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Trump diz para companhias aéreas considerarem espaço aéreo da Venezuela ‘totalmente fechado’

Foto: Anna Rose Layden/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (29) para que companhias aéreas considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela fechado.

O comentário foi feito na rede Truth Social e também foi destinado a “pilotos, narcotraficantes e traficantes humanos”. Veja o comentário na íntegra:

“A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas: considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela totalmente fechado. Obrigado pela atenção”, disse.

Presidente dos EUA diz para companhias aéreas evitarem espaço aéreo da Venezuela — Foto: Reprodução

Na quinta-feira (27), Trump havia afirmado que ofensivas terrestres contra o narcotráfico na Venezuela deveriam começar “muito em breve”.

Durante uma conferência com militares, Trump afirmou que o tráfico de drogas por mar está diminuindo. Agora, segundo ele, os EUA passarão a impedir também o transporte de entorpecentes por terra, considerado por ele “mais fácil”.

g1

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Adolf Hitler é reeleito na Namíbia e explica nome polêmico

Foto: reprodução/FearedBuck

Adolf Hitler Uunona, político da Namíbia, foi reeleito como conselheiro regional no distrito de Ompundja, na região de Oshana. O nome curioso voltou a chamar atenção durante as eleições.

Em entrevista ao jornal The Namibian, Uunona afirmou que já retirou oficialmente “Hitler” de seus documentos. O político namibiano explicou que seu pai não sabia o significado histórico do nome – associado ao ditador alemão nazista – e que, durante sua infância, considerava um nome normal.

“Para mim, quando criança, era um nome perfeitamente normal. Só quando cresci é que entendi: este homem queria conquistar o mundo inteiro. Não tenho nada a ver com nada disso”, disse.

Apesar da polêmica, Uunona é um político popular no país. Esta é sua quinta reeleição. Em 2020, ele venceu com 85% dos votos.

Com informações de Metrópoles

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Trump anuncia bloqueio total à imigração de países do “Terceiro Mundo”

Foto: Marovich/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai suspender permanentemente a entrada de imigrantes de países classificados como “Terceiro Mundo”, justificando a medida como forma de “recuperar o sistema americano”. O anúncio foi feito na madrugada desta sexta-feira (28), em publicação na Truth Social. Países como o Brasil costumam ser incluídos nesse grupo.

A decisão surge um dia após um tiroteio próximo à Casa Branca, que deixou uma militar morta. O autor dos disparos é um afegão que entrou nos EUA em 2021, ainda na gestão Biden, e teve pedido de asilo aprovado em 2025. Trump afirmou que vai rever autorizações concedidas no período do democrata e que pretende cancelar milhões de admissões consideradas irregulares.

O republicano também diz que vai deportar estrangeiros que, segundo ele, representem risco, sejam “fardo público” ou não contribuam para os EUA. Em texto mais longo, Trump voltou a atacar políticas migratórias anteriores e afirmou que a imigração de países “falidos” seria responsável por parte dos problemas sociais americanos.

Paralelamente, o governo determinou uma revisão ampla de decisões migratórias da gestão Biden, incluindo pedidos de asilo e green cards concedidos a cidadãos de 19 países classificados como “de preocupação”, entre eles Afeganistão, Haiti, Venezuela, Irã e Somália. O processamento de solicitações feitas por afegãos também foi suspenso por tempo indeterminado.

Com informações do Metrópoles

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Trump é surpreendido ao ouvir sobre prisão de Bolsonaro: ‘Foi o que aconteceu? É uma pena’

Foto: Reprodução/TV Record

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi surpreendido ao ouvir de jornalistas que o aguardavam na Casa Branca, em relação à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na manhã deste sábado, 22. Sucinto, o republicano se limitou a dizer: “Foi o que aconteceu? É uma pena”.

Inicialmente, Trump parece ter confundido Bolsonaro com outra pessoa ao ser questionado sobre a prisão: “Falei, ontem à noite, com a pessoa sobre a qual você se referiu, e devemos nos encontrar em um futuro próximo, acredito”, disse, antes de se corrigir.

Novamente perguntado sobre a custódia do ex-presidente brasileiro, Trump, então, entendeu a pergunta e se mostrou surpreso: “O que? Eu não ouvi nada sobre isso. Foi o que aconteceu? É uma pena”, disse, encerrando a conversa com os jornalistas.

Com informações de Terra

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[VÍDEO] AGORA VAI: Maduro canta “Imagine”, de John Lennon, em apelo de paz aos EUA

Imagem: reprodução

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um novo apelo de paz aos EUA neste sábado (15), ao cantar a música Imagine, de John Lennon, em um comício.

Durante um evento com seus apoiadores em Miranda, onde empossou os comitês de base bolivarianos, o líder chavista diz:

“Paz, paz, paz. Façam tudo pela paz. Como John Lennon costumava dizer. Alfred Nazareth (Ministro da Comunicação da Venezuela), como era a música do John Lennon? Imaginem todas as pessoas”.

Enquanto a música Imagine era tocada nos alto-falantes, o líder venezuelano cantava e aplaudia junto com seus apoiadores, enquanto autoridades governamentais no palco faziam o sinal de paz com as mãos.

A canção de John Lennon, que fundou os Beatles, e Yoko Ono que pede por paz no mundo ficou famosa da década de 70 e já ganhou diversas interpretações por artistas de todo o mundo.

A música idealiza um cenário pacifista capaz de estabelecer paz entre os povos. “Imagine que não existem países. Não é difícil imaginar nada pelo que matar ou morrer”, diz um trecho.

Veja o momento:

O novo apelo surge em meio a tensão entre a Caracas e Washington devido ao aumento da presença militar dos Estados Unidos no Caribe.

No mesmo evento, Maduro voltou a criticar a mobilização americana, especialmente após Trinidad e Tobago, país vizinho, anunciar exercícios militares em conjunto com os EUA a partir deste domingo (16).

Enquanto o governo Trump afirma que as operações visam atacar narcotraficantes na região, Maduro sustenta que elas representam uma tentativa secreta de derrubar seu regime.

CNN com informações de Reuters

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Apesar de redução, Brasil ainda tem 40% de taxa por retaliação dos EUA

Foto: Reprodução/X

O decreto assinado por Donald Trump nesta sexta-feira (14) derrubou apenas a tarifa recíproca de 10% aplicada ao Brasil desde abril, mas manteve intacta a sobretaxa de 40% criada em agosto como retaliação ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF. A mudança, válida de forma retroativa desde a madrugada de quinta-feira, beneficia vários países exportadores, mas não elimina o peso do tarifaço imposto aos produtos brasileiros.

A sobretaxa foi elevada a 50% em agosto, quando Trump acusou o governo Lula de promover “perseguição e processo politicamente motivado” contra Bolsonaro, segundo documento assinado em julho. Com o novo decreto, essa taxa cai para 40%, mas continua atingindo setores estratégicos para o Brasil, grande produtor de café, carne bovina e outras commodities. Diversos itens tiveram parte das tarifas reduzidas, entre eles carnes, frutas, tubérculos, café, chá, cacau, derivados agrícolas e fertilizantes.

Apesar do alívio parcial, muitos produtos brasileiros seguirão mais caros no mercado americano devido às altas recentes de preços, provocadas tanto pelas tarifas impostas quanto pela baixa oferta nos EUA. O governo americano afirma que a decisão levou em conta negociações comerciais, demandas internas e a capacidade de produção doméstica.

Mesmo com a redução anunciada, a relação comercial Brasil–EUA permanece sob tensão, e a continuidade da tarifa extra de 40% mantém a pressão sobre exportadores nacionais.

Com informações do Poder 360

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Brasil escapa do tarifaço de Trump após negociações intensas — veja o que muda

Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O Brasil conseguiu uma primeira brecha no tarifaço imposto por Donald Trump após entrar oficialmente no anexo da ordem executiva assinada nesta sexta-feira (14). O documento reduz tarifas de produtos agrícolas e inclui a Brazil nuts (castanha-do-pará), abrindo espaço para aliviar o impacto da sobretaxa de 10% aplicada desde abril sobre exportações brasileiras.

A ordem modifica o Decreto Executivo 14.257, que havia elevado custos de diversos itens brasileiros. Embora Trump não cite o Brasil diretamente como alvo do recuo, a lista de produtos favorecidos atinge setores importantes da relação comercial entre os dois países — em especial o agronegócio, que enfrenta pressão com os custos extras impostos pelos EUA.

A decisão acontece justamente no momento em que o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, esteve em Washington negociando uma saída com o secretário de Estado, Marco Rubio. Vieira entregou uma proposta e ouviu que a resposta seria “muito breve”, o que acabou se confirmando com a ordem assinada por Trump menos de 24 horas depois da reunião.

O movimento reacende a expectativa de que Brasil e Estados Unidos caminhem para um acordo mais amplo. Para o Brasil, qualquer redução do tarifaço é vital para manter competitividade no mercado americano — especialmente num cenário em que o agronegócio segue sustentando a economia, enquanto o governo Lula patina em resultados concretos.

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Turquia confirma 20 soldados mortos em acidente com avião militar que se desintegrou no ar na Geórgia

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Trump parece cochilar durante anúncio na Casa Branca e gera polêmica

Foto: Getty Images

Imagens do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparentemente fechando os olhos durante um anúncio no Salão Oval, na semana passada, viralizaram nas redes sociais no fim de semana, com opositores do líder aproveitando as filmagens para questionar o desempenho dele o cargo.

Trump participou na quinta-feira (6) de um anúncio sobre a redução de preços de medicamentos populares para perda de peso, falando da Mesa Resolute ao lado de outros funcionários.

Em alguns momentos, Trump aparecia com os olhos fechados e, em outros, parecia lutar para mantê-los abertos. Em determinados momentos, ele os esfregava.

As imagens provocaram críticas imediatas dos opositores do republicano. O gabinete de imprensa do governador da Califórnia, Gavin Newsom, um dos principais antagonistas do presidente, publicou imagens do evento e escreveu: “O SONOLENTO DON ESTÁ DE VOLTA.”

A porta-voz da Casa Branca, Taylor Rogers, disse em comunicado à CNN que “o presidente não estava dormindo; na verdade, ele falou durante todo o evento e respondeu a várias perguntas da imprensa durante este anúncio, que representa uma redução histórica nos preços de dois medicamentos para americanos que lutam contra diabetes, doenças cardíacas, obesidade e outras condições. Este anúncio do presidente Trump economizará uma quantidade significativa de dinheiro e incontáveis vidas americanas, mas a mídia liberal fracassada prefere promover uma narrativa sem fundamento em vez de cobrir o assunto.”

Trump aparece em público regularmente e participa de longas sessões de perguntas e respostas com jornalistas. Assessores e membros do gabinete frequentemente elogiam sua energia e relatam receber ligações ou mensagens dele em qualquer horário.

Um dia antes do evento de quinta-feira, Trump viajou a Miami para um discurso econômico que durou mais de uma hora. Ele também havia completado uma viagem por três países da Ásia no final do mês passado.

Preocupações com a saúde do presidente

Ainda assim, questionamentos sobre a saúde de Trump persistem desde que ele assumiu o cargo como o homem mais velho já empossado na presidência.

O presidente de 79 anos disse no mês passado que fez uma ressonância magnética durante um exame físico no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, sem explicar o motivo.

Durante o verão (hemisfério norte), a Casa Branca anunciou que médicos examinaram Trump devido a inchaço nas pernas e diagnosticaram insuficiência venosa crônica.

É uma condição na qual as válvulas dentro de certas veias não funcionam como deveriam, o que pode permitir que o sangue se acumule nas veias.

Todos os presidentes, em algum momento, já aparentaram cansaço em público.

Até mesmo um presidente bem mais jovem como Barack Obama ocasionalmente esfregava os olhos cansados durante longas cúpulas.

CNN

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Japão emite alerta de tsunami após terremoto de magnitude 6,7 atingir nordeste do país

Alerta foi emitido neste domingoReprodução/ Agência Meteorológica do Japão

A Agência Meteorológica do Japão emitiu neste domingo (9) um alerta de tsunami para a província de Iwate após um terremoto de magnitude 6,7 atingir a costa nordeste do país durante a noite domingo. Para aqueles que estão na região afetada, a recomendação é de que se mantenha afastado da costa e da foz de rios que possam transbordar.

Segundo a imprensa japonesa, a cidade de Ofunato, na província de Iwate, emitiu uma ordem de evacuação para 6.138 pessoas em 2.825 residências nas áreas costeiras da cidade.

Outros municípios, como a cidade de Kamaishi, Otsuchi e Rikuzentakata, ordenaram a evacuação de moradores de áreas fora dos diques (barreiras de terra ou concreto usadas para controlar a água).

Com o terremoto, alguns pequenos tsunamis foram observados em Iwate, como no porto de Ofunato e Kuji, que atingiram 20 centímetros, informou a agência.

Nas redes sociais, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, informou que um escritório de ligação para informações foi instalado na Residência Oficial do Primeiro-Ministro. No texto, ela pede, ainda, que as pessoas deixem a costa do país.

“Foi emitido um alerta de tsunami, portanto, por favor, deixe a costa imediatamente. Por favor, preste muita atenção às informações futuras, pois o tsunami que chegar poderá ser maior do que o esperado. Existe também a possibilidade de réplicas, portanto, continue atento a tremores fortes”, escreveu.

R7

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