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EUA elogiam PL da Dosimetria e veem ‘primeiro passo’ para reaproximação com o Brasil

Christopher Landau, vice-secretário de Estado dos EUA

Foto: Reprodução/X

O vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, afirmou na noite desta quinta-feira (11) que Washington “saúda” a aprovação do PL da Dosimetria pela Câmara dos Deputados. O texto reduz penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro e, segundo Landau, representa um “primeiro passo” para restaurar a relação diplomática entre os dois países, estremecida nos últimos anos. A manifestação foi publicada no X e reflete o alinhamento do número dois do secretário Marco Rubio, provável influenciador direto na política externa do governo americano.

Para Landau, o projeto aprovado atende a preocupações antigas dos EUA sobre o uso do sistema judicial brasileiro em disputas políticas. “Os Estados Unidos têm expressado consistentemente preocupação com as tentativas de instrumentalizar o processo legal no Brasil e, portanto, saúdam o projeto aprovado como um primeiro passo para lidar com esses abusos”, escreveu. Ele acrescentou que vê, finalmente, “o início de um caminho para melhorar as relações” entre os dois países.

A aprovação do texto foi celebrada também pela oposição bolsonarista, que abandonou a defesa de uma anistia ampla e passou a apostar na redução das penas. O ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe, pode ter sua pena diminuída para até 2 anos e 4 meses em regime fechado, segundo o relator Paulinho da Força (Solidariedade-SP). A votação ocorreu na madrugada de quarta-feira (10), com 291 votos a favor e 148 contrários.

Agora, o PL segue para análise no Senado, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), já sinalizou que pretende pautar o tema ainda em 2025. Caso o projeto avance, a mudança na dosimetria pode alterar o cenário jurídico de dezenas de condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes, além de impactar diretamente o tempo de prisão de Bolsonaro, atualmente detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Com informações do Metrópoles

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Ex-governador da oposição a Maduro morre em prisão na Venezuela

Foto: Reprodução/ Facebook Alfredo Díaz

Alfredo Díaz, dirigente político da oposição da Venezuela, morreu este fim de semana na prisão onde estava detido há uma ano. A informação foi confirmada à CNN Espanhol pela filha Alejandra María Díaz.

O ex-governador do estado de Nueva Esparta, de 56 anos, estava detido desde novembro de 2024. Ele estava na sede do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin), conhecida como El Helicoide, para onde foi levado acusado de conspiração.

A família e os advogados de Díaz sempre negaram as acusações. Eles também afirmam que o opositor não teve direito devido processo legal e que não tinham comunicação constante com ele.

Autoridades do regime informaram que Díaz morreu após sofre um infarto, mas a família acredita que ele não teve acesso a atendimento médico.

Mais tarde, o Ministério do Serviço Penitenciário divulgou um comunicado confirmando a morte de Díaz. Segundo o Ministério, na manhã deste sábado ele apresentou sintomas compatíveis com infarto e foi levado a um hospital, onde morreu minutos depois.

“(Ele foi) auxiliado por seus companheiros de recinto, e imediatamente a emergência foi atendida pelo socorrista e paramédico de plantão da unidade, que prestaram o atendimento médico inicial”, disse o Ministério.

“Ele estava sendo processado, com plena garantia de seus direitos, de acordo com o ordenamento jurídico e o respeito aos direitos humanos e à sua defesa jurídica”, acrescentou — em contraste com as declarações de sua família.

Díaz, um reconhecido líder regional e dirigente do partido oposicionista Ação Democrática, foi governador de Nueva Esparta, prefeito de Mariño e vereador. Sua morte provocou reações na Venezuela.

“Confirmamos que a família de Alfredo Díaz foi notificada sobre sua morte enquanto ele estava sob custódia em El Helicoide”, disse Gonzalo Himiob, vice-presidente da ONG de defesa dos direitos humanos Foro Penal, no X. Ele pediu que a morte seja investigada “de maneira objetiva e imparcial”.

A organização defensora dos direitos humanos Provea também se pronunciou sobre a morte do dirigente oposicionista. “Condenamos uma nova morte, sob custódia do Estado, de um preso político venezuelano”, afirmou, exigindo “uma investigação imediata” sobre o ocorrido.

Em casos anteriores, o governo da Venezuela insistiu que todos os detidos no país têm seus direitos humanos e devido processo respeitados. A ditadura costuma criticar  os diversos relatórios internacionais sobre detenções arbitrárias e as denúncias de violações como “irresponsáveis, enviesadas e profundamente polarizadas”.

CNN Brasil

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Fórmula 1 tem novo campeão: Lando Norris, da McLaren

Foto: Bryn Lennon – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Lando Norris, 26 anos, conquistou neste domingo (7) seu primeiro título mundial de Fórmula 1 ao finalizar o GP de Abu Dhabi em 3º lugar — exatamente o resultado de que precisava para ser campeão sem depender de rivais.

Na última corrida do ano, três pilotos chegaram com chances reais de título: Norris, Max Verstappen (pole) e Oscar Piastri, companheiro de Lando na McLaren.

Mesmo sem largar na frente — apesar do bom desempenho nos treinos — o britânico piloto da McLaren manteve a consistência, controlou a corrida e garantiu o pódio que lhe rendeu a taça de 2025.

Com isso, Norris entra para a história ao conquistar seu primeiro campeonato na principal categoria do automobilismo.

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Trump recebe o Prêmio da Paz da Fifa durante o sorteio dos grupos da Copa do Mundo 2026

Foto: reprodução/YouTube

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o Prêmio da Paz da Fifa nesta sexta-feira, durante o evento de sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026, realizado em Washington, capital americana. Estados Unidos, junto de Canadá e México, são as sedes do próximo Mundial.

Segundo a Fifa, o prêmio, criado neste ano, busca “recompensar indivíduos que realizaram ações excepcionais e extraordinárias pela paz”.

A premiação reafirma o estreitamento da amizade entre Trump Gianni Infantino, presidente da entidade que governa o futebol no mundo. Em janeiro, o italiano esteve presente na Casa Branca na cerimônia de posse do governante americano.

Horas antes do sorteio da Copa, Trump agradeceu e elogiou o trabalho do presidente da Fifa durante um evento em Washington que marcou a assinatura de um tratado de paz entre Ruanda e a República Democrática do Congo. “Gianni, muito obrigado. Você fez um trabalho fantástico, é um grande líder no esporte e um grande cavalheiro”, disse.

Em novembro, um mês após a criação da honraria, Infantino chegou a indicar que Trump merecia deveria ganhá-la pela atuação no cessar-fogo entre Israel e Hamas no Oriente Médio.

A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história. Pela primeira vez, 48 seleções disputam o título do maior evento do futebol do planeta. O Mundial do ano que vem será realizado entre os dias 11 de junho e 19 de julho.

Estadão Conteúdo

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Trump diz para companhias aéreas considerarem espaço aéreo da Venezuela ‘totalmente fechado’

Foto: Anna Rose Layden/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (29) para que companhias aéreas considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela fechado.

O comentário foi feito na rede Truth Social e também foi destinado a “pilotos, narcotraficantes e traficantes humanos”. Veja o comentário na íntegra:

“A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas: considerem o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela totalmente fechado. Obrigado pela atenção”, disse.

Presidente dos EUA diz para companhias aéreas evitarem espaço aéreo da Venezuela — Foto: Reprodução

Na quinta-feira (27), Trump havia afirmado que ofensivas terrestres contra o narcotráfico na Venezuela deveriam começar “muito em breve”.

Durante uma conferência com militares, Trump afirmou que o tráfico de drogas por mar está diminuindo. Agora, segundo ele, os EUA passarão a impedir também o transporte de entorpecentes por terra, considerado por ele “mais fácil”.

g1

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Adolf Hitler é reeleito na Namíbia e explica nome polêmico

Foto: reprodução/FearedBuck

Adolf Hitler Uunona, político da Namíbia, foi reeleito como conselheiro regional no distrito de Ompundja, na região de Oshana. O nome curioso voltou a chamar atenção durante as eleições.

Em entrevista ao jornal The Namibian, Uunona afirmou que já retirou oficialmente “Hitler” de seus documentos. O político namibiano explicou que seu pai não sabia o significado histórico do nome – associado ao ditador alemão nazista – e que, durante sua infância, considerava um nome normal.

“Para mim, quando criança, era um nome perfeitamente normal. Só quando cresci é que entendi: este homem queria conquistar o mundo inteiro. Não tenho nada a ver com nada disso”, disse.

Apesar da polêmica, Uunona é um político popular no país. Esta é sua quinta reeleição. Em 2020, ele venceu com 85% dos votos.

Com informações de Metrópoles

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Trump anuncia bloqueio total à imigração de países do “Terceiro Mundo”

Foto: Marovich/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que vai suspender permanentemente a entrada de imigrantes de países classificados como “Terceiro Mundo”, justificando a medida como forma de “recuperar o sistema americano”. O anúncio foi feito na madrugada desta sexta-feira (28), em publicação na Truth Social. Países como o Brasil costumam ser incluídos nesse grupo.

A decisão surge um dia após um tiroteio próximo à Casa Branca, que deixou uma militar morta. O autor dos disparos é um afegão que entrou nos EUA em 2021, ainda na gestão Biden, e teve pedido de asilo aprovado em 2025. Trump afirmou que vai rever autorizações concedidas no período do democrata e que pretende cancelar milhões de admissões consideradas irregulares.

O republicano também diz que vai deportar estrangeiros que, segundo ele, representem risco, sejam “fardo público” ou não contribuam para os EUA. Em texto mais longo, Trump voltou a atacar políticas migratórias anteriores e afirmou que a imigração de países “falidos” seria responsável por parte dos problemas sociais americanos.

Paralelamente, o governo determinou uma revisão ampla de decisões migratórias da gestão Biden, incluindo pedidos de asilo e green cards concedidos a cidadãos de 19 países classificados como “de preocupação”, entre eles Afeganistão, Haiti, Venezuela, Irã e Somália. O processamento de solicitações feitas por afegãos também foi suspenso por tempo indeterminado.

Com informações do Metrópoles

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Trump é surpreendido ao ouvir sobre prisão de Bolsonaro: ‘Foi o que aconteceu? É uma pena’

Foto: Reprodução/TV Record

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi surpreendido ao ouvir de jornalistas que o aguardavam na Casa Branca, em relação à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na manhã deste sábado, 22. Sucinto, o republicano se limitou a dizer: “Foi o que aconteceu? É uma pena”.

Inicialmente, Trump parece ter confundido Bolsonaro com outra pessoa ao ser questionado sobre a prisão: “Falei, ontem à noite, com a pessoa sobre a qual você se referiu, e devemos nos encontrar em um futuro próximo, acredito”, disse, antes de se corrigir.

Novamente perguntado sobre a custódia do ex-presidente brasileiro, Trump, então, entendeu a pergunta e se mostrou surpreso: “O que? Eu não ouvi nada sobre isso. Foi o que aconteceu? É uma pena”, disse, encerrando a conversa com os jornalistas.

Com informações de Terra

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[VÍDEO] AGORA VAI: Maduro canta “Imagine”, de John Lennon, em apelo de paz aos EUA

Imagem: reprodução

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, fez um novo apelo de paz aos EUA neste sábado (15), ao cantar a música Imagine, de John Lennon, em um comício.

Durante um evento com seus apoiadores em Miranda, onde empossou os comitês de base bolivarianos, o líder chavista diz:

“Paz, paz, paz. Façam tudo pela paz. Como John Lennon costumava dizer. Alfred Nazareth (Ministro da Comunicação da Venezuela), como era a música do John Lennon? Imaginem todas as pessoas”.

Enquanto a música Imagine era tocada nos alto-falantes, o líder venezuelano cantava e aplaudia junto com seus apoiadores, enquanto autoridades governamentais no palco faziam o sinal de paz com as mãos.

A canção de John Lennon, que fundou os Beatles, e Yoko Ono que pede por paz no mundo ficou famosa da década de 70 e já ganhou diversas interpretações por artistas de todo o mundo.

A música idealiza um cenário pacifista capaz de estabelecer paz entre os povos. “Imagine que não existem países. Não é difícil imaginar nada pelo que matar ou morrer”, diz um trecho.

Veja o momento:

O novo apelo surge em meio a tensão entre a Caracas e Washington devido ao aumento da presença militar dos Estados Unidos no Caribe.

No mesmo evento, Maduro voltou a criticar a mobilização americana, especialmente após Trinidad e Tobago, país vizinho, anunciar exercícios militares em conjunto com os EUA a partir deste domingo (16).

Enquanto o governo Trump afirma que as operações visam atacar narcotraficantes na região, Maduro sustenta que elas representam uma tentativa secreta de derrubar seu regime.

CNN com informações de Reuters

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Apesar de redução, Brasil ainda tem 40% de taxa por retaliação dos EUA

Foto: Reprodução/X

O decreto assinado por Donald Trump nesta sexta-feira (14) derrubou apenas a tarifa recíproca de 10% aplicada ao Brasil desde abril, mas manteve intacta a sobretaxa de 40% criada em agosto como retaliação ao julgamento de Jair Bolsonaro no STF. A mudança, válida de forma retroativa desde a madrugada de quinta-feira, beneficia vários países exportadores, mas não elimina o peso do tarifaço imposto aos produtos brasileiros.

A sobretaxa foi elevada a 50% em agosto, quando Trump acusou o governo Lula de promover “perseguição e processo politicamente motivado” contra Bolsonaro, segundo documento assinado em julho. Com o novo decreto, essa taxa cai para 40%, mas continua atingindo setores estratégicos para o Brasil, grande produtor de café, carne bovina e outras commodities. Diversos itens tiveram parte das tarifas reduzidas, entre eles carnes, frutas, tubérculos, café, chá, cacau, derivados agrícolas e fertilizantes.

Apesar do alívio parcial, muitos produtos brasileiros seguirão mais caros no mercado americano devido às altas recentes de preços, provocadas tanto pelas tarifas impostas quanto pela baixa oferta nos EUA. O governo americano afirma que a decisão levou em conta negociações comerciais, demandas internas e a capacidade de produção doméstica.

Mesmo com a redução anunciada, a relação comercial Brasil–EUA permanece sob tensão, e a continuidade da tarifa extra de 40% mantém a pressão sobre exportadores nacionais.

Com informações do Poder 360

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