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Hollywood ameaça suspender doações à campanha de Biden depois de debate desastroso

Foto: Gerald Herbert/AP

Os principais doadores de Hollywood para a campanha de Joe Biden à reeleição estariam assustados após o desempenho considerado desastroso do presidente americano durante o debate televisivo que ele travou contra Donald Trump nesta quinta-feira.

De acordo com a revista Variety, eles estariam até mesmo ameaçando retirar ajuda financeira caso Biden continue na disputa.

“As pessoas estão basicamente dizendo ‘se ele não desistir, não daremos mais dinheiro para o Partido Democrata’”, disse um doador de Hollywood para a revista Variety.

Para piorar a situação, o jornal The New York Times publicou nesta sexta-feira artigos de opinião pedindo que ele se retirasse da corrida eleitoral. “Biden não pode continuar assim”, diz um dos títulos.

Uma outra fonte disse ao site que o debate espantou eventuais doadores. “Há uma sensação de que o dinheiro foi pelo ralo ontem à noite cerca de dez minutos após o início do debate.”

Apesar disso, há quem esteja disposto a continuar apoiando o democrata apesar do desempenho aquém do esperado. Uma das pessoas ouvidas pela Variety considerou o debate preocupante, mas disse que continuaria ao lado do presidente.

Folhapress

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New York Times, WSJ e The Economist pedem que Biden abandone campanha em editorial

opinión El presidente Biden es mi amigo. Debe retirarse de la carrera. |  Uco DigitalFoto: Austin Steele/CNN

O Conselho Editorial do New York Times está pedindo que o presidente Joe Biden deixe a corrida pela Casa Branca após seu desempenho no debate presidencial da CNN.

“O presidente apareceu na noite de quinta-feira como a sombra de um grande servidor público. Ele teve dificuldades para explicar o que realizaria em um segundo mandato. Ele teve dificuldades para responder às provocações do Sr. Donald Trump. Ele teve dificuldades para responsabilizar o Sr. Trump por suas mentiras, seus fracassos e seus planos assustadores. Mais de uma vez, ele teve dificuldades para concluir uma frase,” escreveu o Conselho. E continuou: “o maior serviço público que o Sr. Biden pode agora prestar é anunciar que não continuará a concorrer à reeleição”.

Há líderes democratas que seriam uma alternativa “convincente e enérgica” a Trump, afirmou o Conselho.

“Não há razão para o partido arriscar a estabilidade e a segurança do país, forçando os eleitores a escolher entre as deficiências do Sr. Trump e as do Sr. Biden. É uma aposta grande demais simplesmente esperar que os americanos ignorem ou desconsiderem a idade e a fragilidade do Sr. Biden que eles veem com seus próprios olhos”, disse o Times.

O Conselho segue afirmando que ainda apoiará Biden como sua “escolha inequívoca” se a escolha permanecer entre ele e o ex-presidente Donald Trump, mas disse que o presidente “não é o homem que era há quatro anos” e chamou de “aposta imprudente” a justificativa de Biden para concorrer.

CNN Brasil

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Milei quer reduzir maioridade penal para 13 anos na Argentina

Milei nega que FMI exija desvalorização cambial e celebra dado de inflaçãoFoto: Marcelo Endelli/Getty Images

O governo de Javier Milei quer reduzir a maioridade penal na Argentina para 13 anos, com penas que podem chegar a até 20 anos de prisão. O projeto de lei foi enviado para o Congresso do país, nesta sexta-feira (28/6), pelos ministros da Segurança e da Justiça, que pediram urgência na aprovação.

Chamado de “Regime Penal Juvenil”, a proposta reduziria em três anos a maioridade penal na Argentina, de 16 para 13 anos. Segundo a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, a medida busca “proteger o cidadão argentino” e “acabar com a impunidade”.

“Esse é um tema que todos os governos foram empurrando ano após ano e que custa vidas dos argentinos”, declarou Bullrich durante coletiva de imprensa. “É importante que os jovens tenham oportunidades, mas a principal oportunidade é viver em uma comunidade que tenha baixos níveis de delito, que baixe a quantidade de jovens delinquentes”, afirmou.

Caso o projeto seja aprovado, adolescentes entre 13 e 18 anos que cometam crimes serão privados da liberdade em instituições especiais ou áreas separadas de presídios.

Metrópoles

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Jornais destacam desempenho fraco de Biden em debate

Foto: Reprodução/YouTube CNN

As gafes do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante o 1º debate presidencial não passaram despercebidas pela mídia internacional. Os principais veículos destacaram, negativamente, o fraco desempenho do democrata frente a Donald Trump.

Durante o debate promovido pela CNN na qunta-feira (27), o presidente, de 81 anos, pareceu divagar em diversos momentos. Também estava com uma aparente irritação na garganta que o fez tossir e pigarrear várias vezes.

Ao responder algumas perguntas, Biden travava e esquecia, por alguns momentos, o que iria falar. Para os analistas da CNN, o desempenho no debate mostra a fragilidade e a incapacidade do democrata de liderar o país por mais 4 anos.

Já o New York Times descreveu o desempenho de Biden no debate como mais fraco do que o habitual, mas afirmou que o democrata se saiu bem ao descrever alguns de seus feitos.

Os analistas do Washington Post consideram que “os primeiros minutos do debate foram brutais para Biden” e que o resultado foi frustrante para os assessores democratas.

O Wall Street Journal escreveu que Biden se apresentou “como os democratas temiam” e que seu “problema de idade” ofusca o debate político. Disse que, enquanto isso, Trump “atipicamente conseguiu manter a compostura”.

Poder360

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Estudante pede ao Papa Francisco que pare de usar linguagem homofóbica

Foto: Reuters

Um estudante implorou ao Papa Francisco na quinta-feira (20) que parasse de usar linguagem ofensiva contra a comunidade LGBT+, criticando o pontífice de 87 anos pelos insultos homofóbicos que ele teria usado em reuniões privadas.

Francisco foi citado duas vezes pela mídia italiana no último mês como usando o termo italiano “frociaggine”, traduzido aproximadamente como “bicha” ou “bicha”, referindo-se aos padres e à atmosfera geral no Vaticano.

O Vaticano emitiu um raro pedido de desculpas após o primeiro relatório, mas o incidente provocou indignação e observadores do Vaticano disseram que isso prejudicou a imagem de Francisco como um papa reformador e amigo dos LGBT.

Jack Lorenz Acebedo Rivera dirigiu-se ao pontífice durante um painel de discussão sobre “Construindo Pontes na Ásia-Pacífico” entre estudantes universitários e o papa, que foi transmitido no YouTube.

“Parem de usar linguagem ofensiva contra a comunidade LGBTQIA+, isso leva a uma dor imensa”, disse Acebedo Rivera, que disse ser estudante de psicologia na Universidade Ateneo de Manila, nas Filipinas.

“Eu mesmo sou excluído e intimidado devido à minha bissexualidade, minha homossexualidade, minha identidade e por ser filho de uma mãe solteira”, disse ele.

Acebedo Rivera, que usava a faixa arco-íris que simboliza o movimento pelos direitos LGBT, também instou o pontífice a trabalhar para ajudar a facilitar o divórcio nas Filipinas.

Na sua resposta, o papa falou veementemente contra a discriminação, especialmente contra as mulheres, mas não abordou o apelo de Acebedo Rivera relativamente à sua alegada linguagem homofóbica.

Um porta-voz do Vaticano não respondeu a um pedido de comentário sobre o episódio.

CNN

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[VÍDEO] Lula se encontra com o Papa Francisco, Macron e Modi na Itália, onde participa do G7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou nesta sexta-feira (14) com o Papa Francisco, com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e com o presidente da França, Emmanuel Macron. As reuniões ocorreram no contexto da cúpula do G7, sediada na cidade italiana de Brindisi, na região da Puglia.

O G7 é o grupo que reúne alguns dos países mais ricos do mundo: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão. O Brasil e a Índia participaram da reunião deste ano como convidados.

Na reunião com o Papa, Lula estava acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva.

Foi Lula quem pediu para ser recebido pelo pontífice na Itália. Numa rede social, o presidente afirmou que conversaram sobre a paz no mundo, o combate à fome e importância de reduzir as desigualdades no mundo.

O petista pretende convidar o líder da igreja Católica para 30ª edição da Conferência do Clima das Nações Unidas, a COP 30, que será realizada em 2025 em Belém.

Essa é a segunda vez que o presidente se reúne com o papa. Lula esteve com Francisco há um ano, no Vaticano. O líder religioso, assim como Lula, defende o fim das guerras entre Rússia e Ucrânia e do conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza.

Encontro com Macron
O encontro do petista com o presidente francês ocorreu cinco dias depois de Macron dissolver o parlamento e convocar novas eleições, com o avanço da extrema-direita na França.

Macron visitou o Brasil em abril deste ano. Na ocasião, ao lado de Lula e Janta, Macron visitou a Amazônia em Belém, além do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Após o encontro desta sexta com Lula, Macron escreveu no X (antigo Twitter):

“Juntos, continuaremos enfrentando os grandes desafios de nosso tempo, defendendo os valores universais que são a base de nossas democracias”, disse o presidente francês.

Fonte: g1

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Papa diz a humoristas que fazer piada com Deus “não é “blasfêmia”

O papa Francisco recebeu humoristas de diversas nacionalidades no Vaticano; na foto, aparecem Chris Rock, Jimmy Fallon (dir.) Stephen Colbert (centro) e Fábio Porchat (fundo) | Foto: Vatican News

O papa Francisco recebeu cerca de 200 humoristas nesta sexta-feira (14) no Vaticano, dentre eles os brasileiros Fábio Porchat e Cacau Protásio. O pontífice disse aos comediantes que eles têm o poder de levar alegria para as pessoas e que “não é blasfêmia” fazer piada com Deus.

“Também é possível rir de Deus? É claro que sim, e isso não é blasfêmia, podemos rir, assim como brincamos e fazemos piadas com as pessoas que amamos”, declarou o líder católico. Segundo ele, “isso pode ser feito, sem ofender os sentimentos religiosos dos fiéis, especialmente dos pobres”.

O papa disse que os humoristas têm um “dom” de levar a felicidade e a habilidade de conversar com os mais diversos públicos. “Em meio a tantas notícias sombrias, imersos como estamos em tantas emergências sociais e também pessoais, vocês têm o poder de espalhar a serenidade e o sorriso. Vocês estão entre os poucos que têm a capacidade de falar com pessoas muito diferentes, de diferentes gerações e origens culturais”. A atriz Cacau Protásio afirmou que Francisco é “muito bem humorado” e que mandou um beijo para o Brasil.

Poder 360

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Papa Francisco volta a dizer que há viadagem na Igreja Católica, diz imprensa

Foto: Reprodução

O papa Francisco voltou a usar o termo homofóbico viadagem (frociaggine, no original em italiano) semanas depois de ter sido obrigado a se desculpar por ter dito a palavra em uma reunião a portas fechadas com bispos italianos, relatou nesta terça-feira (11) a agência de notícias italiana Ansa.

Enquanto conversava com padres de Roma, o pontífice teria dito que “existe um ar de viadagem no Vaticano” e repetiu que homens com “tendências homossexuais” não deveriam ter permissão de entrar para o seminário e se tornarem sacerdotes.

Em resposta, o Vaticano disse em nota que o papa reforçou a necessidade que pessoas LGBTQIA+ sejam acolhidas pela Igreja Católica ao mesmo tempo em que é preciso cautela para que elas não virem seminaristas.

No último dia 27, os principais jornais da Itália revelaram que o papa Francisco disse em uma reunião em 20 de maio que os seminários já estão “cheios de viadagem”, e que homens gays não podem ter permissão para se tornar padres.

Os bispos presentes no encontro que foram ouvidos pelo jornal Corriere della Sera disseram que, na época, estava claro que o pontífice “não tinha consciência” do quão ofensiva a palavra é em italiano, que não é a língua materna de Francisco. Disseram ainda que “a gafe do papa foi evidente” aos presentes.

Desde que foi eleito papa pelo colégio cardinalício em 2013, Francisco, 87, orientou a Igreja a uma postura mais acolhedora com fiéis LGBTQIA+.

Folha de São Paulo 

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Claudia Sheinbaum é eleita 1ª mulher presidente do México

Foto: Hector Vivas/Getty Images

A candidata Claudia Sheinbaum, do partido Movimento Regeneração Nacional (Morena), foi eleita a primeira presidente mulher do México. Segundo o Instituto Nacional Eleitoral, ela será eleita com um índice entre 58,3% e 60,7% dos votos válidos emitidos, contra os 26% e 28% por cento obtidos por Xóchitl Gálvez, da coligação Fuerza y Corazón por México; e 10% de Jorge Álvarez Maynez.

A contagem continuava na manhã desta segunda-feira (3/6), mas, com mais de 55% dos votos válidos contados, matematicamente ninguém mais poderia alcançar Sheinbaum.

Claudia é do mesmo partido do atual presidente Andrés Manuel López Obrador. Ela já foi prefeita e secretária de Meio Ambiente da Cidade do México.

Metrópoles

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Campanha de Trump arrecada quase US$ 53 milhões nas 24 horas após condenação

Foto: Julia Nikhinson/AP

A campanha do ex-presidente dos EUA Donald Trump afirma ter arrecadado US$ 52,8 milhões depois que um júri de Manhattan emitiu um veredicto de culpado em seu julgamento secreto, destacando como o primeiro ex-presidente americano condenado por um crime está usando seus problemas legais para reunir apoiadores, que contribuíram com essa quantia nas 24 horas após o veredicto ter sido anunciado.

As campanhas de Trump e do presidente dos EUA, Joe Biden, enviaram solicitações de arrecadação de fundos depois que o júri, nesta quinta-feira (30), considerou o suposto candidato republicano culpado em todas as 34 acusações de manuseio indevido de registros comerciais para encobrir pagamentos a uma atriz pornô.

A arrecadação de US$ 52,8 milhões de fundos é uma soma enorme para um único dia. Esse montante é mais de dois terços dos US$ 76 milhões que ele arrecadou em todo o mês de abril, a primeira vez que ultrapassou o total de Biden, e supera os US$ 51 milhões arrecadados pelo presidente naquele mês.

“São mais de US$ 2 milhões por hora”, destacou a campanha da Trump, em um comunicado na noite desta sexta-feira (31).

Mais de um terço dos doadores eram novos, segundo o comunicado.

Em mensagens de texto e e-mails, Trump se autodenominou prisioneiro político e disse que sua condenação marcou o dia mais sombrio da história dos EUA.

“Eu não fiz nada de errado!”, disse o ex-presidente em um apelo. “A Justiça está morta na América!”, disse em outro. ““Acabei de ser condenado em um julgamento fraudado com o objetivo de interferir em nossas eleições”.

Ele ofereceu aos doadores bonés pretos com seu slogan “Make America Great Again” e as palavras “Never Surrender”.

Valor Econômico

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