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Após liberação recorde, governo Lula repassa mais R$ 434 milhões em emendas

Após liberação recorde, governo Lula repassa mais R$ 434 milhões em emendas
Após liberação recorde de 712 milhões de reais em emendas a parlamentares na terça-feira (9), o Palácio do Planalto repassou mais 434 milhões de reais nesta quarta (10).

A liberação de emendas é parte do esforço do Planalto para acalmar sua base de apoio no Congresso, após importantes derrotas no marco do saneamento básico e no PL das Fake News.

O Antagonista

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Fiocruz alerta para ressurgimento do sorotipo 3 da dengue

Dengue: o que você precisa saber sobre a doença! - Brasil Escola
Estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), coordenado pela Fiocruz Amazônia e pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), mostra o ressurgimento recente do sorotipo 3 do vírus da dengue no Brasil, que há mais de 15 anos não causa epidemias no país, o que faz acender o sinal de alerta quanto ao risco de uma nova epidemia da doença causada por esse sorotipo viral.

A pesquisa apresenta a caracterização genética dos vírus referentes a quatro casos da infecção registrados este ano, três em Roraima, na Região Norte, e um no Paraná, no Sul do país. Segundo a Fiocruz, a circulação de um sorotipo há tanto tempo ausente preocupa especialistas.

“Nesse estudo, fizemos a caracterização genética dos casos de infecção pelo sorotipo 3 do vírus dengue. É um indicativo de que poderemos voltar a ter, talvez não agora, mas nos próximos meses ou anos, epidemias causadas por esse sorotipo”, alerta, em nota, o virologista Felipe Naveca, chefe do Núcleo de Vigilância de Vírus Emergentes, Reemergentes e Negligenciados da Fiocruz Amazônia e pesquisador do Laboratório de Arbovírus e Vírus Hemorrágicos do IOC/Fiocruz, que atua como referência regional para dengue, febre amarela, chikungunya, Zika e vírus do Nilo ocidental.

O vírus da dengue tem quatro sorotipos. Segundo a Fiocruz, a infecção por um deles gera imunidade contra o mesmo sorotipo, mas é possível contrair dengue novamente se houver contato com um sorotipo diferente. O risco de uma epidemia com o retorno do sorotipo 3 ocorre por causa da baixa imunidade da população, uma vez que poucas pessoas contraíram esse vírus desde as últimas epidemias registradas no começo dos anos 2000. Existe ainda o perigo da dengue grave, que ocorre com mais frequência em pessoas que já tiveram a doença e são infectadas novamente por outro sorotipo.

Para compartilhar rapidamente as informações, os resultados da análise foram divulgados em artigo preprint na plataforma medRxiv, sem o processo de revisão por pares. O trabalho foi submetido para publicação em periódico científico. A pesquisa contou com a parceria dos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens) de Roraima e do Paraná, além da participação de especialistas de diversas instituições de pesquisa.

Segundo o virologista Felipe Naveca, as análises indicam que a linhagem detectada foi introduzida nas Américas a partir da Ásia, no período entre 2018 e 2020, provavelmente no Caribe. “A linhagem que detectamos do sorotipo 3 não é a mesma que já circulou nas Américas e causou epidemias no Brasil no começo dos anos 2000. Nossos resultados mostraram que houve uma nova introdução do genótipo III do sorotipo 3 do vírus da dengue nas Américas, proveniente da Ásia. Essa linhagem está circulando na América Central e recentemente também infectou pessoas nos Estados Unidos. Agora, identificamos que chegou ao Brasil”.

Dos quatro casos analisados, três são referentes a casos autóctones de Roraima, ou seja, correspondem a pacientes que se infectaram no estado e não tinham histórico de viagem. Já o caso no Paraná foi importado, diagnosticado em uma pessoa vinda do Suriname.

Os casos foram inicialmente identificados pelos Lacens de Roraima e Paraná, respectivamente. Segundo o pesquisador, foram as equipes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos de Porto Rico e do Departamento de Saúde da Flórida, que identificaram os casos vindos de Cuba e nos EUA. “Assim, esse é um alerta válido não só para o Brasil, mas para toda a região das Américas. Tendo em vista estarmos vivendo um grande número de casos de arboviroses esse ano no Brasil, a detecção de um novo sorotipo do vírus da dengue não é uma boa notícia”, disse.

A pesquisa contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam); da Rede Genômica de Vigilância em Saúde do Amazonas; da Rede Genômica Fiocruz; do Inova Fiocruz (Inovação Amazônia); do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do Ministério da Saúde do Brasil; do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

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Governo quer secretaria para fiscalizar mercado de ‘bets’

Governo quer secretaria para fiscalizar mercado de ‘bets’
O governo Lula está finalizando a regulamentação das apostas, conhecidas como mercado de bets. A intenção do governo é criar uma secretaria para monitorar o volume de apostas e a arrecadação.

A informação foi confirmada pelo Ministério da Fazenda nesta quinta-feira (11). A medida provisória (MP) que trará normas sobre transparência das regras e fiscalização aguarda o aval dos ministérios do Planejamento, da Gestão, da Saúde, do Turismo e dos Esportes para ser encaminhado para a Casa Civil.

O mercado de apostas online movimenta até 150 bilhões de reais por ano. A intenção do governo é taxar as apostas e arrecadar cerca de 15 bilhões de reais anualmente.

O Antagonista

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Haddad faz alerta sobre crise na Argentina e pede ajuda aos EUA

Foto: Adriano Machado/O Antagonista.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, conversou sobre a crise econômica na Argentina com a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen. A encontro ocorreu nesta quinta-feira (11) em Niigata, no Japão, onde ocorre a cúpula do G-7.

Haddad defendeu que a solução para a situação dos argentinos passa pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pediu apoio dos Estados Unidos.

“A Argentina é um país muito importante no mundo e particularmente na América do Sul. Se o Brasil e os Estados Unidos estiverem juntos no apoio, isso pode facilitar muito as coisas para a Argentina”, destacou.

O Antagonista

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MP que regulamenta apostas esportivas está nas mãos de Lula; Veja principais pontos

O presidente Lula (PT), recebeu, na noite dessa quarta-feira (10) um documento importante enviado pela Casa Civil: a medida provisória (MP) que tem como objetivo regulamentar as casas de apostas. O texto foi elaborado pelo Ministério da Fazenda e tem como um dos objetivos aumentar a arrecadação do governo.

A MP atribui ao Ministério da Fazenda, comandado por Fernando Haddad (PT), a função de fiscalizar esse tipo de atividade no país. Além disso, o texto determina que as transações entre casas de apostas e apostadores devem ocorrer por meio de contas bancárias de instituições autorizadas pelo Banco Central.

Em relação às alíquotas de taxação, a medida provisória estabelece a diminuição do percentual destinado às casas de apostas de 95% para 84%. Também prevê a destinação de 1% da arrecadação para o Ministério do Esporte (valor que não existia na redação da Lei 13.756/18) e 10% para a seguridade social.

Com a MP, o governo pretende controlar mais efetivamente as atividades das casas de apostas, o que pode aumentar a arrecadação e melhorar a fiscalização do setor. Além disso, a destinação de uma parte da arrecadação para o Ministério do Esporte e para a seguridade social pode contribuir para o financiamento de políticas públicas nessas áreas.

Junto ao documento, foi enviado ao chefe do executivo um decreto que prevê a criação de um grupo de trabalho para acompanhar de perto as atividades desse setor. As ações acontecem em meio a Operação Penalidade Máxima, do Ministério Público, que investiga esquema ilegal de apostas. A Polícia Federal também deve participar do processo de apuração.

Ainda em sua primeira versão, a MP deve ser discutida pelo Congresso Nacional antes de sua aprovação. A iniciativa, no entanto, é relevante para o governo e para a sociedade, tendo em vista a necessidade de regulamentar as atividades de apostas no país.

O Antagonista

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Brasil

Controle das redes sociais no Brasil será pior que na China, alerta oposição


Foto: Divulgação

‘Gatos escaldados’, parlamentares de oposição ao governo Lula (PT) temem o “avanço” do Judiciário sobre big techs”, que mantêm os serviços. José Medeiros (PL-MT), por exemplo, que viu suas prerrogativas parlamentares virarem pó, sofrendo bloqueio de suas redes com e sem ordem judicial, cita o caso do Telegram: “a cadela do totalitarismo está no cio”, diz. Para o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), a situação “vai ficar pior que na China”, de governo autoritário.

Van Hattem (Novo-RS) garante que o regime ditatorial chinês pune menos que decisões judiciais no Brasil, como no caso do VPN.

“Estão igualando o Brasil a ditaduras”, reagiu a procuradora e deputada Bia Kicis (PL-DF), após decisão de bloqueio do Telegram.

André Fernandes (PL-CE) descreveu a decisão contra o Telegram de “abuso” e prometeu fazer um questionamento legal na Câmara.

Diário do Poder

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Em apenas um dia, Lula libera mais emendas que em 4 meses de governo

O governo federal empenhou só na terça-feira (9) o montante de R$ 712 milhões em emendas de congressistas. Nos 128 dias anteriores, havia empenhado R$ 486 milhões. O dado é o mais atualizado no Painel de Emendas do Siga Brasil, do Senado.

O empenho é o primeiro estágio da execução da despesa pública. Com ele, o governo formaliza que reservará uma parcela do dinheiro disponível no Orçamento para aquela despesa. Funciona como uma garantia da autoridade de que o pagamento será feito.

Depois do empenho vem o estágio da liquidação, quando o governo reconhece que o serviço contratado foi entregue, e depois o pagamento propriamente dito, com o depósito do dinheiro.

O que o governo federal fez agora, portanto, é separar do Orçamento o dinheiro para que as indicações de despesas feitas pelos congressistas sejam contempladas. Assim, obras eventualmente indicadas, por exemplo, podem ter início.

Daniella Ribeiro é a segunda senadora que mais recebeu emendas em 2023

Governo Lula promete acelerar liberação de nomeações e emendas em troca de votos no Congresso

A liberação de recursos é parte do esforço do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reorganizar sua base aliada e assegurar a aprovação do marco fiscal. As duas derrotas da semana passada levaram o petista a ordenar que os ministros começassem a liberar o dinheiro.

Poder360

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Lula vai regulamentar Lei Paulo Gustavo hoje e repassar R$ 3,8 bilhões para cultura


Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) regulamentará nesta quinta-feira (11) a Lei Paulo Gustavo de incentivo à cultura. O decreto será assinado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, a partir das 18h, ao lado da ministra Margareth Menezes.

Após passar pela Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado pelo Senado Federal em março de 2022, mas posteriormente foi vetado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).

O nome da lei foi escolhido em homenagem ao ator Paulo Gustavo, que morreu aos 42 anos de idade em razão das complicações da Covid-19, em maio de 2021.

Entre outros pontos, a medida prevê a destinação de R$ 3,86 bilhões do superávit financeiro do Fundo Nacional de Cultura (FNC) a estados e municípios para fomento de atividades e produtos culturais em razão dos efeitos econômicos e sociais da pandemia de coronavírus.

Ao vetar o projeto, o Palácio do Planalto informou à época que, após consulta à Secretaria Especial da Cultura, “a proposição legislativa foi vetada por contrariedade ao interesse público”.

Entre as ponderações técnicas, a gestão Bolsonaro alegou que a Lei Paulo Gustavo criaria uma despesa corrente primária que estaria sujeita ao limite constitucional, para o qual “não teria sido apresentada compensação na forma de redução de despesa, o que dificultaria o cumprimento do referido limite”.

O ex-chefe do Executivo argumentou ainda que a proposta traria uma despesa que comprometeria dotações orçamentárias voltadas para manutenção de áreas como saúde, educação e investimentos públicos.

CNN Brasil

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Governo Lula promete acelerar liberação de nomeações e emendas em troca de votos no Congresso

Os ministros que coordenam a articulação política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) junto ao Congresso deram início nesta quarta-feira, 10, às primeira reuniões com os líderes de partidos da base aliada e prometeram já de partida acelerar a liberação de emendas e nomeações em troca da garantia de fidelidade desses aliados em votações prioritárias do Palácio do Planalto.

A primeira reunião foi com o presidente do PSB, Carlos Siqueira, na sede da Vice-Presidência. A sigla, embora abrigue o vice-presidente Geraldo Alckmin, não votou integralmente contra o projeto de lei que derrubou o decreto do marco do saneamento básico publicado por Lula na semana passada. Três dos 14 deputados da legenda foram contra a orientação do Planalto.

Em resposta a essa e outras infidelidades, Lula entrou em campo na articulação política e delegou ao ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Alexandre Padilha (PT), a conduções de encontros periódicos com as lideranças da base aliada.
Lula durante reunião no Conselhão na semana passada Foto: Wilton Junior / Estadão

Além de Padilha, o Planalto também escalou para a reunião com Carlos Siqueira o vice-presidente Alckmin, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França (PSB), o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT), e o secretário executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli. O presidente do PSB, por sua vez, levou consigo o líder do PSB na Câmara, Felipe Carreras.

À tarde, Padilha conduziu uma reunião com os líderes do PSD. O deputado federal Otto Alencar Filho (PSD-BA) classificou como positivo o encontro e disse ao Estadão que foram propostas melhorias na articulação política. Os parlamentares também discutiram temas de interessa da agenda do governo, como o arcabouço fiscal. Ele ainda argumentou que o partido tem sido fiel ao governo Lula.

“O PSD reafirmou o compromisso com o governo federal e o presidente“, disse o deputado. “O PSD tem sido fiel ao governo federal e continuará sendo“, completou.

O ministro quer apresentar como resultado a Lula a garantia da fidelidade dos partidos de Centrão que ocupam cargos em Ministérios. Na última segunda-feira, o ministro da SRI disse que iria cobrar os votos desses aliados.

Além de ver inviabilizado o decreto do saneamento, o governo convive com derrotas como a instalação de duas comissões parlamentares de inquérito (CPIs) que têm potencial de minar a popularidade de Lula: a que trata dos atos golpistas de 8 de janeiro e a do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Por falta de votos, o Planalto ainda viu adiada a votação do PL das Fake News, que busca regular a atividade das redes sociais.

Lula chegou a cobrar Padilha em público na semana passada durante a instalação do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável, o Conselhão, por causa das queixas que tem recebido de parlamentares a respeito da articulação do governo.

Padilha, por sua vez, tem dito que todos os projetos da agenda prioritária definida pelo governo foram aprovados. O ministro cita como exemplo dos feitos do governo junto à base a indicação de parlamentares alinhados ao Planalto para a presidência das principais comissões no Congresso, a reformulação de medidas provisória herdadas do governo Jair Bolsonaro (PL) e a recriação dos programas sociais, como o Bolsa Família.

Estadão

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Amazônia Legal precisa intensificar produtividade, alerta Banco Mundial

Amazônia Legal precisa intensificar produtividade, alerta Banco Mundial
Um relatório do Banco Mundial defende que os estados da Amazônia Legal precisam “urgentemente” intensificar o foco na produtividade para que possam promover desenvolvimento econômico e reduzir a pressão sobre as florestas naturais. O documento foi divulgado nesta quarta-feira (10).

“Uma ênfase maior na produtividade, principalmente em outros setores (que não estejam ligados à produção de commodities), impulsionaria o desenvolvimento em todo o país e ajudaria a fortalecer as economias da Amazônia, ao mesmo tempo que diminuiria a pressão sobre as florestas naturais”, afirma Johannes Zutt, diretor do Banco Mundial para o Brasil, em comunicado.

O Antagonista

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