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Agenda de Janja expõe omissão de reuniões com ministros de Lula

O artigo de Janja ao Le MondeFoto: Divulgação

A primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, acumula omissões em sua agenda oficial nos primeiros seis meses deste ano, apesar de constante presença em eventos públicos ao lado do presidente Lula (PT) e em viagens de estado.

Como Janja não ocupa um cargo oficial, ela não tem a obrigação legal de divulgar diariamente uma agenda pública, como outras autoridades. Mas essa é a primeira vez que uma primeira-dama despacha diariamente no Palácio do Planalto e participa de reuniões políticas de trabalho do Executivo.

O registro do dia a dia foi obtido pela Folha por LAI (Lei de Acesso à Informação) e engloba o período de 1ª de janeiro a 28 de junho deste ano.

Foram 86 compromissos registrados, desde reuniões com ministros até encontro com parlamentares e influenciadores. Muitas das reuniões com integrantes do primeiro escalão do Executivo, inclusive com membros do núcleo do governo, não foram registradas nas agendas dos ministros.

Folha de S. Paulo

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Supremo e tribunais superiores voltam do recesso nesta terça

Supremo Tribunal Federal (STF) - Portal CNJFoto: STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) e tribunais superiores voltam do recesso judiciário nesta terça-feira (1º). Com isso, os prazos processuais são retomados. No STF, existe a previsão de julgamento de temas relevantes, posse de Cristiano Zanin como ministro e a sucessão na presidência da Corte, marcada para o fim de setembro.

Logo após a abertura dos trabalhos do semestre, no Supremo, estão previstos julgamentos sobre legítima defesa da honra e anulação de decisão de júri popular.

Ainda em junho passado, a Corte formou maioria para derrubar a tese de “legítima defesa da honra”, utilizada para tentar absolver feminicidas com base na interpretação de dispositivos do Código Penal e do Código de Processo Penal. O STF já tinha suspendido o uso da tese em 2021, em julgamento virtual, e agora julga o tema. Ainda faltam votar as ministros Rosa Weber e Cármen Lúcia.

Os ministros também devem analisar se é possível anular um veredicto do tribunal do júri sob alegação de a decisão ser contraria às provas dos autos.

Já na quarta-feira (2), os ministros retomam o julgamento que discute a descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. Na quinta-feira (3), Cristiano Zanin Martins toma posse como ministro da Corte. A cerimônia está marcada para as 16h e tem previsão de duração de 15 minutos.

R7

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Copom inicia reunião e expectativa do mercado é de corte da Selic

Bacen: O que é e como funciona o Banco Central do Brasil?Foto: REUTERS/Adriano Machado

Depois de um ano com a Selic, a taxa básica de juros, estacionada nos 13,75%, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve decidir por promover o primeiro corte nesta semana.

É esta a ampla expectativa de economistas e especialistas, após os primeiros sinais dados pelo próprio Copom nos comunicados de seu último encontro, em junho.

A principal dúvida, agora, está em torno de qual deve ser a magnitude do corte.

Boa parte das casas aposta em uma redução mais cautelosa, de 0,25 ponto percentual; outra parcela acredita que já seja possível ter um corte de 0,5 p.p., e há, ainda, uma terceira ala, dividida entre as duas possibilidades.

Um consenso entre as várias análises, entretanto, é de que a decisão deverá ser bem longe de unânime, ou seja: uma parte dos diretores do Copom deve votar por um corte mais brando, enquanto outra deve defender uma redução mais agressiva já neste encontro.

CNN Brasil

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Novas regras para compras internacionais passam a valer nesta terça-feira; Veja o que muda

Novas regras para tributação de compras internacionais começam nesta terça (1º) | Rádio BandNews FM
Foto: Reprodução

As novas regras para a tributação de compras internacionais feitas pela internet passam a valer nesta terça-feira (1º). Veja mais no vídeo acima.

A medida, anunciado pelo Ministério da Fazenda no final de junho, prevê a isenção da cobrança do imposto de importação sobre compras de até US$ 50 para as empresas que aderirem voluntariamente ao programa Remessa Conforme da Receita Federal.

Para se valer da isenção federal, a própria empresa deverá recolher o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é o tributo estadual — e aquelas companhias que não aderirem ao programa do Fisco continuarão sendo tributadas.

Veja o que dizem as novas regras:

  • As empresas que aderirem ao programa da Receita terão o benefício de isenção do imposto de importação para compras de até US$ 50;
  • Para compras acima de US$ 50, nada muda na cobrança de tributos federais. Nesses casos, segue em vigor a tributação de 60% do imposto de importação.
  • A declaração de importação e o eventual pagamento dos tributos acontecerá antes da chegada da mercadoria.
  • O vendedor é obrigado a informar ao consumidor a procedência dos produtos e o valor total da mercadoria (com inclusão dos tributos federais e estaduais).
  • A portaria da Receita Federal não trata das regras de tributos estaduais, que são de competência de cada unidade da federação.
  • Em junho, os estados definiram por unanimidade, adotar uma alíquota de 17% de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as compras feitas em plataformas on-line de varejistas internacionais.
  • As regras atuais, com isenção de imposto de importação de 60% para remessas entre pessoas físicas, continuam.

Ainda segundo o governo, as empresas que aderirem ao programa de conformidade da Receita Federal também terão facilidades na entrada dos produtos no país.

Antes da chegada do avião no Brasil, a Receita Federal receberá as informações sobre as encomendas e o pagamento prévio dos tributos estaduais e federais. O Fisco, então, fará a chamada “gestão de risco”, liberando os produtos de baixo risco imediatamente após o escaneamento, se não forem selecionados para conferência.

De acordo com o órgão, as encomendas liberadas poderão seguir diretamente para os consumidores. Pelas regras atuais, sem o programa de conformidade da Receita Federal, as encomendas chegam ao país sem a prestação de informações prévias.

G1

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Bolsonaro critica Dino por fala sobre operação da PM em SP: “Cupincha do descondenado


Imagem: reprodução/Twitter

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi ao Twitter criticar Flávio Dino após o ministro da Justiça ter condenado a ação policial em São Paulo, que culminou no assassinato do policial militar Patrick Bastos Reis.

“Ministro de lula quer investigar polícia de São Paulo por ter sido agressiva na caçada a bandido que matou PM. Não precisa sem um expert para entender os motivos da reclamação de mais um cupincha do descondenado”, disse o ex-presidente nas redes sociais.

O policial foi morto na última quinta-feira, por um homem chamado Erickson David da Silva, detido ontem. Desde então, segundo a Ouvidoria das polícias de São Paulo, 10 pessoas morreram como consequência da Operação Escudo, deflagrada em reação à morte do policial. Segundo o governo do estado, foram oito as mortes.

O Antagonista

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Sobe para dez o número de mortos após assassinato de PM em SP

Operação Escudo acontece em Guarujá (SP) após PM ser morto baleado por criminoso — Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) confirma dez mortes em ação da polícia em Guarujá, no litoral paulista, após execução de PM da equipe Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (Rota) morrer baleado. O número foi atualizado após mais duas mortes na tarde desta segunda-feira (31).

Mais cedo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) havia informado oito mortes durante coletiva de imprensa. A Ouvidoria das Polícias de São Paulo, por sua vez, tinha informado ao menos dez mortes.

De acordo com a Prefeitura de Guarujá, durante a tarde foi morto um homem de aproximadamente 30 anos após confronto com as autoridades na Rua Botafogo, na comunidade Aldeia, que fica ao lado de um local chamado Sítio Conceiçãozinha. A identidade não foi divulgada.

Suspeito é preso

O suspeito de atirar e matar Patrick Bastos Reis, soldado da Rota, passou por audiência de custódia, nesta segunda-feira (31), no Fórum de Santos, no litoral de São Paulo. Erickson David da Silva, de 28 anos, teve a prisão temporária mantida por 30 dias.

O soldado Patrick Bastos Reis foi baleado enquanto fazia um patrulhamento na comunidade da Vila Zilda, em Guarujá, na quinta-feira (27). A morte dele foi confirmada no mesmo dia. Além dele, um outro policial foi baleado na mão esquerda, encaminhado para o Hospital Santo Amaro e liberado.

Confira matéria completa no G1

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Ministro do Desenvolvimento Agrário será convocado a depor após novas invasões do MST

Foto: Adriano Machado/ O Antagonista

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, será convocado a prestar depoimento à CPI do MST após integrantes do movimento social terem invadido uma área da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Petrolina, em Pernambuco.

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Inquérito militar livra tropas e aponta erro do governo Lula no ataque de 8 de janeiro

Foto: UESLEI MARCELINO/REUTERS

O inquérito policial militar aberto para investigar os militares que deveriam ter protegido o Palácio do Planalto diante dos ataques golpistas de 8 de janeiro livrou as tropas de culpa e apontou “indícios de responsabilidade” da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial, que integra a pasta do GSI (Gabinete de Segurança Institucional).

A apuração concluiu que, se houvesse tido planejamento “adequado” no início do governo do presidente Lula (PT), seria possível ter evitado a invasão do palácio ou minimizado os estragos.

O relatório sigiloso, obtido pelo jornal Folha de S. Paulo, foi finalizado em 2 de março e recebeu uma complementação no dia 14 daquele mês.

A investigação indica a responsabilidade da secretaria do GSI de forma genérica, sem mencionar o nome dos responsáveis. A conclusão cita ainda a sigla DSeg, do Departamento de Segurança Presidencial.

O relatório destaca que, de acordo com o protocolo que define as ações do GSI e do Comando Militar do Planalto na defesa do palácio (chamado de Plano de Operações Escudo), competia ao DSeg “acionar o deslocamento” da tropa de choque do Exército.

Também era obrigação da secretaria “buscar informações indispensáveis ao planejamento de ações preventivas” junto à Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e aos órgãos da Secretaria da Segurança Pública do Distrito Federal, o que não foi feito.

EFETIVO MENOR

A título de comparação, o inquérito policial militar constatou que o número de militares no dia 8 de janeiro era menor do que o de 31 de julho do ano passado, quando Jair Bolsonaro (PL) convocou manifestantes contra o STF.

Na ocasião, a segurança do Planalto havia sido reforçada por 110 militares —o equivalente a uma subunidade ou três pelotões. No dia 8 de janeiro, o Comando Militar do Planalto enviou apenas um pelotão (36 homens) por volta das 12h.

“Desta forma, é possível concluir que, sendo realizado um planejamento das ações de segurança adequado, com o acionamento de valor de tropa suficiente, a execução das ações de segurança por parte das tropas do CMP [Comando Militar do Planalto] teria melhores condições de êxito”, diz.

“Nesse sentido, a invasão ao Palácio do Planalto poderia ter sido evitada ou minimizado os danos patrimoniais sofridos”, completa.

INQUÉRITO NÃO APONTA INDÍCIOS DE CRIME NA ATUAÇÃO DAS TROPAS

O inquérito militar afirma que, devido à falta de planejamento, as tropas em campo não tinham condições de reagir à investida golpista. Por isso, diz que “não foram encontrados indícios de crime militar ou crime comum na atuação das tropas”.

“Devido a uma previsão de ‘normalidade’ por parte daquele órgão [Secretaria Presidencial] —que não se verificou na realidade—, o efetivo solicitado ao CMP e empregado foi abaixo do necessário diante do grande número de invasores e do comportamento agressivo dos mesmos.”

“Noutro vértice, conclui-se que há indícios de responsabilidade da Secretaria de Segurança e Coordenação Presidencial/Dseg quanto à invasão do Palácio do Planalto, considerando que houve falha no planejamento e na execução das ações”, aponta o inquérito militar.

Imagens do circuito interno de câmeras do Palácio do Planalto durante a invasão mostraram não só o baixo número de homens no local, mas também falta de comando. A entrada principal do prédio ficou desguarnecida por cerca de 45 minutos.

O inquérito foi aberto em 11 de janeiro para averiguar a atuação da tropa. A investigação foi conduzida pelo coronel Roberto Jullian da Silva Graça, hoje chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Planalto.

DOCUMENTO FOI ENVIADO AO MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

O inquérito policial militar é uma investigação pré-processual elaborada pelos próprios militares para avaliar se há indícios de crime militar e quais os possíveis responsáveis. Feitosa nem sequer foi ouvido durante a apuração.

O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Em fevereiro, ele decidiu que os militares envolvidos no 8 de janeiro serão processados e julgados pelo próprio tribunal.

O ministro também determinou que a Polícia Federal abrisse um inquérito para investigar os militares das Forças Armadas e da Polícia Militar do Distrito Federal. A PF, portanto, pode chegar a conclusão diferente da apontada no inquérito militar.

EXÉRCITO NÃO SE MANIFESTA SOBRE INVESTIGAÇÃO

Questionado pela Folha, o Exército não explicou por que o general Feitosa não foi ouvido no inquérito. A instituição afirmou que os esclarecimentos sobre o 8 de janeiro serão prestados “exclusivamente” aos órgãos competentes.

“O Exército não se manifesta no transcurso de processos de investigação. Cabe destacar que esse é o procedimento que tem pautado a relação de respeito do Exército Brasileiro com as demais instituições da República”, disse.

O QUE DIZ O GSI

O GSI afirmou em nota que “desconhece as conclusões da apuração do Inquérito Policial Militar instaurado no âmbito do Comando Militar do Planalto, ao qual não teve acesso”.

A Folha não conseguiu contato com o general Feitosa e o coronel Wanderli. A defesa do general Gonçalves Dias foi procurada, mas não se manifestou.

RESPONSABILIDADES DA SEGURANÇA PÚBLICA DO DF

O inquérito policial militar também levanta as falhas da Secretaria de Segurança Pública do Governo do Distrito Federal —embora a pasta não tenha sido foco da investigação nem apareça nas conclusões.

O documento ressalta que o GSI e o Comando Militar não foram chamados para a reunião organizada pela secretaria em 6 de janeiro, dois dias antes do ataque, nem “comunicados de suas decisões ou relatórios de inteligência”.

Diante do risco de invasão das sedes dos três Poderes, o Governo do DF elaborou um protocolo de ações integradas em que definia o que cada órgão responsável pela segurança da Esplanada dos Ministérios deveria fazer no dia.

O inquérito afirma ainda que a PM-DF —de acordo com o próprio protocolo de ações— deveria ter impedido a chegada dos manifestantes até a praça dos Três Poderes, o que não ocorreu.

Outro argumento usado na defesa dos militares é o de que “a única informação” enviada pela Polícia Militar foi a de que as manifestações teriam “animosidade baixa”, com “até duas mil pessoas”.

ACAMPAMENTOS EM FRENTE AO QG DO EXÉRCITO EM BRASÍLIA

O relatório também minimiza a atuação do Exército no acampamento golpista montado em frente ao quartel-general, em Brasília.

O inquérito afirma que a área foi ocupada a partir de 30 de outubro “de forma intensa, porém pacífica” e que houve “redução gradual no número de manifestantes” a partir de 15 de novembro “em razão da postura restritiva” do Comando Militar do Planalto.

O documento também diz que, diferentemente da “postura restritiva” adotada pelo Comando Militar do Planalto, “o Governo do Distrito Federal autorizou que os manifestantes realizassem seu desembarque” no Setor Militar Urbano, onde fica o quartel.

Folhapress

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José Rainha vai depor na CPI do MST, após Rosa Weber negar liminar

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber negou o pedido de liminar de José Rainha Júnior, e o líder da Frente Nacional de Lutas (FNL)  terá que prestar depoimento à CPI do MST. A sessão está marcada para a próxima quinta-feira (3).

Ao ter o seu pedido negado, Rainha, convocado na condição de testemunha, será obrigado a responder os questionados dos parlamentares que compõem a comissão.

A defesa, em seu requerimento, expressou receio de que o líder José Rainha possa produzir provas contra si mesmo porque responde a processo criminal que abrange fatos que são objeto de investigação da CPI.

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FAZ O L: MST volta a invadir área da Embrapa e acusa governo Lula de descumprir acordos

Foto: MST/Divulgação

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) voltou a invadir nesta segunda-feira (31) uma fazenda da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) em Petrolina (713 km do Recife).

A entidade acusa o governo Lula (PT) de descumprir os acordos firmados após a invasão das mesmas terras federais em abril deste ano, durante a chamada Jornada Nacional de Luta pela Terra e pela Reforma Agrária, conhecida como abril vermelho.

A reocupação das terras foi definida em assembleia neste domingo (30). Na manhã desta segunda-feira, segundo o movimento, 1.550 famílias de trabalhadores sem terra invadiram a fazenda e tomaram a estrutura onde seria realizado o Semiárido Show.

A feira, que costuma acontecer no mês de agosto, apresenta novas tecnologias para os agricultores familiares da região, costuma receber mais de 20 mil pessoas vindas de diferentes estados do Nordeste.

Confira mais detalhes na matéria de João Pedro Pitombo, Folha de São Paulo

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