Diversos

Paraibana Juliette ganha programa no Multishow

Foto: reprodução Instagram

O Multishow, canal do grupo Globo, anunciou ontem a paraibana e vencedora do “BBB 21”, Juliette Freire, como a nova apresentadora do canal a cabo.

Juliette vai ser a responsável por comandar o “TVZ Temporada Juliette”. Os episódios vão ao ar a partir de 13 setembro, duas vezes por semana, e vão durar um mês, segundo informou o canal.

Atualmente Juliette também estrela o documentário biográfico “Você nunca esteve sozinha”, que estreou no dia 29 de junho no Globoplay. O documentário conta a história da paraibana antes e depois do fama.

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Paraíba

OS CORNOS NÃO SERÃO ESQUECIDOS: Vereador analisa reapresentar projeto na Câmara de Santa Rita

Foto: reprodução

Em entrevista ao Blog do BG, o vereador Luciano Serrano (PSDB), mais conhecido por Nininho do Bode, afirma que vai reformular o Projeto de Lei 066/21 que institui o ‘Dia do Corno’ na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa.

O projeto foi barrado, em maio deste ano, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Santa Rita.

Para justificar o Projeto de Lei, o vereador afirma que “corno” é uma figura folclórica da cidade e chegou a falar em entrevista que “Até os cornos que hoje reclamam da proposta vão comemorar”.

O dia escolhido foi 26 de junho e segundo Nininho do Bode ele está “em análise” para uma futura reapresentação à Câmara de Santa Rita.

Questionado se existiria algum outro projeto semelhante, apresentado ou que pudesse apresentar, ele afirma que não.

Vale salientar que Nininho está trabalhando também em outros projetos paralelos e que são de extrema importância para a cidade de Santa Rita, segundo ele mesmo afirma. “Estou analisando e estudando a possibilidade de reapresentar o projeto, pois acho que é importante. Fiquei surpreso com o tamanho da repercussão. Achava que as pessoas já tinham esquecido. Mas estou trabalhando também em outros projetos paralelos e que são de extrema importância para a cidade de Santa Rita. Mas esse eu estudo a possibilidade de reapresentar, para poder instituir o dia do corno em Santa Rita”, afirmou o vereador ao Blog do BG.

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Paraíba

João Pessoa é a 3ª capital do NO/NE com maior saldo de empregos em Comércio e Construção Civil em 2021

Foto: Arquivo/Jornal Correio da Paraíba

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, apontam que nos cinco primeiros meses deste ano, João Pessoa foi a terceira capital do Norte/Nordeste do país com o melhor saldo de empregos nos setores do Comércio e da Construção Civil.

Entre janeiro e maio deste ano, o saldo positivo na Construção Civil foi de 1.481 postos de trabalho. Já no setor do Comércio, entre admissões e demissões, foram gerados 1.032 novas vagas de emprego.

Nos números gerais, somando outros setores da economia, a capital paraibana tem saldo de 4.972 empregos em 2021.

Saldo de empregos na Construção

1º Fortaleza – +1.863
2º Salvador – +1.859
3º João Pessoa – +1.481

Saldo de empregos no Comércio

1º Teresina – +1.931
2º Salvador – +1.803
3º João Pessoa – +1.032

R7

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Paraíba

DOIDO NÃO. A MOLESTA… Deputado Adriano Galdino felicita, no dia de aniversário, deputado falecido há quase 6 meses

Foto: Divulgação/Assessoria

O deputado Adriano Galdino (PSB), cometeu uma gafe daquelas, durante a tarde desta quinta-feira (08). Acontece que o atual presidente da Assembleia Legislativa da capital paraibana (ALPB), esqueceu de ir ao enterro de colega político e parabenizou, em uma rede social, o deputado falecido há quase 6 meses, João Henrique.

Foto: reprodução

Os internautas e seguidores de Adriano Galdino não deixaram passar despercebido esse vexame e trataram de alertar o deputado sobre o erro cometido.

Foto: reprodução

O deputado estadual João Henrique (PSDB) morreu no dia 12, de janeiro deste ano, aos 78 anos, por Covid-19. O deputado paraibano estava internado desde o dia 7 de dezembro, em um hospital particular de São Paulo. Antes disso, ele estava internado em um hospital de João Pessoa no dia 21 de novembro. Após o alerta dos internautas, Adriano Galdino apagou o post.

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Brasil

Fogo no Parquinho: Amanda Klein deixa programa na Jovem Pan após ser chamada de ‘burra’ e ‘desonesta’

Foto: reprodução

jornalista Amanda Klein, 40, pediu para sair do programa da Jovem Pan 3 em 1. Segundo conta em suas próprias redes sociais, o motivo foi o que chamou de “ambiente tóxico” que ela encontrava na atração e os “ataques pessoais” sofridos por ela. Procurada, a rádio não se manifestou.

“Pedi pra sair do 3 em 1. Em ambiente tóxico e com ataques pessoais não se faz jornalismo. E eu sou jornalista. Continuo na JP no Jornal da Manhã e em outros programas. Conto com vocês”, publicou Amanda.

Foto: reprodução

No dia anterior à decisão, Amanda teve uma discussão ríspida no programa com Rodrigo Constantino, 45, ao vivo, no momento em que comentavam a respeito da provável indicação de André Mendonça ao STF (Supremo Tribunal Federal). Ambos se desentenderam quando o tema se voltou para o casamento gay. Amanda disse que Constantino tinha um posicionamento contrário ao matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e que depois queria negar a postura. E ele se exaltou ao negar a acusação.

O comentarista e escritor a chamou de mentirosa e desonesta e disse que ela passava vergonha na televisão. Quando ambos os lados começaram a levantar o tom de voz, a discussão foi interrompida (assista abaixo o vídeo). Após o anúncio da saída feito pela própria jornalista, Constantino comemorou em sua conta no Twitter. “Já posso pedir música no Fantástico? É sempre a mesma coisa: desmascaro o esquerdista disfarçado de jornalista, que vem sem argumentos e só com narrativas fajutas e uma agenda, eles me atacam, depois bancam a vítima e pedem para sair. Virou rotina”, disparou.

O escritor continuou a atacar Amanda em diversas postagens nas redes sociais. Em uma delas indagou os seus seguidores se “Amanda é muito burra ou muito canalha?” Depois de confirmada a saída de Amanda, ele disse que a desistência do posto deverá ser benéfica ao jornal. “Tendência é o destino de alguém assim ser na TV Doria, sem audiência, enquanto a audiência do programa 3 em 1 deve aumentar”, emendou. Amanda também é apresentadora do Opinião no Ar (RedeTV!).

Blog do BG com F5

Opinião dos leitores

  1. Olá!!
    Ela não só teria que ter saído do 3 em 1 como deve sair da JP.

  2. Concordo com ela em ter saído do programa como acho que ela tem que sair da Jovem Pan. Essa jornalista é extremamente chata.

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Paraíba

A fuga de ‘Waldick Soriano’, uma dor de cabeça para um ex-candidato a prefeito de Campina Grande

Foto: Olímpio Rocha

‘Waldick Soriano’ fugiu ontem. Quase não foi localizado na cidade de Patos. Viajou dentro do capô de um carro, escondido, de Campina Grande ao Sertão. Sob um calor intenso, teve sorte de não ter perdido a vida no percurso.

Pelo relato feito nas redes sociais, Waldick, o gato de estimação do ex-candidato a prefeito de Campina Grande pelo PSOL, advogado Olímpio Rocha, foi incorporado (do ponto de vista do afeto e do carinho) à família do ex-prefeitável.

O gato conseguiu a proeza de entrar no carro do vizinho, pouco depois do raiar do dia. E só foi percebido quando o motorista, e amigo de Olímpio, parou num posto de combustíveis na saída para Sousa.

Foto: reprodução

Olímpio viajou de Campina a Patos em busca do bichano. Depois de horas, conseguiu encontrá-lo.

“Cheguei lá por volta das 16h30, perguntei aos mecânicos da oficina ao lado se tinham avistado o gato. Negaram e eu fiquei zanzando pelo matagal, chamando Waldick e balançando um pacote de ração, até que, quase meia hora depois, vi o bichano camuflado num arbusto e o peguei! Ufa!”, comemorou, nas redes sociais.

Quando disputou a prefeitura, ano passado, o advogado prometeu – em seu Plano de Governo – ações firmes na defesa dos animais. Ontem, provou que tem amor à causa. A fuga de ‘Waldick’, o gato de Olímpio, começou com uma dor de cabeça, mas teve final feliz.

Jornal da Paraíba

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Paraíba

Rui Leitão assume Direção de Rádio e Tv da Empresa Paraibana de Comunicação no lugar de Albiege Fernandes

Foto: reprodução

O Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (8) traz uma mudança na Direção de Rádio e Tv da Empresa Paraibana de Comunicação. Sai Albiege Fernandes e entra Rui Leitão.

Rui Leitão é jornalista e escritor e ocupava no Governo do Estado a diretoria administrativa da Empresa Paraibana de Turismo (PBTUR). Ele ainda mantém uma coluna no Portal WSCOM.

Albiege estava na EPC desde 2019, ano da sua criação. Antes, ela foi diretora e superintendente do Jornal A União.

Foto: Diário Oficial do Estado – DOE

WSCOM

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Paraíba

Região Metropolitana de João Pessoa tem maior nível de desigualdade no país, diz estudo

Foto: Krystine Carneiro/G1

Na Região Metropolitana de João Pessoa o rendimento médio dos 10% moradores mais ricos passou de 50,8, no 1º trimestre de 2020, para 99,8 vezes maior do que o rendimento médio dos 40% mais pobres no 1º trimestre de 2021. É a maior taxa de desigualdade de renda do país, conforme analisado no boletim elaborado pelo Observatório das Metrópoles, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e com o Observatório da Dívida Social na América Latina (RedODSAL).

As cinco regiões metropolitanas com as maiores razões de rendimento no 1º trimestre de 2021 foram, em ordem decrescente, as regiões metropolitanas de João Pessoa (99,8), Rio de Janeiro (74,6), Recife (63,8), Salvador (59,5) e Aracaju (58,2).

As Regiões Metropolitanas que apresentaram maior crescimento da razão de rendimentos, entre os mais ricos e os mais pobres, no período, foram Rio de Janeiro (109,6%), João Pessoa (96,6%), Aracaju (76,9%), Florianópolis (63,2%) e Recife (58,4%).

A pesquisa utiliza dados provenientes das PNADs Contínuas, produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e também faz a análise do coeficiente de Gini, que mede a desigualdade de uma região.

Em relação à renda, João Pessoa aparece como segunda maior região com os maiores percentuais de indivíduos vivendo em domicílios com rendimento per capita de até ¼ do salário mínimo, marcando 43,2% e perdendo apenas para Maceió, com 45,3%.

No estudo, em relação à região Nordeste I, que agrupa as regiões metropolitanas de Teresina, Fortaleza, Natal e João Pessoa, o comportamento da desigualdade de renda foi de um crescimento suave, mas constante. As três primeiras RMs tiveram médias dos coeficientes semelhantes e que se intercalaram. Porém, João Pessoa teve a maior média do coeficiente em todo o período, registrando ainda uma alta maior do que o restante em 2020.

Nos últimos quatros trimestres, a média móvel do coeficiente de Gini na região passou de 0,672 para 0,729, um crescimento de 8,5%, valor superior à média das regiões metropolitanas (4,8%).

No conjunto das metrópoles mais desiguais no 1º trimestre de 2021, com Gini acima da média, temos, em ordem decrescente de desigualdade de renda: João Pessoa, Rio de Janeiro, Recife, Aracaju e Salvador como as cinco primeiras colocadas.

As regiões metropolitanas do Nordeste se caracterizaram por um grau constantemente mais elevado de desigualdades, com aumento em Natal, João Pessoa, Maceió, Aracaju e Recife.

G1 PB

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Paraíba

VÍDEO: Val Marchiori detona Juliette e afirma que rico só quem tem mais de R$ 10 milhões

Foto: Reprodução/Instagram

 

A socialite Val Marchiori detonou a paraibana, Juliette Freire. Em recente entrevista, para Maurício Meirelles na emissora da Rede TV, Val teria dito que não considerava a vencedora do BBB 21 rica. “Rica não é, né queridinho?!”

O humorista e repórter estimou que a fortuna de Juliette deve estar em torno de R$ 5 milhões, e a socialite respondeu “isso é ser rica? Não compra “nem um ‘apartamentozinho’ no Jardins”, se referindo ao bairro nobre de São Paulo. Confira o vídeo abaixo:

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Diversos

Preconceito contra os feios ganha nome e pode ser alvo até de proteção legal

Por Joao Pereira Coutinho, escritor e doutor em ciências política

“As muito feias que me perdoem”, escreveu Vinicius de Moraes, “mas a beleza é fundamental”. Anos atrás, esses versos eram pacíficos, embora cruéis. Hoje? Revelam um “preconceito” que, além de cruel, talvez mereça uma correção. Que o mesmo é dizer: uma mudança de conduta e, quem sabe, uma proteção legal.

Porque o preconceito tem nome: “lookism”. Desconhecia o termo, confesso, mas David Brooks explicou tudo no jornal The New York Times.

Segundo o colunista, “lookism” significa valorizar em excesso os belos e, sobretudo, discriminar contra os feios. Não apenas em matéria sentimental; em todas as áreas da vida, do ensino à carreira profissional, sem esquecer as sentenças da Justiça.

São vários os estudos que apontam para a mesma conclusão: os mais belos são sempre beneficiados nas notas escolares, nas promoções, nos salários, até nas penas de prisão. Os feios, pelo contrário, são injustamente punidos por suas feições.

Moral da história? É preciso mudar de atitude, aconselha Brooks, e tratar do preconceito contra os feios como mais um preconceito intolerável. Apesar de tudo, o colunista não recomenda cotas para feios. Faz bem. Até porque é difícil imaginar como seriam essas cotas.

Para começar, seria necessário estabelecer o que se entende por feiura humana e, depois, era preciso aplicar esse critério a eventuais candidatos que se reconhecessem como feios. Tarefa espinhosa. Será que a inteligência artificial poderia dar uma ajuda?

Imagino o cenário: o candidato apresenta-se para uma entrevista de emprego, a máquina analisa as suas feições e a empresa informa que, segundo a escala de Quasimodo, ele atinge 68% de hediondez. É, portanto, elegível para a cota respectiva. O candidato, feliz por ter sido declarado horrendo (“eu sempre soube que esse rosto me levaria longe!”), agradece e aceita o trabalho.

Enquanto esse futuro não chega, mudar de atitude seria um bom começo. Mas também aqui o meu ceticismo impera: Brooks confunde boas maneiras (com os feios) e naturais inclinações (pelos belos), como se fossem a mesma coisa.

Não são. Ofender ou prejudicar alguém porque é feio constitui uma grosseria abominável; nenhuma sociedade civilizada sobrevive se deixar o superego sem freio.

Coisa distinta é ter uma inclinação natural por aquilo que é belo, mesmo sabendo que a palavra “natural” não se ajusta às modas do tempo. Se tudo que existe é uma construção social, então a beleza dependerá sempre dos critérios reinantes em particulares sociedades —e, mais especificamente, das relações de poder que se estabelecem entre os seus membros.

Longe de mim contestar o relativismo de certos gostos. Anos atrás, em almoço de família, lembro-me de chocar os presentes com a afirmação vigorosa de que Wallis Simpson era um tesão de mulher. O rei Eduardo 8º fez muitíssimo bem em trocar o trono por ela.

Mas eu falo de beleza, não de gosto (ou desejo). Eu falo do que é objetivo, não subjetivo. E a beleza, como ensinava Kant, é aquilo que agrada imediatamente, sem precisar de nenhum conceito.

Sim, eu sei: a estética procurou encontrar as razões desse fenômeno —na forma, na simetria, na proporção; ou em certas propriedades inatas que respondem aos estímulos de uma determinada maneira.

Mas a beleza será sempre uma evidência e um mistério que se impõe e nos desarma, independentemente das suas causas mais profundas. Até um bebê sabe disso quando contempla um rosto belo e um rosto medonho. Ou quando prova algo doce e algo amargo.

Negar essa dimensão da nossa natureza, por razões de justiça social, não me parece apenas quimérico; parece-me abusivo e de um paternalismo arrepiante. Como se os feios precisassem de uma mentira piedosa para se sentirem menos feios, ou até subitamente belos.

Um dia, o cantor Serge Gainsbourg, que era feio como a morte e que namorou as mais belas mulheres da França, disse preferir a feiura à beleza; a feiura, acrescentou Gainsbourg, dura mais tempo.

Ironicamente, Gainsbourg tocou no essencial: somos vulneráveis à beleza porque sabemos, inconscientemente que seja, que ela é efêmera. E não há nenhuma engenharia social capaz de remover essa sombra de mortalidade.

 

Folha 

 

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