Mundo

Esquerda vence eleição legislativa na França, mas sem formar maioria

ImagemFoto: Reprodução

Em uma reviravolta entre o primeiro e o segundo turno, a coalizão de esquerda Nova Frente Popular (NFP) obteve o maior número de cadeiras na Assembleia Nacional da França, nas eleições legislativas deste domingo (7), mas não conseguiu formar maioria e terá de negociar com o centro para governar.

Ao todo, a NFP conquistou 182 assentos — bem abaixo das 289 cadeiras necessárias para formar maioria. A coalizão de centro-direita, apoiada pelo presidente francês Emmanuel Macron, ficou em 2º lugar, com 168 assentos. Já a extrema direita, representada por Marine Le Pen, que saiu vitoriosa do 1º turno na semana passada, ficou em 3º neste domingo, com 143 votos. Demais partidos tiveram menos de 100 representantes.

Os números são do jornal francês Le Monde. Segundo o Ministério do Interior da França, quase 60% dos franceses comparecem às urnas neste domingo, maior participação para eleições legislativas desde 1981.

Após a divulgação das projeções que apontavam a vitória do grupo de esquerda, o primeiro-ministro da França, Gabriel Attal, anunciou que colocará o cargo a disposição nesta segunda-feira (8/7).

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Joe Biden se confunde em discurso e diz que ‘vencerá Trump de novo em 2020′

Foto: Pete Marovich/The New York Times

O presidente Joe Biden (Democratas) voltou a cometer uma gafe nesta sexta-feira (5), durante um comício realizado em Wisconsin (EUA). “Já venci Donald Trump. Vou vencê-lo novamente em 2020″, disse o político de 81 anos. Em seguida, ele se corrigiu: “Na verdade, vamos vencê-lo novamente em 2024″.

O evento foi organizado justamente para Biden reverter a imagem negativa deixada pelo seu desempenho no primeiro debate contra Donald Trump, na corrida presidencial dos EUA, na última semana. “Sou o candidato do Partido Democrata. Sou o candidato deste partido porque milhões de democratas como vocês votaram em mim nas primárias em todos os Estados Unidos. Vocês votaram em mim para ser o seu candidato. Ninguém mais”, declarou Biden.

Apesar da intensa pressão para que desista da disputa, o atual presidente norte-americano reforçou que segue firme na campanha: “Não permitirei que um debate de 90 minutos anule três anos e meio de trabalho. Sou candidato e vou vencer de novo.”

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Pressionado até por herdeira da Disney, Biden volta a descartar desistência

ImagemFoto: REUTERS/Elizabeth Frantz

O presidente norte-americano, Joe Biden, procurou falar alto e com paixão nas breves declarações públicas que fez com um teleprompter na Casa Branca nesta quinta-feira (4). Ao mesmo tempo que indicou que não vai desistir, continua recebendo pressão de apoiadores e doadores de campanha para abandonar a disputa presidencial.

Nesta quinta-feira, a herdeira da Disney, Abigail Disney, anunciou que vai cortar as doações ao Partido Democrata até que o presidente desista da disputa. Já entre os democratas, cresce o apoio em torno da ideia de que a vice-presidente Kamala Harris assuma o lugar de Biden na eleição de novembro.

O presidente foi o anfitrião das festividades anuais do Dia da Independência, na Casa Branca, nesta quinta-feira — incluindo um churrasco para militares da ativa e suas famílias.

Enquanto Biden se misturava e tirava selfies com os convidados, alguém gritou para que ele não desistisse. “Não vou a lugar nenhum”, respondeu Biden.

g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Eleições nos EUA 2024: cresce pressão para Biden desistir da disputa

ImagemFoto: REUTERS/Brian Snyder

A pressão para o presidente dos EUA, Joe Biden, desistir da disputa à reeleição está crescendo nos últimos dias em meio a incertezas entre políticos e figuras importantes do partido democrata, que se dividem sobre o que seria melhor neste momento para a disputa contra Donald Trump.

Quase uma semana após o mau desempenho de Biden no debate presidencial contra Trump, questionamentos sobre a capacidade do presidente de permanecer na corrida presidencial estão se intensificando entre os democratas.

Alguns aliados estão reconhecendo os problemas de Biden, mas contrastando suas políticas e histórico com os de Donald Trump, o republicano.

Em meio às incertezas, muitos doadores, estrategistas e políticos do partido democrata querem que Biden suspenda sua campanha de reeleição para evitar o que veem como uma derrota certa em novembro. Também há uma crescente sensação de que o partido se colocou em uma situação ruim sem uma solução clara caso Biden virasse dúvida na corrida eleitoral.

Associated Press – g1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Eleições na França tem vitória histórica da extrema direita no primeiro turno

ImagemFoto: Reuters

O partido de extrema direita Reunião Nacional (RN), de Marine Le Pen, obteve ganhos históricos para vencer o primeiro turno das eleições parlamentares da França, mas o resultado dependerá de dias de construção de alianças antes da corrida para votos na próxima semana.

O RN e aliados tiveram 33% dos votos, seguidos por um bloco de esquerda com 28%, e os centristas do presidente Emmanuel Macron com apenas 20%, mostraram resultados oficiais do Ministério do Interior na segunda-feira.

Esse foi um grande revés para Macron, que convocou eleições antecipadas depois que sua chapa foi derrotada pelo RN nas eleições para o Parlamento Europeu no mês passado.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Campanha de Biden reafirma que ele será candidato e alega que retirada ‘levaria a semanas de caos’

Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP

Após o desempenho fraco de Joe Biden no último debate da corrida presidencial dos Estados Unidos e em meio à pressão para que ele deixe de concorrer, sua campanha argumenta que sua desistência levaria a “semanas de caos” e enfraqueceria um eventual substituto antes do confronto em novembro contra o ex-presidente Donald Trump.

“A brigada dos alarmistas está pedindo para Joe Biden ‘desistir’. Essa é a melhor maneira possível de Donald Trump vencer e nós perdermos”, argumentou o vice-gerente de campanha de Biden, Rob Flaherty, em um e-mail para os apoiadores, ao qual o jornal americano ABC News teve acesso.

“Primeiro de tudo: Joe Biden vai ser o candidato democrata, ponto final. Fim da história. Os eleitores votaram. Ele venceu de forma esmagadora”, acrescentou Flaherty. “E se ele desistisse, isso levaria a semanas de caos, brigas internas e um monte de candidatos que chegariam à convenção exaustos, enquanto Donald Trump teria tempo para falar com os eleitores americanos sem contestação.”

Ele continuou: “Tudo isso seria em prol de um candidato que entraria em uma eleição geral na posição mais fraca possível, com zero dólares em sua conta bancária. Quer um caminho fácil para perder? É esse.”

O desemprenho de Biden no primeiro debate eleitoral, na última quinta-feira, foi descrito como “desastroso” e “doloroso” por membros do próprio Partido Democrata, além de levantar preocupações entre doadores da campanha e eleitores sobre sua idade elevada e capacidade de governar o país. O atual presidente dos Estados Unidos tem 81 anos.

A ideia da desistência da candidatura perdura entre analistas e se refletiu nos últimos dias nos editoriais de importantes jornais e revistas internacionais, como o New York Times, o Wall Street Journal, a Time e até o britânico The Economist. Embora possível, a substituição é difícil, sobretudo sem contar com a vontade do próprio Biden de desistir antes da realização da convenção do partido, entre 19 e 22 de agosto.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Biden é pressionado a desistir, ganha apoio de Obama e garante que fica

Foto: Divulgação

Após o mau desempenho do presidente Joe Biden no primeiro debate com Donald Trump abrir uma crise no Partido Democrata, estrategistas e formadores de opinião debatem se é hora de trocar o cabeça de chapa. Líderes da legenda saíram nesta sexta-feira (28) em defesa do presidente, rejeitando pedidos para que ele se afaste da campanha. O próprio presidente buscou reverter a imagem de fragilidade com um discurso vigoroso na Carolina do Norte, em que prometeu não desistir da reeleição. Ele ganhou o apoio do antecessor, Barack Obama, que lembrou ter “perdido” um debate para Mitt Romney na sua campanha vitoriosa de 2012.

Comício

Falando com uma multidão em Raleigh, na Carolina do Norte, Biden de 81 anos, reconheceu não debater mais como costumava e confrontou os questionamento sobre sua idade. “Sei que não sou um homem jovem, para dizer o óbvio”, disse. “Não falo tão fluentemente quanto antes. Mas sei o que sei. Sei como dizer a verdade. Sei o que é certo e o que é errado. E sei como fazer esse trabalho.”

A performance no comício de Biden contrastou com o alarme expressado na mídia e entre estrategistas políticos, mesmo por alguns dos mais antigos apoiadores de Biden, imediatamente após o debate de quinta-feira à noite. Joe Scarborough, o apresentador da MSNBC e um forte defensor do presidente, disse que as perguntas sobre sua capacidade de concorrer agora eram inevitáveis. A ansiedade começou minutos após o início do debate quando Biden parecia divagar no confronto com Trump, de 78 anos.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Hollywood ameaça suspender doações à campanha de Biden depois de debate desastroso

Foto: Gerald Herbert/AP

Os principais doadores de Hollywood para a campanha de Joe Biden à reeleição estariam assustados após o desempenho considerado desastroso do presidente americano durante o debate televisivo que ele travou contra Donald Trump nesta quinta-feira.

De acordo com a revista Variety, eles estariam até mesmo ameaçando retirar ajuda financeira caso Biden continue na disputa.

“As pessoas estão basicamente dizendo ‘se ele não desistir, não daremos mais dinheiro para o Partido Democrata’”, disse um doador de Hollywood para a revista Variety.

Para piorar a situação, o jornal The New York Times publicou nesta sexta-feira artigos de opinião pedindo que ele se retirasse da corrida eleitoral. “Biden não pode continuar assim”, diz um dos títulos.

Uma outra fonte disse ao site que o debate espantou eventuais doadores. “Há uma sensação de que o dinheiro foi pelo ralo ontem à noite cerca de dez minutos após o início do debate.”

Apesar disso, há quem esteja disposto a continuar apoiando o democrata apesar do desempenho aquém do esperado. Uma das pessoas ouvidas pela Variety considerou o debate preocupante, mas disse que continuaria ao lado do presidente.

Folhapress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

New York Times, WSJ e The Economist pedem que Biden abandone campanha em editorial

opinión El presidente Biden es mi amigo. Debe retirarse de la carrera. |  Uco DigitalFoto: Austin Steele/CNN

O Conselho Editorial do New York Times está pedindo que o presidente Joe Biden deixe a corrida pela Casa Branca após seu desempenho no debate presidencial da CNN.

“O presidente apareceu na noite de quinta-feira como a sombra de um grande servidor público. Ele teve dificuldades para explicar o que realizaria em um segundo mandato. Ele teve dificuldades para responder às provocações do Sr. Donald Trump. Ele teve dificuldades para responsabilizar o Sr. Trump por suas mentiras, seus fracassos e seus planos assustadores. Mais de uma vez, ele teve dificuldades para concluir uma frase,” escreveu o Conselho. E continuou: “o maior serviço público que o Sr. Biden pode agora prestar é anunciar que não continuará a concorrer à reeleição”.

Há líderes democratas que seriam uma alternativa “convincente e enérgica” a Trump, afirmou o Conselho.

“Não há razão para o partido arriscar a estabilidade e a segurança do país, forçando os eleitores a escolher entre as deficiências do Sr. Trump e as do Sr. Biden. É uma aposta grande demais simplesmente esperar que os americanos ignorem ou desconsiderem a idade e a fragilidade do Sr. Biden que eles veem com seus próprios olhos”, disse o Times.

O Conselho segue afirmando que ainda apoiará Biden como sua “escolha inequívoca” se a escolha permanecer entre ele e o ex-presidente Donald Trump, mas disse que o presidente “não é o homem que era há quatro anos” e chamou de “aposta imprudente” a justificativa de Biden para concorrer.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Milei quer reduzir maioridade penal para 13 anos na Argentina

Milei nega que FMI exija desvalorização cambial e celebra dado de inflaçãoFoto: Marcelo Endelli/Getty Images

O governo de Javier Milei quer reduzir a maioridade penal na Argentina para 13 anos, com penas que podem chegar a até 20 anos de prisão. O projeto de lei foi enviado para o Congresso do país, nesta sexta-feira (28/6), pelos ministros da Segurança e da Justiça, que pediram urgência na aprovação.

Chamado de “Regime Penal Juvenil”, a proposta reduziria em três anos a maioridade penal na Argentina, de 16 para 13 anos. Segundo a ministra da Segurança, Patricia Bullrich, a medida busca “proteger o cidadão argentino” e “acabar com a impunidade”.

“Esse é um tema que todos os governos foram empurrando ano após ano e que custa vidas dos argentinos”, declarou Bullrich durante coletiva de imprensa. “É importante que os jovens tenham oportunidades, mas a principal oportunidade é viver em uma comunidade que tenha baixos níveis de delito, que baixe a quantidade de jovens delinquentes”, afirmou.

Caso o projeto seja aprovado, adolescentes entre 13 e 18 anos que cometam crimes serão privados da liberdade em instituições especiais ou áreas separadas de presídios.

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.