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Biden volta a negar desistência e comete nova gafe

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (Democrata), reiterou que é a pessoa mais qualificada para concorrer à presidência pelo partido democrata. Mas durante fala a jornalistas nesta quinta-feira (11), voltou a cometer gafes. Tossiu, gaguejou e, em um determinado momento, confundiu sua vice-presidente, Kamala Harris, com seu adversário, Donald Trump (Republicano).

No início da coletiva, ao ser questionado sobre sua confiança em Harris como possível substituta na indicação democrata, Biden errou ao dizer “eu não teria escolhido o vice-presidente Trump para ser vice-presidente”. Mas ao voltar no tópico, declarou que não teria escolhido Harris para a vice-presidência se não acreditasse que ela é qualificada.

Biden já havia cometido uma gafe mais cedo. Ele confundiu o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky com o russo Vladimir Putin. Os países estão em guerra desde 2022. Quando questionado sobre a troca, ele riu e enfatizou que foi só um engano.

Poder360

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Cresce pressão pela desistência de Biden, que encara momento crucial nesta quinta

Médico de Biden diz que presidente se consultou com neurologista em exame  anual: 'Nada foi encontrado' | Mundo | G1Foto:Reprodução

A tentativa feita por Joe Biden de enquadrar democratas parece não ter funcionado. Desde segunda-feira (8), quando o presidente confrontou o partido em defesa de sua candidatura, mais nomes vieram a público pedir que ele se retire da corrida.

Pesam no cálculo de deputados e senadores sua própria sobrevivência: muitos temem perder seus mandatos para adversários republicanos caso Biden seja o candidato à Presidência. O raciocínio segue a máxima de que um nome fraco para o cargo mais importante da eleição contamina o desempenho de todos os que vêm abaixo.

As defecções se avolumam às vésperas de um momento visto como crucial para a campanha: às 18h30 (horário de Brasília) desta quinta, Biden deve participar de uma entrevista coletiva com jornalistas, algo raro em seu mandato.

Essa tarefa fica ainda mais espinhosa diante dos apelos feitos por aliados na quarta para que ele desista, ou ao menos reflita melhor se sua permanência na chapa do partido é o melhor para os EUA.

O nome mais recente a se juntar a esse grupo foi Peter Welch, o primeiro senador a pedir publicamente que Biden saia da corrida.

“Eu entendo por que o presidente Biden quer concorrer. Ele nos salvou de Donald Trump uma vez e quer fazer isso novamente. Mas ele precisa reavaliar se é o melhor candidato para isso. Na minha opinião, ele não é. Pelo bem do país, estou pedindo ao presidente Biden que se retire da corrida”, escreveu Welch em artigo publicado no Washington Post.

Completam a debandada desta quarta os deputados Pat Ryan e Earl Blumenauer. No total, nove democratas da Câmara já pediram publicamente a saída de Biden da corrida.

Folha de São Paulo

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Joe Biden diz a deputados democratas que permanecerá na disputa pela Casa Branca

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos Joe Biden disse aos democratas do Congresso em uma carta nesta segunda-feira (8) que continuará sua tentativa de reeleição, apesar das crescentes preocupações sobre sua aptidão mental e a viabilidade de sua campanha.

*Quero que saibam que, apesar de todas as especulações na imprensa e em outros lugares, estou firmemente comprometido em permanecer nesta corrida, em correr esta corrida até o fim e em derrotar Donald Trump”, disse Biden na carta.

Entretanto, o presidente continuará a contatar os legisladores democratas, disse um responsável da campanha à CNN, durante uma semana crítica para a sua candidatura como candidato do partido em 2024, enquanto todos os democratas da Câmara se reunirão na terça-feira (9) para discutir questões crescentes sobre o caminho a seguir.

CNN

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Esquerda vence eleição legislativa na França, mas sem formar maioria

ImagemFoto: Reprodução

Em uma reviravolta entre o primeiro e o segundo turno, a coalizão de esquerda Nova Frente Popular (NFP) obteve o maior número de cadeiras na Assembleia Nacional da França, nas eleições legislativas deste domingo (7), mas não conseguiu formar maioria e terá de negociar com o centro para governar.

Ao todo, a NFP conquistou 182 assentos — bem abaixo das 289 cadeiras necessárias para formar maioria. A coalizão de centro-direita, apoiada pelo presidente francês Emmanuel Macron, ficou em 2º lugar, com 168 assentos. Já a extrema direita, representada por Marine Le Pen, que saiu vitoriosa do 1º turno na semana passada, ficou em 3º neste domingo, com 143 votos. Demais partidos tiveram menos de 100 representantes.

Os números são do jornal francês Le Monde. Segundo o Ministério do Interior da França, quase 60% dos franceses comparecem às urnas neste domingo, maior participação para eleições legislativas desde 1981.

Após a divulgação das projeções que apontavam a vitória do grupo de esquerda, o primeiro-ministro da França, Gabriel Attal, anunciou que colocará o cargo a disposição nesta segunda-feira (8/7).

Metrópoles

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Joe Biden se confunde em discurso e diz que ‘vencerá Trump de novo em 2020′

Foto: Pete Marovich/The New York Times

O presidente Joe Biden (Democratas) voltou a cometer uma gafe nesta sexta-feira (5), durante um comício realizado em Wisconsin (EUA). “Já venci Donald Trump. Vou vencê-lo novamente em 2020″, disse o político de 81 anos. Em seguida, ele se corrigiu: “Na verdade, vamos vencê-lo novamente em 2024″.

O evento foi organizado justamente para Biden reverter a imagem negativa deixada pelo seu desempenho no primeiro debate contra Donald Trump, na corrida presidencial dos EUA, na última semana. “Sou o candidato do Partido Democrata. Sou o candidato deste partido porque milhões de democratas como vocês votaram em mim nas primárias em todos os Estados Unidos. Vocês votaram em mim para ser o seu candidato. Ninguém mais”, declarou Biden.

Apesar da intensa pressão para que desista da disputa, o atual presidente norte-americano reforçou que segue firme na campanha: “Não permitirei que um debate de 90 minutos anule três anos e meio de trabalho. Sou candidato e vou vencer de novo.”

R7

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Pressionado até por herdeira da Disney, Biden volta a descartar desistência

ImagemFoto: REUTERS/Elizabeth Frantz

O presidente norte-americano, Joe Biden, procurou falar alto e com paixão nas breves declarações públicas que fez com um teleprompter na Casa Branca nesta quinta-feira (4). Ao mesmo tempo que indicou que não vai desistir, continua recebendo pressão de apoiadores e doadores de campanha para abandonar a disputa presidencial.

Nesta quinta-feira, a herdeira da Disney, Abigail Disney, anunciou que vai cortar as doações ao Partido Democrata até que o presidente desista da disputa. Já entre os democratas, cresce o apoio em torno da ideia de que a vice-presidente Kamala Harris assuma o lugar de Biden na eleição de novembro.

O presidente foi o anfitrião das festividades anuais do Dia da Independência, na Casa Branca, nesta quinta-feira — incluindo um churrasco para militares da ativa e suas famílias.

Enquanto Biden se misturava e tirava selfies com os convidados, alguém gritou para que ele não desistisse. “Não vou a lugar nenhum”, respondeu Biden.

g1

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Eleições nos EUA 2024: cresce pressão para Biden desistir da disputa

ImagemFoto: REUTERS/Brian Snyder

A pressão para o presidente dos EUA, Joe Biden, desistir da disputa à reeleição está crescendo nos últimos dias em meio a incertezas entre políticos e figuras importantes do partido democrata, que se dividem sobre o que seria melhor neste momento para a disputa contra Donald Trump.

Quase uma semana após o mau desempenho de Biden no debate presidencial contra Trump, questionamentos sobre a capacidade do presidente de permanecer na corrida presidencial estão se intensificando entre os democratas.

Alguns aliados estão reconhecendo os problemas de Biden, mas contrastando suas políticas e histórico com os de Donald Trump, o republicano.

Em meio às incertezas, muitos doadores, estrategistas e políticos do partido democrata querem que Biden suspenda sua campanha de reeleição para evitar o que veem como uma derrota certa em novembro. Também há uma crescente sensação de que o partido se colocou em uma situação ruim sem uma solução clara caso Biden virasse dúvida na corrida eleitoral.

Associated Press – g1

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Eleições na França tem vitória histórica da extrema direita no primeiro turno

ImagemFoto: Reuters

O partido de extrema direita Reunião Nacional (RN), de Marine Le Pen, obteve ganhos históricos para vencer o primeiro turno das eleições parlamentares da França, mas o resultado dependerá de dias de construção de alianças antes da corrida para votos na próxima semana.

O RN e aliados tiveram 33% dos votos, seguidos por um bloco de esquerda com 28%, e os centristas do presidente Emmanuel Macron com apenas 20%, mostraram resultados oficiais do Ministério do Interior na segunda-feira.

Esse foi um grande revés para Macron, que convocou eleições antecipadas depois que sua chapa foi derrotada pelo RN nas eleições para o Parlamento Europeu no mês passado.

CNN Brasil

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Campanha de Biden reafirma que ele será candidato e alega que retirada ‘levaria a semanas de caos’

Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP

Após o desempenho fraco de Joe Biden no último debate da corrida presidencial dos Estados Unidos e em meio à pressão para que ele deixe de concorrer, sua campanha argumenta que sua desistência levaria a “semanas de caos” e enfraqueceria um eventual substituto antes do confronto em novembro contra o ex-presidente Donald Trump.

“A brigada dos alarmistas está pedindo para Joe Biden ‘desistir’. Essa é a melhor maneira possível de Donald Trump vencer e nós perdermos”, argumentou o vice-gerente de campanha de Biden, Rob Flaherty, em um e-mail para os apoiadores, ao qual o jornal americano ABC News teve acesso.

“Primeiro de tudo: Joe Biden vai ser o candidato democrata, ponto final. Fim da história. Os eleitores votaram. Ele venceu de forma esmagadora”, acrescentou Flaherty. “E se ele desistisse, isso levaria a semanas de caos, brigas internas e um monte de candidatos que chegariam à convenção exaustos, enquanto Donald Trump teria tempo para falar com os eleitores americanos sem contestação.”

Ele continuou: “Tudo isso seria em prol de um candidato que entraria em uma eleição geral na posição mais fraca possível, com zero dólares em sua conta bancária. Quer um caminho fácil para perder? É esse.”

O desemprenho de Biden no primeiro debate eleitoral, na última quinta-feira, foi descrito como “desastroso” e “doloroso” por membros do próprio Partido Democrata, além de levantar preocupações entre doadores da campanha e eleitores sobre sua idade elevada e capacidade de governar o país. O atual presidente dos Estados Unidos tem 81 anos.

A ideia da desistência da candidatura perdura entre analistas e se refletiu nos últimos dias nos editoriais de importantes jornais e revistas internacionais, como o New York Times, o Wall Street Journal, a Time e até o britânico The Economist. Embora possível, a substituição é difícil, sobretudo sem contar com a vontade do próprio Biden de desistir antes da realização da convenção do partido, entre 19 e 22 de agosto.

O Globo

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Biden é pressionado a desistir, ganha apoio de Obama e garante que fica

Foto: Divulgação

Após o mau desempenho do presidente Joe Biden no primeiro debate com Donald Trump abrir uma crise no Partido Democrata, estrategistas e formadores de opinião debatem se é hora de trocar o cabeça de chapa. Líderes da legenda saíram nesta sexta-feira (28) em defesa do presidente, rejeitando pedidos para que ele se afaste da campanha. O próprio presidente buscou reverter a imagem de fragilidade com um discurso vigoroso na Carolina do Norte, em que prometeu não desistir da reeleição. Ele ganhou o apoio do antecessor, Barack Obama, que lembrou ter “perdido” um debate para Mitt Romney na sua campanha vitoriosa de 2012.

Comício

Falando com uma multidão em Raleigh, na Carolina do Norte, Biden de 81 anos, reconheceu não debater mais como costumava e confrontou os questionamento sobre sua idade. “Sei que não sou um homem jovem, para dizer o óbvio”, disse. “Não falo tão fluentemente quanto antes. Mas sei o que sei. Sei como dizer a verdade. Sei o que é certo e o que é errado. E sei como fazer esse trabalho.”

A performance no comício de Biden contrastou com o alarme expressado na mídia e entre estrategistas políticos, mesmo por alguns dos mais antigos apoiadores de Biden, imediatamente após o debate de quinta-feira à noite. Joe Scarborough, o apresentador da MSNBC e um forte defensor do presidente, disse que as perguntas sobre sua capacidade de concorrer agora eram inevitáveis. A ansiedade começou minutos após o início do debate quando Biden parecia divagar no confronto com Trump, de 78 anos.

R7

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