Brasil

Pedidos de falência e recuperação judicial disparam no 1º trimestre de 2023

O número de empresas que pediram falência ou solicitaram à Justiça proteção para renegociar dívidas disparou nos primeiros três meses deste ano. Foram registrados 255 pedidos de falência ante 177 no mesmo período de 2022, um aumento de 44%. Já o número de recuperação judicial saltou de 210 para 289, alta de 37,6%.

Os dados são do Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian. A onda afeta empresas de todos os portes, mas as micro e pequenas respondem pela maior parte desses pedidos, com 181 solicitações no primeiro trimestre. Em seguida, aparecem as médias empresas, que tiveram 73 solicitaçõe, e as grande, com 35.

“Com o agravamento da inadimplência das empresas, que cresce desde setembro de 2021, era inevitável que elas chegassem neste patamar de pedidos de recuperação judicial. Ainda que a curva de crescimento do atraso nos compromissos financeiros das companhias desacelere, é possível que a insolvência das empresas continue crescendo”, avalia o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

Setores

Entre os setores, os negócios de serviço foram os que mais puxaram as recuperações judiciais, seguidos pela indústria, comércio e primário.

Os juros altos (Selic de 13,75%, a maior desde 2017), o crédito mais caro, além da inflação pressionada e consumo fraco, estão entre os principais motivos. O endurecimento dos bancos com prazos e taxas pode ainda aumentar esse número.

Empresas tradicionais

Empresas tradicionais têm enfretado o esgotamento financeiro. A Americanas, em um caso particular de problemas nos balanços, entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro deste ano, após revelar rombo contábil de cerca de R$ 20 bilhões.

A Marisa, do setor de vestuário, optou por reescalonar a dívida de R$ 600 milhões fora do âmbito judicial. A DOK Calçados, dona da Ortopé, entrou com o pedido de proteção judicial contra seus credores.

Em fevereiro, a Pan Produtos Alimentícios, em recuperação judicial desde 2021, com dívidas de R$ 260 milhões, por exemplo, pediu a autofalência.

Outro exemplo foi a Livraria Cultura, que não conseguiu honrar as dívidas previstas no plano de recuperação judicial e teve a falência decretada pela Justiça no começo de fevereiro. Mas uma liminar reverteu a falência da companhia.

Na última quinta-feira (13), a Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido de recuperação judicial do Grupo Petrópolis, dono das marcas de cerveja Itaipava, Crystal e Petra. A empresa tem dívidas que estavam estimadas em R$ 4,2 bilhões e havia feito o pedido em 27 de março.

R7

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Economia

Conheça o único nordestino na lista de bilionários da Forbes e o que ele faz

Mateus abrirá duas lojas no mesmo dia na Bahia e em Pernambuco - Gilberto Léda
O maranhense Ilson Mateus, fundador da rede de supermercados Mateus, é o único do Nordeste com fortuna superior a US$ 1 bilhão. É o que mostra o levantamento de 2023 da lista de bilionários da Forbes.

De acordo com a publicação, o empresário, de 60 anos, está na 21ª posição do Brasil. Ele tem um patrimônio líquido de US$ 1,7 bilhão. Esse número equivale a R$ 8,6 bilhões.

O levantamento também mostra que ele está na posição número 1.725 no ranking mundial.

A rede de supermercados Mateus é a quarta maior varejista de alimentos do Brasil com mais de 220 lojas.

F5 Online com NE9

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Brasil

Bolsonaro critica fim da isenção de tributação para encomendas internacionais de até US$ 50

Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (14), o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou em uma de suas redes sociais críticas ao governo Lula sobre o anuncio do fim da isenção tributária sobre encomendas internacionais de até US$ 50.

Bolsonaro escreveu que, em seu governo, diminuiu a “taxação de produtos que garantem a manutenção de trabalho e vida de todos, principalmente dos mais humildes”.

“Reduzimos milhares de impostos para facilitação e barateamento de serviços, além de medicamentos de combate ao câncer, HIV, equipamentos hospitalares, incentivos aos esporte, 35% do IPI de milhares de produtos e principalmente impostos incididos sobre alimentos e combustíveis”, postou o ex-presidente.

Ainda referente à postagem, Bolsonaro disse que, mesmo assim, o governo Federal bate recordes de arrecadação. “O governo Lula anuncia aumentos diários de impostos e taxas preocupado em atender interesses escusos, se lixando para o bem-estar do povo!”.

CNN Brasil

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Economia

Inflação da Argentina atinge 104,3% no ano, maior nível em 32 anos

Foto: TOMAS CUESTA / AFP

O índice de preços ao consumidor da Argentina subiu 7,7% em março ante fevereiro, com alta anual de 104,3%, informou nesta sexta-feira (14) o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec). Esse é o 14º mês seguido em que a inflação oficial anual da Argentina tem alta.

Os dois resultados apresentam aceleração na alta dos preços, após alta mensal de 6,6% e anual de 102,5%, vista em fevereiro. Em 2022, a inflação anual do país fechou em 92%.

O acumulado dos 12 meses está acima da taxa anual mais alta registrada até então, em outubro de 1991, quando foi de 102,4%.

Com informações de R7

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Economia

Alpargatas promete manter atividades em Campina Grande e justifica demissões

Uma comitiva de políticos de Campina Grande se reuniu, na manhã desta sexta-feira (14), com CEO Roberto Funari e diretores da Alpargatas, em São Paulo, para tratar de assuntos relacionados às atividades da empresa na Rainha da Borborema. Recentemente, mais de 600 empregados foram demitidos.

Segundo a empresa, a medida foi tomada “devido à variação do mercado”.

Segundo o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), a empresa disse que as atividades serão mantidas e que foi garantida a continuidade do plano de investimentos da Alpargatas no Município. Na ocasião, Funari explicou, detalhadamente, como se dará a manutenção das atividades em Campina, inclusive, demonstrando aspectos do seu plano de expansão.

Fizeram parte da comitiva paraibana que participou da reunião, além do prefeito Bruno, os deputados Romero Rodrigues (federal) e Tovar Correia Lima (estadual); os vereadores Marinaldo Cardoso (presidente) e Alexandre Pereira da Silva, além da secretária de Desenvolvimento Econômico, Larissa Almeida e do procurador-geral da Câmara, Luiz Phillipe.

Empregos

A diretoria da Alpargatas também apresentou ao prefeito e comitiva as dificuldades devido à variação do mercado econômico e os períodos sazonais, o que resulta na política de redução estratégica e circunstancial dos seus colaboradores em todas as unidades da empresa no Brasil.

Parceria

Bruno Cunha Lima lembrou que, no início da sua gestão, realizou visita de cortesia à empresa em São Paulo para agradecer pelos investimentos em Campina Grande e se colocar a disposição para que a unidade continuasse cumprindo seu importante papel na economia local.

“Fiz questão de, lá no início da minha gestão, vir pessoalmente demonstrar nossa disposição em ter a Alpargatas como parceira importante para a geração de postos de trabalhos e essa segunda vinda é para confirmar nossa intenção de trabalhar em conjunto para manter e ampliar as possibilidades de empregos para os campinenses”- frisou.

MaisPB

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Economia

RECORDE: Americanas tem resultado histórico na Páscoa em meio à crise

Foto: Mariana Saguias/ Divulgação.

A Americanas (AMER3) divulgou hoje (13) que teve uma Páscoa histórica neste ano. Foram 150 milhões de produtos vendidos, volume 10% superior ao mesmo período do ano passado. Questionada, a empresa não revelou o valor bruto das vendas.

Segundo comunicado à imprensa, a varejista começou as preparações para o evento ainda no ano passado, com a negociação com fornecedores e descontos com parceiros para abastecimento de produtos. A empresa também preparou o seu atendimento por meio da contratação de mil funcionários temporários.

“Foi a Páscoa mais desafiadora que já vivemos, mas nem por isso deixamos de acreditar. Tínhamos o desafio de mostrar para os clientes que nossas operações permanecem normais e conseguimos”, afirmou o CEO da Americanas, Leonardo Coelho.

A Americanas entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro deste ano, após a descoberta de um rombo contábil superior a R$ 20 bilhões. Ao registrar o pedido na Justiça, a varejista informou dever mais de R$ 40 bilhões a cerca de 8 mil credores.

No mês passado, a companhia entregou uma proposta de plano de recuperação que prevê um aporte de R$ 10 bilhões pelos acionistas bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, além da venda de ativos e reestruturação dos passivos.

Em meio a crise de pagamentos na varejista, alguns dos principais credores são grandes empresas produtoras de chocolates, como Nestlé (débito de R$ 259,4 milhões) e Mondelez, dona das marcas Lacta, Bis e Toblerone (débito de R$ 93 milhões).

Segundo a Americanas, os produtos mais comprados nesta Páscoa foram os ovos exclusivos da D’elicce, que bateram recorde de venda. A varejista não mencionou as vendas de outras marcas ou se teve dificuldades com os estoques destes fornecedores.

A região que registrou mais vendas foi o Nordeste, com destaque para os estados de Pernambuco e Paraíba, mesmo com a tradicional parreira de ovos na estação de Botafogo do metrô do Rio de Janeiro.

Nas redes sociais, os perfis da Americanas registraram 100 milhões de impressões. A estratégia foi produzir conteúdo com os próprios colaboradores das lojas físicas, os chamados Gerentes Digitais. Como resultado, o engajamento atingiu 1,1 milhão, um crescimento de mais de 115%. “Alcançamos resultados históricos: um em cada 16 brasileiros comprou ovos na Americanas”, afirmou Coelho.

Por Forbes

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Economia

Piso da enfermagem pode ser pago a partir de maio, projeta Ruy Carneiro

O deputado federal Ruy Carneiro (PSC) afirmou, na noite desta quinta-feira (13), que o piso nacional da enfermagem já pode ser pago a partir do mês de maio. O pagamento do novo salário da categoria foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) até que o Congresso aponte de onde virão os recursos para o custeio.

Os deputados já definiram que os as fontes serão de fundos que não entrarão no orçamento. O ministro do STF, Edson Fachin, acatou a origem dos recursos mas cobrou como seria feita a distribuição. Após dialogo com o governo foi definido por um Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN).

Em entrevista ao programa Hora H na Rede Mais Rádio, Ruy adiantou que a matéria que já foi discutida com o governo e deverá ser apreciada pela Comissão de Orçamento da Câmara e, posteriormente, levada a plenário. Segundo Ruy Carneiro, a proposta resolverá essa última exigência do STF.

“O piso já estava definido pelo Congresso Nacional. Agora, na verdade é fazer uma viabilização. No nosso entendimento, eu acredito que no mês de maio a enfermagem já vai receber o novo piso após uma luta de mais de uma década em relação a essa questão”, enfatizou.

Roberto Targino – MaisPB

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Economia

Pesquisa: Saiba onde encontrar menor preço da gasolina e do diesel em JP

Pesquisa mostra onde encontrar menor preço da gasolina e do diesel em JP

A média no preço do litro da gasolina comum na cidade de João Pessoa está em R$ 5,349. É o que mostra pesquisa comparativa para preços de combustíveis realizada pelo Procon-JP, com o produto oscilando entre R$ 5,240 (Elesbão – Água Fria)) e R$ 5,390 (Shopping Bessa – Bessa) para pagamento à vista, com variação de 2,9% e diferença de R$ 0,15. Em relação à semana passada, o menor preço se manteve, mas o maior mostra queda de R$ 0,05.

O levantamento do Procon-JP foi realizado em 110 postos no dia 12 deste mês e registra que, em comparação com a última pesquisa, a gasolina comum aumentou em dois locais, reduziu em 23 e se manteve em 83 postos. Para pagamento no cartão, o preço do produto foi encontrado entre R$ 5,240 e R$ 5,590, com diferença de R$ 0,35 e variação de 6,6%.

A gasolina aditivada manteve o menor preço encontrado no levantamento anterior, R$ 5,340 (Auto Posto – Valentina e postos Expressão dos bairros da Torre e do Centro), com o maior saindo de R$ 5,700 para R$ 5,690 (Cajueiro – Cuiá e Shopping Bessa – Bessa). A variação está em 6,6%, a média em R$ 5,512 e a diferença em R$ 0,35.

Álcool

O álcool mostra leve alta no menor preço quando comparado à semana passada, saindo de R$ 3,790 para R$ 3,840 (Ferrari – Centro), com o maior permanecendo em R$ 4,190 (Setta – Alto do Mateus), diferença de R$ 0,35, variação de 9,1% e média de R$ 3,970. O etanol aumentou em dois postos, diminuiu em 11 se manteve em 93 locais desde o último dia 4.

S10

Outro combustível que traz redução no menor preço se comparado à pesquisa anterior foi o diesel S10, saindo de R$ 5,590 para 5,580 (postos Expressão – Centro e Torre e Triunfo – Torre), com o maior se mantendo em R$ 6,690 (Posto Z – Jardim Cidade Universitária). O produto mostra diferença de R$ 1,11, variação de 19,9% e média de R$ 5,746, O S10 subiu em um local, reduziu em 15 e se manteve em 89 postos.

Diesel comum

O diesel comum registra nova redução no menor preço, caindo de R$ 5,530 para R$ 5,480 (Independência – Tambiá), com o maior se mantendo em R$ 5,690 (Boa Viagem – Distrito Industrial, Três Lagoas – Costa e Silva, e Seixas Petróleo – Penha). A média está em R$ 5,592.

GNV

O Gás Natural Veicular (GNV) continua com os mesmos preços nas duas pontas há seis semanas e está sendo comercializado entre R$ 4,240 (08 postos) e R$ 4,250 (04 postos), com diferença de R$ 0,01, variação de 0.2% e média de R$ 4,243. Todos os 12 postos visitados pela pesquisa do Procon-JP mantiveram os mesmos preços da pesquisa da semana passada.

Blog do BG PB

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Economia

CADÊ A PICANHA? Preço da carne em supermercados e feiras livres de JP varia 261%; confira valores

Açougue: 5 dicas para se destacar no mercado!
Pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para preços de carnes em supermercados e açougues de feiras livres da Capital encontrou variação de até 261,46% no quilo da carne tipo braço (com osso), que oscila entre R$ 13,00 (Açougue Marcelo do Bode – Mercado da Torre) e R$ 46,99 (Supermercado Bemais – Bancários), diferença de R$ 33,99.

O levantamento do Procon-JP registra, ainda, que a maior diferença, R$ 43,49, ficou com o quilo da picanha nacional, com preços entre R$ 35,00 (Marcelo do Bode – Mercado da Torre) e R$ 78,49 (Carrefour – Bancários), variação de 124,26%

A pesquisa, que foi realizada no dia 11 de abril e visitou 42 estabelecimentos, traz preços de 95 tipos de carnes, a exemplo da bovina (em cortes e moída, além de fígado), frango, miúdos de frango, bacon, linguiça e ovos (brancos e vermelhos).

As outras duas maiores variações nos preços foram encontradas no quilo do fígado bovino, 139,24%, oscilando entre R$ 9,99 (Menor Preço – Bairro dos Estados) e R$ 23,90 (Açougue Taperoá – Mercado de Mangabeira), diferença de R$ 13,91; e no quilo da bisteca bovina, 122,17%, com preços entre R$ 18,00 (Marcelo do Bode – Mercado da Torre) e R$ 39,99 (Bemais – Bancários), diferença de R$ 21,99.

Mais diferença – Outras duas diferenças significativas ficaram com o quilo do filé bovino com cordão, R$ 34,99, com preços entre R$ 35,00 (Marcelo do Bode – Mercado da Torre) e R$ 69,99 (DoDia – Bessa), variação de 99,97%; e com o quilo do filé bovino sem cordão, R$ 30,99, com preços entre R$ 45,00 (Açougue do Vando – Mercado Central) e R$ 75,99 (Menor Preço – Bairro dos Estados), variação de 68,87%.

Frango – Quanto à carne de frango, a maior variação, 100%, foi registrada no quilo da moela (Bom Todo), com preços entre R$ 7,00 (Batistinha Aves – Mercado da Torre) e R$ 14,00 (Neto Aves – Mercado de Mangabeira), diferença de R$ 7,00. A maior diferença no preço do produto, R$ 11,99, porém, ficou com o filezinho (Sadia), com preços entre R$ 16,00 (Edu Carnes – Mercado Central) e R$ 27,99 (Manaíra – Manaíra), variação de 74,94%.

Ovos – Nos itens ovos, a maior variação de preços, 18,19%, ficou com a bandeja com 30 unidades do tipo vermelho (Santa Clara), com preços entre R$ 21,99 (Bemais – Bancários) e R$ 25,99 (Manaíra – Manaíra), diferença de R$ 4,00.

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Economia

IBGE: Volume de vendas do varejo da Paraíba abre ano com maior crescimento do País

Volume de vendas do varejo da Paraíba abre ano com maior crescimento do País, revela IBGE
As vendas do varejo paraibano abriram o ano de 2023 com a maior taxa de crescimento do País. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (12), mostram que o comércio expandiu 15,9% no volume de vendas em janeiro, quando comparado com o mesmo mês do ano passado, enquanto o País apresentou alta com taxa mais modesta de 2,6%.

Segundo pesquisa do IBGE, além da Paraíba (15,9%), que liderou as vendas frente a janeiro de 2022, os estados do Maranhão (12,9%) e de Tocantins (11%) apresentaram os melhores resultados do País. Já entre os resultados negativos na comparação interanual, destacam-se Rio de Janeiro (-2,2%), Paraná (-1,4%) e o Pará (-1,3%).

Frente a janeiro de 2022, segundo o IBGE, seis das oito atividades pesquisadas apresentaram alta nas vendas: Combustíveis e lubrificantes; Livros, jornais, revistas e papelaria; Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; Móveis e eletrodomésticos; Tecidos, Vestuário e Calçados; e Hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo.
Já as duas atividades com as vendas em queda foram Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria e Outros artigos de uso pessoal e doméstico.

PB TEVE MAIOR ALTA EM 2022 – A pesquisa do IBGE também divulgou, nesta quarta-feira (13), os resultados do comércio varejista no acumulado dos 12 meses do ano passado. A Paraíba apresentou a maior taxa de crescimento do varejo entre as 27 unidades da federação do País, com a alta expressiva de 13,9% no ano de 2022, enquanto o país registrou alta de apenas 1%.
Além da Paraíba, apenas Roraima (11,1%) apresentou alta no ano passado acima de dois dígitos no varejo.

COMÉRCIO AMPLIADO – No indicador do varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, a Paraíba registrou a segunda maior taxa do País em janeiro com expansão de 13,9%, ficando atrás apenas do Espírito Santo (14,1%), enquanto o País apresentou uma leve alta de 0,5%. O IBGE também divulgou os resultados do comércio ampliado do ano passado. A Paraíba registrou a maior taxa de crescimento com 8,4% enquanto o País amargou uma queda de 0,6%.

No varejo ampliado ainda, a comparação entre janeiro de 2022 e janeiro de 2023 teve resultados positivos em 10 Unidades da Federação, com destaque para: Espírito Santo (14,1%), Paraíba (13,9%) e Acre (12,9%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram oito Estados, com destaque para Pernambuco (-15,4%), Bahia (-7,7%) e Pará (-6,7%).

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