A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta terça (22), 37 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 03 (8,11%) é moderado ou grave e 34 (91,89%) são leves.
Agora, a Paraíba totaliza 592.401 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.485.961 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 03 novos óbitos desde a última atualização, dois deles ocorridos nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 10.178 mortes. O boletim registra ainda um total de 436.263 pacientes recuperados da doença.
Óbitos
Os óbitos divulgados neste boletim ocorram entre os dias 27 de fevereiro e 21 de março, todos em hospitais públicos. As vítimas são três homens, com idades entre de 79 e 82 anos, residentes dos municípios de João Pessoa (2) e Solânea (1). Hipertensão foi a comorbidade mais frequente.
Em novo decreto publicado na noite desta segunda-feira (21), a Prefeitura Municipal de Cabedelo liberou a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais abertos da cidade. A medida se justifica pela alta cobertura vacinal na cidade e pelos baixos índices de novos casos de Covid-19 registrados diariamente.
A desobrigação do uso das máscaras não se aplica a locais fechados, e segue sendo obrigatória. O documento também obriga o uso do equipamento de segurança em ambientes abertos para pessoas com sintomas de Covid.
Cabedelo já aplicou mais de 132 mil doses de vacina contra a Covid-19. Dados atualizados da Secretaria Municipal de Saúde (Sescab) mostram que os casos de doença diminuem diariamente. Nas últimas 24h, foi registrado apenas 01 novo caso.
Os dados oficiais ainda apontam que 99% da população adulta já recebeu a 1ª dose e 89% já foram imunizadas com duas doses. Entre as crianças de 5 a 11 anos, 71% já receberam a 1ª dose da vacina. Entre os adolescentes, o número é ainda mais expressivo: 80% desse público completou o esquema vacinal com as duas doses.
O presidente do Sindicato das Escolas Particulares de João Pessoa, Odésio Medeiros, afirmou nesta segunda-feira (21) que os alunos na capital paraibana serão orientados a continuarem usando máscaras nas salas de aula, apesar da vigência do novo decreto municipal que liberou seu uso para crianças de até 12 anos.
Odésio ressaltou que, embora considere a decisão da prefeitura acertada, as escolas têm um papel de formação de opinião e de conscientização da sociedade e que, mesmo sem a exigência por lei, os cuidados devem ser naturalizados pelos alunos.
“As escolas primam pela excelência da qualidade de ensino como também a preocupação com relação às máscaras. Nós não vamos exigir. Vamos pedir para que os alunos continuem usando. Embora em menor proporção, a pandemia ainda existe e a gente vai ter que aprender a conviver. De qualquer forma, as escolas são formadoras de opinião e as crianças seguem a nossa orientação, já que somos a continuação do lar. Então, a gente tem que ter cuidado com tudo isso”, disse.
O decreto de João Pessoa publicado na última sexta-feira (18) estabelece flexibilização do uso de máscaras também para adultos em relação a ambientes públicos. Entre outras mudanças, a porcentagem de lotação máxima de cinemas, teatros e eventos é de 100%.
Mesmo com a recomendação do Ministério Público em manter o uso de máscaras, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), confirmou que o equipamento de proteção contra o vírus da Covid-19 e suas variantes estará liberado já a partir deste final de semana na Capital paraibana.
A decisão do gestor se dá em meio a uma série de impasses judiciais já registrados em municípios do interior da Paraíba, a exemplo de Princesa Isabel e Campina Grande.
Segundo Cícero, outros municípios podem não estar na mesma condição de João Pessoa. “Isso não quer dizer que a pessoa seja proibida de usar máscara. Aquele que faça [sic] opção de usar máscara tem todo o direito de continuar usando“.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta quinta (17), 740 casos de Covid-19, todos leves. Agora, a Paraíba totaliza 590.042 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.481.236 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foi confirmado 01 novo óbito desde a última atualização, ocorrido em 14 de março. Com isso, o estado totaliza 10.166 mortes. O boletim registra ainda um total de 434.347 pacientes recuperados da doença.
Óbitos
O óbito divulgado neste boletim ocorreu em hospital público. A vítima é um homem, de 68 anos, etilista e residente do município de João Pessoa.
Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) aponta que os testículos humanos podem servir como “santuário viral” do Sars-Cov-2, coronavírus que transmite a Covid-19. De acordo com o professor Guilherme Mattos Jardim Costa, do departamento de morfologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da universidade, os órgãos acabam preservando o vírus ativo já que não são atacados por células de defesa, como acontece com a zika e a caxumba.
“O que nós conseguimos ver é que o vírus encontrado nos testículos dos pacientes analisados estava ativo mesmo depois de mais de 25 dias de internação, o que difere da constatação de que o vírus deixa ser detectado em cerca de 10 dias. A gente chama de ‘santuário viral’, já que o testículo propicia um ambiente imunossuprimido”, falou o pesquisador.
O estudo começou na segunda onda da Covid-19 em Belo Horizonte, entre janeiro e março de 2021. Onze pacientes, de diferentes idades, não vacinados e que morreram da forma severa da doença, participaram da pesquisa. O vírus foi encontrado nos testículos de todos eles.
Mesmo com pequeno número de amostras, o professor Guilherme afirma que é um material muito rico e poucos pesquisadores têm acesso.
A pesquisa ainda mostra que o vírus provoca alterações nos testículos, como a fibrose, morte de células que dão origem aos espermatozóides e redução de até 30 vezes no nível de testosterona.
O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, decretou estado de calamidade pública pelo prazo de 180 dias por conta da pandemia do coronavírus. A medida foi publicada na edição dessa terça-feira (15), do Semanário Oficial.
De acordo com o documento, as autoridades competentes ficam autorizadas a adotar medidas excepcionais necessárias para combater a disseminação do coronavírus em todo o município. Para tanto, poderão editar atos normativos necessários à regulamentação e execução dos atos administrativos em razão do estado de calamidade.
Fica estabelecido ainda que o Poder Executivo Municipal vai solicitar, por meio de mensagem a ser enviada à Assembleia Legislativa, reconhecimento do estado de calamidade. O decreto entrou em vigor com a publicação.
A prefeitura de João Pessoa não deve liberar o uso de máscaras em locais abertos ou espaços públicos, como havia previsto para amanhã (16) o prefeito Cícero Lucena.
Nesta terça-feira (16), o Ministério Público da Paraíba e o Federal se reuniram com representantes da prefeitura de João Pessoa e do governo do Estado para discutir o uso obrigatório de máscaras, para evitar divergências em relação aos decretos municipal e estadual de enfrentamento da pandemia da covid-19.
A instituição ministerial enfatizou ainda a preocupação com o impacto e a repercussão nos demais municípios do Estado e no comportamento da população, com a eventual flexibilização do uso de máscaras na capital paraibana, tendo em vista, principalmente, a agenda de shows e eventos após o dia 18, que vão provocar grande aglomeração de pessoas.
O secretário de Saúde do município, Luís Ferreira, esclareceu que ainda não está decidido se haverá ou não flexibilização quanto ao uso de máscaras em ambientes abertos no próximo decreto. Disse que a decisão deverá ser respaldada em critérios técnicos e que o assunto será discutido com o prefeito até o final desta semana.
Na reunião, a SES-PB destacou seu parecer contrário à flexibilização do uso de máscaras em João Pessoa e nos demais municípios do Estado, justificando, inclusive, a descoberta de uma nova variante do coronavírus na França, que já está presente na Europa. A secretaria segue o entendimento da Fiocruz de que desobrigar o uso da proteção facial é precipitado e preocupante.
O número de óbitos por Covid-19 entre pessoas não vacinadas no estado de São Paulo foi 26 vezes maior do que entre as pessoas já plenamente imunizadas, revela estudo inédito do governo paulista feito entre 5 de dezembro de 2021 e 26 de fevereiro de 2022, período de explosão de casos da doença no Brasil por causa da variante ômicron.
O cruzamento de dados analisou 7.942 mortes inseridas pelos 645 municípios no sistema Sivep-Gripe nestes três meses. O número de mortes no período entre os 716,8 mil paulistas que não foram vacinados chegou a 2.377. Ou seja, 332 por 100 mil habitantes.
Já entre os 38,3 milhões que completaram o ciclo vacinal e tomaram as duas doses–o equivalente a 88,5% da população do estado elegível para a vacinação, os óbitos chegaram a 4.903. Ou seja, 13 mortos por 100 mil habitantes. O grupo de 2,9 milhões de paulistas que receberam apenas uma dose da vacina também esteve mais vulnerável: foram 662 mortos com esquema parcial de imunização. Ou 22 para cada 100 mil habitantes.
“É mais uma evidência da importância da vacinação”, diz o secretário-executivo da Secretaria de Estado da Saúde, Eduardo Ribeiro Adriano. “As pessoas podem escolher entre estar no grupo mais protegido, amplamente majoritário entre os paulistas, ou naqueles mais vulneráveis”, afirma.
“Mesmo com a circulação de uma variante mais transmissível, que é o caso da ômicron, os números comprovam que São Paulo fez a escolha certa em apostar na ciência e na vacinação como as principais medidas de enfrentamento da pandemia de Covid-19”, destaca a coordenadora do Programa Estadual de Imunização (PEI), Regiane de Paula.
A secretaria agora vai correlacionar os dados de todos os óbitos do período para levantar os fatores de risco agregados aos casos que resultaram em mortes –como comorbidades e idade muito avançada, por exemplo.
No começo do ano, período de prevalência da circulação da ômicron, o número de casos diários de Covid-19 no estado passou de uma média de 2.000 para um pico de 14.542. As internações saltaram de uma média diária de 718, em janeiro, para 1.521 no auge da onda da doença; já a média de mortes saltou de 22 para 272. Em março, casos, hospitalizações e óbitos começaram a diminuir.
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, neste sábado (12), 1.172 casos de Covid-19. Entre os casos confirmados neste boletim, 5 (0,43%) são moderados ou graves e 1.167 (99,57%) são leves.
De acordo com informações, a Paraíba totaliza 586.432 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, já foram realizados 1.476.982 testes para diagnóstico da Covid-19.
Também foram confirmados 02 novos óbitos desde a última atualização, nenhum deles ocorreu nas últimas 24h. Com isso, o estado totaliza 10.153 mortes. O boletim registra ainda um total de 431.161 pacientes recuperados da doença.
Óbitos
Os óbitos divulgados neste boletim ocorreram entre os dias 05 e 07 de março, ambos em hospitais públicos. As vítimas são 01 homem e 01 mulher, com idades de 57 e 70 anos, residentes dos municípios de Cajazeiras (1) e João Pessoa (1). Hipertensão foi a comorbidade mais frequente e um deles não teve comorbidades informadas.
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