A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta segunda (7), 968 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 02 (0,21%) são moderados ou graves e 966 (99,79%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 521.577 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.357.507 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 27 novos óbitos desde a última atualização, 23 deles ocorridos nas últimas 24 horas. Com isso, o estado totaliza 9.832 mortes. O boletim registra ainda um total de 380.987 pacientes recuperados da doença.
O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foi diagnosticado com Covid-19 nesta segunda-feira (7). O emedebista informou que está com sintomas leves, já que tomou as duas doses da vacina contra o coronavírus, além da dose de reforço.
Por causa do resultado, o parlamentar disse que suspendeu a agenda presencial e que seguirá em isolamento. O resultado confirmando a infecção para o novo corovírus veio dois dias após Vital cumprir agenda política no Sertão do Estado, nas cidades de Pombal, Monte Horebe e Cajazeiras.
Na última sexta-feira (4), através das redes sociais, o senador posou para fotos abraçando companheiros políticos e comemorando filiações ao partido que ele preside no estado, o MDB. Nas fotos, no entanto, ele aparece de máscara.
Veneziano é o terceiro político a tornar público o exame positivo para doença. Além dele, também estão infectados o governador João Azevêdo (Cidadania) e o deputado estadual Moacir Rodrigues (PSL).
A lotação dos leitos destinados a Covid-19 atingiu o Hospital Infantil no bairro do Valentina, na capital. Em entrevista a TV Cabo Branco, a secretária Municipal de Saúde, Margareth Diniz afirmou que os 30 leitos disponíveis na unidade estão todos lotados com crianças infectadas pela Covid-19.
Com isso, a unidade vai passar a atender apenas casos da doença. A taxa de ocupação nas UTIs da Região Metropolitana é de 83%, enquanto nas enfermarias este percentual saltou para 96%.
A Paraíba vacinou apenas 1,8% as crianças contraa Covid-19 e apresenta o pior resultado entre todos os estados do país. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde e fazem parte de um levantamento da GloboNews.
Em todo o país, menos de 20% das crianças entre 5 a 11 anos recebeu a primeira dose de uma das vacinas contra a Covid-19. Apenas seis estados conseguiram vacinar mais de 15% das crianças.
Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) indica que as mulheres são mais resistentes ao contágio pelo coronavírus. Em entrevista à CNN neste domingo (6), a geneticista Mayana Zatz explicou que a pesquisa foi realizada no início da pandemia, antes da vacinação e com a circulação da primeira mutação do vírus.
“Começamos a divulgar que tínhamos interesse nesse estudo, recebemos mais de 2 000 e-mails de pessoas dizendo que estavam nessa situação, que um deles teve Covid-19 e o outro não, e na maioria dos casos foi o homem que teve e a mulher não”, explicou a especialista.
Primeiro os pesquisadores fizeram o estudo genômico de 83 casais em que um dos parceiros teve os sintomas de Covid-19 e o outro não apresentou sinais de infecção.
“Ao computar os dados, vimos que no grupo dos assintomáticos tínhamos 29 homens e 54 mulheres, ou seja, quase o dobro de mulheres assintomáticas em relação a homens. A gente já sabe em outros estudos que a frequência de homens que tem formas graves da Covid e que vão a óbito é muito maior que entre mulheres, mas queríamos ver o contrário, quem é mais resistente, se são os homens ou as mulheres”, afirmou Zatz.
Além desse estudo de 83 casais, os pesquisadores coletaram informações de mais de 1.700 pessoas que entraram em contato com a universidade, perguntando se o homem que transmitiu para mulher ou a mulher que transmitiu para o homem.
“Vimos que em 943 casos o homem é que tinha tido antes e transmitido para a mulher ou era o único do casal que teve. Já em 660 casos era a mulher a única ou que transmitiu para o parceiro; ou seja, nós confirmamos que os homens transmitem muito mais e que as mulheres. Além de serem mais resistentes, elas transmitem menos”, afirmou a geneticista.
Como o estudo foi realizado no início da pandemia, os pesquisadores irão contatar novamente os casais que participaram do estudo para descobrir se o cenário se mantém o mesmo diante da variante Ômicron, a cepa predominante em circulação atualmente.
O secretário Executivo de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, fez um alerta à população, neste fim de semana, acerca dos cuidados para evitar a contaminação pela variante da ômicron BA.2, após os primeiros casos confirmados no Brasil. Segundo o gestor, ela tem uma maior capacidade de contágio e ele recomenda o endurecimento das medidas de prevenção, como uso de máscaras, além da importância de ter o ciclo vacinal completo.
“Você deve tomar cuidado com ambientes com muitas pessoas, sejam eles fechados ou abertos. Eventos com mais de mil pessoas, em que as pessoas retiram as máscaras para comer ou beber são eventos que trazem risco e a gente tem que ficar extremamente atento”, disse Daniel.
Ainda segundo o secretário, estamos em um crescimento muito acelerado de número de casos e, para a região Nordeste do Brasil, a expectativa de pico está na transição entre os meses de fevereiro e março, com possibilidade do pico de casos estar no final da primeira quinzena de março.
“Eu quero fazer mais um pedido a você neste momento em que nós estamos em um crescimento muito acelerado de número de casos e para a região Nordeste do Brasil a expectativa de pico está na transição entre os meses de fevereiro e março com possibilidade deste o pico de casos estar no final da primeira quinzena de março. Mas você também já observa um crescimento importante das internações nesse momento, os idosos entre 75 e 80% de internações e de vidas perdidas. Chama atenção como os idosos estão devendo doses de reforço”, pontuou.
Na linha de frente da Covid-19 em pediatrias Brasil afora, uma coisa é dada como certa: a doença é capaz de acometer crianças de maneira tão grave quanto adultos e idosos. Com o avanço da pandemia e a proliferação de novos casos de coronavírus, os leitos pediátricos de unidades de terapia intensiva (UTI) têm sido o destino de diversos pacientes infantis contaminados – de bebês a adolescentes.
Em Goiás, hoje um dos cinco estados com a menor taxa de vacinação infantil (2,55%), entre pequenos de 5 a 11 anos, já foram registradas internações de menores que ultrapassaram o período de um mês. Para além da doença em si, que deixa sequelas, a longa permanência em um leito de paciente grave está longe de ser a situação ideal para uma criança.
Vitória Araújo Gomes, de apenas 5 anos, ficou 21 dias internada em um hospital de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiânia. A mãe dela, a secretária do lar Juscilene Araújo de Oliveira, de 26 anos, chegou a pensar que a filha não sobreviveria. A pequena não tem comorbidades. Ela pegou Covid-19 e influenza H3N2, ao mesmo tempo, e precisou ser intubada.
“Foi um desespero total. Achei que ela não teria chance de voltar para casa, que era algo completamente impossível de acontecer. É um desespero tão grande que você acha que tudo acabou. Ver uma filha frágil e pequena naquela situação faz a gente querer estar no lugar dela. Vê-la intubada, sem poder beber e comer, foi um desespero total”, conta Juscilene.
No dia da alta médica, ocorrida na terça-feira (1), Vitória deixou o hospital em clima de festa. Funcionários do local organizaram a comemoração, com balões coloridos, e ela pôde, enfim, voltar para casa. A garotinha se recupera, aos poucos. Agora, viverá uma rotina de retornos periódicos ao hospital para checar o quadro de saúde.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste domingo (6), 3.639 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 27 (0,74%) são moderados ou graves e 3.612 (99,26%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 520.609 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.362.182 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 14 novos óbitos desde a última atualização, oito deles ocorridos nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 9.805 mortes. O boletim registra ainda um total de 380.792 pacientes recuperados da doença.
Todos os 223 municípios paraibanos registraram óbitos por Covid-19. Os óbitos divulgados neste boletim ocorreram entre os dias 24 de janeiro e 5 de fevereiro, sendo três em residência e os demais em hospitais públicos. As vítimas são 09 homens e 05 mulheres, com idades entre 60 e 93 anos, residentes dos municípios de Belém do Brejo do Cruz (1); Campina Grande (1); Guarabira (1); João Pessoa (4); Mari (1); Maturéia (1); Olho D’água (1); Pedra Branca (1); Pombal (1); Remígio (1) e Sapé (1). Cardiopatia foi a comorbidade mais frequente e cinco deles não tiveram comorbidades informadas.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o Brasil ainda não chegou ao pico da nova onda da Covid-19 causada pela variante Ômicron. No Brasil há cerca de dois meses, a nova cepa registrou, no fim de janeiro, 300 mil casos diários de infecções do coronavírus.
“Depois de uma semana de muito trabalho, estou com a equipe do @minsaude analisando a última semana epidemiológico do País. Tivemos aumento de casos causado pela Covid-19 e ainda não chegamos no pico da onda causada pela Ômicron. O enfrentamento contra a doença continua”, disse o paraibano no Twitter.
De acordo com o ministro da Saúde, a pasta monitora a pressão sobre o sistema de saúde e a ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI). “Monitoramos a pressão sobre o sistema de saúde, em especial a ocupação de leitos de UTI. Há espaço para abertura de novos leitos e estamos apoiando os Estados sempre que necessário. A atenção primária também tem sido reforçada”.
Queiroga afirmou que, felizmente, alguns estados já apresentam redução de casos e espera que nas próximas semanas essa queda se mantenha em todo o país. “Se você ainda não tomou a segunda dose e a dose de reforço, não esqueça de completar seu esquema vacinal”, apelou o paraibano na mesma postagem.
Tahli Gill viveu uma saga intensa nas últimas 24 horas. A australiana testou positivo para Covid-19 e foi avisada de que deveria deixar a China ao lado de seu parceiro no curling, Dean Hewitt. As malas já estavam prontas, mas pouco antes do confronto contra a Suíça, ela foi avisada de que estava liberada para competir porque sua carga viral estava baixa.
Na correria, a dupla teve apenas 15 minutos para se apresentar para o duelo. Deu certo: por 9 a 6, garantiu a primeira vitória do país na modalidade em Olimpíadas de Inverno. Mais tarde, ainda alcançou uma vitória histórica contra o poderoso Canadá por 10 a 8 na despedida dos Jogos.
“Foram literalmente as 24 horas mais loucas, mais loucas. Minhas malas ainda estão prontas, só tive tempo de pegar meus uniformes. Eu estava revirando minhas malas e rasgando roupas à esquerda, à direita e ao centro. Joguei com apenas uma luva, e era a errada”, afirmou.
A liberação veio depois que o Sistema de Saúde Pública da China mudou de ideia depois de determinar que os níveis de carga viral em seus testes de PCR caíram em uma faixa aceitável. Gill não apresentava sintomas, e a equipe australiana disse que o conselho médico era que estava no final do ciclo de infecção. Assim, estaria livre para embarcar em um voo no final do domingo e passar pela alfândega na Austrália.
“Foi realmente devastador, já que eu não era infecciosa. Mas, após a revisão, estou incrivelmente grata à equipe médica por me colocar no gelo e poder competir e terminar nossa campanha com uma nota realmente positiva. Colocamos nossos corações e almas nesse jogo, poder voltar com a vitória foi realmente incrível”, disse a atleta.
Comente aqui