Brasil

Bela Gil se declara sapiossexual e fala de seu casamento aberto

Bela Gil disse se identificar como uma pessoa sapiossexual, ou seja, que se sente atraída sexualmente por quem é inteligente. A apresentadora tem um casamento aberto com o designer JP Demasi. Eles estão juntos há mais de 18 anos.

“Minha autoestima e esse senso de beleza estão muito relacionados ao intelecto. Eu sou sapiossexual, eu me atraio por pessoas inteligentes, não necessariamente bonitas. Então eu não acho que eu tenho que ser hiper, ultra, megabonita. Então, assim… Para que eu vou botar silicone, entendeu? Deixa eu ler um livro porque vai funcionar muito mais — explicou ela no programa “Mil e uma tretas”, do YouTube.”

A apresentadora de 34 anos é mãe de dois filhos e relatou que, aos 20, conversou com o marido sobre a possibilidade de eles abrirem o casamento.

“JP é esse homem, com essa vontade, assim… Sabe? E aí… Não batia. “Cara, você quer muito (fazer sexo) e eu não quero nada. O que a gente vai fazer?”. Eu ficava (tendo diálogo) mas a pressão de não ser a mulher, a esposa… Eu falei (que se ele quisesse, ele poderia procurar sexo fora do casamento). Mas isso eu sempre falei (risos). Não era uma questão, mas era para me defender. Nesse caso específico era para me defender. Porque seria uma violência (eu fazer). Para mim (não fazer sexo naquele momento, após o puerpério). Eu achava que, se ele aliviasse essa vontade fora, ele não ia cobrar de mim. Então, eu ia ficar “de boa”.

O Globo

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Brasil

PEC da Transição pode gerar déficit até o fim do governo de Lula e turbinar dívida pública

Foto: Cristiano Mariz/O Globo

A chamada “PEC da Transição”, a proposta de emenda constitucional apresentada pelo novo governo para garantir o Bolsa Família de R$ 600 e recompor verbas de programas sociais e investimentos, tem potencial de gerar um rombo nas contas públicas — quando as despesas são maiores que as receitas — que deve se estender até o fim do mandato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

Cálculos de economistas levam em conta o teor do texto apresentado ao Congresso na quarta-feira, que exclui quase R$ 200 bilhões do teto de gastos, a regra fiscal que limita o crescimento das despesas públicas.

Gerar déficits consecutivos até 2026 acarretaria problemas, como endividamento maior nos próximos anos, ampliando inflação e juros e reduzindo investimentos e crescimento econômico com a piora do cenário fiscal. Além disso, declarações feitas pelo presidente eleito na COP27 no Egito pioraram a percepção em relação à conjuntura atual.

Dívida de 100% do PIB

Pela segunda vez, Lula criticou o teto de gastos, dispositivo constitucional que proíbe o crescimento das despesas acima da inflação do ano anterior. Logo após as falas, houve impacto no mercado, o que acabou sendo amenizado ao fim do pregão com o anúncio da saída do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega da equipe de transição.

No formato apresentado, a PEC da Transição terá custo de R$ 198 bilhões por ano. Para analistas, o endividamento pode se aproximar de 100% do Produto Interno Bruto (PIB) ao fim do mandato de Lula. Além do custo, o prazo indefinido e a falta de transparência quanto ao uso dos recursos preocupam os especialistas.

O Globo

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Brasil

‘Quero que o mercado se exploda’, diz Datena sobre críticas à fala de Lula

O apresentador José Luiz Datena, de 65 anos, do “Brasil Urgente”, defendeu a fala de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a COP27.

O ex-presidente afirmou na conferência sobre a possibilidade da bolsa cair e dólar aumentar caso ultrapasse o teto de gastos para manter os R$ 600 de auxílio.

No ao vivo, Datena concordou com Lula. “A bolsa caiu porque o Lula falou que vai romper o teto de gastos porque falou que vai dar para pobre? Eu quero que o mercado se exploda! O cara disse que não tem jogo no Brasi, como não tem jogo? Esses gringos vem aqui investir quando o dólar sobe. É a moeda podre porque depois que o dólar cai, eles tiram dinheiro daqui e não tem investimento”, disse.

Splash – UOL

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Brasil

Bolsonaro está bem e deve voltar logo ao Planalto, diz Braga Netto

Braga Netto

O ex-ministro da Defesa e da Casa Civil, general Walter Braga Netto (PL), disse nesta quinta-feira (17) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) está bem e que já se recuperou da erisipela em sua perna, infecção causada por uma bactéria. Segundo Braga Netto, Bolsonaro deve voltar a frequentar o Palácio do Planalto em breve.

“Deve voltar logo, já se recuperou da infecção. Tá tudo bem”, afirmou. A declaração do ex-ministro foi dada a jornalistas em frente ao Palácio da Alvorada, enquanto conversava com apoiadores de Bolsonaro. Braga Netto não definiu uma data para o retorno do chefe do Executivo ao Planalto.

Desde que perdeu a eleição, em 30 de outubro, Bolsonaro foi poucas vezes ao Palácio do Planalto. O presidente também não tem falado com apoiadores, como de costume, e deixou de fazer suas tradicionais lives de 5ª feira.

Em entrevista ao jornal O Globo, o vice-presidente e senador eleito Hamilton Mourão (Republicanos) disse que Bolsonaro foi diagnosticado com uma erisipela na perna. O senador eleito atribuiu a ausência do chefe do Executivo no Palácio do Planalto à doença dermatológica.

“É questão de saúde. Está com uma ferida na perna, uma erisipela. Não pode vestir calça, como é que ele vai vir para cá de bermuda?”, disse Mourão ao fim da cerimônia de recebimento das cartas credenciais de embaixadores estrangeiros, em que substituiu Bolsonaro.

A erisipela é uma doença causada por uma bactéria, que geralmente entra no organismo por meio de ferimentos na pele, como pequenos cortes, picadas de insetos e até micoses. Se não tratada de forma correta, a bactéria pode se disseminar para os vasos linfáticos e atingir o tecido subcutâneo e o gorduroso.

Poder360

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Brasil

Economia Ministério da Economia reduz estimativa oficial de inflação de 6,3% para 5,85%

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia manteve a projeção para o crescimento da economia este ano e reduziu a estimativa oficial para a inflação. As projeções estão no Boletim Macrofiscal divulgado hoje (17).

A projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 6,3% para 5,85%. Mas ainda está acima da meta de inflação para o ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior é 5%. No ano, o IPCA já acumula alta de 4,7% e, em 12 meses, o índice total está em 6,47%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para estabelecer o valor do salário mínimo e corrigir aposentadorias, deverá encerrar este ano com variação de 6%, segundo a previsão da SPE, queda de 0,54 ponto percentual em relação ao boletim anterior.

Agência Brasil

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Brasil

CARTA DOS ECONOMISTAS: Vai cair a Bolsa? Aumentar o dólar? Paciência?

 

Caro presidente eleito Lula,

Assistimos a sua fala nesta quinta (17) cedo na COP27, no Egito. Acredite que compartilhamos de suas preocupações sociais e civilizatórias, a sua razão de viver. Não dá para conviver com tanta pobreza, desigualdade e fome aqui no Brasil.

O desafio é tomar providências que não criem problemas maiores do que os que queremos resolver.

Alta do dólar e a queda da Bolsa não são produto da ação de um grupo de especuladores mal-intencionados. A responsabilidade fiscal não é um obstáculo ao nobre anseio de responsabilidade social, para já ou o quanto antes.

O teto de gastos não tira dinheiro da educação, da saúde, da cultura, para pagar juros a banqueiros gananciosos. Não é uma conspiração para desmontar a área social.

Vejamos por quê.

Uma economia depende de crédito para funcionar. O maior tomador de crédito na maioria dos países é o governo. No Brasil o governo paga taxas de juros altíssimas. Por quê? Porque não é percebido como um bom devedor. Seja pela via de um eventual calote direto, seja através da inflação, como ocorreu recentemente.

O mesmo receio que afeta as taxas de juros afeta também o dólar. Imaginamos que seja motivo de grande frustração ver isso tudo. Será que o seu histórico de disciplina fiscal basta? A verdade é que os discursos e nomeações recentes e a PEC (proposta de emenda à Constituição) ora em discussão sugerem que não basta. Desculpe-nos a franqueza. Como o senhor sabe, apoiamos a sua eleição e torcemos por um Brasil melhor e mais justo.

É preciso que se entenda que os juros, o dólar e a Bolsa são o produto das ações de todos na economia, dentro e fora do Brasil, sobretudo do próprio governo. Muita gente séria e trabalhadora, presidente.

É preciso que não nos esqueçamos que dólar alto significa certo arrocho salarial, causado pela inflação que vem a reboque. Sabemos disso há décadas. Os sindicatos sabem.

E também não custa lembrar que a Bolsa é hoje uma fonte relevante de capital para investimento real, canal esse que anda entupido.

São todos sintomas da perda de confiança na moeda nacional, cuja manifestação mais extrema é a escalada da inflação. Quando o governo perde o seu crédito, a economia se arrebenta. Quando isso acontece, quem perde mais? Os pobres!

O setor financeiro recebe juros, sim, mas presta serviços e repassa boa parte dos juros para o resto da economia, que lá deposita seus recursos.

O teto, hoje a caminho de passar de furado a buraco aberto, foi uma tentativa de forçar uma organização de prioridades. Por que isso? Porque não dá para fazer tudo ao mesmo tempo sem pressionar os preços e os juros. O mundo aí fora está repleto de exemplos disso.

Então por que falta dinheiro para áreas de crucial impacto social? Porque, implícita ou explicitamente, não se dá prioridade a elas. Essa é a realidade, que precisa ser encarada com transparência e coragem.

O crédito público no Brasil está evaporando. Hora de tomar providências, sob pena de o povo outra vez tomar na cabeça.

Respeitosamente,
Arminio Fraga, Edmar Bacha e Pedro Malan

Folha

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Brasil

MARIO SABINO: O homem que saiu da cadeia para salvar o planeta pode afundar o Brasil

Lula, o homem que saiu da cadeia para salvar o planeta do aquecimento global, segundo o New York Times, pode antes disso afundar o Brasil. Talvez não faça tanta diferença assim para a Terra, desde que deixemos a Amazônia para os noruegueses cuidarem ela.

Hoje, o dólar bateu em 5,53 reais e vamos ver como se comportará a Bolsa de Valores, que ontem caiu 2,5%. O “mercado bolsonarista” — como jornalistas pitorescos andam adjetivando — está apavorado com a PEC da Transição, que prevê um Bolsa Família por tempo indeterminado e espetará, em 2023, uma conta de 175 bilhões de reais a mais nos gastos do governo. Para completar o pavor, Fernando Haddad está cotado para ser ministro da Economia. Mas não há com o que se preocupar: antes de fuzilar os fundamentos econômicos mais básicos, Fernando Haddad dirá que leu livros, assim como o camarada Stalin, e tudo bem.

Lá do Egito, para onde voou a bordo do jatinho de um empresário amigo, que chegou a ser preso também na Lava Jato, aquela invenção golpista, Lula disse: “Vai cair a Bolsa, vai aumentar o dólar? Paciência”. Para ele, as forte oscilações ocorrem não “por causa das pessoas sérias, mas por conta dos especuladores que ficam especulando todo santo dia”.

Entendido. Ninguém precisa se preocupar, porque o “mercado bolsonarista” vai acabar precificando as lambanças, como sempre. Precificar é um verbo que tem efeito curioso sobre os brasileiros. Achamos que, com os desmandos governamentais devidamente precificados, voltamos à normalidade, sem atentarmos para o fato de que o piso das sucessivas precificações é sempre alto para a sociedade, na forma de menos investimentos na economia e mais inflação. A nossa normalidade, portanto, significa penalizar os mais pobres. A nossa normalidade, portanto, é uma doença crônica.

Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada, nem mesmo o Lula daquela Carta aos Brasileiros. Precifique aí.

Metrópoles

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Brasil

Líder de Bolsonaro no Senado sobre PEC da Transição: “Cheque em branco”

 

O líder do governo no Senado Federal, Carlos Portinho (PL-RJ), criticou, nesta quinta-feira (17/11), a minuta da PEC da Transição apresentada pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a proposta “não dá para ser um cheque em branco” e cobrou que o novo governo apresente um ministro da Economia.
O senador alega que o atual governo “está disposto a dialogar para ter o auxílio no valor de R$ 600”. Hoje, o benefício é chamado de Auxílio Brasil, mas retomará o nome de Bolsa Família no governo Lula. “É um ponto de convergência entre os parlamentares”, enfatizou.
Portinho criticou, porém, o fato de o Bolsa Família ser excepcionalizado do teto de gastos públicos. “É difícil ser extrateto – e por um período de quatro anos – por conta da responsabilidade fiscal. Não adianta dar o aumento e causar inflação, crescimento dos juros. Tudo isso vai corroer o valor de compra. Ou seja, não haverá ganho”, defendeu.
Metrópoles

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Brasil

Mantega renuncia à equipe de transição de Lula e acusa adversários de causarem tumulto


O ex- ministro da Fazenda Guido Mantega renuncia hoje, (17) à equipe de transição de Lula e acusa adversários de causarem tumulto.

A afirmação é da colunista de política Mônica Bergamo.

Ex-ministro participaria como voluntário por estar inabilitado para exercer cargo em comissão ou função de confiança na administração pública até 2030.

Anunciado como integrante da equipe do governo de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega ficou de fora do time oficial por ter sido condenado pelo TCU (Tribunal de Contas da União) no caso das “pedaladas fiscais”, que levaram ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Folha

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Brasil

Risco Brasil sobe 5,6% com PEC do Estouro

O risco Brasil subia 5,6% nesta tarde com os investidores preocupados com as repercussões da PEC do Estouro e com o discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Durante a manhã, o indicador chegou a subir 8%.

O risco Brasil é medido através do CDS (Credit Default Swaps), papeis que protegem os investidores de um eventual calote da dívida pública brasileira.

Uma minuta da PEC do Estouro foi apresentada pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin ao Congresso, propondo um gasto extra fora das regras fiscais de até R$ 198 milhões.

No Egito, Lula disse mais cedo que não sacrificaria gastos sociais por responsabilidade fiscal e completou. “Vai cair a bolsa, o dólar vai aumentar, paciência”, afirmou.

CNN

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