Guerra

Guerra entre Israel e Hamas pode encarecer gasolina e comida e dificultar oferta de crédito no Brasil

No 13º dia de guerra, Israel volta a atacar posições do Hamas em Gaza |  Jornal Nacional | G1Foto: Abed Rahim Khatib/picture alliance via Getty Images

A guerra travada entre Israel e o grupo terrorista Hamas pode trazer graves consequências além da crise humanitária. Segundo especialistas ouvidos pelo R7, um dos impactos do conflito na economia brasileira poderá ser a pressão em cima da inflação.

Felipe Salles, economista-chefe do C6 Bank, explica que “por hora, o impacto é pequeno, mas isso pode mudar a qualquer momento, caso haja uma escalada no conflito”.

Da mesma forma, Renan Diego, educador financeiro e consultor no segmento, acredita que, se mais países entrarem na guerra, os preços em território nacional vão encarecer.

“[Se isso acontecer] provavelmente o petróleo vai aumentar muito e outras commodities também. Tudo vai ser influenciado, os alimentos vão ser impactados, porque, o petróleo subindo, aumenta a maior parte do transporte alimentar do Brasil, que usa diesel e gasolina, derivados do petróleo”, afirmou.

R7

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Guerra

Maioria dos reféns está viva, diz Exército israelense

Maioria dos reféns está viva, diz Exército israelense

As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram nesta sexta-feira, 20, que a maioria dos reféns do Hamas está viva.

“A maioria dos reféns está viva. Também há cadáveres que foram levados para a Faixa de Gaza”, disse em comunicado.

Segundo o Exército israelense, pelo menos 20 reféns têm menos de 18 anos. Por outro lado, o número de cativos com mais de 60 anos é estimado entre 10 e 20.

Na quinta, 19, o general israelenseNitzan Alon, comandante da inteligência militar para localização de pessoas sequestradas e desaparecidas, afirmou que devolver os 199 reféns do Hamas a suas famílias é a “prioridade máxima” das Forças de Defesa de Israel.

O Antagonista

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Guerra

Ajuda humanitária está prevista para entrar na Faixa de Gaza nesta sexta-feira

Foto: REUTERS/Stringer

A entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza está prevista para esta sexta-feira (20), segundo a Casa Branca. Cerca de 100 caminhões com mantimentos aguardam na passagem de Rafah, na fronteira com o Egito, pela autorização para entrarem no território.

Inicialmente, o governo de Israel havia bloqueado a entrada de água, alimentos, eletricidade e combustível em Gaza. No entanto, apelos da comunidade internacional e, principalmente, um encontro com Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, em Tel Aviv, convenceram Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, a autorizar o envio de ajuda humanitária para o território.

Um porta-voz da Presidência egípcia disse na quarta-feira (19) que estava coordenando, junto com os norte-americanos e com organizações humanitárias internacionais sob a supervisão da ONU, uma forma de garantir a chegada de ajuda.

Num comunicado, o gabinete de Netanyahu afirmou que “não impedirá” as entregas de alimentos, água e medicamentos, desde que os fornecimentos não cheguem ao Hamas. Não houve menção a combustível, que é essencial para abastecer os geradores dos hospitais locais.

g1

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Guerra

Israel diz ter matado viúva de fundador do Hamas durante ataque aéreo

Faixa de Gaza é alvo de ataques israelenses desde a ação do Hamas, no dia 7 de outubroFoto: AFP

As Forças de Defesa de Israel anunciaram, nesta quinta-feira (19), que mataram Jamila al-Shanti, a viúva do cofundador do Hamas, Abdel Aziz al-Rantisi, e Rafat Abu Hilal, chefe da ala militar da organização Comitês de Resistência Popular de Gaza, considerado o terceiro maior grupo terrorista da Faixa de Gaza depois do Hamas e da Jihad Islâmica. As informações foram publicadas pelo The Times of Israel.

Em 2021, Al-Shanti foi a primeira mulher eleita para o gabinete político do Hamas, o mais alto órgão de decisão. A imprensa local não divulgou detalhes sobre o local do ataque que matou a viúva.

O Exército de Israel informou que o serviço de inteligência do país foi o responsável por descobrir onde Abu Hilal estaria escondido, na região de Rafah, cidade no sul da Faixa de Gaza.

A ofensiva aérea teria destruído também túneis utilizados pelos terroristas em Gaza, quartéis-generais do Hamas e locais usados para lançar mísseis contra Israel.

Os bombardeios de Israel na região de Gaza tiveram como estopim o ataque-surpresa dos terroristas do Hamas no dia 7 de outubro. A ação terminou com 1.400 pessoas mortas e mais de 200 sequestradas.

R7

 

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Guerra

HAMAS: Universidade Estadual da Paraíba cancela aula após palestrante exaltar morte

Palestra Fernanda de MeloPalestra de Fernanda de Melo na UEPB foi cancelada após comentário em postagem

 

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) cancelou uma palestra que teria a presença da bacharel em Relações Internacionais Fernanda de Melo.

Aluna de pós-graduação na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (USP), Fernanda virou alvo de críticas nas redes sociais depois de comemorar a morte da brasileira Bruna Valeanu, ass4ssinada pelo Hamas em Israel.

Em seu perfil no X, antigo Twitter, Fernanda de Melo postou a notícia da morte da brasileira com a frase: “Foi tarde”. A postagem chegou a provocar reações da Câmara dos Deputados. Carla Zambelli e Cabo Gilberto Silva enviaram ofícios à UEPB pedindo o cancelamento do evento.

Depois da repercussão do comentário, ela apagou seus perfis nas redes sociais. A palestra na UEPB tinha como tema “Entendendo o conflito entre Israel e Palestina: religião, território e vi0lência” e aconteceria no sábado (14/10).

Antes disso, na terça-feira (10/10), em uma entrevista, a palestrante já havia acusado Israel de cometer “crimes de guerra” na Faixa de Gaza e afirmado que os ataques do Hamas seriam uma “resposta ao apartheid” promovido na região.

Metrópoles

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Guerra

Israel aprova entrada de ajuda humanitária em Gaza pelo Egito

Israel aprova entrada de ajuda humanitária em Gaza pelo Egito

 

O gabinete de guerra israelense atendeu a um pedido do presidente dos EUA, Joe Biden, e aprovou a entrada de ajuda humanitária em Gaza pelo Egito.

A ajuda será limitada a alimentos, água e medicamentos para a população civil, contanto que não cheguem aos terroristas do Hamas.

O gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, declarou o seguinte, segundo o correspondente Ariel Oseran, da i24 News:

“1. Israel não permitirá qualquer ajuda humanitária a partir do seu território para a Faixa de Gaza, enquanto os nossos reféns não forem devolvidos.

2. Israel exige que a Cruz Vermelha visite os nossos reféns e trabalhe para mobilizar um amplo apoio internacional a esta exigência.”

A aprovação corrobora a declaração da embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, que disse que a diplomacia norte-americana está em campo, abordando também a questão humanitária, no Oriente Médio.

“Estamos trabalhando com Israel e outros parceiros na região para endereçar a crise humanitária em Gaza. É crucial que alimentos, medicamentos, água e combustível comecem a ser transportados para Gaza o mais rápido possível”, afirmou.
O Antagonista

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Guerra

Ataque a hospital em Gaza não foi feito por Israel, diz Biden

Biden lands in Israel, hugs Netanyahu and Herzog on tarmac | ReutersFoto: Reuters

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse nesta quarta-feira (18.out.2023) que, pelo que viu, o ataque ao hospital de Al-Ahli, na Faixa de Gaza, não foi feito por Israel. O local foi bombardeado na terça-feira (17.out), deixando pelo menos 500 mortos –Israel, Hamas e Jihad Islâmica têm se acusado mutuamente pela autoria do ataque.

Biden chegou a Israel na manhã desta quarta-feira (18.out). Em declaração a jornalistas ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ele afirmou estar “profundamente triste e indignado” com o ataque. “Com base no que vi, parece que foi feito pela outra equipe, não por vocês [Israel]. Mas há muita gente por aí que não tem certeza, então temos de superar muitas coisas”, disse.

Os Estados Unidos são o país que mais têm apoiado Israel depois dos ataques do Hamas. A nação já mandou 2 porta-aviões à região: o USS Gerald R. Ford e o USS Dwight D. Einsenhower. O envio das embarcações pode ser interpretado como um sinal para que Irã e o Hezbollah, que apoiam o grupo extremista palestino, fiquem de fora.

Biden afirmou que o Hamas “cometeu atrocidades” que fazem o Estado Islâmico “parecer um tanto racional”. Ele disse: “Temos também de ter em mente que o Hamas não representa todo o povo palestino e só lhe trouxe sofrimento”.

Poder360

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Guerra

Biden chega a Israel para visita de alto risco durante protestos após explosão em hospital de Gaza

ImagemFoto: Reprodução

O presidente dos EUA, Joe Biden, chegou a Tel Aviv nesta quarta-feira (18) para iniciar uma viagem extraordinária de alto risco a Israel, em meio a protestos após a explosão mortal no Hospital Batista Al-Ahli, em Gaza, enquanto autoridades israelenses e palestinas trocavam acusações sobre o culpado pelo ataque.

A explosão marca uma nova fase perigosa na guerra de Israel com o Hamas, que ameaça repercutir-se a nível regional.

Com a sua visita, Biden procura demonstrar apoio firme a Israel enquanto o país trabalha para eliminar o grupo radical islâmico Hamas, ao mesmo tempo que pressiona por formas de aliviar o sofrimento humanitário em Gaza.

Biden desembarcou do Air Force One às 11h01 (5h pelo horário de Brasília), cumprimentando o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e o presidente israelense Isaac Herzog com abraços antes de apertar a mão da encarregada de negócios da embaixada dos EUA, Stephanie Hallett.

CNN Brasil

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Guerra

VÍDEO: Veja bombardeio em hospital de Gaza

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento em que um bombardeio atingiu um hospital na Faixa de Gaza, nesta terça-feira (17/10). O ataque israelense deixou ao menos 200 mortos, de acordo com a Agence France-Presse (AFP).

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Guerra

Israel faz novos bombardeios contra alvos do Hamas, na Faixa de Gaza, e do Hezbollah, no Líbano

Egito chama bombardeio israelense de “punição coletiva” e busca liberar  entrada de ajuda em Gaza | CNN BrasilFoto: Reprodução As Forças de Defesa de Israel anunciaram que atacaram bases militares do Hamas, na Faixa de Gaza, e do Hezbollah, no Líbano, nesta terça-feira (17). Os bombardeios marcam o início do 11º dia de conflito no Oriente Médio, que já deixou mais de 4 mil mortos.Na Faixa de Gaza, Israel disse que atacou alvos militares do Hamas, além de um banco que era usado pelo grupo para financiar “atividade terrorista”.

Por outro lado, as autoridades palestinas afirmaram que 49 pessoas morreram durante os ataques israelenses, que atingiram casas, nas regiões de Khan Younis e Rafah.

Já contra o Líbano, o governo de Israel disse que conduziu ataques contra o Hezbollah em resposta a um bombardeio que atingiu o território israelita na segunda-feira (16).

Imagens divulgadas pelas forças israelenses mostram vários edifícios sendo bombardeados. De acordo com os militares, os locais funcionavam como infraestrutura militar e de “organização terrorista” do Hezbollah. Veja no vídeo abaixo.

Mais tarde, a Defesa de Israel divulgou um novo vídeo que mostra pessoas tentando implantar um explosivo em uma cerca na fronteira com o Líbano. Os militares israelenses bombardearam o local, matando quatro pessoas.

O conflito no Oriente Médio começou no dia 7 de outubro, após o Hamas lançar centenas de foguetes contra cidades de Israel. Horas depois, o Hezbollah anunciou apoio ao grupo terrorista e atacou Israel a partir do Líbano “por solidariedade”.

O movimento do Hezbollah levou a uma escalada de tensões no conflito, que até então registrava maior intensidade no sul de Israel, principalmente nos arredores da Faixa de Gaza.

Desde então, bombardeios passaram a acontecer também na fronteira com o Líbano, que fica ao norte de Israel.

g1

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