Brasil

Reforma tributária terá na prática cinco alíquotas de imposto, diz deputado

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O novo imposto sobre o consumo que será criado com a reforma tributária terá, na prática, cinco alíquotas, segundo o coordenador do grupo de trabalho da Câmara que trata do tema, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

Segundo ele, além do imposto padrão, que será aplicado à maioria dos bens e serviços, haverá um percentual reduzido, a chamada alíquota de equilíbrio, que busca equilibrar a carga tributária em algumas situações. Haverá ainda a aplicação de alíquota zero.

Lopes incluiu na conta ainda o imposto seletivo, que garante uma tributação adicional para desincentivar o consumo de alguns produtos, como bebidas alcoólicas. Com isso, evita-se que leite e champanhe, por exemplo, tenham a mesma tributação, afirmação que vem sendo repetida por alguns especialistas contrários à reforma.

O deputado citou ainda a questão do Simples Nacional, que também terá tratamento diferenciado. Nesse caso, a empresa pode optar por recolher o tributo dentro das novas regras, o que é vantajoso para quem é fornecedor de produtos e serviços a empresas, ou permanecer no sistema atual, o que seria melhor para quem vende direto ao consumidor.

Lopes disse ainda que, em vez de criar múltiplas alíquotas diferenciadas, a ideia é agrupar diversos produtos com uma mesma tributação. “Em vez de uma alíquota para educação, uma para agro, uma para saúde, uma para transportes de passageiros, podemos fazer uma alíquota de equilíbrio para todos esses setores”, afirmou o deputado durante debate promovido pelo Lide nesta sexta (19).

Durante o encontro, representantes dos governos estaduais e municipais mostraram divergência em relação à reforma.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse que é necessário fazer a reforma de forma fatiada, como está sendo feito na reforma política.

“Não vai passar [reforma tributária] se nós não simplificarmos o processo. Não vai passar uma mudança que, na prática, vai tirar a iniciativa de cada governador e cada prefeito. Vai transformar o governador e o prefeito em mero ordenador de despesa que vai receber uma mesada”, afirmou.

“Eu acredito na simplificação. Vamos fazer com que haja o fatiamento da discussão, para que a gente não chegue amanhã em um processo de se decepcionar completamente”

Thompson Lemos Neto, subsecretário de Política Tributária e Relações Institucionais do estado do Rio de Janeiro, afirmou que o estado é a favor de uma reforma que traga os princípios da simplificação, tributação no destino, base ampla e redução de regressividade, mas mostrou preocupação com a preservação da autonomia dos entes federados.

Luiz Claudio Fernandes Lourenço Gomes, secretário-adjunto de Fazenda de Minas Gerais, disse que a questão das divergências entre os entes vai ser resolvida durante os 50 anos de transição para a distribuição das receitas. “Politicamente, estamos em um momento único para que o debate avance. O sistema atual prejudica o crescimento do país.”

O relator da reforma, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que a reforma não vai impactar as finanças de estados e municípios nas próximas gestões e que o resultado final será positivo para todos os entes.

“A gente precisa de uma reforma ousada”, afirmou. “Temos de pensar em uma estrutura colaborativa federativa. Não pode deixar que a vaidade esteja acima do interesse público.”

Folhapress

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Brasil

Planalto esconde gastos de Lula e Janja no Japão


Foto: Ricardo Stuckert

Sem divulgar gastos de Lula e Janja, que em Portugal ganhou o apelido “Esbanja”, o Planalto esconde até o hotel em que se hospedaram. O ANA Crowne Plaza, um dos melhores de Hiroshima, se destaca pelo alto luxo, com serviço de massagem, restaurante de cozinha francesa e outros mimos que eles adoram. O hotel preza pela discrição, não divulga o preço da melhor suíte, mas o “quartinho” mais barato custa R$1,5 mil a diária, mais que o salário-mínimo mensal da maioria dos brasileiros.

Os travesseiros do hotel, da marca Tempur, são bem diferentes dos oferecidos no tempo da carceragem, custam entre R$1,7 mil e R$2,5 mil.

O restaurante do hotel acompanha o exigente paladar da clientela. Prato japonês sugerido pelo hotel “normalmente”, diz o cardápio, custa R$540.

Se Lula deixar os seis carros da comitiva na garagem, o hotel é perto de atrações como o Memorial da Paz e sete museus em um raio de 4km.

O Planalto foi procurado para informar o nome do hotel, quem vai bancar e o tamanho da comitiva. O luxo dá uma pista do silêncio como resposta.

Cláudio Humberto – Diário do Poder

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Brasil

Zambelli é diagnosticada com Covid e segue internada


Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

A deputada Carla Zambelli afirmou neste sábado (20) que está internada na UTI de um hospital em Brasília depois de sentir um “mal-estar súbito” na última segunda-feira. Em nota, a assessoria informou mais tarde que a parlamentar está com Covid e que ela não se vacinou contra a doença por recomendação médica.

Diz ainda que Zambelli “manteve sua imunidade em níveis elevados” nos últimos anos.

“É provável que tenha contraído o vírus durante sua viagem de volta da Coreia do Sul, que durou aproximadamente 24 horas. Vale ressaltar que a parlamentar encontra-se assintomática e já se passaram 5 dias desde o diagnóstico”, diz a nota.

No vídeo divulgado mais cedo, porém, Zambelli disse que foi internada na UTI em razão de um “mal-estar súbito” e que foi ao hospital para ser monitorada e passar por exames.

O Antagonista

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Aras libera penduricalho que turbina salário de procuradores

Aras libera penduricalho que turbina salário de procuradores
O procurador-geral da República, Augusto Aras (foto), definiu nesta semana as regras para liberar um novo benefício aos membros do Ministério Público da União. O penduricalho pode aumentar o salário de membros do MPU em R$ 11 mil e extrapolar o teto atual do Judiciário, que hoje é de R$ 41,6 mil.

Pelas novas regras, a cada três dias trabalhados em funções extraordinárias, os integrantes da carreira ganharão um dia de folga, que poderá ser revertido em dinheiro. Os dias de licença podem chegar a 10 por mês.

O valor não incidirá sobre o chamado abate-teto, que limita a remuneração no serviço público a R$ 41,6 mil, a remuneração de ministros do STF.

O texto produz efeitos desde 1º de janeiro, ou seja, tem validade retroativa para os procuradores que quiserem pleitear o benefício desde o início deste ano.

Segundo a PGR, o benefício regulamenta uma resolução criada pelo Conselho Nacional do Ministério Público em dezembro do ano passado.

O Antagonista

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João Santana: “Não se pode deixar Lula livre, leve e solto para cometer erros sem críticas”

“Não se pode deixar Lula livre, leve e solto para cometer erros sem críticas”
O marqueteiro João Santana disse em entrevista à Folha que é um erro deixar o bolsonarismo monopolizar a crítica ao presidente Lula.

“Deixar o monopólio da crítica com Bolsonaro é um erro por causa de uma lógica mecânica: se um elemento [Bolsonaro] tem esse poder, e o outro [Lula] fracassa, isso vai levar o movimento em direção ao primeiro. Não se pode deixar o Lula livre, leve e solto para cometer os erros sem advertência, sem críticas.”

João Santana foi marqueteiro por anos de Lula e Dilma Rousseff. Ele foi condenado por lavagem de dinheiro de caixa dois junto com sua esposa, Mônica Moura.

O Antagonista

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Brasil

Lula quer se vingar do agro pelo apoio dado a Bolsonaro’, diz Ricardo Salles

O deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), disse que o presidente Lula quer se vingar do agronegócio, em virtude do apoio do setor ao governo Bolsonaro. Além disso, Salles sugeriu que o Executivo é omisso quanto às invasões de terras que ocorreram durante o Abril Vermelho.

“Lula pregou que iria pacificar o Brasil, mas vimos tudo, menos isso”, disse Salles, em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste sábado, 20. “A forma depreciativa que ele trata o agro, o apoio a invasões, a redução de financiamento do BNDES, dá o recado de que quer se vingar do setor pelo apoio dado ao ex-presidente Bolsonaro.”

Apesar das críticas, o parlamentar disse estar “de coração aberto” para ouvir a base governista, enquanto os trabalhas da CPI durarem. “Parte do MST tem experiências positivas e reivindicações legítimas”, observou o parlamentar, ao mencionar a existência de assentamentos feitos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária que tiveram êxito. “A comissão terá o intuito de separar o joio do trigo — pessoas com legítimo interesse em conseguir terras para produzir e criminosos usando o movimento para obter vantagem econômica indevida.”

A CPI do MST foi instalada na quarta-feira 17. Os cargos mais importantes foram ocupados pela oposição.

Veja os integrantes:qz

Tenente-coronel Luciano Zucco (Republicanos-RS) será o presidente;
Ricardo Salles (PL-SP), o relator;
Kim Kataguiri (União-SP), 1º vice-presidente;
Delegado Fabio Costa (PP-AL), 2º vice-presidente;
Evair de Melo (PP-ES), 3º vice-presidente;
Caroline de Toni (PL-SC);
Capitão Alden (PL-BA);
Delegado Éder Mauro (PL-PA);
Domingos Sávio (PL-MG);
Alfredo Gaspar (União-AL);
Coronel Assis (União-MT);
Coronel Ulysses (União-AC);
Rafael Simões (União-MG);
Ana Paula Leão (PP-MG);
Messias Donato (Republicanos-ES);
Charles Fernandes (PSD-BA);
Lucas Redecker (PSDB-RS);
Magda Mofatto (Patriotas-GO);
Gleisi Hoffmann (PT-PR);
Sâmia Bomfim (PSOL-SP);
Padre João (PT-MG);
Nilto Tatto (PT-SP);
Valmir Assunção (PT-BA);
Paulão (PT-AL);
João Daniel (PT-SE);
Dionilso Marcon (PT-RS);
Camila Jara (PT-MS);
Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG);
Marussa Boldrin (MDB-GO);
Max Lemos (PDT-RJ).

Revista Oeste

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Brasil

TRF4 cancela audiência e anula devolução de R$ 35 milhões a Palocci

Foto: Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), atendendo a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), cancelou duas decisões do juiz Eduardo Appio em favor do ex-ministro Antonio Palocci nesta sexta-feira (19).

O tribunal de segunda instância suspendeu uma audiência sobre “excessos e erros” da Operação Lava Jato na qual Palocci seria ouvido. A liberação de R$ 35 milhões de uma conta relacionada ao ex-ministro também acabou cancelada.

O MPF alegou que a conta estaria ligada a uma ação penal e já foi transferida para a Justiça Eleitoral do Distrito Federal. Os procuradores alegaram também a incompetência da 13ª Vara de Curitiba.

O Antagonista

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Brasil

Empresários criticam investidas de Lula contra medidas aprovadas sob Bolsonaro e Temer

As investidas do governo Luiz Inácio Lula da Silva para tentar desmontar medidas aprovadas nas gestões de Michel Temer e Jair Bolsonaro se tornaram a grande preocupação de uma parte expressiva do empresariado.

As dúvidas quanto às pretensões do governo de mexer nas reformas trabalhista e previdenciária, assim como as falas de Lula contra a independência do Banco Central, já vinham provocando incômodo no setor privado, mas o sinal de alerta cresceu depois dos movimentos do petista contra a lei de desestatização da Eletrobras e o Marco do Saneamento nas últimas semanas.

“Não tem sentido voltarmos a discutir reforma trabalhista, previdenciária, saneamento ou privatizações que já aconteceram, como Eletrobras, nesse momento. Temos que fazer uma pauta para a frente, que seja propositiva de novas transformações. Temos que fazer reforma administrativa, tributária e uma reforma na educação para prover melhor qualidade de ensino”, diz Walter Schalka, presidente da Suzano.

*Há uma série de situações sociais relevantes que o governo Lula 1 e 2 fez, que são fundamentais, e têm de ser preservadas. E há uma série de situações e transformações econômicas feitas ao longo de outros governos que também têm de ser preservadas”.

Laércio Cosentino, que é presidente do conselho de administração da empresa de tecnologia Totvs e um dos membros do novo Conselhão do governo Lula, levanta preocupação com o impacto das incertezas sobre o ambiente de negócios.

“Os países perdem quando, em cada troca de governo, os verbos conjugados são: revogar, cancelar, destruir, criticar. Não podemos tornar o passado incerto. Temos que unir e não dividir a sociedade. Temos que dirigir olhando para frente com propostas, atos, leis e ações de futuro. A ideologia tem que ser fundamental para traçar o futuro e não para só mudar o passado”, diz Cosentino.

*Hoje, possíveis retrocessos em questões aprovadas pelo Congresso em anos anteriores são, em alguns casos, tidos como agenda de futuro. Não vamos discutir o mérito, mas a consequência de se gerar instabilidade e incerteza e afugentar o conhecimento, o investimento, a tecnologia e a cadeia produtiva.”

Há pouco mais de um mês, o receio sobre o equilíbrio fiscal era um tema mais central nas conversas do empresariado, mas a apresentação do arcabouço, ainda que com ressalvas, mitigou parte das tensões. Hoje, a incerteza em relação ao desmonte das medidas aprovadas em gestões anteriores é uma das principais ansiedades em torno do governo Lula 3.

A expectativa é que o Congresso mais conservador sirva de anteparo. Na semana passada, o presidente da Câmara, Arthur Lira, foi fortemente aplaudido por dezenas de empresários em evento do Lide em Nova York ao dizer que o Congresso vai brigar para não deixar retroceder as medidas liberais aprovadas no país.

Por outro lado, há muitas dúvidas sobre a capacidade do governo de avançar nas pautas prioritárias, como a reforma tributária e o próprio arcabouço. Existe também uma percepção de que Lula ainda não demonstrou a habilidade política que tinha no passado para dialogar e interagir com parlamentares, sindicatos, empresários, ONGs e outros segmentos da sociedade.

“As falas do presidente relacionadas à economia preocupam, mas não têm respaldo da maioria do Congresso. É preciso que ele entenda isso e tente se alinhar. Caso contrário, a aprovação de um arcabouço fiscal vai emperrar, e a economia vai continuar travada com juros nas alturas”, afirma Antonio Carlos Pipponzi, presidente do conselho de administração da Raia Drogasil.

Para Fábio Barbosa, presidente da Natura&Co, a nova gestão de Lula não está repetindo a boa articulação que construiu com o Congresso e com a sociedade em suas versões anteriores. Pelas previsões do executivo, o governo não terá sucesso nas tentativas de retroceder em casos como o Marco do Saneamento e a Eletrobras, mas Barbosa também ressalva que as propostas em curso, como a reforma tributária e o arcabouço, podem ter sucesso limitado. “Ademais, perde a oportunidade de abraçar a causa ambiental, a Amazônia, e com isso melhorar a imagem do Brasil e atrair importantes investimentos e inovação”, diz ele.

“O governo Lula não está repetindo a boa articulação que construiu com o Congresso e com a sociedade nas gestões anteriores.”

A principal argumentação do empresariado é o risco de que a instabilidade gerada pela pauta das reversões comprometa a atração de recursos. Segundo Eduardo Mufarej, fundador da gestora de investimentos GK Partners, a preocupação é muito alta.

“Ainda que eu pessoalmente ache um atraso não evoluirmos na agenda de reformas e privatizações, o governo tem a prerrogativa de desacelerar essa agenda. Agora, rever o que foi feito, independentemente de imperfeições, é um desajuste com a realidade. Como país, deveríamos estar obcecados em atrair novos investimentos. Esse tipo de pauta nos coloca na direção contrária”, diz Mufarej.

Cristopher Vlavianos, presidente da Comerc Energia, também vê potencial de impacto nos investimentos do setor elétrico e de saneamento.

“Se existe mudança, independentemente de ser para o bem ou para o mal, isso gera uma insegurança futura de novos investimentos. Passa a ser um país pouco confiável e isso acaba reduzindo muito o investimento, tanto interno quanto externo”, diz.

Para o setor de concessões de infraestrutura, que atua com prazos prolongados, a segurança jurídica é ainda mais sensível, segundo Dario Rais Lopes, CEO da Aeroportos Paulistas, que administra 11 aeroportos no estado de São Paulo.

“É preciso ter previsibilidade. As empresas estão voltando a performar depois de um momento bastante delicado, que foi a pandemia. Mudanças agora são algo muito complicado.”

“É legítimo que um governo novo queira rever e reanalisar práticas e processos. Agora, o que ele tem de entender é que essas avaliações, certamente, terão uma reação. Nós trabalhamos com contratos de longo prazo, investimentos, empréstimos e retornos, todos de longo prazo. Então, previsibilidade, para nós, é fundamental”, diz Lopes.

Folha de São Paulo

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Brasil

Japão avalia retirar exigência de visto para brasileiros


Foto: Ricardo Stuckert/PR

O primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, anunciou na sexta-feira (19.mai.2023) que avalia retirar a exigência de visto para brasileiros entrarem no país. Kishida reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Hiroshima, onde participam da cúpula do G7.

O Japão estuda iniciar “procedimentos para a introdução de isenção de visto de curta duração para portadores de passaporte comum do Brasil”, disse o governo japonês em comunicado emitido na sequência da reunião bilateral.

Hoje, japoneses não precisam de visto para entrarem no Brasil. Atendendo a um apelo do setor de turismo, a obrigatoriedade foi retirada em 2019 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). Além dos japoneses, o ex-chefe do Executivo liberou a entrada sem visto de norte-americanos, australianos e canadenses.

Em 3 de maio, porém, o atual governo publicou no Diário Oficial da União a retomada da exigência do visto de turista para esse grupo. A regra começa a valer em 1º de outubro de 2023.

Poder360

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Brasil

Lula é uma “figura senil, ultrapassada e governa o país com o fígado”, diz Bolsonaro

Foto: Sergio Lima/Poder 360

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o atual chefe do Executivo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é uma “figura senil, ultrapassada” e que governa o país “com o fígado”. Também disse que o petista é uma pessoa “que tem um passado triste e fica potencializando coisas que não deram certo” em seus governos anteriores.

“Está governando com o fígado. É uma figura senil, ultrapassada. Até o momento, a preocupação dele é dizer que pegou um país destruído. É só a gente ficar quieto que ele faz a nossa campanha para o futuro”, declarou Bolsonaro em entrevista à revista Veja publicada nesta sexta-feira (19). Ele não cita diretamente o nome do atual presidente.

Na entrevista publicada nesta sexta-feira (19), Bolsonaro também disse que, antes mesmo de deixar a Presidência, já havia sido advertido da possibilidade de ser preso. Ele afirma está sendo alvo de perseguição com o intuito de marcá-lo “com a pecha de ex-presidiário”.

“Para ter algum motivo que justificasse isso [prisão], eu precisaria ter feito pelo menos 10% do que ele [Lula] fez. E eu fiz 0%. Algumas pessoas importantes, não vou dizer os nomes, já diziam antes de acabar o governo que querem me prender. Uma prisão light, apenas para me carimbar com a pecha de ex-presidiário”, afirmou Bolsonaro.

Com informações de Veja e Poder 360

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