Brasil

AO VIVO: Senador Efraim Filho toma posse e participa da eleição da Mesa no Senado Federal

O senador Efraim Filho foi empossado Senador da República em cerimônia bastante prestigiada no Senado Federal nesta quarta-feira (1º). Foram empossados os 27 senadores novatos ou reeleitos, após prestação de juramento regimental no Plenário da Casa.

Após os 27 senadores eleitos firmarem o compromisso de posse, a primeira reunião preparatória foi encerrada pelo presidente Rodrigo Pacheco.

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Brasil

Deputados protestam contra Lula durante posse na Câmara: “Fora ladrão”

Durante a cerimônia de posse dos 513 deputados federais, na manhã desta quarta-feira (1º/2), parlamentares eleitos pelo Partido Liberal (PL) protestaram no plenário da Câmara dos Deputados contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os políticos da sigla de Jair Bolsonaro colaram cartazes nas costas e fitas na boca.

Entre eles estão os deputados federais Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), Capitão Alden (PL-BA), Amália Barros (PL-AM), Hélio Lopes (PL-RJ) e Rodolfo Nogueira (PL-MS).

Eles mostraram cartões com os dizeres: “Fora Lula” e “Fora Ladrão”.

Metrópoles

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Brasil

Sessão de posse na Câmara é interrompida após pai de Arthur Lira passar mal


Foto: Ricardo Abreu/TV Globo

A sessão de posse dos deputados federais na Câmara foi interrompida nesta quarta-feira (1º) após o ex-senador e atual prefeito de Barra de São Miguel (AL), Benedito de Lira (PP), passar mal.

Benedito de Lira é pai do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e acompanhava a sessão quando se sentiu mal.

Ele foi socorrido por brigadistas e atendido pela equipe médica da Casa. Na sequência, foi encaminhado de ambulância a um hospital privado de Brasília.

A sessão da Câmara foi interrompida por volta das 10h43. Àquela altura, o deputado Átila Lins (PSD-AM) fazia a chamada de deputados eleitos para prestar o compromisso de cumprir a Constituição.

Deputados que estavam próximos a Benedito de Lira no plenário sinalizaram a Arthur Lira, que estava na Mesa da presidência, que o pai do deputado estava passando mal.

Lira, então, disse: “É meu pai”. E acionou o departamento médico da Casa. Arthur Lira deixou a cadeira da presidência no plenário para acompanhar a situação.

Na sequência, a sessão foi suspensa. Cerca de 15 minutos depois, por volta das 11h, os trabalhos foram retomados.

Arthur Lira voltou a conduzir a sessão por volta das 11h20. Ele foi aplaudido pelos colegas e se emocionou.

Roteiro da sessão

Antes da interrupção, no início dos trabalhos, Lira convidou cinco deputados para atuarem como secretários da sessão, um de cada região do país. O hino nacional foi executado.

O presidente da Câmara, então, leu o seguinte compromisso:

“Prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
Após a leitura, os parlamentares foram chamados e, de pé, ratificaram o juramento dizendo: “Assim o prometo”.

Os primeiros deputados chamados foram os dos estados de Roraima, Amapá, Pará, Amazonas, Rondônia, Acre, Tocantins, Maranhão, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

Quando a sessão foi retomada, após o atendimento a Benedito de Lira, foram chamados os deputados eleitos pela Paraíba.

Por G1

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Brasil

Temendo derrota de Pacheco, Planalto negocia cargos para senadores

O Palácio do Planalto dormiu ontem a acordou hoje totalmente mobilizado para a eleição à presidência do Senado. As negociações de cargos para garantir a vitória de Rodrigo Pacheco na eleição desta quarta-feira à tarde vararam a madrugada e continuarão na manhã de hoje.

Cargos de segundo e terceiro escalões, diretorias regionais de estatais — está valendo tudo para manter os apoios a Pacheco ou virar votos de senadores que ameaçam votar em Rogério Marinho.

Nesta reta final, o candidato do bolsonarismo conseguiu assustar o governo. Marinho ganhou espaço, apareceram dissidências e o temor das traições aparece em todas as conversas.

Pelas contas dos aliados de Rodrigo Pacheco, o atual presidente do Senado terá cerca de 50 votos do total de 81. Ou seja, em torno dos dez votos a mais que o necessário para se eleger. Já os aliados de Rogério Marinho repetiam ontem à noite que ele já teria 45 votos garantidos.

​​​​​​​O fato é que o governo Lula entrou de cabeça nesta eleição de hoje no Senado.

Até onde a vista alcança, é difícil imaginar uma derrota de um candidato quando um governo está botar todas as suas armas de sedução na arena.

Lauro Jardim – O Globo

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Brasil

Bolsonaro diz que governo Lula “não dura muito tempo se continuar como está”


Foto: Joe Skipper/Reuters

Em seu primeiro evento público desde que deixou o Brasil e foi para os Estados Unidos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o novo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não vai durar muito tempo”.

O ex-presidente fez uma espécie de palestra ao público presente, em um restaurante na International Drive, uma rua muito frequentada por brasileiros. Sem um tema pré-definido, ele discorreu sobre suas opiniões e avaliações a respeito dos fatos recentes no Brasil. Em uma delas, disse que, se o atual governo “seguir nessa batida desses 30 dias, não vai durar muito tempo”.

Bolsonaro chegou ao local do evento com meia hora de antecedência e atendeu uma fila de admiradores que queriam tirar foto com ele. Na apresentação, ciente de que era observado por um público diverso, ele disse que não falaria nada polêmico.

“A imprensa está aqui esperando uma pequena frase minha para fazer um tumulto amanhã [4ª feira], mas não terá esse prazer.”

Eleição no Senado

Atento às disputas no Congresso Nacional, o palestrante falou sobre a importância de elegerem Rogério Marinho (PL-RN) à Presidência do Senado, nesta quarta-feira. A disputa é contra o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que é apoiado pela base governista. Segundo Bolsonaro, a vitória do correligionário é importante para manter o equilíbrio político em Brasília. “Tenho certeza que o Marinho vai ser eleito.”

Questionado sobre as próximas eleições, disse que “não morreu para a política”. Ele lembrou, ainda, que se tivesse morrido com a facada, em 2018, Fernando Haddad (PT) teria sido o presidente. “Se ele está dando vexame agora no ministério [da Economia], imagina na pandemia”, ironizou.

O restaurante foi fechado apenas para a apresentação. O ex-presidente falou por pouco mais de 20 minutos. O evento durou cerca de 1h30. Na plateia, estavam figuras como Allan dos Santos e Paulo Figueiredo. Depois da apresentação, ouviu um hino de louvor e orou enrolado em uma bandeira do Brasil entregue por um dos presentes.

Com informações de Folha de S. Paulo e SBT News

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Brasil

Apesar de criticar Bolsonaro, Lula mantém nível de sigilo em informações do governo

Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem deixado em sigilo informações relacionadas à gestão do petista no mesmo patamar dos quatro anos de mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Na campanha eleitoral de 2022, Lula fez duras críticas a Bolsonaro por não revelar dados relativos ao Executivo. Ao tomar posse neste ano, ele prometeu que daria mais transparência a assuntos referentes ao poder público. No entanto, no primeiro mês de mandato, o atual presidente não cumpriu com a própria palavra.

Segundo estatísticas da Controladoria-Geral da União (CGU), de 1º de janeiro até esta terça-feira (31), o governo federal recebeu aproximadamente 10.800 pedidos via Lei de Acesso à Informação e não respondeu a 7% do total de solicitações, quase o mesmo percentual observado de 2019 a 2022, quando a média de pedidos que não tiveram resposta foi de 7,4%.

Entre as justificativas dadas pelo governo Lula para negar acesso às informações, a principal é que se trata de dados sigilosos de acordo com legislação específica. Segundo a CGU, 23,4% das solicitações não tiveram resposta por esse motivo.

Outros 19,3% dos pedidos não foram respondidos por serem genéricos. Além disso, o governo não respondeu a 15,4% dos requerimentos por avaliar que eles envolviam dados pessoais. A gestão de Lula ainda afirmou que algumas solicitações não poderiam ser atendidas porque eram genéricas, incompreensíveis e desproporcionais ou desarrazoadas.

O governo federal impôs sigilo, por exemplo, sobre algumas informações relacionadas à recepção feita a autoridades nacionais e internacionais no dia da posse de Lula. A lista de convidados ficará em segredo por cinco anos.

R7

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Brasil

Câmara e Senado escolhem presidentes nesta quarta; Lira e Pacheco tentam a reeleição


Foto: Marcos Corrêa/PR

A Câmara e o Senado vão eleger nesta quarta-feira (1º) seus presidentes para os próximos dois anos. O atual presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tentam a reeleição.

O dia marca a abertura do ano do Legislativo, com a posse dos parlamentares eleitos em outubro.

Sem fortes concorrentes, Lira deve se eleger com uma ampla margem de votos, com aliados apostando, inclusive, num recorde de votação para presidência da Câmara — atualmente, o recorde pertence aos ex-presidentes João Paulo Cunha (PT), em 2003, e Ibsen Pinheiro (PMDB), em 1991, ambos com 434 votos. O total de deputados é de 513.

Já Pacheco enfrenta resistências dentro do próprio partido e terá um concorrente que pode ameaçá-lo, o ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro, Rogério Marinho (PL-RN). Até terça-feira (31), o atual presidente do Senado contava com o apoio de seis partidos enquanto Marinho tinha o apoio de outros três.

A votação é secreta nas duas Casas — o que abre margem para traições dentro de partidos que anunciaram apoio a um ou outro candidato.

Na Câmara, os deputados vão votar também para escolher os ocupantes dos outros 10 cargos da Mesa Diretora. Num primeiro momento, contudo, apenas o resultado do presidente é revelado. É ele quem anuncia os vencedores dos demais cargos.

Já os senadores votam apenas no novo presidente da Casa. A votação para os demais cargos da Mesa Diretora será feita apenas no dia seguinte.

g1

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Brasil

Veneziano é indicado pelo MDB para permanecer na vice-presidência do Senado

MDB oficializa apoio a Pacheco
O MDB anuncia  formalmente o apoio à reeleição de Rodrigo Pacheco para a presidência do Senado e de Veneziano Vital do Rêgo para vice-presidente.

A bancada da sigla se reuniu na tarde desta segunda-feira (31).

O partido é a terceira maior bancada da Casa, com 10 senadores, empatado com o União Brasil.

Com o apoio declarado também de PT, PDT, PSB, Cidadania, Rede e do seu próprio PSD (apesar de três rebeldes), o atual presidente Rodrigo Pacheco já deve ter cerca de 40 votos assegurados.

Blog do BG PB

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Brasil

Ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara será o novo presidente do Banco do Nordeste

Paulo Câmara, ex-governador de Pernambuco, será o novo presidente do Banco do Nordeste (BNB). O ex-gestor é bastante próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e foi indicado na cota pessoal do chefe do Executivo federal.

A nomeação do novo mandatário do BNB será publicada no Diário Oficial da União após o Senado aprovar as mudanças na Lei das Estatais. A informação é do jornal Valor Econômico, vinculado ao Grupo Globo.

Paulo Câmara chegou a ocupar um espaço na equipe de transição de Lula, na área de controle e integridade. Na última sexta-feira (27), o gestor deixou o PSB, após oito anos no partido.

A indicação, contudo, ainda depende de alteração da Lei das Estatais, que deve ser votada em fevereiro, na volta do Legislativo. Isso porque o gestor era dirigente do PSB até pouco tempo e precisaria cumprir um período de afastamento da função partidária.

Além de Paulo Câmara, também foram cotados para assumir a presidência do BNB: o assessor especial de Relações Institucionais do Estado do Ceará, Nelson Martins; o secretário de Inclusão Socioeconômica do Ministério do Desenvolvimento Social, Luiz Carlos Everton de Farias; diretor-presidente do Instituto Nordeste Cidadania (Inec), Stélio Gama; a diretora de Economia Popular e Solidária da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Silvana Parente; e a presidente do Inec, Zilana Ribeiro.

Atualmente, o BNB é presidido pelo pernambucano José Gomes da Costa. Funcionário de carreira da instituição financeira há 39 anos, Gomes da Costa era diretor Financeiro e de Crédito do BNB e chegou a assumir o cargo como interino no dia 17 de janeiro de 2022. Porém, a efetivação ocorreu apenas em agosto. Ele chegou para substituir Anderson Possa, que comandou o BNB por quatro meses, após Romildo Rolim ser demitido do cargo.

FolhaPe

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Dino sobre atos no DF: “Haverá novas prisões nos próximos dias”

Entenda o 'Pacote Antigolpe' de Flávio Dino, que mira bolsonaristas | VEJA
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, afirmou, em entrevista, na tarde desta terça-feira (31/1), que mais prisões – fruto dos inquéritos que investigam os atos terrorista do dia 8 de janeiro – serão efetuadas nos próximos dias. A Polícia Federal (PF) cumpre, há vários dias, diligências para prender os responsáveis diretos e indiretos pelas invasões ao Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF).

“O que eu posso te afirmar é em relação a Polícia Federal, que nós temos, mais ou menos, 1 mil pessoas ainda presas. Esse número flutua porque há novas pessoas sendo presas. Haverá novas prisões nos próximos dias, inclusive, porque há mandado de prisão já expedido. Ou seja, as investigações continuam no âmbito da Polícia Federal e já existem ações penais propostas pelo Ministério Público”, disse Dino.

O ministro garantiu que mesmo com o fim da intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, nesta terça-feira, os procedimentos para identificar os responsáveis vão continuar “de modo ininterrupto”. Segundo o ministro, a intervenção cumpriu o papel.

“A intervenção cumpriu o seu papel, porque a Constituição Federal, no artigo 34, quando trata da intervenção, coloca como uma medida excepcional e temporária. Nesse caso, o elemento que determinou foi por a termo o grave comprometimento da ordem pública. É assim que está escrito na Constituição”, explicou o chefe da pasta da Justiça.

Dino assegurou ainda que, decorrido o prazo da intervenção e com a ausência de novos atos criminosos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva devolverá o controle da segurança do DF ao governo local porque não houve nenhum fato novo.

“Decorridos mais de 20 dias não houve nenhum novo evento e, portanto, há uma estabilização. Não há razão constitucional, neste momento, para manter [a intervenção]. Daí, a decisão do presidente da República de devolver a gestão da segurança ao ente legítimo, ao ente que tem autonomia constitucional”, finalizou.

Metrópoles

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