Saúde

REMÉDIO MAIS CARO DO MUNDO: Família brasileira arrecada R$12 milhões para comprar o medicamento

Divulgação

O casal Nathalie Brener e Túlio Guimarães foi ao Instagram anunciar uma notícia há muito aguardada pelos 19,3 mil seguidores: eles conseguiram os 2 milhões de dólares (cerca de R$ 12 milhões) para comprar um remédio que pode salvar o filho Benjamin, de cinco meses. O menino sofre de uma rara síndrome genética chamada Atrofia Muscular Espinhal (AME) e precisa receber tratamento o quanto antes.

No vídeo, os dois reforçaram o lema da campanha em prol da saúde do bebê “O Ben sempre vence” e agradeceram pelas doações e apoio. Além do financiamento coletivo, a família fez rifas de diversos bens, como um iphone e uma moto, para arrecadar a quantia necessária.

“Compramos o medicamento junto à fabricante suíça Novartis e expectativa é de que ele chegue ao Brasil ainda em outubro. Assim, conseguiremos nossa meta: o Bem tomar esse tão sonhado remédio antes de completar os seis meses de vida”, explicou a mãe.

A meta levou cerca de 100 dias para ser atingida e a família que “é só alegria”, nas palavras dos pais, vai compartilhar também os próximos passos do tratamento do menino pelo perfil da campanha (@ameoben) no Instagram.

O Zolgensma é pivô de muitas batalhas judiciais no Brasil para que as famílias consigam sua obtenção pelo SUS. Lançado em 2019 pela farmacêutica Novartis, gerou uma série de controvérsias em todo o mundo, em especial pela falta de transparência acerca de seus custos. Para se ter uma ideia, o medicamento que ocupava o topo do ranking mundial de fármacos caros custava metade do que é pedido por essa droga.
Correio Braziliense

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Política

PREOCUPAÇÃO ZERO – Flávio Bolsonaro afirma está tranquilo com relatório da CPI e que levará Renan ao MPF

Foto: Cristiano Mariz

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) comentou nesta quarta-feira (20) o relatório elaborado pelo relator da CPI da Pandemia, Renan Calheiros (MDB-AL), que pede o indiciamento dele, de seus irmão (Carlos e Eduardo Bolsonaro), além do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por supostos crimes cometidos durante a pandemia de Covid-19. O parlamentar afirmou que sua preocupação com o texto “é zero” e que vai entrar com uma representação contra Renan no Ministério Público Federal (MFP).

De acordo com Flávio, o relator teria cometido crimes dentro da CPI, constrangeu testemunhas e usou recursos públicos para fins políticos. “Minha preocupação é zero. Para ter crime tem que haver alguns pilares. Como por exemplo, fake news. Existe crime de fake news? Não existe”, citou em entrevista à TV Senado.

Sobre o teor do documento, o senador disse que não esperava outra postura de Renan Calheiros. “Não poderia esperar nada diferente de quem veio, que é o senador Renan Calheiros. É uma pessoa que responde a inúmeros processos no judiciário. É próximo do Lula e do PT e usou instrumento de CPI como vingança contra Bolsonaro e sua família”, destacou.

Flávio Bolsonaro assegurou ainda que não ele e sua família não cometerem crimes e que a CPI manchou o nome do Senado. “Joga a história do Senado na lata do lixo e faz um relatório com o fígado, o que é um desrespeito aos mais de 600 mil morto da Covid. A CPI não produziu nada de útil. Vamos fazer representação no MPF para os crimes que o Renan cometeu dentro da CPI”, finalizou.

Mais PB

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Covid-19

FLEXIBILIZAÇÃO: Máscara contra covid-19 deixará de ser obrigatória no Rio

Divulgação

A prefeitura do Rio deverá autorizar a circulação de pessoas sem o uso de máscaras em locais abertos a partir da próxima terça-feira, 26. O motivo é o avanço da cobertura vacinal contra a covid-19 na cidade. Os números de internações e mortes pela doença seguem em queda.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a prefeitura planeja que a reabertura da cidade se intensifique quando 65% da população carioca tiver o esquema vacinal completo (com duas doses ou dose única, dependendo o imunizante). Esse processo incluirá a liberação de circulação sem máscaras em locais abertos. Pelo ritmo da vacinação atual, a prefeitura estima que o índice será atingido no início da semana que vem.

No início da semana, a prefeitura do Rio já havia ampliado a flexibilização na cidade. Um decreto publicado pelo prefeito Eduardo Paes (PSD) na segunda-feira autorizou que cinemas, teatros, shoppings, centros comerciais, museus e outros locais de eventos passassem a funcionar com 100% de sua capacidade.

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Brasil

O AMOR ESTÁ NO AR: Ministro do STF está de romance com Luiza Brunet

Divulgação

O colunista Leo Dias revelou o romance secreto envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux e a ex-modelo, Luiza Brunet. De acordo com o colunista, o romance virou assunto nos pacatos corredores do Tribunal, em Brasília.

Os dois são amigos de longa data e, ultimamente, o trabalho os reaproximou e a amizade evoluiu para um relacionamento.

Luiza Brunet, de 59 anos, passou a integrar em junho, o Observatório de Direitos Humanos do Poder Judiciário. Na época, a ex-modelo que é empenhada nas causas contra a violência doméstica, usou suas redes sociais para contar a novidade.

“Muito feliz por ter sido convidada pelo Ministro Luiz Fux para integrar no observatório dos direitos humanos do poder judiciário, e fazer parte desse seleto grupo de trabalho, na condição de integrante da sociedade civil, contribuir com propostas para a proteção dos direitos das mulheres”, disse ela que atua no combate à violência doméstica.

Click PB

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Polícia

PAGAMENTO DE PROPINA – STJ determina afastamento do governador do Tocantins por 6 meses

Divulgação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o afastamento do governador do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL), por 6 meses, em uma investigação sobre suposto pagamento de propina e obstrução de investigações. A decisão de afastamento do governador é do ministro Mauro Luiz Campbell e será submetida ao pleno da Corte do STJ, que pode mantê-la ou revogá-la, ainda nesta quarta-feira (20).

A Polícia Federal faz buscas na casa de Carlesse e na sede do governo do Tocantins na manhã desta quarta-feira. Além do governador, também há mandados de busca e apreensão contra secretários estaduais, dentre eles Cristiano Sampaio, titular da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins (SSP).

Segundo a PF, as buscas fazem parte de duas operações simultâneas que investigam pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais e obstrução de investigações, além de incorporação de recursos públicos desviados ao patrimônio dos investigados.

G1

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Diversos

VÍDEO: Freiras passeiam de patins e chamam atenção em Fortaleza

Um passeio de patins de três freiras e uma postulante chamou a atenção de frequentadores do calçadão da Avenida Beira Mar, na Praia de Iracema, em Fortaleza. A cena foi registrada por várias pessoas, que compartilharam as imagens nas redes sociais.

Vestidas de hábito, roupa que cobre desde a cabeça até as pernas das religiosas, as freiras passearam pelo calçadão e interagiram com quem estava no local. Elas chegaram a ser paradas por populares, que pediam para bater fotos e gravavam a cena inusitada.

G1

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Política

Renan Calheiros desiste de colocar “Bolsonaro genocida” em relatório da CPI

Divulgação

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), recuou em alguns pontos polêmicos do seu relatório, retirando das propostas de indiciamento do presidente Jair Bolsonaro os crimes de genocídio contra a população indígena e homicídio.

As alterações foram informadas pelo presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), ao deixar reunião do grupo majoritário do colegiado na noite desta terça-feira (19). Os membros do chamado G7 participam de uma reunião na casa do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para acertar ajustes ao texto.

Mais tarde, o próprio Renan Calheiros confirmou a jornalistas as alterações no relatório final, que será lido em sessão nesta quarta-feira (20)

Folhapress

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Educação

“A gente andou 15 anos para trás”: alfabetização no Brasil retrocedeu durante a pandemia, diz FGV

Foto: Walla Santos

Durante a pandemia da Covid-19, o país retrocedeu 15 anos na alfabetização de crianças em um cenário que já não era considerado ideal pelos especialistas. O levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que, em 2019, a taxa de crianças fora das escolas era de 1,39%. Em 2020, esse número saltou para 5,5%.

Os motivos que agravaram a situação foram a evasão escolar e pouco tempo em sala de aula, por conta das restrições impostas pelo coronavírus. Além disso, os investimentos considerados essenciais para a recuperação do patamar educacional antes da pandemia foram reduzidos em 93,5% dos municípios brasileiros, de janeiro a agosto de 2021, de acordo com a Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

Segundo o economista e pesquisador da FGV, Marcelo Neri, há um atraso educacional muito relevante. A grande piora foi observada nos alunos dos cinco aos nove anos de idade, grupo em que os indicadores educacionais estavam em maior melhora nos últimos 40 anos.

“O fato é que essa é uma idade (dos cinco aos nove anos) decisiva em termos de educação, e a gente andou 15 anos para trás. Sem falar no tempo de escola. Essa deterioração foi maior nos segmentos mais pobres. Na região Norte do país, a queda foi muito maior do que no Sul e Sudeste”, compara. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Blog do BG com CNN

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Economia

Veto chinês à carne brasileira dura seis semanas e repercute no exterior

Foto: Divulgação

O Brasil interrompeu voluntariamente a exportação de carne para a China, seu maior mercado, ainda no começo de setembro, após a confirmação de dois casos da doença em duas fábricas distintas do setor. Depois, porém, mesmo com o controle dos casos no Brasil, a interrupção chinesa foi mantida.

O tema foi abordado pelo Financial Times nesta semana. Segundo o jornal, o veto prolongado já preocupa autoridades brasileiras e pode reduzir exportações de aproximadamente US$ 4 bilhões por ano (equivalente a R$ 21,8 bilhões).

Na última semana, a Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA) concluiu um relatório a respeito dos dois casos de vaca louca e apontou que não há risco de proliferação da doença, segundo o professor de economia do Insper, Roberto Dumas, em entrevista à CNN. A derrubada do veto à carne, no entanto, ainda não aconteceu.

Com o veto ainda em vigor, Brasília tem visto a preocupação de autoridades e grandes frigoríficos crescer. De acordo com o Financial Times, que ouviu uma fonte do Ministério da Agricultura, o Brasil pediu uma reunião técnica, ainda não agendada pelas autoridades chinesas. E não há previsão para esta reunião acontecer.

Para ler a matéria na íntegra acesse AQUI.

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Covid-19

“EVITAR A FADIGA”: Renan diz não estar disposto a brigar e que ‘relatório final será da maioria’

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Na véspera da leitura do parecer, o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), minimizou o mal-estar entre os senadores na reta final dos trabalhos do colegiado. Ele defendeu o diálogo entre os membros da comissão em torno do relatório a ser apresentado na quarta-feira, 20. “Como eu não estou disposto a brigar, só brigam dois quando dois querem, eu preferi cuidar da reta final do relatório”, afirmou nesta terça-feira, 19, em entrevista à Rádio Eldorado.

Após divergências em relação ao texto do relatório da CPI, divulgado com exclusividade pelo Estadão no domingo, Renan repetiu mais de uma vez que o texto final vai refletir a vontade da maioria dos senadores. Segundo o relator, o momento é de “defesa do que o relatório conterá”.

“É normal ter diferenças, mas a política existe para aparar diferenças e chegar a um denominador comum”, minimizou Renan sobre as discordâncias. “O relatório não será nem do relator, nem do vice-presidente, nem do presidente. Não conterá individualidade de ninguém. Ele será um relatório da maioria”, afirmou.

Na avaliação do parlamentar, apesar das apurações e revelações da comissão nos últimos seis meses, o presidente Jair Bolsonaro manteve postura negacionista na condução da pandemia. “Bolsonaro não deixou de ser negacionista”, avaliou Renan, que citou como exemplo o discurso do presidente na Assembleia-Geral da ONU, no qual defendeu o uso de medicamentos sem eficácia no tratamento da covid-19.

Blog do BG com UOL

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