyip Erdogan e o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, estarão presentes, será realizada com a participação da Ucrânia e da Rússia”, disseram autoridades turcas nesta quinta-feira (21).
Em um vídeo publicado nos seus perfis em redes sociais, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que “aguarda novidades” vindas da Turquia sobre o desbloqueio de exportações nos portos do país.
A Rússia não se pronunciou sobre o acordo. Moscou nega qualquer responsabilidade no agravamento da crise alimentar e atribui às sanções ocidentais.
Desde o começo da guerra, em 24 de fevereiro, mais de 20 milhões de toneladas de grãos ucranianos foram bloqueados pelas forças russas. A interrupção na cadeia desencadeou uma crise global, aumentando o preço dos alimentos e deixando os países mais pobres sem comida.
A primeira rodada de negociações foi realizada na semana passada, mas não houve avanços, mas o secretário-geral da ONU, António Guterres espera que o acordo se concretize nesta sexta.
Boris Spassky, nascido na União Soviética, não era apenas um grande enxadrista, mas um dos protagonistas do Match do Século: a disputa do campeonato mundial de 1972 entre ele e Bob Fischer.
As 21 partidas que acabaram por coroar o americano, representavam muito mais do que a soberania no jogo, mas carregavam o contexto bélico da Guerra Fria e posteriormente inspiraram incontáveis enredos e narrativas sobre o evento. Entre eles, a famosa série da Netflix: “O Gambito da Rainha”.
Para os aficionados do xadrez, o contexto geopolítico atual pode ser facilmente comparado ao match de 72, assim como à própria estratégia que dá o título a série: O Gambito da Rainha. A estratégia consiste em taticamente permitir que o oponente capture seu peão no início da partida. Se este for o caso, uma grande fragilidade é aberta no jogo do adversário.
Muito se falou nas sanções que os países do ocidente impuseram sobre a Rússia. Isto é, após o avanço russo na Ucrânia, houve uma coordenação massiva para que se afogasse o país em uma crise econômica, buscando parar de consumir produtos russos e restringir o acesso do país ao sistema bancário internacional. Isto, contudo, abriu uma fragilidade gigante e menos mencionada no tabuleiro do ocidente: o gás natural.
Apesar de não ser segredo que a commodity russa seja largamente utilizada no continente Europeu, líderes persistentemente diminuíram o problema. Asseguraram que havia alternativas ao insumo russo e que não seria do interesse do Kremlin interromper o fornecimento de gás. Contudo, assim como Spassky, a Rússia também parece ter a tendência para um jogo agressivo e ofensivo. A cada dia limita um pouco mais o acesso da União Europeia à commodity, que é essencial para o aquecimento domiciliar e na indústria química.
Peças no tabuleiro
Diante da abertura do conflito, os Estado Unidos e a União Europeia buscaram gradualmente impor sanções sobre o comércio dos bens russos. A Rússia viu uma grande desvalorização de todos os seus ativos financeiros, uma vez que havia a perspectiva da saída de capitais e o congelamento das reservas do país.
Neste sentido, uma das primeiras respostas do Kremlin foi o controle de capitais e a determinação de que o gás russo fosse comprado em rublos. Desta forma, a moeda do país ganhou estabilidade e estancou a desvalorização. E mais: com a guerra, a incerteza sobre a oferta de combustíveis fósseis fez com que o preço de commodities aumentasse significativamente, melhorando a conta-corrente do país. Isto, por sua vez, até gerou uma apreciação do Rublo.
Incapazes de parar a Rússia, a próxima jogada do ocidente foi de sancionar o petróleo advindo de lá. Neste caso, o movimento não veio sem sacrifícios, uma vez que o petróleo russo também é amplamente consumido na União Europeia. Contudo, a medida foi neutralizada: a Rússia buscou um alinhamento geopolítico com países asiáticos, garantindo o escoamento do petróleo deixado de lado pelos europeus.
Observa-se até uma certa hipocrisia: há evidências de que países europeus vêm consumindo petróleo de países asiáticos que, por sua vez, adquiriram este petróleo da própria Rússia.
Xeque: Termos de troca Europeus afundam e o déficit comercial se torna uma realidade
Com a estabilização das cadeias produtivas e a normalização do setor de serviços após os anos de COVID, o continente europeu estava, no início de 2022, prestes a vivenciar um bom período de crescimento. Com a guerra e com a decisão de impedir a entrada de bens energéticos russos, o custo da energia explodiu e as projeções de atividade foram declinando significativamente.
Essa queda vem de dois motivos: uma atividade mais fraca na China, que inibe exportação de bens manufaturados europeus, e ao orçamento mais apertado da economia, ao ter que despender mais recursos nas contas de energia e combustíveis. Ou seja, se por um lado cai o lucro operacional das empresas que, se não conseguirem repassar custos ao consumidor, são forçadas a pararem a produção. Por outro, há um aumento sem precedentes do custo de vida do europeu, que ao ter que despender significativamente mais em energia, acaba tendo que conter o seu consumo de outros bens daqui em diante.
Desta forma, com termos de troca chegando a níveis historicamente baixos, a deterioração persistente do câmbio vai se tornando cada vez mais inevitável.
Mate em dois trimestres: Interrupção de gás para o velho continente sufoca crescimento
A União Europeia não parou de cometer deslizes no tabuleiro. Desde menções a limites de preços nos combustíveis, que são infactíveis, pois dependem do ofertante e da coordenação com outros compradores, até subsídios a preços, que apenas colocam mais pressão sobre a demanda de fontes primárias de energia. Não por acaso, o déficit em conta-corrente europeu só piorou. Em contrapartida, com a apreciação das commodities energéticas e com as restrições de importação, o déficit russo só melhorou.
O último movimento europeu, contudo, que deve levar à derrocada da União Europeia veio da decisão unilateral de parar gradualmente o consumo de gás russo em dois terços até o fim do ano. Este foi, particularmente, um movimento destinado ao fracasso, pois deu o sinal claro para a Rússia de que se pretendia alcançar independência energética. Nessa disputa, portanto, seria completamente irracional manter a oferta de gás e esperar pacientemente o continente europeu fazer uma transição suave.
Assim, veio o movimento russo de cortar gás para a Europa com objetivo claro: usar ao máximo o poder de barganha que a posição superavitária em energia concede. Qual a implicação? Um possível apagão de gás que, por sua vez, afeta a confiança, inibe crédito para empresas e deve afetar a atividade da indústria.
Para PIB, a relação que estimamos é de que para a cada 1% de queda no consumo de energia temos de 0.6% de queda de atividade (outros estudos apontam quedas de até 1% para cada 1% de queda de consumo de energia). O que cálculos mostram é que as medidas de substituição de gás podem suprir três quartos dos fluxos vindos da Rússia.
Se a Rússia continuar enviando a mesma quantidade de energia no inverno que envia agora, que é próximo a 33% do que enviava em 2019, a queda de atividade seria aproximadamente de 0.7% a 1.3% do PIB. Se a redução for total, o impacto pode chegar a algo entre 1.6% e 3.3% do PIB europeu.
O mate, por fim, vem no inverno, em dois trimestres, quando incapacidade de fazer reservas de gás e a alta necessidade de aquecimento colocam a economia europeia na encruzilhada: se as temperaturas forem rigorosas, os governos serão forçados parar a indústria para garantir o consumo domiciliar.
Assim como no xadrez, a derrota da União Europeia não vem do acaso. A atividade fraca é autoimposta por más decisões sequenciais, que foram tomadas por autoridades comprometidas com narrativas ingênuas. Além disso, tal comportamento parece estar no seio de cada administração do bloco, o que, portanto, ainda deve levar um longo período de crise no velho continente. Desta forma, seguimos vendidos em moedas europeias e aplicados em juros.
O primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, apresentou sua renúncia nesta quinta-feira (21), depois que seu governo de coalizão de unidade nacional entrou em colapso.
Draghi “reiterou sua renúncia e a do Executivo que chefia”, disse a presidência em um breve comunicado, especificando que “foi informada” da decisão e que ele permanecerá no cargo por enquanto para “dirigir os assuntos atuais”.
Agora, caberá ao presidente do país, que é o chefe de Estado, abrir um processo para a escolha de um novo premiê para o país — seguindo as normas de democracias parlamentares, caso da Itália. Para isso, o país deve realizar eleições antecipadas para a primeira ou segunda semana de outubro.
Muito aplaudido nesta quinta-feira (21) na Câmara dos Deputados, Draghi solicitou de imediato a suspensão da sessão para se deslocar ao palácio presidencial do Quirinal, onde chegou pouco depois das 09h15 locais (04h15 em Brasília) para comunicar a sua “decisão” ao presidente Sergio Mattarella.
Uma conclusão esperada depois que o Forza Italia, o partido de direita de Silvio Berlusconi, a Liga, o partido de extrema-direita de Matteo Salvini e o partido antissistema Movimento 5 Estrelas (M5E) se recusaram a participar de um voto de confiança solicitado na quarta-feira (20) pelo primeiro-ministro no Senado.
O serviço meteorológico do Reino Unido declarou pela primeira vez “alerta vermelho” por conta da previsão de termômetros se aproximando dos 40°C nesta terça-feira (19). Caso a temperatura passe de 38,7°C será um recorde na ilha que abriga Inglaterra, Escócia e País de Gales.
Nesta segunda-feira (18), as pistas de dois aeroportos de Londres foram fechadas por conta de deformações provocadas pelo calor extremo. O terminal de Luton ficou fechado por duas horas para um reparo no asfalto e 14 voos foram atrasados ou cancelados. Problemas também foram registrados na base aérea de Brize Norton.
O sistema de transportes por trilhos também foi afetado. O número de viagens metroviária e ferroviária na capital britânica foi reduzido por conta da possibilidade de deformação dos trilhos.
A onda de calor que atinge a Europa não deve dar uma trégua tão cedo. Com prédios sem aparelhos de ar-condicionado e construídos pra reter o calor, as autoridades se preocupam com os mais idosos e o risco de desidratação. Autoridades de saúde de Portugal e da Espanha já contabilizam 1.100 mortes desde o início do período mais quente no verão no Hemisfério Norte.
Na França, a região de Nantes registrou temperatura de 42°C, um recorde para o país. Bombeiros atuam para conter os incêndios florestais que destroem regiões inteiras. Cerca de 14 mil francês deixaram os imóveis para fugir da chamas.
A onda de calor deve continuar ao longo da semana, o que preocupa autoridades. O Reino Unido colocou o serviço de ambulâncias de prontidão, enquanto os países ibéricos recomendam que a população fique em casa durante o horário de maior exposição solar.
Durante uma coletiva de imprensa na última sexta-feira (15), o presidente do México, Manuel Lopez Obrador, afirmou que o ex-presidente Lula foi preso injustamente.
O político mexicano ainda afirmou que o seu aliado petista “é uma benção para o Brasil”.
Confira:
Presidente do México diz que Lula foi preso injustamente. “Inventaram crimes”.
Manuel López Obrador afirmou que seu aliado petista é “uma benção para o Brasil” durante coletiva de imprensa na sexta-feira (15). pic.twitter.com/iBVUjoZaQb
O presidente mexicano já havia comemorado em março de 2021 a anulação das penas de prisão contra Lula no âmbito da operação Lava Jato e voltou a citar o tema.
Elon Musk entrou com um recurso na sexta-feira contra o pedido do Twitter para acelerar o julgamento sobre o plano de encerramento do acordo de compra da empresa de rede social por 44 bilhões de dólares.
Os advogados de Musk, em documentos arquivados na Corte da Chancelaria de Delaware, disseram que o “pedido injustificável” do Twitter para levar o caso de fusão a julgamento em dois meses deve ser rejeitado.
Este é o movimento mais recente do que promete ser um grande confronto legal entre Twitter e Musk. A empresa com sede em São Francisco está tentando resolver meses de incerteza sobre seus negócios, enquanto Musk tenta se afastar do acordo pelo o que ele diz ser um problema de “bot de spam” do Twitter.
O Twitter processou Musk na terça-feira por violar o acordo de compra da plataforma de mídia social, pedindo ao tribunal de Delaware que ordene à pessoa mais rica do mundo a concluir a fusão ao preço acordado de 54,20 dólares por ação.
A empresa solicitou que o julgamento começasse em setembro, uma vez que o acordo de fusão com Musk termina em 25 de outubro.
“O pedido repentino do Twitter por mais velocidade após dois meses de demora e ofuscação é a tática mais recente da empresa para encobrir a verdade sobre as contas de spam por tempo suficiente até levar os réus ao arquivamento”, disse o documento.
Os advogados de Musk argumentaram que a disputa sobre contas falsas e de spam é fundamental para medir o valor do Twitter e extremamente intensiva em fatos e especialistas. Eles disseram que isso exigirá um tempo substancial de investigação e solicitaram uma data de julgamento em ou após 13 de fevereiro do próximo ano.
A estrutura de financiamento da dívida assinada pelos bancos para a aquisição da plataforma por Musk expira em abril de 2023, o que significa que se o julgamento começar em fevereiro e não terminar em abril, o acordo pode sucumbir.
O Twitter se recusou a comentar o movimento mais recente de Musk.
A inflação dos Estados Unidos subiu 1,3% em junho e atingiu 9,1% no acumulado de 12 meses. O CPI (índice de preços ao consumidor, na sigla em inglês) atingiu o maior nível desde novembro de 1981, quando estava em 9,6%.
O percentual de alta mensal acelerou em relação a maio (+1%). Segundo os dados oficiais norte-americanos, o índice de energia subiu 7,5% no mês e contribuiu com quase metade da inflação do país.
Dentro do índice de energia, a gasolina teve alta de 11,2%. A alimentação teve alta de 1% em junho. Excluindo energia e alimentação e energia, o CPI avançou 0,7% no mês.
A inflação do Brasil deve cair e se aproximar da taxa norte-americana no acumulado de 12 meses. Atualmente, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 11,89% no acumulado de 12 meses até junho, o que é 2,79 pontos percentuais abaixo do índice norte-americano.
O mercado espera uma desaceleração da taxa brasileira por causa das consecutivas altas da taxa Selic em 2021 e 2022. Além disso, agentes apostam que haverá deflação no IPCA em julho por causa da queda dos preços dos combustíveis.
Possivelmente, os índices dos 2 países devem ficar parecidos nos próximos meses, como setembro e outubro.
O relatório World Population Prospects 2022, da Organização das Nações Unidas (ONU), aponta que a população mundial deve chegar a 8 bilhões em 15 de novembro deste ano. O estudo divulgado nesta segunda-feira (11/7) prevê ainda que a Índia vai se tornar o país mais populoso do mundo no ano que vem, ultrapassando a China.
Fome atingiu 828 milhões de pessoas em 2021, aponta relatório da ONU
O levantamento foi baseado em censos reunidos entre 1950 e 2022, de 237 países. Para os próximos anos, a estimativa é de que a população mundial atinja os 8,5 bilhões de pessoas em 2030; 9,7 bilhões em 2050; e 10,4 bilhões em 2100.
De acordo com a ONU, até 2050 mais da metade do crescimento estará concentrado em apenas oito países: República Democrática do Congo, Egito, Etiópia, Índia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e República Unida da Tanzânia.
Ainda segundo o relatório, os 46 países menos desenvolvidos do mundo estão entre os que mais crescem. Nessas regiões, é esperado que a população dobre de tamanho entre 2022 e 2050.
Fertilidade e mortalidade
O relatório apontou que entre os países menos desenvolvidos, a expectativa de vida ficou 7 anos atrás da média global, ocasionada principalmente pelos elevados índices de mortalidade infantil e materna, além da violência e o impacto do HIV.
As regiões com maior índice de fertilidade em 2021 foram a África subsaariana — 4,6 nascimentos por mulher; Oceania, excluindo Austrália e Nova Zelândia (3,1); norte da África e Ásia Ocidental (2,8); e Ásia Central e Meridional (2,3).
Países da África Subsaariana, América Latina e Caribe registram altos casos de gravidez precoce, com potencial consequência na saúde das jovens mães e seus filhos. Segundo o levantamento, em 2021, cerca de 10% da população mundial nasceram de mães com menos de 20 anos.
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