O presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou na manhã deste domingo (18) à cidade de Londres, para acompanhar as cerimônias de despedida de Elizabeth II. Ao lado da primeira-dama, Bolsonaro visitou o caixão da rainha em Westminster Hall.
Em seguida, o presidente assina o livro de condolências.
Está previsto ainda um encontro com o rei Charles III, o soberano realiza recepção com líderes e autoridades estrangeiras como o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e da França, Emmanuel Macron.
Bolsonaro chegou à casa do embaixador brasileiro em Londres por volta das 10h da manhã, pelo horário local, 6h em Brasília. O presidente foi recebido por um grupo de cerca de 100 apoiadores, com bandeiras do Brasil.
A comitiva do presidente inclui a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia, o ex-secretário de Comunicação do governo Fabio Wajngarten, além dos filhos Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro.
Ídolo do futebol inglês, David Beckham recusou oferta para “furar” fila quilométrica em velório de Rainha Elizabeth II. O ex-jogador esperou mais de 12 horas para prestar homenagem à monarca ao lado de milhares de cidadãos ingleses e turistas no Westminster Hall, em Londres.
De acordo com o jornal inglês Daily Mail, David Beckham recebeu um convite de um deputado inglês para levá-lo direto ao local onde o corpo da rainha está sendo velado.
Inspirado em seu falecido avô, um monarca convicto, preferiu esperar chegar a sua vez na fila. Aos 47 anos, nem mesmo o título de Sir, condecorado pela própria rainha, o fez aceitar a oferta e a ter regalias. Beckham se alimentou de donuts e salgadinhos, além de beber água e café para se manter de pé.
Foram 8 quilômetros de fila. Com terno e óculos escuros preto, o astro, mesmo cansado, aceitou tirar fotos com fãs após prestar as suas condolências.
No dia da morte da Rainha, o jogador chegou a escrever um texto de homenagem em seu perfil no Instagram.
– O quão devastados nós todos ficamos pela morte mostra o quanto ela significa como pessoa neste país e ao redor do mundo – David escreveu.
A polícia londrina prendeu um homem que tentou se aproximar do caixão da rainha Elizabeth II na noite da última sexta-feira (16), em Westminster Hall.
Segundo o jornal “The Guardian”, o homem, cujo nome não foi revelado, saiu da fila e conseguiu atravessar a área isolada para o caixão. Rapidamente, guardas que estavam no local conseguiram detê-lo, derrubando-o no chão.
“Por volta das 22h de sexta-feira, oficiais do Comando Parlamentar e de Proteção Diplomática detiveram um homem em Westminster Hall após um distúrbio. Ele foi preso por um crime sob a Lei de Ordem Pública e está atualmente sob custódia”, disse a Polícia Metropolitana.
Fila para visitar o caixão
A rainha Elizabeth II faleceu no dia 8 de setembro, aos 96 anos. O caixão está sobre um catafalco roxo, no topo de um pedestal, coberto pelo estandarte real, a coroa imperial e o cetro, que são símbolos do poder da monarquia britânica.
Em Londres, milhares de pessoas prestaram a última homenagem à rainha em Westminster Hall, a parte mais antiga do Parlamento britânico.
Após participar da Assembleia-geral da Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, nos Estados Unidos, na próxima terça-feira (20) o presidente Jair Bolsonaro (PL) vai se encontrar com os presidentes da Polônia, Sérvia, Guatemala e do Equador. Bolsonaro também deve se encontrar com o secretário geral da ONU, António Guterres.
A previsão é de que o presidente chegue a Nova Iorque na segunda-feira, 19, depois de comparecer ao funeral da rainha Elizabeth II, em Londres, no Reino Unido. O único país da União Europeia contemplado na série de encontros reservados em Londres é a Polônia.
O Palácio do Itamaraty informou que a falta de reuniões com líderes das principais potências econômicas, como Estados Unidos e outros membros da União Europeia, é devido ao pouco tempo que o presidente Bolsonaro passará em Nova Iorque. Ainda assim,o Ministério das Relações Exteriores não descarta a possibilidade de outros encontros em Londres.
Pela tradição, o presidente brasileiro é o primeiro a discursar na Assembleia-geral da ONU. Esta será a terceira vez que Bolsonaro participará do evento. O discurso dele deve durar de 10 a 15 minutos. Entre os temas sugeridos pela diplomacia brasileira para a fala do presidente estão o momento pós-pandemia da Covid-19 e o conflito bélico na Ucrânia, mas a decisão final de acatar ou não as sugestões é de Bolsonaro.
Em 2019, Bolsonaro não teve reuniões bilaterais no encontro. No ano passado, encontrou-se com o então primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e com o presidente da Polônia, Andrzej Duda, com quem estará mais uma vez na próxima semana. O Itamaraty não informou se houve um pedido de reunião com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ou com outros líderes europeus.
A fila de espera para dar o último adeus a Rainha Elizabeth II ultrapassou os 8 km e precisou ser fechada. O tempo estimado de espera passa de oito horas.
O caixão está em uma plataforma elevada, coberto com o Estandarte Real, que carrega a Coroa Imperial do Estado, o Orbe e o Cetro e flores brancas com folhagens.
Mais de 1.000 auxiliares prestam apoio e distribuem água para aqueles que esperam para ver o caixão da rainha.
Na última quarta-feira (15), cerca de 75 mil pessoas esperavam para entrar no Westminster Hall. Há quem enfrentou chuva e dormiu na calçada para garantir a posição na fila, que se estendeu por quatro quilômetros.
O governo estima que cerca de 750 mil pessoas devem entrar para ver o caixão da rainha.
A longeva monarca, que morreu em 8 de setembro, recebe homenagens e despedidas no mundo inteiro e, especialmente, na sua terra natal.
O caixão com o corpo da rainha foi levado em cortejo na manhã de quarta-feira (14), do Palácio de Buckingham até o parlamento do Reino Unido, onde ficará exposto ao público até segunda-feira (19). Depois, o corpo será transportado até a Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor, onde será realizado o enterro.
Chefes de Estado e outros altos dignitários estrangeiros serão convidados a se reunir no Royal Hospital, uma casa de repouso para ex-militares no oeste de Londres, e “seguir em grupos para a Abadia de Westminster” antes do funeral, disse uma autoridade do Palácio de Buckingham.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) vai se encontrar com rei Charles III no funeral da rainha Elizabeth II. Bolsonaro deixa o Brasil a caminho do Reino Unido no próximo sábado (17). No dia seguinte, domingo (18), haverá uma recepção oferecida pelo novo monarca.
Este não será o primeiro encontro entre as autoridades, que também se reuniram em 2019, quando Charles era príncipe. De acordo com a equipe de Bolsonaro, há espaço para que os dois tratem, em especial, da questão ambiental — alvo de atenção por parte do rei.
Um dos interesses do presidente deve ser falar sobre a oportunidade de atrair investimentos para a região da Amazônia. Além disso, Bolsonaro também pretende mencionar planos para afastar quem comete crimes na região.
O funeral da monarca ocorre na segunda-feira (19). Depois de participar da solenidade, o chefe de Estado brasileiro embarca para Nova York, onde participará da abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), na terça-feira (20).
A agência espacial norte-americana (Nasa) anunciou, nessa segunda-feira (12), que vai tentar lançar, pela terceira vez, o novo foguete lunar SLS em 27 de setembro. A janela de lançamento vai abrir às 11h37 (hora local), durante 70 minutos, com o fim da missão programado para 5 de novembro.
Uma segunda janela está agendada para 2 de outubro, informou a Nasa. Na semana passada, a agência disse que esperava lançar o SLS em 23 ou 27 de setembro.
O lançamento do foguete SLS em 27 de setembro depende de uma anulação especial que a Nasa terá de obter para evitar testar novamente as baterias de um sistema de destruição de emergência do foguete, caso se afaste da trajetória em direção a uma área povoada.
Se a agência não obtiver a anulação, o foguete terá de regressar ao hangar, o que atrasará o calendário de lançamento durante várias semanas.
Desde 17 de agosto, o equipamento está na plataforma de lançamento.
O SLS, de 98 metros de altura, é o mais potente foguete da Nasa com o qual os Estados Unidos pretendem levar novamente astronautas para a órbita da Lua, em 2024, e para a superfície em 2025, um ano depois do previsto.
Apenas astronautas norte-americanos, 12 ao todo e todos homens, pisaram a Lua. A última vez foi em dezembro de 1972.
Problemas técnicos, como fugas de combustível e falta de arrefecimento de um dos motores principais, impediram a decolagem do SLS por duas vezes, em 29 de agosto e 3 de setembro.
Assim como o SLS, a nave Orion, acoplada ao foguete no topo, ficou em terra. O voo, sem tripulação, serviria para testar o desempenho e a segurança da nave na órbita da Lua antes de levar astronautas.
A Orion tem o maior escudo térmico já criado e foi projetada para permanecer no espaço mais tempo do que qualquer outra nave para astronautas, sem acoplar a uma estação espacial.
Diferentemente do foguete SLS – que não é reutilizável, a nave Orion é parcialmente reutilizável.
O voo de teste do SLS faz parte da primeira missão do novo programa lunar americano Artemis, com o qual a Nasa espera “estabelecer missões sustentáveis” na Lua a partir de 2028, a fim de enviar posteriormente astronautas a Marte.
Em 2025, se as datas não mudarem mais uma vez, os Estados Unidos querem colocar na Lua a primeira astronauta mulher e o primeiro astronauta negro.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou que irá à Inglaterra para participar do funeral da rainha Elizabeth II, marcado para 19 de setembro.
Mais longeva monarca britânica da história, que passou 70 anos no trono, Elizabeth II morreu na quinta-feira (8), aos 96 anos de idade, no castelo de Balmoral, na Escócia. A rainha foi sucedida no trono por seu filho mais velho, proclamado rei Charles III.
O ministro das Relações Exteriores, Carlos Alberto França, informou que o convite a Bolsonaro chegou no sábado (10) à embaixada do Brasil em Londres. Bolsonaro, que é candidato à reeleição, pediu para confirmar a sua presença e a da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Fontes da embaixada do Reino Unido confirmam ao blog que o governo britânico já recebeu o sinal verde da ida de Bolsonaro ao funeral. O Funeral de Estado de Elizabeth II está marcado para 19 de setembro, segunda-feira, na Abadia de Westminster. Na sequência, o corpo da monarca será enterrado no Castelo de Windsor.
O Itamaraty já prepara a viagem. Uma equipe de protocolo do governo brasileiro deve viajar nesta semana para Londres. O Palácio do Planalto planeja a logística da viagem do presidente, já que na terça-feira, 20 de setembro, dia seguinte ao funeral, Bolsonaro discursará em Nova York (EUA) na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).
A morte da rainha Elizabeth II acabou obrigando William e Harry a retomar o diálogo. Os irmãos se distanciaram após o filho mais novo do rei Charles III abdicar de suas funções reais. Ao lado de suas mulheres, eles receberam as condolências dos súditos no Castelo de Windsor no último sábado, 10.
Segundo informações do jornal The Times, o reecontro entre William, Kate, Harry e Meghan aconteceu após uma ordem de Charles. “O [novo] Príncipe de Gales [William] convidou o Duque e a Duquesa de Sussex [Harry e Markle] para acompanhá-los [no passeio nos portões do Castelo de Windsor]”, afirmou uma fonte da publicação britânica.
“Foi consenso que seria uma demonstração importante de união em torno da Rainha em um momento de imensa dificuldade para a família”, completou.
A negociação durou em torno de 45 minutos e também teve a ajuda de Peter Philips, filho da princesa Anne e neto mais velho de Elizabeth II. “O Peter já está um pouco acostumado a trabalhar como uma espécie de amortecedor [para a família]”, informou uma pessoa próxima da família real ao The Telegraph. “Ele retomou esse papel para que os dois [William e Harry] voltem a se entender”.
Harry e Megan Markle renunciaram aos cargos na família real no começo de 2020. Eles denunciaram questões de racismo envolvendo a atriz. Atualmente, o casal mora em Montecito, na Califórnia (EUA), com os filhos Archie (3 anos) e Lilibet (1 ano).
Ela não era apenas a rainha da Inglaterra , mas uma das pessoas mais ricas do mundo. E enquanto já se sabe quem herdou a Coroa, há mais dúvidas sobre o que acontecerá com sua fortuna. A riqueza privada de Elizabeth II é de 370 milhões de libras (cerca de 426 milhões de euros), de acordo com a lista do Sunday Times de 2022.
Essas são estimativas aproximadas, já que a rainha não foi obrigada a revelar suas finanças privadas. O total, se somarmos a este valor, todos os bens associados à Coroa —que não lhe pertenciam pessoalmente, mas à instituição— poderia ultrapassar os 14 bilhões (pouco mais de 16 bilhões de euros). Essa diferenciação é fundamental para entender como a herança de Elizabeth II será distribuída.
— É preciso distinguir entre esses bens e direitos pessoais da rainha Elizabeth II, que farão parte de sua herança, a que se referirá seu testamento. Há outros bens e direitos que pertencem à Coroa e que, portanto, serão transmitidos pelas leis da coroa —explica por e-mail o professor Sergio Llebaría Samper, professor de Direito Civil da Faculdade de Direito Esade . — Sua vontade não pode interferir nesses bens — diz ele, que passará automática e obrigatoriamente ao seu sucessor, o rei Charles III da Inglaterra.
O novo monarca herdará o Crown Estate, um negócio imobiliário pertencente à coroa, mas gerido de forma independente, do qual receberá 15% dos lucros. Isso inclui propriedades como a importante rua comercial Regent Street, em Londres, ou o hipódromo de Ascot . Há também fazendas, florestas e litorais que representam cerca de 1,4% das terras da Inglaterra.
Nesta seção também está o Ducado de Lancaster. Sob este nome estão agrupados um número indeterminado de propriedades que a família real britânica adquiriu ao longo de 700 anos. De 18 mil hectares de terra a nove castelos e vários imóveis. Essas duas redes imobiliárias compõem apenas uma parte das finanças da casa Windsor, que são extremamente complexas. Tanto que os ingleses se referem a ela como The Firm .
As pessoas não costumam herdar um salário, mas o rei da Inglaterra sim, que com o cargo também receberá a chamada subvenção soberana, uma quantia em dinheiro que cobre os custos de viagem, segurança, pessoal e manutenção dos palácios reais. A rainha recebeu 85,9 milhões de libras da subvenção soberana em 2021 (99,10 milhões de euros).
Uma herança simbólica de cisnes, golfinhos, baleias e esturjões
Certamente não é a herança mais estranha com a qual Charles III da Inglaterra terá que lidar. Ele também terá que lidar com 32 mil cisnes e um número desconhecido de golfinhos, baleias e esturjões.
Por mais de 800 anos, exemplares dessas espécies que vivem livremente nas águas do Reino Unido foram considerados propriedade do monarca britânico. Esta medida foi tomada no século XII, quando os cisnes eram uma iguaria e a sua caça furtiva ameaçava a espécie. Foi então decidido atribuir ao regente a propriedade destes e de outros animais para preservar a sua população. Assim, ainda que simbolicamente, Charles herdará um número considerável de animais junto com a coroa.
Todos esses bens passarão ao rei integralmente, sem a necessidade de pagar impostos. De acordo com a lei britânica, as heranças que passam de consorte para soberano ( como no caso de Filipe de Edimburgo para Elizabeth II ) e aquelas que passam de soberano para soberano, como neste caso, estão isentas do pagamento de 40% do imposto sucessório. Regra que se aplica a qualquer herança que exceda 325.000 libras (quase 375.000 euros).
O interesse agora se concentra nos bens privados da monarca, aqueles que ela teve a chance de distribuir livremente entre seus descendentes. É concebível que o faça entre os quatro filhos: Charles, a princesa Anne, Andrés de York e Edward de Wessex, e os oito netos. Mas não precisa ser assim.
— O direito inglês é caracterizado por uma ampla liberdade de testamento. Não há herdeiros legítimos ou forçados (como na lei espanhola), a menos que a autoridade judiciária declare que parte da herança deve ir para parentes em estado de dependência econômica do falecido. Não parece que assim seja, mas a rainha teria total liberdade para legar os seus bens privados como quisesse, podendo deixar de fora alguns dos seus filhos e netos —explica o professor Llebaría.
Entre as propriedades estão duas terras e residências intimamente relacionadas à Coroa, como o Castelo de Balmoral, residência de verão de Elizabeth II e local de sua morte, e Sandringham, onde ela costumava passar o Natal . Também estariam incluídos os 370 milhões de libras estimados pelo Sunday Times, uma impressionante coleção de joias e outra, menos brilhante, mas igualmente valiosa, de selos. O que acontecerá com esses ativos não é conhecido e provavelmente não será conhecido por mais 100 anos. Desde 1911, a família real britânica conseguiu contornar a lei do Reino Unido, que exige que os testamentos dos cidadãos britânicos sejam tornados públicos.
Testamentos secretos
A prática de selar testamentos reais começou com a morte do príncipe Francis de Teck (1837-1900). Este conhecido mulherengo deixou em testamento as joias mais valiosas da família para sua amante, uma mulher nobre e casada. A rainha María de Teck, irmã de Francis e avó do atual soberano, pediu então ao tribunal que o seu testamento fosse secreto para evitar um escândalo. E ela conseguiu, estabelecendo um precedente ao qual os Windsor se agarraram em todas as vezes que um membro da família morreu.
Durante este tempo, a família pediu ao tribunal que mantenha em segredo 33 testamentos e bens no valor de pelo menos 187 milhões de libras (cerca de 223 milhões de euros) atualizados a preços de hoje foram distribuídos às escondidas do público, segundo cálculos do The Guardian. O judiciário nunca rejeitou um desses pedidos.
Não parece que na herança de Elizabeth existam amantes, segredos ou distribuição discricionária de joias de família. No entanto, os Windsor previsivelmente solicitarão o vedamento de seu testamento, como fazem há mais de um século. Assim, nada se sabe sobre possíveis beneficiários (e perdedores) dentro de uma saga com muitos erros, confrontos e escândalos. Na família Windsor, a roupa suja é lavada no palácio. E as fortunas são compartilhadas com igual discrição.
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