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VÍDEO: Papa Francisco participa de celebração do Domingo de Ramos na Praça de São Pedro e deseja uma boa Semana Santa aos fiéis

O papa Francisco fez uma aparição surpresa neste domingo (13), durante as celebrações do Domingo de Ramos na Praça de São Pedro.

O pontífice, que deixou o hospital há três semanas, estava em uma cadeira de rodas e sem respiradores nasais de oxigênio. Francisco passou pelos fiéis reunidos e desejou um bom Domingo de Ramos e uma boa Semana Santa.

A Igreja Católica não havia confirmado a presença do papa nas comemorações. Médicos recomendaram repouso de dois meses para Francisco para permitir que seu corpo se recuperasse totalmente depois de passar mais de um mês internado com uma infecção respiratória.

A Semana Santa, a mais movimentada do ano para a Igreja Católica, marca o momento em que cristãos lembram o sofrimento, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

No sábado (12), o pontífice foi à Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, para prestar homenagem a Nossa Senhora antes das celebrações.

O pontífice também se reuniu como rei Charles III e a rainha Camilla, do Reino Unido, na quarta-feira (9). O Palácio de Buckingham disse que Charles e Camilla “estavam encantados que o papa estivesse bem o suficiente para recebê-los”.

 

CNN Brasil

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China reage e anuncia novas tarifas sobre produtos dos EUA de 125%

Foto: Reuters

A China aumentou as tarifas retaliatórias sobre as importações dos EUA de 84% para 125%, informou a Comissão Tarifária do Conselho de Estado em um comunicado nesta sexta-feira (11).

Pequim pareceu indicar que não aumentaria suas tarifas sobre produtos americanos além de 125%, de acordo com um comunicado de um porta-voz do Ministério do Comércio.

“A imposição sucessiva de tarifas excessivamente altas à China pelos EUA tornou-se nada mais do que um jogo de números, sem real significado econômico. Isso apenas expõe ainda mais a prática americana de usar tarifas como arma para intimidação e coerção, transformando-se em uma piada”, disse o porta-voz.

“Se os EUA insistirem em continuar esse jogo de números com tarifas, a China não se envolverá. No entanto, se os EUA persistirem em prejudicar substancialmente os interesses da China, a China tomará contramedidas e lutará até o fim”, declara o Ministério do Comércio Chinês.

Resposta de Xi Jinping

O presidente da China, Xi Jinping, afirmou nesta sexta-feira (11) que seu país “não tem medo”, em seu primeiro comentário público sobre a guerra comercial com os Estados Unidos.

“Não há vencedores em uma guerra comercial, e ir contra o mundo só levará ao autoisolamento”, disse Xi ao primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez, em Pequim, segundo a emissora estatal CCTV.

“Por mais de 70 anos, o desenvolvimento da China se baseou em autossuficiência e trabalho árduo — nunca em esmolas de terceiros, e ela não teme nenhuma repressão injusta”, afirmou o líder chinês.

“Independentemente de como o ambiente externo mude, a China permanecerá confiante, focada e se concentrará em administrar bem seus próprios assuntos”, acrescentou.

CNN

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Dólar sobe e bate R$ 6 em meio a guerra de tarifas e turbulência entre EUA e China

 

íses.

 

Terra

Foto: Reuters

O dólar era negociada a R$ 6 por volta das 14h10 desta terça-feira, 8, logo após os Estados Unidos confirmarem a cobrança de uma tarifa adicional de 50% sobre todas as importações chinesas. A medida entra em vigor nesta quarta-feira, 9, após o país asiático não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump, que era até as 13h desta terça-feira, 8.

A China anunciou na segunda-feira, 7, que não iria ‘ceder à chantagem’ de Trump sobre a imposição de tarifas adicionais. “As ameaças dos EUA para escalar tarifas contra a China são um erro atrás do outro, mais uma vez expondo a natureza chantageadora da América”, declarou o ministro do Comércio chinês, Wang Wentao, que complementou: “Se os EUA insistirem em fazer as coisas à sua maneira, a China vai lutar até o fim”.

Mais cedo, antes da Casa Branca confirmar a tarifa extra, Trump disse que estava esperando uma ligação da China para fazer um acordo que evite a guerra de tarifas entre os países. Em uma sinalização de afrouxamento de discurso e busca por entendimento entre as nações, o presidente disse que “vai acontecer”, se referindo ao acordo. “A China também quer fazer um acordo, muito, mas eles não sabem como começar. Estamos esperando a ligação deles. Vai acontecer!”, escreveu Trump em sua página na plataforma Truth Social.

Guerra comercial

A política comercial dos EUA segue no foco dos mercados desde que Trump anunciou na semana passada a imposição de tarifa mínima de 10% sobre todas as importações ao país, que entrou em vigor no sábado, e taxas “recíprocas” mais altas para alguns parceiros, que serão implementadas na quarta.

Por três sessões consecutivas, os investidores demonstraram enorme aversão ao risco, em meio ao temor de que as medidas comerciais possam desencadear uma guerra comercial ampla, o que poderia provocar a aceleração da inflação global e uma recessão econômica em diversos países.

Terra

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Casa Branca diz que tarifas de 104% contra a China entram em vigor nesta quarta-feira

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt — Foto: REUTERS

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou à Fox Business início da tarde desta terça-feira (8) que as tarifas de 104% dos Estados Unidos contra a China vão entrar em vigor a partir desta quarta-feira (9).

O comunicado veio após o país asiático não desistir da retaliação aos Estados Unidos dentro do prazo estabelecido pelo presidente americano Donald Trump, que era até as 13h desta terça-feira (8).

Mais cedo, Trump postou em sua rede social que estava esperando uma ligação da China para discutir as tarifas, mas isso não ocorreu.

Durante a madrugada, a China disse que não vai voltar atrás e que está pronta para seguir respondendo aos aumentos tarifários, apesar de considerar que “em uma guerra comercial, não há vencedores”.

g1

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Trump ameaça taxar China em mais 50% se país não voltar atrás de retaliação aos EUA


Foto: Leah Millis/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta segunda-feira (7) taxar a China em mais 50% se o país não voltar atrás da imposição de tarifas de 34% que anunciou na semana passada em retaliação ao “tarifaço”.

“Se a China não retirar seu aumento de 34% acima de seus abusos comerciais de longo prazo até amanhã, 8 de abril de 2025, os Estados Unidos imporão tarifas adicionais à China de 50%, com efeito em 9 de abril”, publicou Trump em sua rede social.

“Além disso, todas as negociações com a China sobre suas reuniões solicitadas conosco serão encerradas”, completou.

O republicano afirmou ainda que as negociações com outros países, que solicitaram reuniões para discutir as tarifas, começarão imediatamente.

Bolsas despencam

Dois dias depois que Trump detalhou o seu “tarifaço global”, e anunciou tarifas de 34% sobre todas as importações da China, Pequim reagiu e disse que passaria a aplicar a mesma taxa aos produtos americanos a partir de quinta-feira (10).

Logo depois, Trump afirmou que a China havia feito “a única coisa que não podia fazer”.

Os anúncios pesaram sobre as bolsas de valores, com investidores temendo os efeitos econômicos de uma guerra comercial. Nesta segunda (7), os mercados globais estão em queda pelo terceiro dia consecutivo.

Na Ásia, onde os mercados já fecharam, o dia foi de queda acentuada, com destaque para a bolsa de Hong Kong, que despencou 13,22%. O índice CSI 1000, da China, caiu 11,39%.

Na Europa, o pregão ainda está em andamento, mas os principais índices acionários também apresentam quedas significativas, superiores a 4%. O índice Euro Stoxx 50, que reúne as principais ações da Europa, caía 4,31% por volta das 12h55.

g1

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VÍDEO: Papa Francisco faz aparição pública surpresa após deixar hospital e acena para fieis no Vaticano

O Papa Francisco fez uma aparição pública surpresa neste domingo (6), a primeira vez que o líder da Igreja Católica foi visto em público desde que deixou o hospital há duas semanas.

Francisco cumprimentou multidões no Vaticano e apresentava bom humor. Ele estava sentado em uma cadeira de rodas e usando o que parecia ser uma cânula nasal auxiliando sua respiração.

O pontífice de 88 anos passou cinco semanas no hospital com pneumonia entre fevereiro e março.

Francisco parecia estar melhor do que quando foi visto pela última vez em público, duas semanas antes de receber alta do Hospital Gemelli de Roma.

Naquela época, ele lutava para falar e levantar os braços, mas conseguia acenar para as pessoas e fazer um sinal de positivo de uma sacada.

No evento de hoje, o papa parecia mover os braços com mais facilidade. Sua voz ainda estava fraca, mas mais forte do que duas semanas atrás.

Multidões de fiéis se reuniram na Praça de São Pedro, no Vaticano, no domingo para celebrar uma missa quaresmal regular, sem anúncio de uma aparição do pontífice.

Quando Francisco foi levado para dentro, os presentes aplaudiram intensamente.

CNN Brasil

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Tarifaço dos EUA pode pressionar inflação brasileira e gerar ambiente de incerteza global

Foto: Daniel Torok/White House

Em mais um passo da sua agenda protecionista, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nessa quarta-feira (2) um novo pacote de tarifas comerciais recíprocas sobre diversas nações, incluindo o Brasil. A medida entra em vigor no próximo sábado (5), mas especialistas entendem que, caso as políticas de Trump falhem, os EUA podem sofrer uma desaceleração do crescimento econômico e pressionar a inflação das demais nações, o que poderia causar um desequilíbrio na economia global.

Como efeito imediato, analistas avaliam que o aumento das tarifas podem gerar um encarecimento de determinados produtos vendidos no Brasil. O economista Hugo Garbe explica que a inflação brasileira é sensível a choques externos, especialmente em questões relacionadas ao câmbio, canal de insumos e expectativas inflacionárias.

“Se as tarifas dos EUA causarem aumento global nos preços de produtos intermediários, como fertilizantes, semicondutores, maquinário, esses custos se transmitem para a cadeia produtiva doméstica, sobretudo na agroindústria e no setor manufatureiro. O retorno a um modelo protecionista pelos EUA pode levar a retaliações tarifárias cruzadas e à erosão das instituições multilaterais de comércio, como a OMC, criando um ambiente de incerteza que penaliza países emergentes como o Brasil, mais dependentes de previsibilidade no comércio internacional”, analisa.

Apoiado por alguns setores da indústria americana, o “dia da libertação nacional” vinha sendo um dos pontos mais defendidos por Trump durante o segundo mandato. Com o temor de uma recessão nos Estados Unidos, mercados e potencias globais tentam ignorar ruídos e procuram se adaptar às novas políticas da administração do republicano.

O novo pacote estipula uma linha de base de 10% nas taxas, que vai atingir países como Brasil, Costa Rica e Turquia. Entretanto, nações como China, Vietnã, Suíça e África do Sul foram penalizados com tarifas maiores, de até 46%.

Desde o início do atual mandato, Trump tem aplicado tarifas sobre as importações de diferentes produtos, gerando tensão diplomática com os principais aliados do país e desencadeando uma guerra comercial, por exemplo, com Canadá e União Europeia.

Uma das maiores preocupações relacionadas ao tarifaço de Trump são as demissões em massa, que podem gerar consequências negativas na economia americana.

R7

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Trump anuncia novas tarifas comerciais e prevê taxa de 10% a produtos brasileiros

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) um novo pacote de tarifas comerciais recíprocas que afetará diversos países. O presidente mostrou uma tabela com os valores que serão cobrados de cada nação, e os produtos do Brasil receberão serão taxados em 10%.

A data foi batizada pelo republicano como o “Dia da Libertação”, marca o início de medidas que, segundo ele, terão impacto global e entrarão em vigor imediatamente.

“Este é um dos dias mais importantes na minha opinião na história americana. É nossa declaração de independência econômica. Durante anos, cidadãos americanos trabalhadores foram forçados a ficar de fora enquanto outras nações ficavam ricas e poderosas, muito disso às nossas custas”, disse Trump durante o anúncio.

“Mas agora é a nossa vez de prosperar e, ao fazer isso, usar trilhões e trilhões de dólares para reduzir nossos impostos e pagar nossa dívida nacional e tudo isso vai acontecer muito rápido. Com a ação de hoje, finalmente seremos capazes de tornar a América grande novamente, maior do que nunca”, acrescentou Trump.

Na segunda-feira (31), o presidente afirmou que a nova política tarifária abrangerá todos os países, enquanto a Casa Branca reforçou na terça-feira (1º) que as taxas começarão a valer sem demora.

R7

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Forbes divulga lista de bilionários com Musk em 1º lugar; veja top 10

Foto: REUTERS

A Revista Forbes publicou, nesta terça-feira (1º), seu ranking anual de bilionários. No topo da lista está o fundador da Tesla, Elon Musk, com patrimônio de US$ 342 bilhões.

Na segunda posição, aparece o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, com uma fortuna de US$ 216 bilhões. Em seguida, estão Jeff Bezos, fundador da Amazon e Larry Ellison, cofundador da gigante de software Oracle.

Confira o top 10

1 – Elon Musk
Elon Musk foi cofundador de sete empresas, incluindo a fabricante de carros elétricos Tesla, a produtora de foguetes SpaceX e a startup de inteligência artificial xAI. O bilionário também é dono da rede social X – o antigo Twitter.

O executivo, que acumula uma fortuna de US$ 342 bilhões, também faz parte atualmente do governo norte-americano, no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês).

2 – Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg foi um dos criadores do Facebook em 2004, quando tinha 19 anos. Desde 2021 o nome da empresa foi alterado para Meta, como conhecemos hoje – uma aposta de Zuckerberg para dialogar com o metaverso.

Ocupando o segundo lugar do ranking da Revista Forbes, sua fortuna é avaliada em US$ 216 bilhões.

3 – Jeff Bezos

Jeff Bezos fundou a gigante do comércio eletrônico Amazon em 1994 em sua garagem em Seattle. Após se consolidar no e-commerce, a Amazon também ingressou no mercado de streamings com o Prime Video e o Amazon Music.

Segundo a Forbes, Bezos possui uma fortuna estimada em US$ 215 bilhões.

4 – Larry Ellison

Larry Ellison é presidente, diretor de tecnologia e cofundador da gigante de software Oracle, da qual ele possui cerca de 40%. Na quarta posição, Ellison possui um patrimônio avaliado em US$ 192 bilhões.

5 – Bernard Arnault e família

Bernard Arnault supervisiona o império LVMH de 75 marcas de moda e cosméticos, incluindo Louis Vuitton e Sephora. Arnault  já chegou a ocupar o primeiro lugar da lista, mas foi ultrapassado por Ellon Musk.

Hoje, sua fortuna chega a US$ 178 bilhões.

6 – Warren Buffett

Conhecido como o “Oráculo de Omaha”, Warren Buffett é um dos investidores mais bem-sucedidos de todos os tempos. Com 94 anos, Buffett é dono da Berkshire Hathaway.

7 – Larry Page

Larry Page foi cofundador do Google e deixou o cargo de CEO da Alphabet, empresa controladora, em 2019, mas continua como membro do conselho e acionista controlador.

8 – Sergey Brin

Sergey Brin também é cofundador do Google e foi colega de Larry Page. Brin também deixou o cargo de presidente da Alphabet, empresa controladora, em dezembro de 2019, mas continua como membro do conselho e acionista controlador.

9 – Amancio Ortega

Amancio Ortega, da Espanha, é um dos varejistas de roupas mais ricos do mundo. Ele é cofundador da Inditex, que possui a rede varejista Zara em seu portfólio.

10 – Steve Ballmer

Steve Ballmer é o ex-CEO da Microsoft, que liderou a empresa de 2000 a 2014. Sua fortuna é estimada em US$ 118 bilhões, segundo a Forbes.

CNN Brasil

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Trump diz que uso de força militar não está descartado para tomar posse da Groenlândia


Foto: REUTERS/Evelyn Hockstein

O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca repreendeu no sábado, 29, o governo Trump por seu “tom” ao criticar a Dinamarca e a Groenlândia, afirmando que seu país já está investindo mais na segurança do Ártico e continua aberto a uma maior cooperação com os EUA. O chanceler Lars Løkke Rasmussen fez essas declarações em um vídeo nas redes sociais após a visita do vice-presidente dos EUA, JD Vance, à ilha estratégica.

Mais tarde, no sábado, no entanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, manteve um tom agressivo, dizendo à NBC News que “nunca descarta o uso de força militar” para adquirir a Groenlândia.

“Muitas acusações e alegações foram feitas. E, claro, estamos abertos a críticas”, disse Rasmussen, falando em inglês. “Mas, para ser completamente honesto: não apreciamos o tom em que elas estão sendo feitas. Não é assim que se fala com aliados próximos. E ainda considero a Dinamarca e os Estados Unidos aliados próximos.”

A Groenlândia é um território da Dinamarca, que é aliada da OTAN. Trump quer anexar a ilha, alegando que é necessária para fins de segurança nacional. Na entrevista de sábado, Trump admitiu que “acho que há uma boa possibilidade de conseguirmos isso sem força militar”. “Isso é paz mundial, isso é segurança internacional”, disse ele, mas acrescentou: “Não descarto nada”.

Quando questionado pela NBC sobre que mensagem isso enviaria ao presidente russo Vladimir Putin, que tenta consolidar seu domínio sobre o território ucraniano três anos após a invasão, Trump respondeu: “Eu não me importo”.

Na sexta-feira, 28, Vance afirmou que a Dinamarca tem “investido pouco” na segurança da Groenlândia e exigiu que o país mudasse sua abordagem, enquanto Trump pressiona para assumir o controle do território dinamarquês.

Vance visitou tropas americanas na Base Espacial Pituffik, no norte da Groenlândia, uma região rica em minerais, acompanhado de sua esposa e de altos funcionários dos EUA. A viagem foi reduzida após um protesto de groenlandeses e dinamarqueses que não foram consultados sobre a agenda original.

“Nossa mensagem para a Dinamarca é muito simples: vocês não têm feito um bom trabalho com o povo da Groenlândia”, disse Vance. “Vocês investiram pouco no povo da Groenlândia e na arquitetura de segurança desta incrível e bela massa de terra, repleta de pessoas incríveis. Isso precisa mudar.”

Na sexta-feira, Trump divulgou um vídeo em sua rede social, Truth Social, intitulado “Os Estados Unidos apoiam a Groenlândia”, mostrando imagens de tropas americanas na região durante a Segunda Guerra Mundial.

Em sua visita à Groenlândia, Vance disse que os EUA “não têm outra opção” a não ser assumir uma posição mais significativa para garantir a segurança da ilha e incentivou a Groenlândia a buscar a independência da Dinamarca.

Estadão Conteúdo

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